"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Pega em flagrante


autor: babyblue
publicado em: 18/02/17
categoria: hetero
leituras: 6155
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Abri os olhos devagar e vejo um pouco de claridade no quarto. Pela sua intensidade, já estava na hora de levantar.

Olhei para o lado e vejo o outro lado da cama, vazio. Como sempre, ele acordou primeiro.

Chamei seu nome e não tive resposta.

Me espreguicei na cama e os primeiros pensamentos do dia começaram a vir à cabeça.

Ainda não era hora de pensar em trabalho ou nas tantas coisas que tinha para fazer. Aquele pequeno espaço de tempo era para mim.

Fechei os olhos novamente e procurei uma lembrança que fizesse meu corpo responder.

Passava a mão pelo meu corpo, apertando os meus seios, descendo pela barriga até chegar a minha buceta.

Deitada com as pernas bem abertas sob o edredom, gemi, me contorci, até que gozei.

Pronto, agora o dia podia começar!

Abri os olhos e quando me virei para levantar, vi meu espectador encostado à porta to quarto me olhando com cara de safado.

- Espero que tenha pensado em mim!

- Há quanto tempo você está aí?

- Tempo suficiente. Você não me respondeu...

Calada estava, calada fiquei. Apesar de toda intimidade que tínhamos, aquele flagrante me deixou sem graça.

Ao perceber isso, ele deita na cama e me abraça. Sinto que ver aquilo o deixou muito excitado, o que me faz corar.

- Me conta... Em que pensou? Se não foi comigo, não terei ciúmes. São só pensamentos.

- Pensei em você... em nós.

- Foi.

- Como?

- Sério que você quer saber?

- Claro.

Respirei fundo, tomando coragem.

- Lembra daquele dia na cozinha?

- Que dia?

- Que eu estava cortando uns frios para uns tira-gostos.

- O que teve?

- Você sabe!

- Quero ouvir...

- Estava cortando os frios e você veio sorrateiro, sem fazer um barulho. Me deu o maior susto quando senti suas mãos na minha cintura.

- Mas você gostou, não?

- Claro que gostei. Adoro quando você beija meu pescoço, minhas costas...

- Arrepiou, não foi?

- Claro!

- Você não tem noção de como fico quando passo a mão em você e te sinto toda arrepiada para mim. Mas continue...

- Então... enquanto você me beijava, passava a mão em mim, baixou as alças do meu vestido e agarrou meus seios. Sentia você roçando seu pau duro na minha bunda.

- Assim como estou fazendo agora?

- É...

- Continue.

- Você desceu beijando minhas costas e me inclinou sobre o balcão da cozinha. Tirou minha calcinha e começou a me provocar.

- Como?

- Ficava lambendo minha buceta a minha bunda. Depois ficou passando a cabeça na entrada dos dois...

- Não gosta?

- Gosto... mas fico louca quando não sei o que vem depois. É tortura psicológica!

- E depois?

- Depois de você parar de me torturar, senti você meter tudo de vez na minha boceta e enfiar um dedo no meu cu.

- Gostou da escolha?

- Muito! Adoro quando você me pega por trás e com força.

- Gozou gostoso?

- Muito, no dia e agora há pouco.

- Quer mais?

- Sempre!

Senti seu corpo pesado vindo para cima do meu. Fiz menção de abrir as pernas para fazermos um papai-mamãe, mas ele recusou. Fechou-as e as empurrou para o lado.

Enfiou aquele pau duro na minha buceta fechadinha, mas ela estava tão molhada que entrou fácil.

Ele enfiava com força e eu gemia alto apertando meus seios. Gozei rápido.

Ele me levanta e morde meu pescoço e agarra meus seios. Desceu uma das mãos para minha buceta e ficou me masturbando.

A esse ponto eu já estava sem raciocinar, totalmente entregue. Ele me fez reclinar sobre a cama, lambeu minha bunda e minha buceta cheia de gozo.

- o que será que vou querer comer hoje?

Enquanto falava, esfregava aquele pau duro nas entradas. Me contorcia de tanto tesão enquanto ele decidia o que faria comigo.

- Ah, não sei.

- Não sabe?

- Não, você faz o que quiser.

- É?

- Sou sua, não sou?

Quando terminei de pronunciar a última palavra ele enfia o pau de vez onde estava posicionado. Senti ele todo dentro de mim, e gritei.

Ele metia com força da mesma forma que fez na cozinha. Eu cravava minhas unhas na cama com toda força que me restava.

Entrava e saia de mim cada vez mais rápido e forte. Ouvia o som do seu corpo batendo meu em meio aos meus gemidos.

Gozamos juntos e ficamos lá deitados por um tempo. Quando recuperei o fôlego, o olhei e disse:

- bom dia, safado!

- Ótimo dia, cachorra!







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