"Os mais excitantes contos eróticos"


Melissa


autor: Publicitario45
publicado em: 05/04/17
categoria: hetero
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Já fazia um bom tempo que uma capixaba não entrava em contato comigo, fazia, agora está tudo no seu devido lugar. Foi através de um e-mail que ela entrou em contato comigo, se apresentou e esqueceu que através do seu endereço de e-mail eu a encontraria num piscar de olhos nas redes sociais. Assim que encontrei seu perfil, vi que se tratava de uma jovem muito bonita, pele clara, cabelos compridos, olhos castanhos e um sorriso fácil.

Já fazia um tempinho que eu não saia com ninguém, tesão a flor da pele e a vontade de gozar alucinadamente já tomava conta de mim. E é ai que entra a Mel, uma descendente de italiana, de 26 anos com energia para dar, vender e jogar fora.

No mesmo dia trocamos e-mails, depois whatsapp (Viva a tecnologia) e em pouco tempo eu já sabia como era a sua voz. Conversamos por alguns dias, trocamos provocações, falamos de algumas preferencias e o tesão só foi aumentando.

Até que um certo dia, voltando de uma reunião, resolvi ligar e tentar ir ao seu encontro.

- Ei, tudo bem?

- Sim e você?

- Joia! Sozinha?

- Sim, minha irmã foi trabalhar.

- Posso te ver?

- Pode, mas estou indo ao supermercado.

- Estou saindo de uma reunião na Serra, chego em 30 minutos.

- Ok, dá tempo.

Diante da possibilidade de conhece-la ao vivo, pedi ao motorista do UBER que me levasse direto para Vil Velha e em 35 minutos eu já estava batendo na porta do apartamento dela.

Ela abriu a porta e eu puder ver que ela era muito mais bonita pessoalmente. Uma boca linda, olhos, cabelos... tudo perfeito. Entrei e pedi agua para espantar o calor. Ela me serviu, matei a minha sede de agua e ela veio pra cima de mim pra matar minha sede de boceta.

Nos beijamos. Que beijo bom, quente, molhado, minhas mãos já foram se perdendo pelo seu corpo, ela gemeu baixinho e já entramos no quarto.

A fome era tanta que ela se despiu tão rapidamente ficando apenas de calcinha. Me despi também e já nos jogamos na sua cama, sua boceta estava melada, aliás, que boceta linda, quente, carnuda depilada, exalando tesão, não resisti e cai de boca.

Abocanhei aquilo tudo, meti a língua, meti um dedo, dois, três, a menina se contorcia na cama, gemia baixinho mas com intensidade.
Meu pau latejava mas eu não queria parar de beber aquele suco todo que escorria de dentro dela. Senti seu corpo tremer quando chupava e metia o dedo ao mesmo tempo. Mel gemia, pedia mais e eu sedia as seus pedido, continuei chupando, mordi o grelinho e o tesão dela não parava de escorrer em direção a minha boca.

Mel estava tão alucinada que pediu pra chupar meu pau. Tirou minha box num movimento rápido, meteu a boca e abocanhou ele inteiro, senti um calor incrível envolvendo meu cacete, ela chupava, punhetava, mordia a cabeça, lambia meu saco, aliás, ela me lambeu inteiro. Sentia meu corpo arrepiar a caba chupada que ela dava na minha pica.

- Senta na minha rola.

Ela obedeceu, veio por cima de mim que nem uma cachorra no cio, abriu as pernas e a pica entrou fácil, boceta quente, melada, apertada. Mel cavalgava com maestria, fazia cara de puta, sabia o que estava fazendo.

- Me come de quatro!

Me levantei e ela se posicionou na beira da cama. Dei um tapa na pele branca deixando meus dedos marcados. Meti o pau de uma vez só e ela gemeu. Com uma das mãos na sua cintura eu segurava seu corpo enquanto a outra puxava seus cabelos, o pau entrava, saia, eu acelerava, depois dava uma diminuída e metia rápido de novo.

- Isso, come a sua putinha come.

- Voce gosta de ser putinha?

- Adoro, fode gostoso, me come.

E nesse ritmo senti meu corpo esquentar, o gozo estava chegando e Mel fez questão de beber todo meu gozo, ela engolia, fazia pressão, eu gemia, sentia minhas pernas bambearem e a menina seguia bebendo tudo sem deixar uma gota sequer de porra escapar.

Depois dessa trepada deitamos na sua cama e começamos a conversar. A coisa começou tão quente que mal nos falamos, já fomos direto pra cama.

Mel me disse em que trabalhava, falou que morava com a irmão, que já tinha dado pra dois ao mesmo tempo e que já tinha dado uns pegas na esposa de um dos amigos comedores.

Aquela conversa foi me dando mais tesão, o pau latejou de novo e eu cai de boca na sua boceta melada. Desta vez chupava e metia os dedos com força como se estivesse comendo ela com as mãos. A menina gemia, metia o dedo na boca, rebolava nos meus dedos, pedia mais, dizia que era a minha putinha.

Levantei e passei a cabeça do pau na porta da sua xana e ela gemeu, meti a cabeça, depois o pau todo e começou a foder de novo, com mais força. Melissa rebolava que nem uma vagabunda, depois subiu e começou a cavalgar no meu pau outra vez ate que senti que ia gozar de novo e ela prontamente começou a chupar a minha rola, meu saco, entre as minhas pernas até que eu não aguentei e anunciei outro gozo que foi prontamente sugado por ela até a ultima gota.

Depois dessa segunda trepada, conversamos mais um pouco, eu tomei um banho e outro beijo delicioso selou o nosso encontro.

Agora estamos programando outra farra, desta vez num motel para que Melissa possa gritar sem se preocupar com os vizinhos.




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