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Papaizinho me comeu


autor: gostosinha69
publicado em: 01/08/16
categoria: incesto
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Meu nome é Clara e este é meu primeiro conto. Tenho 23 anos, desde novinha gosto muito de sexo e decidi compartilhar minhas aventuras com vocês. Sou morena do cabelo longo, tenho 1,64m, seios fartos e um bumbum durinho, resultado de muita malhação.
O caso que contarei hoje é verídico e aconteceu quando eu tinha 17 aninhos. Comecei a namorar muito cedo e perdi a virgindade aos 14 anos. Me descobri uma tarada por sexo e não conseguia ficar sem, transava sempre com meus namoradinhos e até com alguns amigos (histórias que deixarei para outros contos).

Fiquei algum tempo "na seca", sem pegar ninguém e tava louca de tesão, precisando de sexo. Um dia cheguei em casa e percebi que meus pais não estavam, tomei um banho, fui para o meu quarto e aquela vontade de pica estava me deixando maluca. Resolvi bater uma siririca pra aliviar a tensão, mas como estava sozinha em casa, não tranquei a porta.
Estava deitada na cama tocando a minha xaninha, me contorcendo de prazer quando de repente o meu pai escancara a porta e da de cara com esta cena. Fiquei azul de tanta vergonha e ele também ficou super sem graça.
- Pai!!! O que você ta fazendo aqui? Nao te ouvi chegando!!
Corri pra me cobrir e quando percebi ele havia entrado no meu quarto e fechado a porta. Disse:
- Filha, o que é isso? O que você está fazendo?
Eu apenas abaixei a cabeça e não respondi. Depois de algum tempo ele falou:
- Parece que você não é mais aquela menininha que carreguei nos meus braços não é?
Quando levantei os olhos percebi que ele estava bem tenso, até suando.... e não pude deixar de reparar que seu pau estava fazendo volume nas calças.
Aquilo me acendeu. Eu estava morrendo de vontade de dar a minha bocetinha e meu pai estava ali, na minha cama, excitado por ter me visto em momento íntimo. Resolvi me aproveitar disso:
- Não, papai. Eu cresci e agora tenho minhas necessidades..estava me dando um pouco de prazer.
- Que isso, menina? Falando essas coisas perto de mim??? Cadê o respeito?
- Somos pai e filha, acho que podemos ter esse tipo de intimidade, não?
Ele arregalou os olhos e já dava pra notar o suor fazendo sua camisa colar no peito.... comecei a reparar no meu coroa, notando o peitoral grande, os braços fortes... me molhei todinha com aquela visão do homem que tinha engravidado a minha mãe parado na minha frente, me querendo. Resolvi arriscar. Fui até ele e larguei o lençol que tinha pegado pra me cobrir, revelando a minha xota... e disse assim:
- Papai, que tal se você me ajudar?
- Para, Clara! O que você ta querendo com isso?
- O senhor é um homem experiente... podia ajudar sua filhinha a se aliviar da melhor maneira possível, não?
Ele me olhou durante algum tempo e depois falou:
- Quem diria, eu tinha uma puta morando debaixo do meu teto e nem sabia. Quer aliviar sua safada? Pois vai ter que fazer tudo o que eu mandar!

Ele me pegou e me sentou de frente para o colo dele e me tascou um beijo na boca que me deixou mais encharcada do que eu estava. Depois me jogou na cama, tirou a calça e mandou eu chupar seu cacete. Eu me surpreendi com a grossura da pica do meu pai, nunca tinha tido uma experiência com um pau grosso daquele jeito. Minha boceta piscava de ansiedade e eu não via a hora de ter aquele pau enfiado até o talo dentro de mim. Ele disse:
- Chupa, piranha! Não queria o papai? Agora vai ter! Chupa essa pica todinha!
Eu caí de boca naquele mastro e babava enquanto ele fodia a minha boca, fazendo a pica até a minha garganta enquanto eu esgasgava. De repente ele puxou minha cabeça pra cima e me deu um tapa na cara, falando:
- Criei uma piranha dentro de casa e agora vou me satisfazer com ela. Deita nessa cama e abre bem essas pernas.
Eu, doidinha de tesão, obedeci rapidinho e estava adorando a agressividade com que ele me tratava.
Meu pai desceu até a minha boceta e começou a lamber, dar mordidas, enfiar 2 dedos enquanto me xingava e me chamava de "putinha do papai". Ele se deliciava com minha xaninha e eu ficava cada momento mais molhada.
Eu gritava de tanto prazer, pedia mais, pedia pra ele não parar de jeito nenhum:
- Ai, pai!!!! Fode a minha boceta!!! Por favor, come a sua filhinha!!
Ele se levantou, me deu mais uns tapinhas na cara e disse:
- Quer pica, vadia? Pois se prepara que vou te comer sem dó!
Ele me empurrou pra trás na minha cama e ficou pincelando a portinha da minha xana com a cabeça saliente do seu pau. Quando eu já estava a ponto de estourar, ele enfiou tudo de uma vez no meu buraquinho, me fazendo soltar um grito tão alto que eu tenho certeza que os vizinhos escutaram. Senti aquela tora entrando todinha, me rasgando, saciando a minha vontade de ter uma pica atolada na boceta. Meu pai começou a movimentar devagar mas logo tava bombeando com toda velocidade, me xingando e me dando tapas enquanto eu gemia cada vez mais alto. A sensação daquela vara grossa me arrobando me enlouqueceu e logo eu cheguei ao maior orgasmo da minha vida,sentindo espamos e uma energia percorrendo meu corpo inteiro. Eu amoleci na cama e ele disse:
- Gozou na pica do pai, vadia? Gostou de dar essa boceta pro marido da sua mãe? Agora aguenta que ta na minha vez de gozar.
Com isso, ele começou a enfiar e tirar cada vez mais rápido e quando ia gozar tirou o pau da minha boceta, jorrando porra na minha barriga todinha. Eu passei os dedos pela porra e espalhei por toda minha barriga enquanto ele me olhava. Depois disse:
- A partir de hoje vou te comer sempre que quiser ouviu, puta? De noite como a mãe e de dia como a filha. Vai ser nosso segredo.
- Ta bom, papai. Eu vou adorar ser sua putinha!!!
Falando isso ele saiu do quarto e eu tive que tomar outro banho pra lavar a porra do meu corpo. Mal podia esperar pra ele me foder de novo.

Moro com os meus pais até hoje e quase todos os dias dou minha boceta pro papaizinho, e a mamãe nem desconfia.



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