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Victória de quem?


autor: priapus
publicado em: 27/03/16
categoria: hetero
leituras: 1418
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Victória, de quem?

Passei..., passei...., vivaaa, passei vou fazer faculdade de odonto. Só ouvíamos isso quando Victória leu seu nome à lista de aprovados. Isso foi na sexta feira de manhã. Já aquele horário foi pra rua pagar o trote. Toda suja a esquina pedia dinheiro pra cervejada. Lá pelas quatro da tarde estavam calouros e bichos brindando a nova fase. Quanta coisa passa na cabeça dessa galera. Victória vendo tudo aquilo novo pensava, e agora que vai acontecer comigo, aqui fica a menina, nasce a profissional.
No outro lado estava Paulo olhando Victória e pensando a mesma coisa. Nossa Victória não será mais aquela menina, ela agora é uma mulher. E que mulher. A roupa do trote estava uma menina, mas nascia uma mulher aos olhos de Paulo. A menina usava uma sainha folgada, uma blusa leve de academia e um sutiã reforçado, tinha muita a segurar. O gostoso sorriso sapeca da menina que cresceu sua vizinha continuava lá, mas aqueles óculos não pareciam os mesmos. Havia algo estranho, indecifrável, novo, aquela carinha angelical que ele conhecia há muito tempo, sempre a mesma. Mas o que era, o que o perturbava?
Nesse momento Victória começou caminhar em sua direção, estava longe, cinquenta metros. O que Paulo viu foi à oitava maravilha do mundo. Quanto mais perto ela estava mais Paulo babava. Os fartos seios balançavam ao sabor de seus passos. Cada passo jogava-os em direções opostas. As coxas torneadas, firmes, roliças e bronzeadas, que delicia.
Nesse instante Victória contorna uma cadeira, num giro sobre o calcanhar sobressalta sua bunda. Que maravilha. Quanta sustância. E aquela sainha colada, banhada em cerveja era distinção de Victória menina e Victoria mulher, que pecado.
Enfim ela chegou e o abraçou, até então Paulo não sabia o que acontecia, os minutos, dias, horas, sabesse lá qual foi o tempo que passou para recobrar seus sentidos. E no abraço Paulo entendeu, ele não estava vendo uma menina, estava desejando uma mulher.
No abraço mais apertado de ambos revelou-se o desejo mais uma vez. Em outras ocasiões quase acontecerá. Mas era uma promessa dela. ˝Quando passar no vestibular serei sua˝, havia confessado isso a Paulo. Chegou a hora e ambos precisavam daquele momento.
Paulo mais experiente olhou ao redor, que fazer? Onde fazer? Uns poucos olhares bêbados não diziam muita coisa, mas precisavam de privacidade. Contornaram a casa onde era a festa havia uma sala vazia e uma cadeira. Uma porta sem chaves e... e mais nada, não precisavam mais que isso. Entraram Paulo fechou a porta, retirou a maçaneta e a porta ficou travada.
Virou-se e Victória com um sorriso safado esperava Paulo. Sentada com as pernas levemente abertas sorria gostoso, parecia dizer, vem te quero. E Paulo foi, ajoelhou-se e beijou seus gostosos e carnudos lábios suculentos, que delicia. Sua mão antes de chegar aos seios passou despretensiosamente por sua coxa, pertinho de sua xaninha, Victória tremeu. E Paulo chegou aos seios, volumosos, rijos, fartos. Enfiou suas mãos por baixo do sutiã e puxou de uma vez. Saltaram a sua boca como dois gigantes presos a uma lata de sardinha. Encheu as mãos e a boca, por muito tempo não desejou mais nada. Bom demais. Mas o contorcionismo de Victória pedia mais. E Paulo foi afundando-se nos pecados da carne, nos pecados deliciosos de Victória. Foi descendo, descendo, que barriguinha, que delicia seu ventre. Puxou Victória mais a frente, a pontinha da cadeira. Enfiou sua cabeça entre as coxas e procurava sua xaninha. Seu senso de direção, o cheiro do prazer no corpo de Victória e sua língua. E a encontrou depiladinha, molhadinha, quentinha, ergueu suas pernas em seus ombros e deliciou-se. Muito gostoso. A partir desse momento o contorcionismo ficou mais intenso, mais quero, mais venha, mais dou. E Paulo deitou no chão e puxou Victória de cócoras em cima dele, nossa que delícia. Ai foi covardia, ela parecia em transe, sem sentidos. Abriu a calça de Paulo e colocou seu pau todo de uma vez na boca. E como mamou. Permaneceram assim por um tempo quando Paulo deu-lhe um forte tapa na bunda e pediu que virasse. Ela fez e Paulo passou algumas vezes o pau em sua xaninha, na sua bundinha toda. Abriu as pernas e sentiu o pau entrando em sua bucetinha. Começou instintivamente a rebolar e cada vez mais e mais sentia sua xaninha mais cheia, completa. Os movimentos eram sincronizados, que delicia. Ela estava deitada e sentou em seu colo, isso deixava seus seios à mão de Paulo, que hora apertava, hora lambia, mordia se deliciava. Paulo então levantou, pôs ela de quatro e começou a brincar, judiar de Victória. Judiava passando seu pau em sua xaninha, no seu rabinho, na sua coxa, isso deixava Victória doidinha. Ela rebolava pedindo por ele. Vendo isso Paulo chegou bem pertinho, e enterrou de uma vez só, Victória quase perdeu o ar. E isso deixou ambos loucos e Paulo começou a socar forte, sem dó, segurava seus cabelos, dava tapas na bunda, chamava-a de putinha, safada, gostosa e Victória gemia mais e mais alto, mais gostoso, mais forte. E a coisa começou a tomar proporções indescritíveis a respiração não tinha mais compasso, o coração estava a muito fora do ritmo, o próprio ritmo era algo sem importância. Nesse momento Victória começou a perceber, seria inundada, a respiração dele estava mais ofegante, empinou sua bundinha e sentia Paulo latejando dentro dela, cada vez mais forte, mais intenso. Paulo se ergueu, seguro-a por trás e com movimentos mais fortes, e cada vez mais fortes foi mostrando seu gozo, foi inundando sua xaninha, enchendo de porra. Paulo mordia sua nuca, dava uns tapinhas, beijava, dizia besteiras. Victória sorria gostosa, gostoso.
Permaneceram assim por alguns instantes, coisa louca o sexo, mas aquilo não foi só sexo, foi amor e amor é foda. Na cabeça de cada um havia uma Victória diferente, ou uma vitória diferente. Mas havia mais coisas a se pensar, afinal era sexta feira, apenas o começo do fim de semana, que bela entrada a vida de responsabilidades pensava Victória.





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