"Os mais excitantes contos eróticos"

 

O Comprimido Azul


autor: LOBO
publicado em: 25/02/15
categoria: hetero
leituras: 3070
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O síndico pediu minha ajuda. Alguns problemas no prédio a serem resolvidos com a construtora. Nada muito grave, estava quase tudo acertado, mas eles pediram que o acordo final se fizesse no escritório dos advogados deles.

Segundo me informou seria algo simples, apenas passar lá para uma rápida conferida, checando se o documento ali gerado realmente atendia tecnicamente às reivindicações que o prédio fazia à construtora.

O escritório fica no centro, num grande edifício. Quando chego à porta do tal M. Richards Palhares Malhoa e Associados, a porta demorou a ser atendida.

Fiquei lá no 41º andar, olhando pelas janelas do corredor, certificando-me de que não houvesse Boeings seqüestrados a caminho...

Finalmente a porta se abre, uma secretária apressada me atende, coloca-me na sala de espera e sai, dizendo que a "Dra. Marisa" já virá.

Logo ela aparece. É uma morena de cabelos pretos lisos, pele clara e olhos negros muito brilhantes. Confesso que tive uma certa dificuldade para me compor.

Além de bonita, ela é muito simpática, se interessou pelo fato de ser eu Arquiteto, perguntando se faço projetos de reformas de apartamentos. Claro que sim...

Cuidamos do assunto do prédio rapidamente, e estava tudo de acordo. Ela então se pôs a falar do apartamento, levantando-se para apanhar uma planta no arquivo atrás de sua escrivaninha.

Quando voltava, uma ponta de sua saia ficou presa na gaveta fechada. Era uma saia longa, de um tecido leve, com uma abertura lateral levemente provocante.

A saia, presa, descosturou, fazendo a abertura ir quase até a cintura... Pude vislumbrar a alça de uma calcinha azul marinho, tipo asa-delta. Além, claro, de uma coxa apetitosa...

Ficou toda sem graça, e sentou-se tentando esconder as revelações surgidas, o que não era fácil, pois o tampo da sua mesa era de vidro...

Mostrou a planta do apartamento. É um daqueles imóveis da década de 60, em Higienópolis, herança de família. Enorme, algo em torno de uns 600 m², mas, pelo que pude ver, com uma divisão interna discutível.

Dei algumas sugestões preliminares que ela gostou. E combinamos de que na manhã seguinte eu a encontraria lá para dar uma olhada.

No meio dessa conversa ela foi-se descontraindo, esquecendo-se da fenda aberta...

Só voltou a se dar conta disso na hora de sair. Como sempre, sou muito prestativo, e disse que com durex em círculos poderíamos colar a parte que se desprendera, para que ela pudesse caminhar até o estacionamento discretamente.

Fiz isso para ela, e para obter a aderência foi preciso tocá-la forçando o vestido contra suas pernas.

Sua reação foi dizer que tenho mãos suaves...

No dia seguinte pela manhã fui ao seu apartamento.

Atende uma empregada, que me disse para aguardar, pois a Dra. Marisa estava no banho e já viria.

- O Dr. Palhares quer conversar com o senhor.

Claro: uma morena daquelas não estaria livre...

Levou-me a uma sala, transformada em biblioteca e escritório. Um ambiente de móveis de madeira escura, pesados, num clima que se pretendia aristocrático, mas que na verdade revelava um inequívoco mau-gosto.

- Já viu que vai ter trabalho, não é?

Viro-me e a um canto, junto um dos janelões está Dr. Palhares. Lia alguma indigesta prática forense, sentado numa bergére, aliás, o único móvel de alguma qualidade por lá.

Saudei-o respeitosamente pelo nome, mas ele pede que mude o tratamento:

- "Palhares" remete a crápulas de peças do Nelson Rodrigues. Chame-me pelo sobrenome "Malhoa". Pelo menos faz uma menção mais honrosa.

Claro, lembrei do Palhares das peças do inesquecível Nelson. E Malhoa, José Malhoa, para quem não sabe, foi talvez o maior dos pintores portugueses. Dei-lhe razão...

- Meu sogro foi um nouveau-riche. Foi a vida toda enganado por alguns decoradores de talento duvidoso e resultou nisso - ergue a mão e aponta o ambiente todo.
- Realmente. Mas isso era comum naquela época. Até hoje, aliás... - eu concordo...

Um tipo que parecia ter saído de um algum filme sobre a aristocracia inglesa. Um vasto bigode, um terno impecavelmente cortado, uma proeminente gravata de seda, óculos de aros finos de ouro. Uns trinta anos, pelo menos, a mais que a esposa.

Dr. Malhoa disse que viviam sempre em Campinas, que só há dois anos resolveram instalar-se em São Paulo. O apartamento ficara uns quatro anos fechado, ainda refletia às décadas de gosto duvidoso com que foi montado.

Quis fazer alguns comentários, mas ele me impediu.

- Vamos tomar um café. Isso você aprofunda com a Marisa.

Pouco depois saiu, mandando a empregada chamar a esposa.

- Você está aí, meu caro?

Um aroma de perfume vem. Ela chega, vestida num roupão de banho...

A peça mal chega ao meio das coxas, e está amarrada de forma sutilmente desleixada, de maneira a formar um decote generoso.

Fico algo perturbado. Não consigo deixar de imaginar a bela nudez que mal se esconde naquele roupão pequeno. Isso tudo sabendo que o marido está por perto...

- Não há pressa, posso aguardar a senhora se vestir – digo, tentando disfarçar minha perturbação.
- Querido: primeiro pare de me tratar de “senhora”, detesto essas formalidades. Já bastam as que tenho que agüentar na minha vida profissional. Além do mais, você é mais velho que eu, e também não deve estar querendo que te chame de “senhor”, não é?...

Apanhou uma pasta com plantas e documentos e a levou para uma mesa, puxou cadeiras e me convidou a sentar-me por lá.

- Espero que não se incomode com minhas vestes. Estou aguardando minha massagista chegar...

Como o tampo dessa mesa era de madeira, não pude – mas bem que imaginei... – ver suas coxas sendo exibidas...

A empregada volta, ela se levanta e vai a porta falar com ela. De longe posso notar que a empregada a olha de alto a baixo, olha para mim e de novo para ela, com ar de reprovação.

Pelo que entendi, tinha ido avisar que a tal massagista não poderá vir. Marisa dá de ombros e retorna. Um pressentimento me incomoda e se confirma quando Dr. Malhoa entra abruptamente na sala. Para e olha a esposa com ar de reprovação parecido com o da empregada.

- Tua informante já lhe avisou? – ela o encara, com ar de desafio.
- Mas nem precisaria. Seus hábitos já são bem conhecidos, não é, sua vagabunda semi-nua... - e termina dando-lhe um tapa no rosto.

Onde fui parar! ...

Levanto-me, tento pedir que se acalmem, quero cair fora daquilo tudo. Mas para minha surpresa, ambos se viram para mim, e como num ato ensaiado, ao mesmo tempo apontam-me as mãos espalmadas, sinalizando-me que pare e aguarde.

Dr. Malhoa se dirige a mim:

- Acalme-se, está tudo bem aqui. Sempre esteve – vira-se para a esposa e pergunta – Não é?

Ela confirma – me olhando – com a cabeça.

Ele continua me falando:

- Por favor, permaneça sentado. O senhor talvez já tenha conhecido o lado profissional dela, muito competente. Mas esta Dra. Marisa aqui tem outros segredinhos...

Para mais surpresa minha, ele a coloca à sua frente. Por trás abraça-a e então suas mãos apanham as golas do roupão branco. Puxam-nas num golpe abrupto. Marisa fica totalmente nua na minha frente. Exibida pelo marido maduro...

- Está aí o segredinho, doutor – ele a domina e a faz caminhar em minha direção.
- Minha mulher tem essa coisa de puta. Precisa sempre de outro homem...

A visão dela é inebriante. Tal como imaginava, uma mulher deliciosa, seios médios belíssimos, corpo bem talhado. Até uma elaborada depilação na virilha...

Dominada pelo marido, olha para mim. Vejo que sua pele está arrepiada – e não por tempo frio... - ela treme, morde os lábios. As pontas de seus seios estão rijas.

Ainda sinto desconforto, penso na hipótese de tudo acabar em violência – envolvendo-me. Mas a idéia de fugir de lá começa a ser abandonada.

Não é – definitivamente - um tipo de aventura que eu procuraria. Mas não há jeito: estou excitado.

Coisa que, aliás, marido e esposa notam.

- Vejo que gosta, doutor... Está certo! Quem não gostaria de uma puta dessas?...

E empurra a mulher, fazendo com que caia sobre mim.

- Faça bom uso!

E afasta-se, enquanto Marisa começa a desabotoar minha camisa, beijar-me, lamber-me todo.

Bem: em Roma como os romanos. Se é hábito da casa, vamos em frente. Livro-me – com uma ávida ajuda dela – de todas as roupas.

Levanto-me e a beijo. Ela toma minhas mãos e as faz percorrer todo seu corpo. Apanha delicadamente meu membro mais que rijo:

- Vai entregar pra mim esse teu tesão todo?...

Digo que sim, mas após outro beijo, diviso a presença de Dr. Malhoa do outro lado da sala. Isto por um instante quase compromete minha ereção. Mas ele, sempre na sua hierática postura de Lorde inglês, mantém-se sentado na bergére de couro. Toma um gole de um conhaque, mira-me e pisca um olho...

Marisa se ajoelha. Cai de boca no meu pau. Outra surpresa, essa muito agradavel: já conheci mulheres que se destacam pala forma como fazem um boquete, mas ela realmente é uma coisa. Faz, chupa sem pressa. Enquanto meu pau está na sua boca, é brindado ao mesmo tempo com uma sucção e carinhos de uma língua muito ativa. Engole-me quase todo.

Para um instante. Tira da boca e me pede, quase em tom de súplica:

- Vem! Deita aqui comigo...

No chão, um tapete de pele de carneiro. Não tão macio como uma cama de motel, mas com conforto razoável, além de agregar um certo tempero à cena.

Ela me faz deitar de barriga para cima. Meu pau se ergue no ar. Vem por cima de mim, ao contrário. Entendo o que quer ela. Não lhe nego, caindo com fome na buceta quente e molhada que me oferece, enquanto volta a me chupar com gosto.

Esse clássico 69 segue por mais alguns minutos, quando então ela para. Sem olhar para trás, pergunta:

- Querido, você ainda está aí?
- Sim meu amor... – a voz grave do Dr. Malhoa responde.
- Então olha bem: a puta da tua mulher vai dar pra outro homem na tua frente...

Vira-se para mim:

- Me fode gostoso para o corno ver, tesudo!...

Dr. Malhoa, marido, corno?... Não consigo mais me preocupar com sua presença.

Ela senta-se no meu pau. Cavalga-me como uma égua no cio. Mexe, rebola sem parar, curva-se e me oferece os seios. Geme e grita. E não para mim...

- Ai, querido! Você não sabe como esse caralho está gostoso!...

Mexe-se mais, convida-me a entrar mais fundo, mais forte, até que lança um grito gutural que enche o ambiente, sinalizando seu orgasmo. Sai de cima de mim e lança-se de novo de boca em meu pau, como uma cadela sedenta.

Recebe em sua boca toda minha essência masculina...

Senta-se, olha para o marido. Seus cabelos, sempre bem tratados, agora estão algo desgrenhados. Algumas gotas do meu sêmen escorrem pelo canto de sua boca. Provocativa, encara-nos ambos. Recolhe com a língua as últimas gotas.

Aquela voz grave ressoa outra vez no ambiente:

- Querida... Não seja uma anfitriã descortêz. Ofereça algo de beber ao cavalheiro...

Ela levanta-se e vai até uma estante atrás da bergére de onde o marido nos assistiu. Vejo-a caminhar num certo andar que parece ainda provocativo. Claramente ela acentua os movimentos do quadril, mexendo as coxas de forma mais aberta que o normal. Certamente para possamos ver os fluídos que escorrem.

Serve-me o uísque – um 21 anos! – que sorvo com muito prazer. Mas o desconforto ser ali aquele estranho no meio da intimidade de um casal – casal poderoso, aliás – volta a me rondar.

Ainda mais que a vejo conversar com o marido. Falam aos sussurros, para que eu não ouça.

Ela de pé, ele sempre em seu trono. De repente vejo que ela se abaixa para que ele lhe diga algo ainda mais em segredo ao ouvido. Tem um leve tremor, olha para mim e continua aquela conversação hermética. Então aumentam o tom de voz, talvez querendo que agora os ouça:

- Ok! Será que ainda tem lá nosso quarto? – ela pergunta.
- Não, putinha. Você não precisa mais disso. Você dá conta...

Ele me encara nos olhos, enquanto a segura da mesma forma dominante do início de tudo:

- O senhor certamente há de concordar, não é doutor? DAR é uma especialidade dela.

Levanta-se e a trás até onde estou. Tinha voltado a sentar-me numa das cadeiras da mesa onde supostamente uma reunião de trabalho deveria ter acontecido.

Apesar de um certo constrangimento com tudo aquilo, não há jeito. Outra ereção me toma. Devidamente checada pelo marido.

- Sempre alerta, não é doutor? Então sirva-se de novo...

Faz Marisa se postar de quatro sobre o tapete.

- Sodomize a vagabunda! Como toda puta que se preza ela adora...

Marisa ali em posição, exibe de novo aquela pele arrepiada, aqueles suaves tremores no corpo.

- Vem tesudo. Sou toda tua. Por favor, põe devagar. Mas me enfie tudo...

Negar-se a um pedido desses?...

Posiciono-me atrás dela. Coloco meu pau vagarosamente. Sinto que ela procura se abrir para me receber dentro dela. Parece acostumada a pratica e pouco a pouco vou me introduzindo.

Dr. Malhoa pede a palavra de novo. Lá estávamos nós, Marisa nua, de quatro no tapete de pele de carneiro, com mais ou menos já metade de meu pau enfiado. Paramos nessa posição para ouvi-lo ( acreditem ou não...):

- Meu amigo, não é hora de tratá-la como um cavalheiro. Humilhe a vagabunda, bata nela. Vai ver que ela gosta. E assim, vai servi-lo com muito mais entusiasmo...

- Isso mesmo tesão!!!!! Isso! Me fode toda!...Me xinga! Me bate que eu mereço... - ela acrescenta.

Já que são regras da casa, trato de me adaptar. Puxo os belos cabelos negros dela para trás, para que me ouça bem. Aplico uma, duas, três, várias palmadas na sua bunda. Vou lhe dizendo:

- Você gosta de dar, não é sua puta? - e ato continuo, enfio tudo!

- E puta que é puta sabe dar o cu pra seus machos. Toma, piranha! - acrescento com outra estocada mais funda.

Dr. Malhoa estava certo. Marisa tornou-se uma potranca. A cada palmada recebida ela respondia rebolando para mim, a cada estocada, jogava os quadris para trás para que eu entrasse mais e mais. Nenhuma dúvida que estava num frenesi de profunda excitação.

Como antes, continua falando com o marido.

- Ai amor! Como é gostoso te cornear! Ele tá fodendo meu cu gostoso...

- Enfia tudo, tesudo! Me faz tua puta, tua vagabunda. Me fode! Me fode! ME FOOOOODEEEE!!!!!....

O clima seguiu nesse diapasão, culminando num orgasmo intenso.

Aquela empregada de maus bofes certamente vai ficar ainda mais indignada, ao ver o trabalho que terá para limpar o tapete molhado. Marisa gozou. E muito...

Ela pede que tire de dentro dela. Beija-me carinhosamente e levanta-se caminhando até a bergére onde o marido assistiu a tudo.

Novamente aquele andar rebolativo... Vai até a estante das bebidas e busca a garrafa de conhaque, servindo outra dose ao marido. Faz isso virando-se de costas para ele, claramente exibindo a umidade que lhe escorre pelas coxas e a dilatação resultante dessa última penetração.

Dr. Malhoa a examina e olha para mim. Morde os lábios e balança a cabeça em sinal de aprovação. Então me dispensa:

- Doutor, saindo por esse corredor, à sua direita há um lavabo onde poderá se higienizar. – meu anfitrião informa.

Apanho minhas roupas e vou.

Quando retorno, de novo algo preocupado, pois estava sem saber o que agora me esperava, encontro Marisa vestida como uma executiva. Eles conversam assuntos profissionais, voltam a falar comigo sobre a reforma do apartamento.

Como se nada tivesse acontecido...

De repente, Dr. Malhoa enlaça muito carinhosamente a esposa, e lhe diz:

- Meu amor, certamente nosso visitante está cansado. Vamos continuar esta reunião em outra hora.

Sou dispensado e saio do enorme apartamento guiado pela empregada de maus bofes. Saio à rua sem acreditar no que havia acontecido.

Ficou marcada uma nova reunião para uma sexta-feira, dois dias depois. Aparentemente será mesmo uma reunião de trabalho, pois foi marcada para o escritório. Não aquela sala, com aquele tapete de pele de carneiro...

Na quinta estive o dia todo fora. Quando retorno no fim da tarde, meu sócio avisa:

- Aquele tal de Dr. Malhoa ligou três vezes pra você. Retorna pra ele...

Quando ligo, ele me atende, afetuosamente:

- Olá, meu querido amigo. Tudo bem, doutor?
- Sim Doutor Malhoa, tudo bem por aí?
- Ótimo Doutor, simplesmente ótimo!...Mas precisamos conversar. Tenho boas e más notícias.

A referência a más notícias me causa um calafrio, mas ele continua:

- Decidimos cancelar a reforma daquele apartamento...

Sou forçado a concordar. O custo da readequação necessária, após décadas de reformas erradas e intervenções de mau gosto que o apartamento teve, seria muito alto. Mas ele continua:

- Mas vamos às boas notícias: essa semana devo fechar a compra de um duplex nos Jardins. Certamente precisaremos de alguma reforma, que deixaremos a seu encargo. Além disso, eu possuo uma fazenda na região de Valinhos, coisa de uns 200 alqueires. Estou pensando em investir lá, talvez criando um hotel-fazenda. Precisamos conversar sobre isso...

- Sempre às ordens, Dr. Malhoa...
- Sim... Uma coisa que sei bem é que o senhor está sempre às ordens- e riu sua risada britânica...

Pigarreou e retornou a conversa:

- Mas doutor, ou se permite, acho que posso tratá-lo de você, não?
- Claro...
- Essas questões de reformas ainda vão demandar um certo tempo...
- Então adiamos a reunião de amanhã?
- Sim, mesmo porque, posso lhe dizer, já que temos intimidade... Marisa está muito cansada. Aquela última – ele para um instante – aquela... digamos...aquela “reunião” que tivemos, inspirou muita coisa depois lá em casa. Prolongou-se madrugada afora. E isso, você sabe, nos faz despender muita energia...
- Sim, sim... – respondo, algo intrigado com o rumo da conversa.
- Mas gostaríamos muito que o senhor, aliás, você... nos visitasse de novo na semana que vem. Para uma nova, digamos... ”reunião”...
- O senhor se refere àquela “reunião”?
- Siiiiiim... Exatamente: esta mesmo! Com toda aquela mesma, digamos... “pauta”...

Meu sócio me olha de sua mesa. Nunca vai imaginar o que acontece. Doutor Malhoa, sempre na sua voz de Lorde inglês, continua:

- Fique sabendo: esses “eventos”... alentam-nos depois um fragor, um fogo que para nós já estava se perdendo. Se me permite, com todo o respeito dizer-lhe, o senhor... você, melhor dizendo, é o nosso comprimido azul! Que tal quarta-feira às 16:00 horas?

Bem: como disse antes, eu jamais buscaria por uma coisa como essa.

Mas já que todos ficam felizes, por que não?...


LOBO





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