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71 - Triangulo Amoroso


autor: bernardo
publicado em: 30/03/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Vou relatar a vocês a história de um triângulo amoroso que existiu no início do casamento de Carlos e Verinha, dois jovens apaixonados há 27 anos passado. O texto ficou muito extenso, mas não quis contá-los por partes para não perder detalhes importantes.

Carlos conheceu Verinha, ainda adolescente. Ele tinha 16 anos e ela 14. Linda como um anjo. Encantou-se por aquela delícia de garota: Morena clara, 1.55m de altura, cinturinha fina, seios durinhos de médio para grande, bundinha empinada, meiguinha e um par de olhos verdes que fazia seu coração disparar toda vez que se aproximava dele. O sentimento foi recíproco, pois logo rolou uma química entre ambos. Após concluir o ensino médio ele a pediu em namoro. Como era de costume em cidade pequena, o namoro era curto, as pessoas casavam se novas. Após terminar um curso técnico e ter arranjado seu primeiro trabalho como Técnico Agrícola, marcaram o casamento, ele com 20 anos e ela com 18.

Casaram sem conhecer muito da vida, as experiências sexuais dele se resumiam em duas ou três noitadas nas boates da cidade com prostitutas e, alguns amassos um pouco mais picante com a Verinha quando estavam longe dos olhares atento dos pais dela, e claro: muitos filmes e revistas de sacanagens. Verinha por sua vez, foi criada num regime rígido onde todas as mulheres da família tinham chegado ao altar virgem, não seria diferente com ela. Aos 18 anos ela ficou ainda mais encantadora, uma linda mulher desejada por todos os marmanjos da cidade.

Depois de casados o destino os levou ao sítio do Sr. José que estava com dificuldade em tocar a lavoura devido a muitas pragas que afetavam as plantações, e por esse motivo procurou ajuda de um técnico recém-formado, por não ter muitos recursos no momento.

Seu José era um homem com 50 anos, Branco, alto, forte com quase dois metros de altura e uns 130 kg, não era gordo, estava muito bem de idade, era um homem, atencioso e muito prestativo. Ficaram muito amigos, Vera e dona Márcia, esposa do Sr José, também se davam muito bem. Tornaram-se bem íntimos e frequentavam a casa um do outro diariamente. Eles viviam felizes, tinham uma vida sexual intensa, mas dentro dos padrões do matrimônio cristão. Carlos que já tinha visto vários filmes pornôs tinha até vontade de variar um pouco, pois sempre teve várias fantasias sexuais, mas o medo de magoar a esposa o impedia de tentar realizá-las.

A vida no sitio transcorria normalmente, até que em num certo dia, Dona Márcia adoeceu, e após uma bateria exaustiva de exames, constatou que ela estava com câncer num estado já bem avançado, passaram alguns meses veio a falecer, fato que os abalou demais e também a maioria dos moradores da cidade, pois o casal era muito bem quisto na região. A partir desse fato seu José passou a ser uma pessoa triste, calado, vivia perambulando pelo sítio, trabalho e casa viraram sua rotina. Verinha passou a cuidar da casa dele para mantê-la sempre limpa, e Carlos fez questão de que ele fizesse suas refeições na casa deles. Só que seu José, passou a beber muito, principalmente nos finais de semana, chegando às vezes a perder toda a noção de compostura. Carlos e a esposa entendiam, pois, o fato de ter perdido sua companheira de tantos anos com certeza não era fácil para ele. A não ser eles dois, seu José não tinha mais ninguém no mundo, pois assim como ele, Dona Márcia também era filha única e seus pais haviam falecidos, e eles tinham perdido contato com seus familiares há muito tempo.

Passado um bom tempo do falecimento de Dona Márcia, num domingo à noite que despencava um temporal, Carlos viu seu José no terreiro tentando se levantar de dentro de uma poça d’água aparentando estar completamente bêbado. Ele correu para ajudá-lo, mas como ele era muito pesado, chamou sua esposa para ajudar. Ela saiu na chuva vestindo apenas uma camisolinha bem curtinha e levaram um bom tempo para conseguir arrastá-lo até dentro da sua casa. Todos estavam, molhados da cabeça aos pés e resolveram tirar a bermuda dele para secá-lo e colocá-lo na cama, pois não dava para deixá-lo naquela situação, poderia pegar um resfriado ou até mesmo uma Pneumonia.

Ao tirar lhe a bermuda tanto Carlos quanto a esposa ficaram assustados com o tamanho do pau daquele homem, mole dava a impressão de ter mais de 15 cm e muito grosso. Carlos percebeu que Verinha ficou um pouco sem graça, mas mesmo assim, não tirava os olhos daquela pica, nem tinha como e ele, Carlos, começou a ficar levemente excitado vendo sua esposa daquele jeito. Percebeu que ela também estava excitada e não tirava os olhos do meio das pernas do patrão. Com muito custo o levaram para o quarto com ele apoiado com um braço no ombro do Carlos e o outro sobre o ombro da Verinha de modo que o braço roçasse no seu peitinho. Por fim colocaram seu José deitado na sua cama com as duas pernas ainda no chão e Verinha pegou a toalha para secá-lo, começando pelos cabelos e foi descendo, e a excitação do Carlos era tanta que a sua pica já estava apontando para o teto.

Quando viu a esposa debruçada sobre seu José com suas mãozinhas delicadas segurando naquele caralho enorme tentando secá-lo e a visão da sua bundinha com a calcinha atolada no reguinho não resistiu, e sem pensar nas consequências puxou de lado a calcinha dela e socou o dedo na sua bucetinha que estava bem molhadinha de tesão e a ouviu reclamar:

– Que isso Carlos? Como você tem coragem de fazer isso aqui na frente do seu José? – ele não deu atenção para os seus argumentos e continuou com meu dedo na bucetinha e perguntou se ela queria que parasse, ela respondeu:

- Ahh, ele está desmaiado mesmo e nem vai perceber, continua meu bem! Continua! Vai! Ta muito bom. Hummmm!

Carlos tirou o dedo, da bucetinha dela como um desesperado e caiu de boca na raxinha suculenta querendo sugá-la para dentro de sim, Verinha gemia e se contorcia enquanto gozava na sua boca. Em seguida ele tirou seu pau para fora já doendo de tanto tesão e de uma só vez atolou tudo na bucetinha. Seu pau entrava e saía com tanta rapidez que ele teve que se segurar para não gozar antes dela que sussurrava agonizante talvez de medo do seu José se despertar do porre:

-Mete mais forte amor! Mais! Mais! Uuuuiiiiiiii! Eu vou gozar. Aiiiiiii. Vouuuuuuu goooooozarrrrrrr! - quando ele sentiu sua bucetinha se contraindo e seu corpo estremecendo anunciando um orgasmo, gozaram juntos num tesão alucinante. Ele inundou sua buceta de porra, e após retirar seu pau, escorria muito liquido por suas pernas e ela disse:

– Meu Deus que loucura, isso foi muito bom, amor! Carlos percebeu que em momento algum a esposa soltou a pica do seu José que continuava bem mole devido o estado da bebedeira.

Ela terminou de secar seu José, se limpou, ajeitaram ele na cama, colocaram um lençol sobre ele e foram para a casa deles. A noite rolou de tudo na cama, falaram sobre as suas fantasias e passaram a noite toda fodendo lembrando da aventura com o seu José. A vida sexual deles a partir desse dia nunca mais foi a mesma.

No dia seguinte quando seu José chegou em casa para o café da manhã, deu a impressão que ele, vagamente, sabia que tinha acontecido alguma coisa diferente na noite anterior, pois perguntou ao Carlos se tinha estado na sua casa. Ele e a esposa, sentados na mesa tomando o café, contaram para ele do tombo no quintal e do banho que tiveram que lhe dar. Seu José lembrando que tinha acordado pelado, perguntou:

– Mas vocês me deram banho nu? A Verinha me viu pelado? - ela rapidamente respondeu:

– Vi sim! E o que tem de mal nisso? O Senhor é nosso amigo e se for preciso faço novamente, não é meu bem? – ela disse, perguntando ao marido.

- Eu disse que não tinha problema algum, que o senhor era uma pessoa muito especial para nós e que faríamos qualquer coisa para ajudá-lo a superar a fase difícil da vida pela qual está passado – disse-lhe Carlos.

Seu José se emocionou quase chegando às lágrimas, dizendo que estava muito envergonhado, e que seria eternamente grato aos dois. E a partir desse dia, Verinha passou a não se preocupar com as roupas que vestia, inclusive ficou mais ousada. Começou com shortinhos bem curtos que deixava aparecendo parte da sua bundinha, blusinhas decotadas que em determinados movimentos deixava aparecer o bico dos seus peitinhos ou de camisola semitransparente sem estar com nada por baixo.

Seu José no início disfarçava como se nada estivesse percebendo, mas às vezes não resistia e fixava os olhos no seu corpinho escultural. Tanto Carlos como a Verinha, percebiam que seu José ficava um tanto excitado, pois o volume da sua calça o denunciava. Carlos não sabe por que, mas não conseguia sentir ciúmes da esposa e ficava somente tentando adivinhar o que realmente se passava na cabecinha dela. Um dia deitados na cama, Verinha tocou no assunto da viuvez do seu José, dizendo que tinha pena dele estar ainda tão sozinho, e completando disse:

– Carlos, fico imaginando o tamanho da pica do seu José quando ele está excitado - Carlos tentou imaginar e acabou ficando de pau duro também. Subiu em cima da Verinha, levantou sua camisola posicionando sua vara na sua bucetinha que já estava úmida e excitadíssimo, foi lhe penetrando e lhe perguntando:

– Você tem vontade de ver seu José pelado e de pau duro não é?

- Hummmm! Mete! Mete gostoso na sua mulherzinha vai! Me fode vai. Meu bem, não fique com raiva, mas tenho sim! Deve ser lindo demais aquele cacetão duro, aaaaiiiii! Que gostoso seu pau na minha bucetinha, aiiiii faça feliz sua mulherzinha! - com certeza ela estava fantasiando o seu José no lugar do marido que dava estocadas violentas na xoxota dela, e perguntou:

– Você quer que eu vire um corno?

– Mete mais forte! Uiuuiiii! Não meu bem, é só curiosidade mesmo! -ela começou a gemer num orgasmo prolongado e ele continuou a bombar e falou:

– Eu te amo demais querida, e por você sou capaz de tudo para te ver feliz... até ser um corno se você quiser...- ele disse isso para ver a reação dela e mal acabou de falar, gozaram juntos.

Aquilo ficou martelando a cabeça dele por muito tempo até que em um sábado, após chegarem da roça, Carlos ficou na casa do seu José para trocar umas ideias. Ele abriu uma garrafa de Uísque e começaram a beber. Carlos tentou acompanhá-lo, mas parou porque é fraco para bebida e nunca gostou muito também.

Depois de um tempo com o efeito do álcool, seu José começou a ficar eufórico e a falar o que vinha na cabeça. Disse que Carlos era feliz por ter uma mulher maravilhosa e muito bonita e que a achava gostosa demais, que ela peladinha devia ser uma loucura, que ele era um cara de sorte de poder fazer sexo com ela quando quisesse e que ele só podia se contentar em se masturbar pensando nela, etc. Depois de muito papo furado sobre as qualidades da Verinha e já cambaleando um pouco, Carlos pediu para que ele parasse de beber e fosse tomar um banho para dormir. Seu José então disparou com uma fala de bêbado:

– Só paro de beber e vou tomar meu banho se a Verinha vier me pedir - Carlos percebeu que era um pouco de fingimento só para eles darem banho nele novamente, e excitadíssimo com a ideia foi até a sua casa, chamou a esposa que já estava vestida para dormir com sua camisolinha, e como de costume sem nada por baixo e disse que seu José estava completamente bêbado novamente e que só iria tomar banho e dormir se ela fosse lá pedir a ele, Verinha topou sem pestanejar e os dois foram para a casa dele.

Quando Verinha chegou e pediu para ele ir se banhar para dormir, seu José falou que só iria se ela desse um banho nele novamente. Vera olhou para o marido e ele balançou a cabeça consentindo. E seu José foi com ela para o banheiro e Carlos os seguiu numa certa distância.

Já dentro do banheiro Verinha tirou a camisa dele, desabotoou e baixou sua calça, deixando-o só de cueca. Parado na porta Carlos viu quando sua esposa arriou a cueca do seu José e sua pica meio dura saltou para fora quase batendo no seu rostinho. Verinha abriu o chuveiro e começou a ensaboar o corpo dele que sorria satisfeito não acreditando no que estava acontecendo. Verinha olhando para seu marido e começou a alisar a pica do seu José que começou a gemer de prazer:

– Isso minha gostooooosa! Pega nesse caralho que é doido para te comer – ele disse.

Lentamente ela começou a lamber o pau do seu José que não parava de crescer, e Carlos pode ver o quanto era enorme, dava quase o dobro do seu e muito grosso e conforme a esposa ia chupando, aquilo ia crescendo até que aquela cabeçorra mal cabia na sua boquinha, ela passava a língua na cabeça e descia até suas bolas. Ela segurava aquela tora com as duas mãozinhas que não conseguia abraçá-la completamente e ainda sobrava a metade do pau para ela chupar. Verinha às vezes tirava da boca aquele descomunal cacete e ficava admirando, e fazia uma carinha de preocupada, talvez pensando se iria aguentar todo os 23 cm de rola do seu José dentro dela.

Enquanto isso Carlos estava morrendo de tesão. Ele já tinha imaginado sua esposa trepando com outro, mas era só uma fantasia, nunca pensou que aconteceria dessa forma. Sua esposa vendo que ele estava com o pau para fora se masturbando, começou um alucinado boquete no seu José que só gemia e resmungava e queria comer sua bucetinha. Verinha tirou sua camisola já toda molhada e o abraçou esfregando seu corpo no dele, dizendo:

– Ah seu José! O Carlos também ta doidinho pra nos ver transando. Sei que ele quer ser corno do senhor, né meu bem? Vamos para o quarto que também estou loca para dar minha bucetinha para o senhor, vamos!

Sem se importar com a presença do Carlos, seu José pegou Verinha no colo. Ela parecia uma criancinha frágil nos braços daquele homenzarrão que a colocou deitada na cama e começou a chupar seus peitinhos enquanto ela gemia deliciosamente. Entre uma chupada e outra mordia bem devagar e ela delirava. Ele foi descendo e beijando sua barriguinha até chegar na bucetinha lisinha, cheirosa e apertadinha que se preparava para receber um enorme invasor. Disposto a aproveitar o máximo, ele começou a dar pequenas chupadinhas em volta da bucetinha, e ela gemia muito e tinha a respiração acelerada. Carlos ficou sentado no canto da cama enquanto tirava a roupa só apreciando aquilo tudo. Via seu José passando a língua naquela bucetinha depiladinha separando os lábios vaginais com a língua e Verinha soltou um gemido alto e gostoso. Neste momento, começou a chupá-la freneticamente com a intenção de proporcionar-lhe o máximo de prazer. E Carlos se punhetava louco de tesão não acreditando estar vivendo aquilo. Sua esposa ritmou as ancas com o movimento da língua do seu José e sussurrava:

- Ai seu José, tá muito gostoso, tá muito bom, continua. Aaiii que gostoso, continua… - e ele vibrando com aquela reação enquanto Verinha anunciou um gozo e Carlos gozou também.

Seu José subiu acelerando com a língua por todo o seu corpo, parou nos peitinhos deu umas mordidinhas e foi beijá-la na boca, enquanto isso, seu pau ficou entre as pernas dela. Não dá para descrever o tesão que Carlos, seu marido, sentiu vendo aquele homem grandão em cima de sua esposinha. Seu corpo tremia todo, e seu coração estava acelerado e Verinha, o olhava e gemia de prazer como um animal no cio e ela implorava para ele meter aquela rola enorme nela.

Seu José se levantou colocou Verinha inclinada sobre a cama de forma arrebitar sua bundinha preparando-a para ser penetrada; ela gemia baixinho, mas deixava transparecer uma certa preocupação em seu rosto. Seu José deu mais uma lambida na bucetinha dela, enfiou dois dedos dentro e foi fazendo movimentos para laceá-la. Carlos viu a sua esposinha um pouco assustada e com receio daquela tora e arrebitou ainda mais a bundinha para facilitar.

Ele começou a pincelar aquele descomunal caralho na entradinha da bocetinha da Verinha, que quando sentiu a glande enorme, encostar na sua raxinha, colocou a mão instintivamente, não acreditando que aquilo tudo iria entrar dentro dela, na verdade nem Carlos acreditava, ela parecia pequena demais para receber aquilo tudo. Seu José como que adivinhando o que eles estavam pensando, retirou a mãozinha dela, tentando acalmá-la e perguntou:

- Tá pensando que não vai caber? Você vai aguentar tudinho, igual a uma putinha! E vai me implorar para meter tudo em você.

Ele colocou a cabeça do pau na entrada da bucetinha da Verinha, e foi forçando e os lábios da buceta se abria e ela gemia baixinho, fazendo esforço para aguentar. Ele foi avançando paulatinamente e tirando e colocava e tirava, bem devagar e aos poucos foi enfiando mais e mais, e ela gemendo agarrando os lençóis, e mordendo a fronha dos travesseiros se sentindo arregaçada, rasgada por dentro. Ela gemia alto e ele forçou mais um pouco e enfiou todo o resto de uma vez, arrancando um grito de dor. Carlos teve a impressão de vê-la se desfalecendo, as pernas bambearam e caso ele não a segurasse iria cair e seu José parou com os movimentos, para ela se acostumar com o novo invasor. Preocupado Carlos perguntou se queria desistir e ela com a voz meio rouca, rouca de tesão disse:

- Nem pense nisso meu amor, é tudo que eu quero, fantasiei muito com esse momento – falando isso ela começou a mexer bem devagar a bundinha, dava uns gritinhos e de repente começou a gemer alto. Não dava para acreditar que aquilo tudo estava na bucetinha da sua esposinha. Seu José movimentava aquela tora e falava:

- Não falei que você aguentaria tudo? Agora continue mexendo gostoso. Rebola essa bundinha gostosa. Sinta minha rola te alargando por dentro. Sua bucetinha nunca mais será a mesma. Geme no meu pau que eu quero ouvir sua putinha e ela gemia, não porque ele pedia, mas porque não tinha outro jeito, qualquer movimento daquela tora arrancava gemidos, suspiros, e falta de ar e agora mais relaxada, excitada e toda preenchida, começou a gemer e falar ainda meio tímida:

- Me fode com esse pauzão, seu José, me fode. Sonhei muito com esse momento -ele socava tudo, bombava com força, deixando a xaninha arregaçada e ardida. Verinha gritava que estava sendo arrombada, que o pau dele estava arrebentando sua bucetinha.

-Aiiii, uiiii, Carlos! Olha meu bem! Olha. Aaaiii! Me ajuda vai! Me ajuda a dar para ele! Vem cá meu bem! Vem que eu quero chupar sua pica - e continuava dizendo - Vai Seu José! Mete! - Mete tuuuuuudo! Arregaça minha buceta vai. Hum! hum! hum! Goza! Goza dentro de mim meu gostosão. Quero sentir sua porra quentinha me inundando.

Carlos ajoelhou sobre a cama e Verinha engoliu com vontade a sua pica, chupando-a como uma profissional. Cada estocada forte que seu José dava, empurrava a boca dela para frente fazendo a rola do marido chegar à sua garganta e não demorou e encheu sua boquinha de porra. Verinha se engasgou um pouco e ele segurou em sua cabeça não deixando escapar nada e sem opção ela teve que engolir tudo.

Seu José ainda de pau duro, mesmo tendo gozando, continuou a castigar a bucetinha da Verinha e ela não aguentando mais pediu para ele tirar seu mastro de dentro dela, para mudar de posição. Deitou-se de costa e ele foi por cima colocando na sua bucetinha que a esta altura era uma bucetona. Ela colocou as pernas em volta do pescoço dele e seu José enterrou tudo de uma vez. Verinha gemeu, gritou e ele começou a socar, com violência, fazendo aquele pauzão entrar tudo até o fundo e quase sair novamente. Ficaram nesta posição uns cinco minutos e até ela gozar intensamente, e ele cansado tirou seu cacete e deitou-se na cama para recuperar o fôlego.

Após se recuperarem, com ele deitado, Verinha se apoiou nos seus ombros e foi se abaixando devagar, ela estava molhadinha, pois já tinha gozado várias vezes, e mesmo assim sua bucetinha ainda tinha dificuldade de agasalhar aquela pica gigante novamente. Ela gemia, se contorcia toda, mas ia sentando devagar, sentindo aquele cacete enorme invadindo suas entranhas; quando o pau entrou todo novamente, ela começou a cavalgada, aos poucos foi aumentando o ritmo, gritando, chorando, gemendo alto, como uma desvairada. Seu José a colocou de quatro, enfiou a cabeçona e começou a socar violentamente, Verinha sem forças nas pernas com ele por trás socando tudo, não tinha como se defender, e aquele pau enorme ia fundo tocando seu útero, a sensação de dor e prazer estava escrito no rostinho dela, que gemia, chorava, implorava para ele não parar, talvez por causa dos uísques que tinha tomado seu José estava demorando para gozar.

Quanto mais Verinha gemia, mais aumentava o tesão do Carlos, talvez pelo fato de ver aquela frágil criatura dando conta de um gigante tarado querendo devorar sua presa, e ela aguentava bravamente as investidas daquela tora em sua buceta. Ele acha que ela também estava se sentindo uma mulher completa, totalmente preenchida, a sensação deveria ser incrível sua bucetinha, levando estocadas que a fazia vibrar inteira e seus seios balançarem, sendo arregaçada, fodida, arrombada como uma puta.

Sem piedade, seu José estocou bem forte, arrancando dela grito de tesão. Verinha fechou os olhos, talvez para sentir o gozo vindo com as estocadas, que foram violentas. As pernas estavam bambas e parecia que ele ia arregaçar a boceta dela, metendo seu pau descomunal sem trégua e piedade e ela gozava com o vai e vem dele, e ela não pensava em parar, pois pedia mais e mais pica.

- Ai... que delicia.....sua pica é muito grossa! Vai me rasga....rasga sua putinha, me deixa toda dolorida! Quero ficar com a boceta inchada - seu José então deu uma estocada tão forte que a tirou do colchão. Ela berrou de dor e ele retirou seu pau de dentro dela e o deixou descansando no meio das coxas dela enquanto mordia sua nuca e apalpava os peitinhos dela, e Carlos ali bem próximo foi vendo aquele pauzão que minutos antes estava rasgando a sua mulher repousando mansamente. Era uma delícia para Carlos ver sua mulher tendo um orgasmo com o pau de outro homem...

Seu José recuperado e de pau em pé, recostou-se na cama e ordenou que ela cavalgasse novamente na sua vara. Ela sentou devagar, até sentir as bolas tocarem sua bundinha, então começou a mexer gostoso e seu José aumentou a intensidade dos movimentos e urrando começou a gozar, deixando todo o leite jorrar dentro da bucetinha já dilacerada da esposinha do seu empregado que se virou para o marido e mostrou a buceta toda vermelha e lambuzada, com porra escorrendo pelas suas pernas e em seguida caiu desfalecida e seu José também desmoronou ao lado dela.

Ficaram deitados um bom tempo, depois seu José se levantou e foi tomar banho, enquanto isso Carlos chupou a bucetinha da esposa sugando toda a porra que estava depositada dentro dela até limpar o excesso que teimava em escorrer por suas perninhas. Verinha o retribuiu com uma chupada até ele gozar na sua boquinha. Seu José terminou o banho, se trocou e os agradeceu pelo prazer que eles proporcionaram a ele. E antes de voltarem para casa, na despedida, Verinha deu um abraço apertado em seu José e um beijo na boca dele agradecendo-o por aquela aventura maravilhosa.

Em casa os dois ainda excitadíssimos resolveram continuar as sacanagens. Ele chupou bastante a buceta da Verinha ainda com porra dentro deixando novamente com muito tesão, depois a colocou de quatro e enfiou seu pau no seu cuzinho ainda virgem e ela adorou senti-lo gozando dentro do seu cuzinho.

No dia seguinte seu José apareceu na casa deles para tomar o café da manhã como se nada tivesse acontecido. Verinha vestia um baby-doll transparente que a deixava praticamente nua. Carlos os deixou sozinhos na cozinha e foi para o quarto se trocar demorando um pouco. Do quarto ouviu gemidos alto de Verinha, e ao se dirigir até a cozinha, viu a esposinha sem a parte de baixo do baby-doll, debruçada sobre a mesa e seu José tentava cravar sua pica colossal no cuzinho dela que ele Carlos, tinha acabado de deflorar na noite anterior.

Seu José tinha o maior cuidado para não judiar dela e por isso foi com todo o carinho, com bastante vaselina e muitas palavras pedindo calma e relaxamento. Por três ou quatro vezes ela recuou, quer dizer, levou o corpo para frente franzindo as nádegas e fechando o anelzinho quando sentia que ia ser penetrada. Até que, num certo momento, em que nem ele mesmo esperava, Verinha acolheu a cabeça enorme daquela tora dentro do seu cuzinho. Ela ficou nervosa, chorou, retesou o corpo, ameaçou levantar e só não se levantou porque estava prensada entre seu José e a mesa, mas era visível o seu verdadeiro desespero. Mas um desespero infundado, pois logo seu José mostrou a ela que o prazer seria maior que a dor que estava sentindo. Disse que a parte pior já tinha passado que era para ela tentar relaxar que logo estaria gozando com seu pau no cuzinho.

Passado o medo inicial, e Verinha com a metade daquele mastro no seu cuzinho, depois de um tempo começou a rebolar devagarinho. Seu José então, botou tudo para dentro dela que deu um grito e começou a chorar baixinho pedindo para parar um pouco. Seu José perguntou:

-Verinha, quer desistir?

-Não, uuiii, só dá mais um tempo para me acostumar – e seu José pegou sua mãozinha e a levou na sua bundinha para ela sentir como só estavam as bolas do saco do lado de fora.

- Nossa, não é que entrou tudo. Nem acredito – ela exclamou, começando a soltar-se, arriscando uma mexidinha e, já bem mais relaxada, fazendo acontecer o vai-e-vem -depois de certo tempo ela urrava de prazer enquanto seu José, como um alucinado, socava tudo, até seu saco bater na xoxota dela. Seu José gozou tanto que chegou a vazar e escorrer pelas coxas dela e em seguida saiu sem falar nada e Carlos pulou em cima dela louco de tesão e a penetrou na bucetinha e ela, aos gritos disse:

- Pega a porra do seu José na minha bunda e põe na minha boca, pega amorzinho – ele obedeceu e ela continuou a falar:

- Olha amor estou engolindo a porra do seu José, ai que delícia, mete meu corninho, mete gostoso nessa sua esposinha que agora é mulher do seu José também, mete, mete forte, aiiiii, uuuiiii, delicia....vou gozar, Aiiii, uiiii, como é bom ter um marido corninho, Uuuuuiiiiiiiiiii!. Vou gozzzzaaaaarrrrrr – e gozaram juntos tendo o Carlos inundando sua buceta de porra que ficou toda lambuzada e misturada com porra do outro macho, seu patrão.

Seu José só retornou no final da tarde trazendo algumas garrafas de vinho, dizendo que era para comemorar por eles terem lhe dado o prazer de viver novamente. Ficaram bebendo, ouvindo música sertaneja e conversando sobre as sacanagens deles. Carlos confessou que não se importava de ser corno vendo ele transar com a sua esposa e sentia até um certo prazer nisso. Verinha, depois de uns copinhos de vinho, já ficou toda alegrinha e assanhada com a conversa, sentada entre o marido e o seu José no sofá. Ele a beijava na boca e depois era beijada também pelo seu José e pediu para eles colocarem os paus para fora e ela os agarrou movimentando-os ao mesmo tempo. Depois ficou diante deles fazendo um strip-tease, rebolando e de vez em quando mamava numa das picas.

Carlos estava maravilhado vendo a esposinha, de apenas 21 anos, se soltando com aquele corpinho de menina, naquela felicidade toda por ter dois machos à sua disposição, um jovem e apaixonado e outro maduro, experiente e pauzudo. Ela pediu, e ficaram nus. Verinha se posicionou ajoelhando sobre o sofá de costas para o seu José e foi agachando até ter aquela tora encostada na sua buceta e pediu ao marido para ficar ajoelhado diante deles e foi arriando o corpo bem lentamente para que ele pudesse ver a sua xoxota engolindo centímetro por centímetro daquele cacetão, até sua bunda encostar no saco do seu macho e ela delirava de prazer:

– Ohhh, ohh, ohhh, ooooohh que delíiiiiiicia de cacete! Vem meu bem, agora chupa a minha bucetinha, chupa? Carlos estranhou o pedido, mas fez o que a esposa pediu… Ajoelhado começou a passar a língua nos lábios que sobrava da sua buceta que passou a soltar um líquido viçoso que escorria até o saco do seu José. E ela começou a subir e a descer naquela vara, sempre pedindo:

– Chupa! Chupa meu bem. Chupa que eu quero gozar no cacete do seu José e também na sua boca -mas quando ela subia parte da pica do seu José ficava exposta e Carlos como um alucinado bebia do líquido que continuava a escorrer passando a língua até no membro do seu José, evitando chegar ao seu saco.

Verinha, vendo aquilo berrou tendo um super orgasmo e pedia para não parar de chupar até que seu José também gozasse. Ela continuava a cavalgar sempre gritando, chupa, chupa, chupa a porra do seu José que, a essa altura a tinha inundado tanto que escorria de sua bucetinha e Carlos lambia tudo até a esposa ter um novo orgasmo. Depois desse dia, Verinha tinha noite que dormia com seu José e noite que dormia com o marido e uma vez ou outra com os dois na mesma cama. Ela se achava abençoada pois tinha dois machos apaixonados e sempre a seu dispor. Suas vidas tomaram outro rumo.

Eles viveram assim por muitos anos, o tempo foi passando seu José adoeceu e há pouco tempo faleceu. Foi uma surpresa enorme quando um dia a tarde um advogado os procurou para dizer que seu José tinha feito um testamento em vida deixando-os como seus únicos herdeiros, daí eles se lembram que na realidade ele não tinha parentes próximos.

Atualmente eles mudaram para a casa principal. Vera é muito feliz ao lado do marido e não pensa em outro homem em sua vida, mas toda vez que fazem amor, seu José está presente em suas fantasias e em seus corações. O triângulo amoroso teve fim e hoje eles vivem só de recordações do tempo que foram muitos felizes junto com seu José. Nunca mais tiveram outro relacionamento a três, até que.... surgiu no sitio onde eles moravam um jovem moreno pedindo emprego. Então, imagina o que aconteceu.!

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