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68-Desabafo de um tio,pai e marido corno


autor: bernardo
publicado em: 26/03/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Tudo começou a três anos atrás quando Felipe estava na chácara de um dos seus cunhados em Curitiba, Paraná. Após o almoço, alguns foram tirar uma soneca e outros foram dar uma caminhada e como naquele dia fazia muito calor Felipe preferiu ficar debaixo de uma árvore. Estando com sede, entrou na casa para beber água e ouviu barulho em um quarto que servia de biblioteca e escritório do seu cunhado Armando. Ele se aproximou e, por uma fresta, viu sua sobrinha, Michele de 17 anos, com os seios para fora do sutiã. Ela era uma ninfetinha muito bem cuidada, com um corpo exuberante graças as muitas horas de academia. Seios deliciosos, de tamanho médio e redondinhos. Um rosto angelical, olhos azuis e cabelos negros. Ele ficou muito excitado ao vê-la daquele jeito e se aproximou mais um pouco cuidando para não fazer nenhum barulho e ser descoberto. De repente, ouviu a voz do Armando, pai dela e seu cunhando. Ele tomou um grande susto e tentou procurá-lo em torno de si e não o viu mas, por precaução, saiu de lá.

Para disfarçar, foi ao banheiro e da janela, percebeu que tinha uma visão melhor da biblioteca e queria continuar olhando para os seios da Michele quando tomou um “choque” e se lamentou muito por não estar com o celular em mãos para fotografá-la. A Michele estava mamando na pica do próprio pai!

Vagarosamente, passava a língua no cacete do Armando e depois o colocava na boca. Parecia inexperiente, mas aquilo o excitou mais ainda. Puxou seu pau para fora e começou a se masturbar. O Armando colocou a filha sobre a mesa e começou a chupar os peitos dela, que fechava os olhos e ele parecia ouvir os gemidos dela e ele continuou se masturbando. Armando desceu para a xoxotinha dela, abriu as pernas da filha e delicadamente lambeu a bucetinha dela, que se segurou na mesa esticando-se toda de tesão. Armando a colocou de quatro e aí o tesão de Felipe aumentou.

Com a filha de quatro, Armando começou a lamber o cuzinho dela e a acariciar os seios ao mesmo tempo. Depois posicionou seu cacete, que não era tão longo, porém era grosso, para o cu da filha e a ouviu falar.

- Devagar, papá ainda não estou acostumada ai – disse ela – e Armando começou a forçar seu caralho contra o cuzinho da filha.

– Pára, pai. Está doendo – falou ela. Armado tirou seu cacete, deu uma cuspida no rabo dela, que chupou o pau dele e ficou de quatro novamente.

- Que idiota, Armando. Onde está a vaselina?” – Felipe pensou e sorriu.Ele estava com muito tesão. Queria participar daquilo. Armando abriu mais o rabo da filha e penetrou a cabeça do pau no cu dela, que soltou um berro estridente e gritou:

– Tira, tira, gritou ela. Dói, pai, por favor – gritou ela. Armando tirou um pouco o cacete e tentou penetrá-la mais uma vez, só que, lentamente, mas desistiu. Ela pediu desculpas e o pai respondeu que estava tudo bem e Michele, que estava ajoelhada deu-lhe uma tremenda de uma chupada no cacetão. Após poucos instantes, Armando esguichou toda sua porra nos peitos da filha, que sorriu e lambeu os seios.

Felipe saiu rapidamente do banheiro sem fazer barulho, e foi para fora, esperar os demais chegar. O tempo passou e a Michele cada vez mais gostosa e tesuda começou a namorar. Ela sempre foi muita apegada aos primos, filhos do Felipe, inclusive o namorado dela, era amigo deles: Célio e o Caio, a quem disse que foi ele que havia tirado a virgindade da Michele. “Mas a do cuzinho já estava perdida” – pensou Felipe consigo mesmo, quando os filhos lhe contaram.

Com 20 anos de idade, ela terminou o namoro e começou a frequentar a casa dos primos seguidamente. Adorava ir à piscina e continuava um tesão, agora “mais mulher do que nunca”. Coxas ideais, seios um pouco maiores, e o rabinho igualzinho, perfeito, enxuto. Felipe notou que os filhos, Célio de 22 anos e Caio de 20 anos, seguidamente davam uma “secada” na priminha e até desconfiava que andavam tirando uma casquinha da safadinha.

No início do mês passado, uma quinta-feira à tarde, Felipe que era fotografo profissional, tinha que ir em uma exposição fotográfica em uma cidade vizinha e iria se ausentar de casa no final de semana por três dias e se despediu da esposa, uma linda mulher loira de olhos azuis, dos filhos e da Michele que estava na casa dele, diga-se de passagem, todos em torno da piscina.

A esposa o acompanhou até a garagem dando-lhe um beijo na boca, desejando-lhe boa viagem e ao ver o carro do marido virar a esquina voltou tranquilamente para a piscina se juntar com os demais, só que, ela e os filhos não esperavam que o pai percorreu aproximadamente uns 20 Km e se lembrou que havia deixado o celular em casa e voltou para pegá-lo, pois não sabia ao certo onde se realizaria a exposição e um amigo ligaria para irem juntos.

Chateadíssimo, pois já estava atrasado, nem colocou o carro na garagem e entrou pela porta dos fundos, lado contrário de onde a piscina se localizava, e foi até o seu quarto. Pegou o celular que estava em cima da cômoda e quando estava saindo, ouvi barulhos e gemidos intensos nas proximidades da piscina e ao olhar pela janela, viu o Célio socando seu caralho na buceta da Michele, enquanto ela chupava o Caio. Que cena maravilhosa. Que tesão, sentiu! Imediatamente foi até o armário e pegou uma máquina fotográfica que usa como quebra-galho, pois a dele profissional estava no carro, foi até o quarto do Caio, que tinha uma visão melhor, e achando o ponto ideal atrás do roupeiro dele, bateu inúmeras fotos em closes perfeitas.

Célio segurava firme os braços da priminha e rasgava a buceta dela com força fazendo-a gozar e urrar como cadela. Caio, por sua vez mamava os seios e eles se revezavam e Felipe bateu outras fotos dos seus filhos traçando a prima, enquanto ela babava e cuspia no pau do Caio.

- Quero o seu cu, priminha piranha – gritou ele, enquanto o Cairo a traçava. Ela gemia e os dois rapazes a enchiam de prazer. Caio deitou-se no chão e ela sentou no pau dele e se pôs a cavalga-lo. O Célio foi por trás fazendo-a empinar o rabo gostoso, o que deu muito tesão em Felipe que invejava os filhos, desejando ardentemente estar no lugar deles!

Célio lambeu o cuzinho da prima, posicionou seu caralho, entre 18 e 20 cm, parecido com o do pai e com uma estocada firme, cravou mais da metade no rabo dela, que soltou um grito não se sabe se de dor ou de prazer e ele meteu vagarosamente, e ela começou a gemer alto como uma cadela no cio. Célio puxou os cabelos dela, que disse algo que Felipe não conseguiu ouvir. Batia na bunda enquanto enterrava todo seu cacete na bundinha dela e Felipe batia muitas fotos daquele sanduíche maravilhoso, excitadíssimo de pau duro como ferro.

De repente, Aline a esposa dele apareceu – “puta que pariu, Aline! Bem agora você vai estragar o bom da festa?” – pensou consigo mesmo e ficou desolado. Mas qual foi a surpresa e por essa Felipe não esperava de modo algum. Caio ao ver a mãe chegando, riu e falou algo para ela. Célio, o outro filho, chegou mais para perto e passou a mão na bunda dela e Felipe observando tudo da janelo do quarto, não acreditava no que estava vendo. Seu mundo começou a desabar.

Eles, os dois filhos, deitaram a mãe sobre a mesa e tiraram sua roupa. Michele se aproximou e mamou em um dos seios e Caio o outro, e Celio se pôs a chupar a xoxota. Era incrível a cena e não tem como explicar o que Felipe, o tio, o pai e o marido traído sentiu naquela hora. Era uma sensação de perda. Inconformado, decidiu que ficaria ali até o final. Pegou a sua filmadora e pensava em vingança. Até antes da esposa aparecer, foi algo excitante. Mas agora não. Ele sempre foi do tipo “coroa legal” até que não mexam com seus instintos e se pôs a filmar a orgia familiar.

A sua amada esposa gemia alto, como ela sempre fazia, e gozou na língua do filho. Felipe aproximou o “zoom” e a viu com os seios enormes e ainda duros, apesar dos 41 anos de fora e os ofereceu ao outro filho que lambia, chupava e mordia os biquinhos durinhos enquanto Caio chupava a sua buceta, enfiando os dedos e masturbando-a e não demorou muito para ela gozar novamente.

A Michele também chupou a buceta da tia, e Caio, não aguentando colocou a mãe de quatro e a penetrou vorazmente por vários minutos socando seu caralho na buceta dela. Aline gemia como uma vagabunda, enquanto Célio comia o cu da prima que, pela expressão que fazia, sentia dor devido à força que ele metia. Quando ele tirou o cacete do cu dela, Felipe do alto da janela e com o zoom da filmadora ativado viu uma fenda, um buraco aberto no rabo dela. Depois de poucos minutos viu o Caio, deitar-se no chão e a mãe sentar-se encaixando a buceta no pau dele inclinando-se e colocando seus melões na cara dele para que os chupasse em seguida começou a cavalgar, dizendo que aquela era sua posição favorita.

Com a sobrinha mamando no peito esquerdo, o Caio no direito e o Célio bombando na xoxota dela, Aline não resistiu e “explodiu” em gozo, gemendo alto e chamando seus filhos de seus machos deliciosos. A humilhação maior ainda estava por vir. Com o Célio em baixo, o Caio foi por trás e cravou a sua pica na mãe. Na hora, Felipe não conseguiu visualizar se havia sido no cu ou na xoxota dele. Ela urrava, enquanto a sobrinha se deliciava com os enormes seios da tia.

Felipe assistia e gravava seus filhos fazerem um sanduíche na mãe. Percebeu também, pelas falas, que não era a primeira vez que os quatro juntos faziam aquilo. O Caio tirou seu cacete de dentro da mãe e pegou a vaselina. “- Puta que pariu” – Felipe pensou – vão fazer e fizeram dupla penetração vaginal na mãe. A Michele espalhou a vaselina pelo rabo da tia, que esperava ansiosa, enquanto Caio se masturbava.

Felipe e a esposa faziam sexo anal, mas não era comum. Ela dizia que doía muito. O Caio penetrou seu cacete no cu da mãe, que sequer reclamou, apenas empurrou o quadril um pouco para frente, enquanto Michele chupava o Célio, que enfiava dois dedos na gruta molhada dela. Ele não aguentou e atirou o jato inicial de porra nos peitos da Michele, e o restante, na boca da mãe, que gemia alto, dando o cu para um filho e engolindo a porra do outro.

O Caio continuou por mais alguns minutos, enquanto Michele limpava o pau do Célio com um boquete guloso, engolindo o pau dele, já em “meia fase”. Não aguentando mais segurar, Caio tirou seu cacete do cu da mãe, Aline fechou os olhos e tomou um banho de porra nos cabelos e na língua. Estava tudo consumado.

Não querendo mais ver nada, decepcionado com a família, Felipe saiu do quarto e levou consigo a gravação. Não sabia o que fazer. Naquela noite, dormiu em um hotel na cidade, assim como na noite seguinte. No terceiro dia, voltou para casa, como se nada tivesse acontecido. Sua família o recebeu com braços abertos e beijos da esposa e muitos de vocês, leitores e leitoras que estão rindo da cara dele, não imaginam o que significou para ele passar por isso tudo. Mas a vida é um riso só! Já que não podia mais confiar em ninguém, depois de dez dias refletindo, ele começou a reagir. Bolou sua vingança, calado, assistindo o filme que gravou.

Em uma noite de sábado, convidou Michele para jantar com eles. Apenas eles cinco. Depois da janta...Adivinhem??? Colocou o filme no telão. Claro que eles ficaram sem reação. Seus rostos coraram. Felipe deu uma risada e falou que iria publicar aquilo em vários meios ligados à internet. Todos “gelaram” mas ele “estava no controle”.

Claro que ele não iria publicar nada, a menos que seus desejos não fossem atendidos. Com essa história, ele acabou momentaneamente perdendo o amor que sentia por sua família, porém, ganhou o cu da esposa a hora que ele bem quisesse e sem reclamação e também a sua sobrinha, além da liberdade sexual.

Puta que pariu!!! Nunca queiram passar por uma situação dessas. Seus filhos saíram de casa por vergonha. Eles mal conseguem olhar na cara do pai. Aline, sua esposa, é totalmente dependente financeiramente dele e ele a vê apenas como um objeto de prazer. Ele, que nunca havia traído a esposa antes do episódio, já traçou duas mulheres e a Michele, que está sendo e será sua escrava por um bom tempo.

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