"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Era pra ser impossível.


autor: ydna
publicado em: 08/04/17
categoria: lésbicas
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Fonte: maior > menor


A conheci quando eu tinha 9 anos. Criança e inocente, a trarava como toda irmã trata a namorada do seu namorado, com educacação no começo e logo depois amor e carinho, quando essa relação se estabiliza. Eu era uma criança muito levada, logo ela não ficava muito comigo porque além de passar todo o tempo em que ficava na casa dos meus pais com meu irmão, eu também era insurportável. Mas sempre ela falava comigo ou ia para a sala (onde eu passava a maior parte do tempo) e assistia televisão. Além de quase sempre se preocupar comigo, me dandopresentes e comida. Eu fui crescendo e ela se tornou novia do meu irmão. E eu fui descobrindo minha sexualidade, aos 14 anos já tinha certeza convicta de que era bissexual Eu me atraia demais por ambos os sexos e era louca para perder a virgindade logo,mas isso só veio acontecer com meus 15 anos, no ano em que Tiffany e meu irmão se casaram. E foi logo no casamento deles, que eu percebi o quão linda Tiff era. Ela tinha a estatura normal, mas é magrinhas e de seios pequenos, que da um ar de moça frágil á ela. Aos 24 anos, era linda e jovial feito uma adolescente de 17 anos, mas tinha uma bunda que qualquer mulher que se mata em academia, bunda essa que olhar com outros olhos pela a primeira vez no dia do casamento, quando a vi trocar de roupa. Todas a ida a praia e eu perdendo essa visão maravilhosa que era a bunda de Tiff. Eu fiquei hipinotizada, quase babando, que nem reparei quando ela começou a mim chamar. - Van, pode fechar aqui pra mim? - Ela pergunta de costas pra mim, mas não atendopor esta admirando a bunda dela por debaixo so vestido justo. - Van? VAN? - OI? - Desvio o olhar para o seu rosto e sorrio, me levantando de imediato e indo fechar o zíper. - Pensando na morte da bizerra? - Eu solto uma gargalhada quando ouço ela dizer isso, é surpreende como ela é tão nova mas conhece frases tão velhas. Vou fechando o zíper, passando os dedos em suas costas para sentir sua pele macia. - Só se uma pessoa se chamar Bizerra. - Sorrio baixinho, terminando de fechar seu zíper e passando meus dedos em suas costas, como para ajeitar o vestido, mas indo com os dedos até a lombar da sua bunda e me demorando um pouco lá. Mas ela parece não perceber nada, e agradeço por isso. Por que ao se virar me lembro que ela é Tiff, noiva e futura esposa do meu irmão. - Hmmm, safadinha! - Ela sorri e se senta para retocar a maquiagem.

Tempos se passaram, o casamento deles continua estável e feliz como era o namorado, mas minha paixão por Tiff. Depois do casamento, eu não consegui mais desligar a parte do meu cerebro que a via por um lado sexual. Toda vez que iamos para a praia, tenho que me vigiar para não me pegarem secando ela. Ou quando eles vem para casa dos meus pais e ela usa shortinhos curtos, eu fico louca. Já perdi as contas de quantas vezes já me masturbei pensando nela. Na bunda dela, nos pequenos seios dela e de como eles caberiam perfeitamente em minha boca. Até pegar outras meninas pensando nela eu já peguei. Hoje eu estava com 17 anos e ela 26, mas fica mais linda a cada ano, acho que ela era uma especie de Benjamin Botton. O bom disso tudo é que eu pude me aproximar mais dela, hoje em dia passava dias na casa dela e do Alex. Era chato pra mim ver como eles eram próximos e toda hora se beijavam, mas gostava de sentar perto de Tiff quando vamos assistir filme e me concentrar nela e no cheiro dela. Fora as vezes que ela ia tomar banho e eu corria para o quarto de hospedes para mim mastubar pensando nela nua, e quando via ela se trocar então? Eu ia parar nas nuvens. Hoje era dia de ir para a casa deles, eu estava ansiosa demais. Iria passar o final de semana inteiro lá e mal podia esperar. Estava indo um pouco mais cedo que o esperado porque as aulas acabaram mais cedo hoje e fui direto da escola para lá. Como Tiff trabalha em casa e meu irmão tem sua empresa, eu iria passar um tempo só com ela. Meu coração dispara só de pensar. Ao chegar na casa deles, percebo que a porta está só encostada, então entro sem tocar a campanhinha. Ao entrar, porém, ouvi barulhos estranhos. No começo pensei ué, o Alex ta aqui? fui entrando na casa devagarinho até o quarto deles. Ao chegar, a porta está encostada e presencio a cena mais linda que alguém pode ver na vida. Tiffany estava arfando, vermelha e soada na cama, enquanto se masturbava com um consolo enorme cor de salmão. Fiquei excitada na hora, minha calcinha instantaneamente se molhou inteira e quis quase impecitivelmente levei a mão a minha buceta, acariciando ela por cima do short. A fresta da porta era bem pequena, mas conseguia ver como Tiff arqueava o tronco para cima enquanto socava o consolo em sua buceta. Tive tanta vontade de abrir a porta, tomar o consolo dela e socar eu mesma naquela buceta gostasa. Enfiei minha mao em meu short e comecei a mexer no meu grelo, gemendo baixinho enquanto via aquela deixa procurar prazer sozinha, que disperdicio. De repente ela parou e pensei que tinha chegado ao orgasmo, mas ela apenas se virou na cama ficando de costas para um travesseiro, começando a se esfregar nele freneticamente. Eu enlouquece de vez vendo aquela buceta se esfregar no travesseiro, pedindo a todos oa Deuses para ser aquele travesseiro, imaginando a buceta dela esfregando na minha. Arfando, quase chegando ao orgamos apenas por ouvir ela gemer alto, ao tocar meu grelo gemi alto. Sorte a minha era que ela também gemeu alto, chegando ao ápice do meu prazer e continuou gemendo baixinho na cama e deixando de esfregar aos poucos no travesseiro. Sorri por saber que chegamos ao orgamos juntas, mas acho que sorri alto demais, porque ela levantou a cabeça, parecendo ter ouvido algo. Corri para porta e a bati, como se estivesse entrando. - Alex? Tiff? Cheguei! - Falei alto. Ouvi Tiff pular da cama enquanto caminhava de volta ao quarto deles. Ao chegar lá, vi Tiff enrolada numa toalha, sorrindo, ainda vermelha por causa do orgamos que teve ainda a pouco. - Oi Mare meu amor! - Ela disse vindo me abraçar. A abracei forte, apertando sua cinrura contra a minha e colocando minha cabeça no seu ombro, sentindo seu cheiro perfurmado a lavanda junto com suor. - Aconteceu alguma coisa? - Ah, nada. So tava precisando de um abraço apertado. - Mas levantei a cabeça e lhe dei um beijo no pescoço. Ela sorri, carinhosa passa os dedos pelo os meus cabelos e beija meu rosto. Quase viro meu rosto para ela beijar minha boca, mas quero não o faço. - Deixa só eu tomar banho e você me conta tudo, tá? - Ela diz com brilhos nos olhos. Fico com os braços ao redor da sua cintura mais um pouco e afirmo com a cabeça. Antes de lhe soltar, lhe dou mais um beijo, agora no queixo. E vendo ela ir para o banheiro, percebo que ela está arrepiada.



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