"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Dóris & Sharon


autor: LOBO
publicado em: 21/09/15
categoria: hetero
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Tenho uma querida amiga muito especial: Dóris.

Encontro-me com ela às vezes. Nunca é fácil, pois ela, além de também casada, não mora em São Paulo.

Nos conhecemos pela internet, e logo se evidenciou uma enorme empatia entre nós.

Dóris é uma mulher fantástica, disposta sempre a viver sem freios toda a sua sensualidade. Não somos amantes. Não temos uma relação fechada. O que há entre nós é uma deliciosa amizade íntima. Sem quaisquer restrições de um sobre o outro.

Sempre contamos um ao outro as aventuras que vivemos com outras pessoas. Afinal, como amigos não têm ciúmes, esses relatos só nos fazem um efeito: apimentam ainda mais nossos encontros.

Dóris sempre tinha essa fantasia que quase nunca conseguia realizar. Um encontro a quatro, com troca de casais.

Há tempos ela queria marcar um. Já fizéramos isso uma vez há uns dois anos atrás e foi sensacional. Encontramos um casal de amigos, e tivemos um tórrido encontro. Mas pouco depois, por razões profissionais, eles se mudaram para muito longe, e não pudemos ter sequência.

Até que num dia de algumas horas vagas no escritório, Dóris conheceu uma nova amiga numa sala de chat da net. Faixa etária e cultural igual a nossa, elas trocaram muitos segredinhos e experiências vividas.

Não demorou para que a idéia de um encontro a quatro fosse proposta. Dóris falou de mim para Sharon, esse o seu nome, que se interessou. Sharon, também casada, revelou que também tinha um amigo, Claudio, com quem tinha um caso, que mais que certamente toparia.

Durante algumas semanas passamos a trocar e-mails os quatro, para que começássemos a nos conhecer. Em seguida, conversas pelo celular. Vencida essa fase, uma boa empatia surgiu entre nós, havendo, claro, a devida segurança da confiabilidade. Sabem todos os riscos de se encontrar pessoas através da net, quando os devidos cuidados requeridos não são tomados.

Éramos todos casados - não entre si... - profissionais de nível superior, cheios de compromissos. Logo, apesar do enorme desejo de todos, o encontro não acontecia, pois nunca se achava uma data boa, em que os quatro pudessem.

Nesse meio tempo, uma tempestade financeira se abateu sobre mim. Dois contratos já praticamente assinados foram adiados, e para complicar ainda mais, meu maior cliente simplesmente entrou em processo falimentar. Eu estava literalmente quebrado.

Assim sendo, quando finalmente surgiu uma data, descubro, para minha profunda decepção, que não poderia ir. Claudio era dado a certos luxos ostentatórios. Tinha estabelecido todo o programa: antes um almoço num restaurante caro, indo depois a um motel de luxo. Na fase em que tinha entrado eu não poderia pagar por essa aventura. Não teria jamais a irresponsabilidade de fazê-lo usando dinheiro da subsistência caseira. Fiquei muito contrariado, mas não havia jeito: tive que desistir.

O outro certamente deve ter adorado saber que as duas seriam só dele...

Eles marcaram um encontro ao meio-dia num restaurante dos Jardins, enquanto eu ficaria só, eu e meus problemas, vendo naviozinhos...

Mas surpresas sempre acontecem. Lá por uma da tarde Dóris me liga. Claudio - que é advogado de algumas empresas importantes - teve uma emergência. Um processo surgiu de última hora. Iria ficar preso em reuniões com a diretoria de um banco. Também não poderia ir.

Dóris resume:

Venha já, você está convocado!

Estavam as duas agora no Shopping Iguatemi. Dóris disse-me que pegasse um táxi e fosse para lá imediatamente encontrá-las. E que não me preocupasse com as despesas.

Tomei o mais rápido banho da minha vida e saí correndo. Sentindo-me um garoto de programa...

Encontrei as duas numa cafeteria do mall. Pouca conversa: logo entramos no carro da Dóris e fomos para um motel.

Sharon estava meio na defensiva, Claudio, seu amigo, não pode vir. Claro que já tínhamos nos falado ao celular, mas ela nunca nos havia visto pessoalmente antes.

Acabáramos de nos apresentar, mas dali há pouco minutos ela estaria conosco num quarto de motel. Uma situação no mínimo incomum.

Foi estranho quando a encontrei no café. Beijei Dóris, e quando fui cumprimentar Sharon, ficamos os dois meio sem saber o que fazer. Alguém que pouco tempo depois estaria nua em meus braços me estendeu a mão para um cumprimento formal...

No motel, pedimos umas cervejas, deitamos os 3 na cama por uns momentos para um papo que nos descontraísse. Logo isso aconteceu e, então, todas as mãos e bocas começaram a se tocar...

Dóris então provocou Sharon:

- É verdade que você sabe fazer strip, como o Claudio contou?

Sharon não se fez de rogada. Procurou uma rádio que tivesse músicas adequadas e subiu na cama frente a nós.

Ela é bonita, alta, mais ou menos 1.75m, cabelos aloirados longos e cacheados, uns 37/39 anos. Foi aeromoça de uma empresa européia, até se casar com um empresário. Descende de ingleses, daí o nome.

Dançou, rebolou para nós, tirando cada peça de maneira bem provocante. Provando que sabe fazer mesmo...

Quando ficou só de lingerie, vimos que tinha vindo preparada. Tinha tudo: meias 7/8, cinta-liga, soutien meia taça, e uma minúscula calcinha transparente.

Quando faltava só a calcinha, ela parou e disse que cabia a nós tirá-la, acrescentando:

- Não vale usar as mãos...

Eu e Dóris, cada um por um lado, puxamos as alcinhas com os dentes...

Bem, não preciso dizer que a partir daí a coisa pegou fogo...

Caímos os dois sobre ela, chupando-a todinha. Ela estava com tanto tesão que seu corpo tremia...

Depois ela fez questão de nos despir. Primeiro Dóris, que logo ficou nua, com seu corpo malhado de academia e as deliciosas marcas de sol dos biquínis ousados que usa nas praias de sua cidade. As duas lamberam-se todas, rolaram nuas na cama, fizeram um delicioso 69... Depois voltaram-se para mim, despiram-me, enquanto meu membro quase furava minhas roupas tão excitado estava.

Então me chuparam. Em conjunto...

Bem, desculpem-me, a partir daí é difícil descrever em detalhes. Pensem só: lá estava eu, tendo só uma boca, só duas mãos, só um pau.

Para atender duas mulheres famintas. Ah...que deliciosa tortura!...

Houve de tudo!

Coisas como penetrar em uma, que chupava a outra, que por sua vez me beijava. Não sei se vão conseguir imaginar a cena. Só mesmo estando lá...

Gemidos, gritos de tesão. Orgasmos se sucedendo...

Mais tarde, Dóris provocou nossa nova membro do clube para fazer sexo anal comigo. Ela fez um "doce" danado... Como se nunca tivesse feito. Mas sem tirar as mãos de meu membro...

- Você vai por devagar, não é? Nunca fiz isso!...- disse fazendo beicinho, mas com o corpo tremendo...

Ora, ora...

Não precisou de nenhuma ordem para se colocar de quatro, separar as coxas e com as mãos separar as nádegas, abrindo-se para mim.

Dóris foi a Mestra de Cerimônia: tomou e conduziu meu pau, posicionou-o na entrada mais proibida de Sharon.

Nem foi necessário o gel que a Dóris sempre trazia: logo eu a enrabava inteira, enquanto minha fiel escudeira me beijava.

Sharon se contorcia e gemia muito. Na verdade, ela tinha era muita experiência no assunto. Depois assumiu, revelando que dava aquele delicioso rabinho desde os quinze anos...

Gostava de valorizar sua submissão. Primeiro negar, para depois se converter numa autêntica escrava sexual.

Não apenas gosta de dar, de ser sodomizada. Ela é uma dessas raras mulheres que realmente conseguem ter um orgasmo dessa forma.

Teve sim...De quase perder os sentidos na torrente de prazer que sentiu. Até provocou um certo ciuminho na Dóris, que me exigiu, após um descanso - não sou de ferro, claro...- também ser atendida...

E assim foi pela tarde afora.

Nos momentos em que eu descansava, faziam uma cena para mim as duas. Beijavam-se, lambiam-se, chupavam-se. Mas sempre olhares muito, muito provocantes para mim, sempre alguma mão me tocando. Logo eu estava pronto de novo para a luta.

Ainda inventaram outra brincadeira. Fecharam as cortinas, apagaram as luzes e me vendaram com o lenço de seda de uma delas. Tive que persegui-las sem ver nada.

Acabei fazendo amor sem saber com quem. Como elas combinaram não falar e como têm altura e cabelos de comprimento parecidos, não posso não estar certo de quem foi.

E desta vez, mais que nas outras, volta e meia a posição - por baixo, por cima, de lado, de quatro...- mudava. Nessas, meu pau saia da fornalha onde era recebido para então reentrar. Provavelmente as duas se revezavam...

Bem, não era necessário ver. Bastava sentir. Garanto que foi delicioso...

Foram umas 6 horas de uma inesquecível loucura. Quando me deixaram na Avenida Paulista eu estava exausto. Dentro da roupa, a glande inchada pelo excesso de trabalho até incomodava um pouco ao roçar no tecido da roupa enquanto eu caminhava.

Mas eu estava com uma felicidade luminosa. As pessoas na calçada pareciam perceber isso e sorriam para mim.

Surpreso comigo mesmo:

Até que não estava em má forma...

LOBO


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