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Noiva de mentira


autor: Medusasexy
publicado em: 23/01/17
categoria: hetero
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O resultado da brincadeira e primeira experiência como garota de programa foi gratificante e muito além das minhas expectativas. Curti muito transar com um estranho e ainda ser paga enquanto me divertia, diante disso interessei-me pela atividade, naveguei pelo Google e me aprofundei no assunto. Percebi que o ofício poderia ser perigoso expondo a profissional a várias situações de risco como doenças sexualmente transmissíveis, agressões físicas além de maníacos sexuais, entretanto meu vício por adrenalina dizia que poderia ser tanto ou mais divertido quanto foi com o cara da rodoviária. 
Fazer ponto na rua ou em um prostíbulo estava fora de cogitação, inocentemente eu pensava alto supondo que se descolasse um local onde conseguisse clientes privilegiados financeiramente, além de ser lucrativo também reduziria os riscos da profissão. Apostava em minha boa aparência e corpo de novinha para ter facilidades nas abordagens. Não usaria de imediato as redes sociais com medo de estar colocando em risco meu segredo, planejei colocar em prática minha ideia inicial de criar um blog somente para este fim. Enfim, continuei gastando meus sapatinhos correndo atrás de emoções até que decidisse qual seria a melhor estratégia de Marketing.
O início não foi bem do modo que imaginei. A primeira escolha foi o aeroporto de Viracopos com tentativas iniciais frustradas, as pessoas estão sempre apressadas ou cansadas da viagem.
Consegui o primeiro programa que foi meia boca tive que fingir um orgasmo, o cara não pagou o combinado e foi bem grosseiro. Fiquei mais animada em outro dia e nova tentativa ao conseguir um cliente logo na primeira hora de passeio ao disparar olhares sedutores a supostos interessados. O serviço trouxe lucro, diversão e prazer fazendo com que eu definitivamente pegasse gosto pela atividade. Fui abordada pelo cara após o assediar com olhares convidativos. Expliquei de imediato que era garota de programa, o informei do preço e o que ele teria, disse ter entendido, mas ele contrataria os meus serviços com outro intuito e me fez outra proposta.
Descrição do gato e nosso acordo: Vou chamá-lo de Adrian, 1,75m, caucasiano de cabelos claros e cacheados, 30 anos, é gay e estava em uma relação estável com um parceiro no Chile – de onde ele acabara de chegar de viagem – Ele tinha a necessidade de manter sua preferência sexual em segredo ou não progrediria na empresa multinacional que trabalhava, pois era sabido que o chefão, o "CEO" como ele disse, é tipo homofóbico (sem declarar oficialmente) e não o aceitaria no quadro de diretores da empresa. Eu teria que fingir ser sua noiva durante um bufê que aconteceria no dia seguinte lá na mansão do chefão.
Acertamos o valor e no dia seguinte o encontrei horas antes em seu hotel para combinarmos detalhes e ensaiar.
Chegando ao casarão fomos recebidos pelo empresário espanhol e sua esposa. Não demorou muito e agora eu era a vítima de assédio. Recebi muitos elogios do coroa anfitrião e de outros membros da festa.
Acho que valeu minha escolha por um vestido curto com corpete. Mesmo representando o papel de jovem noiva recatada, quis estar bonita e sensual, pois adoro ser notada e elogiada.
Depois que as pessoas se serviram da mesa farta e continuaram com a ingestão de muita bebida alcoólica, conversávamos sobre o futuro profissional do Adrian. Seu cargo de diretor e transferência de Santiago do Chile para São Paulo começava a engatilhar.
Neste meio tempo o chefe quis saber qual minha preferência por bebidas, falei que depois do champanhe curtia muito um vinho. Ele tinha uma adega no subsolo da mansão, pediu permissão ao meu "noivo" para que eu o acompanhasse ao lugar onde ele guarda suas preciosidades líquidas (palavras dele) com o intuito que eu escolhesse um vinho especial.
Fiquei impressionada ao adentrarmos aquele recinto enorme, cheio de garrafas e alguns barris gigantes feitos de madeira.
— Tudo isso está cheio de vinho? Perguntei.
Respondeu que tinha uns com vinho e outros com uísque e cachaça de uma reserva especial.
— Gente! Eu ia adorar morar aqui! Comentei ainda maravilhada com tamanha quantidade de bebidas.
— A gente pode pensar no caso se for o seu desejo! Insinuou com uma expressão séria.
Putz! Seu modo de falar deixou-me arrepiadinha.
Sem mais cerimônias ele deu o bote, todo confiante agarrou-me em um abraço e procurou minha boca. Eu sabia que o convite para descer até o porão não era apenas para pegar uma garrafa de bebida. Como se já rolasse uma intimidade correspondi ao beijo e ansiei pelo que viria a seguir. Estava de pilequinho com as taças de champanhe que havia tomado pouco antes, foi fácil mergulhar de cabeça naquele convite ao perigo. Não escolhi fazer programas apenas pelo dinheiro, diversão e prazer seriam fundamentais para que continuasse no ofício. De antemão sabia que não rolaria com o Adrian e não pretendia terminar a noite na saudade, ainda mais estando com um calor me consumindo as partes baixas. Nem pensar em desperdiçar este momento. O homem demonstrou que tinha pegada, além de ser charmoso. Percebendo que eu estava entregue, pronta e submissa continuou sua investida com beijos ardentes e apertos em meu corpo acendendo de vez meus desejos de fêmea. Deslizou suas mãos pelos meus quadris e chegando ao final do meu vestido penetrou em seu interior tocando minhas coxas nuas e parou em meu bumbum o alisando e apertando ao mesmo tempo em que disparava um monte de frases sedutoras em meu ouvido. Segurou no cós da minha calcinha e a desceu até passar pelos meus pés. Com delicadeza segurou-me pelas axilas colocou-me sentada em um tipo de mesa bem legal feita com um barril cortado tendo como superfície tábuas grossas de madeira de lei e pés feitos sobre medida para deixar na altura do órgão sexual do coroa.
Em segundos suas calças e cueca estavam arriadas aos seus pés e partiu pra cima de mim com seu membro ereto. Ao erguer meu vestido e visualizar minha xotinha lisinha, fechadinha e cheirosa, notei uma expressão de surpresa e felicidade no rosto do homem. Desistiu momentaneamente de me penetrar com seu membro que pulsava de tão duro e falou em um murmúrio:
— Meu deus, o que tirei de você não foi uma calcinha e sim um porta joias, você é um anjinho!
E caiu de boca na minha fendinha após suas mãos erguerem e abrirem minhas pernas. Deitei meu corpo naquela madeira e deliciei-me quando me lambeu seguidamente e me transportou para outra galáxia remexendo intensamente sua língua no interior do meu sexo. Ah! Êxtase e delírio, e o danado ainda tinha deixado a porta aberta fazendo com que esse detalhe aumentasse minha libido ao imaginar ser flagrada por sua mulher durante nossa promiscuidade.
Quase gozei na boca do homem enquanto viajava em meus pensamentos. Infelizmente ele parou antes que eu chegasse ao clímax. Tirou um preservativo do bolso do paletó, removeu rapidamente a embalagem e cobriu seu membro duro e latejante.
Foram inúmeras as frases sedutoras, safadas e sem nexo ditas por nós. Olhou fixamente para meu rosto de cadelinha pidona com minhas perninhas no ar e arreganhadinhas. Meu olhar suplicava por uma penetração. Ajeitou seu pênis em minha fendinha e arrancou-me um gemido gostoso quando nossos sexos se fundiram e o senti todinho dentro de mim.
A entrega foi total, prazeres, novas posições e orgasmos múltiplos. Grudei em seu pescoço sustentada por ele que segurava em minha bunda reduzindo a intensidade das suas estocadas após gozar pela segunda vez sem tirar de dentro de mim.
Quase me joguei dos seus braços quando percebi a sombra de alguém se aproximando descendo as escadas em nossa direção. Aflita o alertei com um sussurro, ele me desceu, foi para um canto discreto para se livrar do preservativo cheio de sêmen e recompor sua roupa. Eu já tinha ajeitado meu vestido e tentei parecer tranquila quando sua mulher entrou na adega seguida do meu falso noivo. A mulher disse que alguns convidados estavam indo embora e que esperavam pelo anfitrião para as despedidas. Ela tentou fingir que não percebeu o que tinha acabado de acontecer ali. Contudo, com a fulminada que me deu com o olhar, com certeza percebeu meu penteado bagunçado e que também não estava mais de batom. 
Não sabia como funcionava a relação deles, fiquei constrangida, sempre depois dos orgasmos em momentos proibidos volto à realidade da vida de pudores. No entanto "Que se danem! Eles que se entendam depois!" pensei.
Eu já havia dito que gosto de vinho rose frisante. Ele pegou duas garrafas em uma prateleira e nós quatro voltamos para junto dos outros convidados.
A mulher não desgrudou mais da gente, juntos tomamos uma das garrafas. A conversa entre os dois homens foi proveitosa para o meu acompanhante, ele estava praticamente garantido em seu cargo pretendido. Minutos depois durante nossa despedida e após ser presenteada pelo coroa com a outra garrafa de vinho, fui embora de táxi com o Adrian .
Quando chegamos ao local em que eu ficaria, meu cliente deu-me um envelope. Discretamente conferi e sorri dizendo que tinha mais que a quantia combinada. Ele sorriu de volta e disse que o dinheiro extra era um "regalo". Apontou para o embrulho onde estava o vinho acrescentou que era o segundo presente que eu ganhava hoje. Sorri e expliquei que não ganhei o vinho e sim troquei por uma peça íntima. Levantei o vestido e mostrei que estava sem a calcinha. Frustrei o taxista que discretamente ajeitou o retrovisor para ver minhas partes íntimas. Eu cobri com o vestido antes... rs.
— Não foi uma troca justa, já que ele ficou com meu porta joias! Resmunguei em tom de brincadeira.
Com cara de quem não entendeu nada, meu acompanhante desceu do carro e gentilmente abriu a porta para eu descer. Agradeceu mais uma vez dizendo que fui perfeita. No beijinho de despedida ele sentiu um perfume em minha pele.
— Ummm! Este perfume é familiar, e não é seu! Argumentou irônico.
Concluiu dizendo que minha demora com o homem na adega não teria sido apenas por indecisão na escolha do vinho como nós dissemos. Respondi que o patrão dele também deveria estar com meu perfume, e sim, nós tivemos um momento de pegação intensa lá embaixo.
Adrian confessou que somente agora entendeu a razão da pressa repentina do chefão para que ele se transferisse para São Paulo.
— Você é danadinha, acho que precisarei dos seus serviços novamente muito em breve! Exclamou.
Respondi que estaria a sua disposição sempre que precisar.
Ele seguiu com o táxi e eu segui pra casa.

Beijos, até o próximo conto!





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