"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Primo pauzudo e doente mental


autor: billabong28
publicado em: 31/03/16
categoria: gays
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Olá. Este é meu primeiro relato, então peço desculpas qualquer coisa.

Me chamo Bruno, tenho 28 anos, sou loiro, olhos verdes, 1,69m, 80kg, gordinho e 12cm de piroca. Namoro Luana há mais de 8 anos e eu fui seu primeiro namorado, mas enfim, ela não está envolvida ainda neste conto.

Tenho um primo que tem 18 anos e que possui problemas mentais, ele foi uma criança normal, porém sofreu um acidente de skate quando tinha 12 anos, o deixando com sequelas. Ele conversa normalmente, porém sua mentalidade é de uma criança de 12 anos ainda e possui dificuldade em raciocínio e em determinados assuntos ele trava. Para visualizar meu primo, ele tem 1,98m, uns 110kg, branco com cabelo negro raspado, ele tem um corpo forte, não definido pois não faz academia, mas tem braços grandes, ombros e peito largos, e uma força bizarra.

O fato ocorreu há alguns meses, quando meu tio Pedro me chamou em sua casa numa tarde porque precisava de uma ajuda com o presente de natal da minha tia. Chegando lá ele já me alcançou uma cerveja e fomos para a sala ver TV. Passou uns 10 minutos de jogo e ele comentou que meu primo tem estado bem agressivo ultimamente e que ele acha que deveria ser a puberdade, pois o garoto andava de barraca armada o dia inteiro em casa, e por isso, evitavam sair com ele na rua, pois, segundo meu tio, ele herdou os genes da família dele e o garoto era bem avantajado.

Quando ele falou isto, não consegui evitar o riso e pedi desculpa, mas o papo era muito estranho. Quando falei isso senti que meu tio ficou um pouco com raiva e falou:

- Mais estranho que você chupando o André (outro primo meu, filho de minha outra tia) quando você era adolescente?
André foi a minha única experiência gay, havia feito mais que um simples oral e tinha gostado, mas era coisa de garoto, nem lembrava mais disso, e o fato de meu tio saber me deixou totalmente sem reação.

Ele percebendo meu constrangimento, complementou:

- Fica tranquilo que só eu sei, flagrei isso uma vez, e não vejo nada demais o André querer aliviar com você, era entendível, você tem uma bundinha bem apetitosa mesmo. Mas fica tranquilo, não vou comentar isso com ninguém.

E continuou:

- Mas te chamei aqui porque comprei um vestido pra sua tia e, como ela é do mesmo tamanho que você, quero que você o experimente para ver se vai ficar legal e se realça a bundinha dela.

- Eu ri e falei, que isso tio, pára com isso!

- Ele insistiu e disse que eu devo isso a ele.

Concordei e segui ele no quarto para pegar o vestido, me vesti e perguntei pra ele:

- Era isso tio, pronto?

- Não deu pra saber bem, sua cueca não deixa ver se marca a bunda, põe uma calcinha dela ai. - disse isso me alcançando uma calcinha que ele disse ser dela, mas parecia nova.

Eu coloquei a calcinha todo sem jeito e envergonhado, coloquei o vestido e perguntei:

- E agora tio, já estou mulher suficiente pra você? - e ri brincando.

- hahah está bem, vem aqui no quarto de hóspede que tem um espelho melhor.

Ao entrar no quarto de hóspede, meu tio fechou a porta comigo do lado de dentro, me trancou e falou que já voltava. Passou alguns minutos e ouço ele conversando com meu primo.

- Júnior, achei uma garota bem gostosa pra você, mas ela tem um pintinho na frente e então você vai ter que comer atrás. Se ela gritar e resistir é porque está gostando, pode continuar.

E meu primo:

- Obrigado pai!

Não acreditei no que ouvi, achei que fosse brincadeira, então ouço barulho da porta destrancando e meu primo entra e logo seu pai tranca a porta novamente dizendo pra eu me comportar.

Ao ver meu primo apenas de cueca chegando perto de mim, me assustei com a desproporção dos nossos tamanhos e percebi que não era brincadeira do meu tio.
Ele veio me empurrando de costas para a parede e me beijando na boca, e eu sem ação, nem tentei empurrar ainda. Quando ele se abaixa, sem deixar de me beijar, e começa a apalpar minha bunda, suas mãos era bem grande, conseguia pegar minha nádega inteira.

Quando percebi isso, lembrei da minha namorada e tentei empurrar ele, mas foi em vão. Ele percebendo minha resistência em beijar ele, me pegou pelas axilas e me ergueu, me deixando prensado na parede e na altura dele. Foi ai que percebi o quanto meu primo era forte, pois não sou leve, sou gordinho e ele me levantou facilmente para poder me beijar e ficou me beijando por uns 5 minutos.
Depois disso ele me soltou, e meus olhos ficavam na altura do peito dele. E como ele tava muito próximo de mim, o peito largo dele tapava minha visão, eu mal via o quarto, nessa hora eu percebi que não haveria o que fazer, aquele garoto enorme iria me fazer mulher. Então ele pôs as mãos em cada ombro meu e começou a me empurrar para baixo. Eu entendi o que ele queria, mesmo sem ele dizer uma palavra.

Então me abaixei e fiquei na altura da sua cintura e constatei que meu tio não estava brincando quando disse que o garoto era avantajado. Seu pau, mesmo mole, marcava muito a cueca box e já era bem maior que o meu, deveria ter uns 18cm flácido e pra baixo. Então ele pegou minha cabeça e começou a esfregar contra seu pauzão flácido, ordenando:

- Deixa duro pro Júnior te comer.

E continuou esfregando minha cabeça em seu pauzão por cima da cueca, e seu pau começou a crescer cada vez mais e me assustar. Chegou um momento que saiu pela perna da cueca e ainda não estava totalmente duro. Nesse momento, eu fiquei excitado, pois nunca vi algo assim. Então comecei a lamber a cabeça enquanto ele estava meia bomba, e abocanhei, queria sentir aquele pau terminar de endurecer na minha boca.
Isso tudo durou alguns segundos, mas quando estava bem duro eu pude contemplar o tamanho daquilo, devia medir uns 27cm facilmente e grosso ainda. Então comecei a chupar o pau dele ainda na cueca, só pela parte que estava fora. Era muito grande, por mais que eu tentasse, não conseguia ir muito além da cabeça. Então ele tirou a cueca e pedia que colocasse mais e começou a forçar minha cabeça contra o pau dele. Me deu muita ânsia de vomito, até vomitei um pouco, mas logo engoli, quando ele percebeu que mesmo com muito esforço eu quase cheguei na metade, ele desistiu e continuou fudendo minha boca sem tentar colocar mais, usando apenas metade do seu pau.

Ficamos nessa por uns 5 minutos quando senti seu pau inchando em minha boca, e percebi que ele ia gozar, tentei tirar, mas ele gozou uns 2 jatos fortes na minha garganta ainda e tirou, terminando de gozar em meu rosto, saindo mais uns 8 jatos de muita porra no meu rosto, fiquei com rosto todo branco e ele ficou esfregando seu pauzão no meu rosto, brincando de desenhar em meu rosto. Me olhei no espelho e vi que era muita, muita porra, o garoto não devia gozar a muito tempo.

Ele me puxou pelo braço, pegou sua cueca, que por sinal tinha um cheiro forte do pau dele, e começou a limpar meu rosto. Olhei para o espelho do lado, e vi nos dois em pé, nus, ele bem maior que eu e limpando meu rosto com sua cueca e tirando a porra, e eu ainda estava de vestido, parecia sua fêmea mesmo. Percebi também que seu pau não tinha baixado, com medo falei:

- Acabamos então Júnior, pode chamar seu pai.

Ele só me puxou contra ele e beijou minha cabeça e falou:

- Não querida, eu ainda vou meter em você.

Terminou de falar isso e começou a tirar meu vestido, me deixando só de calcinha. Ao me ver só de calcinha, seu pau começou a pulsar e bater na minha barriga.

Então ele me pegou no colo, me deixando com as pernas em sua cintura e foi andando em direção à cama. Lá, ele me jogou na cama de barriga pra cima e veio pra cima de mim. Me beijou, ficou apalpando meu peito, beijando meus mamilos e foi descendo, ao chegar perto do meu pau, ele levantou minhas pernas até meu peito e foi tirando a calcinha e ver meu cuzinho, que há mais de 10 anos não via um pau, estava bem apertadinho e lisinho, ele caiu de boca e começou a linguar meu cu, e me fudia com a língua enquanto com a mão direita abria minha bunda, o braço esquerdo segurava minhas pernas contra meu peito.

Passaram uns 10 minutos nisso, meu cuzinho já estava bem encharcado e relaxado. Então ele me virou e me colocou de quatro pra ele. Ele cuspiu no meu cuzinho e começou a cuspir no pau dele, então começou a pincelar a cabeça do seu pauzão no meu cuzinho.
Quando ele fez uma pequena pressão, me bateu um pavor, eu nunca havia sentido tanta pressão lá atrás e algo tão grande, era muito desproporcional pra mim e muito diferente do que senti com André, quando era garoto. Então comecei a gritar por ajuda do meu tio, e não ouvi resposta, apenas uma risada.

Então Júnior começou a fazer mais força, e a cabeça do seu pau enorme foi me rasgando até conseguir entrar. Quando entrou, senti uma dor horrível e tentei sair, mas Júnior me puxou pela cintura com a mão direita e foi colocando seu corpo em cima do meu, ainda de 4, e como era alto demais, seu corpo me cobria totalmente. Então com o braço esquerdo, acima do meu ombro ele se apoiava na cama e não me deixava ir pra frente, e com o braço direito ele segurava minha cintura, puxando contra ele pra ir colocando mais.

Então foi forçando e colocando centímetro a centímetro em mim, quando entrou mais que a metade, eu perdi totalmente as forças. Ele então tirou o braço de cima do meu ombro e segurou meu peito, me abraçando por trás, e foi se levantando me deixando de joelhos e ereto. Manteve o braço esquerdo me abraçando e com a outra mão continuou segurando minha cintura para o resto do seu cacete em mim.

Quando entrou tudo, ele me abraçou com os dois braços e ficou beijando minha nuca pra eu relaxar. Não sabia se ficava mais surpreso pela situação na qual eu estava sendo fêmea dele ou espantado porque o garoto sabia muito bem o que fazia.
Esse momento de calmaria durou pouco, logo ele começou a bombar e acelerar muito rápido, meu cu estava em chamas e sobre muita pressão. E eu comecei a gritar de dor.
Passaram uns 5 minutos nessa posição e ele me colocou de frango assado, mas dessa vez ele não foi devagar, colocou seus 27cm de uma só vez e eu vi estrelas. Dessa vez ele não estava metendo rápido, mas estava estocando com mais força, tirava quase tudo e metia de novo com força, tinha vezes que ele tirava tudo, ficava esfregando no meu cuzinho e metia tudo de novo. Depois de um tempo, ele segurou minhas pernas por de trás do joelho e falou para eu me agarrar no seu pescoço ou nos ombros dele. Fazendo isso ele me puxou pelas pernas para a ponta da cama e me ergueu, me pegando no colo e sem tirar o seu pauzão de dentro de mim.

Olhei novamente para o espelho, e a visão era surpreendente, eu pendurado no colo daquele garotão gigante de apenas 18 anos, e seu pauzão gigante atolado em mim, ele me levantava e tirava um pouco mais da metade do pau, e metia de novo. Ficou fazendo isso por uns 5 minutos até que ele gritou pelo seu pai.

Meu tio abre a porta e Júnior fala:

-Ó pai, estou fazendo direitinho como tu falou, e tu ta certo, to adorando esse cuzinho, vou querer que você traga essa garota mais vezes aqui, você traz?

Eu olhei pro meu tio totalmente humilhado, de cabeça baixa, só gemendo bastante quando ele dava as estocadas, pois Júnior não parou de meter mim enquanto falava com seu pai. E meu tio respondeu:

-Isso mesmo filhão, domina bem essa vadiazinha ai, que nem vou precisar mais trazer ela aqui por muito tempo, logo logo ela vai vir sozinha.

Logo percebi porque meu primo, que tem problema mental, não tem uma vida social legal e estava me dominando como um verdadeiro macho domina sua fêmea, seu pai devia estar ensinando o que fazer há dias.

Quando seu pai fechou e trancou a porta novamente, Júnior começou a acelerar o movimento, e comigo no colo. Ficou num vai e vem rápido, mas não tanto devido a posição, porém com uma penetração muito funda e sem permitir qualquer reação e inferência minha, já que ele apenas jogava com meu corpo pra cima e segurava, e eu não podia fazer nada além de me segurar ora em seu pescoço, ora em seus ombros ou seus braços. Achava humilhante quando eu me segurava em seu braço flexionado, e minha mão esticada não era o suficiente para agarrar direito seu braço de tão grande que era. Passou alguns minutos, senti seu pau inchando e ele me abraçou com força, começou a urrar com uma voz grave em meu ouvido e então senti seu pauzão jorrar uns 7 jatos forte de porra quente dentro do meu cuzinho. Era muita porra que vazou pelo meu cuzinho e pingou no chão. Ele ficou me abraçando até seu pau amolecer um pouco e me colocou no chão, em pé, eu tive que me segurar em seu braço com meus dois braços, pois estava totalmente fraco, tipo como se tivesse dias deitado e não conseguisse mais ficar em pé.

Ele me conduziu andando até a cama comigo agarrado em seu braço, pegou o vestido e colocou em mim dizendo que a calcinha iria ficar com ele, pois queria de recordação. Então gritou pro seu pai que estava pronto. Eu ainda sentia porra escorrendo pelas minhas pernas.

Ele me guiou até seu pai e disse que havia acabado e iria tirar uma soneca.

Seu pai me estendeu o braço para eu me segurar, e foi me guiando até a sala e comentou:

-Bruno, tá saindo um monte de liquido branco pela tuas pernas, por baixo do teu vestido, o que é isso?- e riu alto, então complementou: -Fica tranquilo, não vou falar nada pra ninguém, ninguém vai saber. Mas fico imaginando a Luana, ela nem imagina que o "machinho" dela levou mais ferro que ela nunca levou do macho dela, o namorado dela agora tá até precisando de ajuda pra caminhar e com muito leite de macho escorrendo pelas pernas.
Eu abracei no braço dele e implorei, meio que chorando já:

- Tio, por favor, não conta pra ninguém, ninguém mesmo, eu amo a Lu.

- Fica tranquilo Bruninha, não vou contar pra ninguém sobre hoje, e fica tranquilo que seu primo não te reconheceu, ele te vê como a garotinha dele, não como o primo Bruno dele hahaha.

- Obrigado tio.

- Ah, te vejo depois de amanhã, você vai vir ajudar seu primo de novo, se quiser sigilo ainda é claro hahaha. E só pra te deixar feliz, você ta bem gostosinha nesse vestido, se tua tia não chegasse em 1 hora e você não estivesse tão acabada, eu ia me divertir também hahaha.

E então fui embora, me sentindo totalmente humilhado e com muita dor no cú, que demoraria alguns dias para passar totalmente.

Espero que tenham gostado do conto.

Abraços.




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