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Delicia de evangélica no elevador


autor: negro_gato_1391
publicado em: 12/05/17
categoria: hetero
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Eu entrei numa empresa em 2008 e nela estou até hoje. Na época eu namorava uma pessoa muito legal, loira, alta, ótima na cama, porém muito ciumenta. Claro que não deu certo. Mas voltando ao trabalho, uma moça me chamou a atenção. Negra, lindíssima, olhar sempre provocante e um sorriso que me conquistou. Um corpo sedutor, legitimamente gostosa. Ela é evangélica, daquelas que usam saias e sempre que possível via as pernas deliciosas e torneadas que tem. Fiz amizade com ela que dura até hoje. Ela é casada, mas sempre me contava que o marido nunca dava atenção, vivia distante, desconfiava que a traía. Depois de um tempo fui transferido, mas nunca deixamos de nos falar.
Com o tempo ela foi se abrindo. Sempre disse que casou virgem e era mulher de um homem só, apesar dele não ligar muito pra ela. Mas, como diz o ditado "quem não dá assistência, perde a preferência", ela começou a procurar algo extra. Mas no final nunca ia, tinha medo por causa do marido e da religião. E eu, só de olho, dava umas provocadas e só.
Um dia, fui visitar meu antigo local de trabalho. Cumprimentei a todos e fui falar com minha amiga. Ficamos um tempinho conversando e a convidei pra almoçar, o que prontamente ela atendeu. Pra ir mais rápido, entramos no elevador. Apertei o térreo, começou a descer e, de repente, parou.
Ela entrou em pânico, ficou desesperada. Como eu já tinha passado por essa experiência tentei acalma-la. Chamei o porteiro pelo interfone e ele me informou que deveríamos esperar meia hora. Ela chorava e eu a admirava.
- Quer um abraço?
Ela veio e me abraçou. Senti seus seios encostarem no meu peito. Senti um arrepio na hora e meu pau ficou duro feito pedra. Abracei mais forte pra ela sentir uma cutucada por baixo.
- Aqui no elevador, você é louco?
- Louco por você sabe disso.
- Sou casada.
- E eu não sou ciumento.
Nem deixei responder, beijei-a querendo engolir seu corpo inteiro. E quanto mais forte beijava mais se entregava. Abri sua blusa e coloquei os seios pra fora. Beijava-os como se não existissem nada além deles. Levantei a saia pra segurar a bunda deliciosa. E que bunda! Redonda, lisa, parecendo neném. Eu alisava, apertava e ela me agarrava. Pela bunda, cheguei na xoxota. Ela estava tão tarada que estava muito molhada. Meus dedos encharcaram. Dei meus dedos pra ela chupar, sentir seu próprio gosto. Foi como um vulcão em erupção. Ela pulou em cima de mim, encostei-a na parede do elevador, desci o zíper da calça e coloque meu pau tarado pra fora. Puxei a calcinha de lado e soquei com força. Ela gemeu e gozou ali mesmo. Eu continuei bombando. Gemia loucamente no meu ouvido. Queria contorcer mas não conseguia pois ficava me agarrando. Nos beijavamos avidamente e eu bombava e ela gemia. Sentia sua xana escorrer pelo meu pau. Ela não aguentou gozou novamente. Quando terminou, ela desceu e procurou meu pau.
- Goza na minha boca!
Atendi seu pedido. Numa punhetinha rapida, gozei na boca e ela engoliu. Nos arrumamos rapidamente. Não sei quanto tempo durou, mas ainda ficamos juntos uns 10 minutos. Abriram o elevador e saímos. Nem lembramos do almoço. Saímos mais uma vez, pois ela nunca havia sido chupada (nem pelo marido). Mas isso é uma outra história. Mas foi a trepada mais louca que tive.



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