Marcelo & Sonia 48 Reunião em Familia
- Temas: incesto, orgia, oral, anal, dominância, poliamor, masturbação
- Publicado em: 15/05/17
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- Autoria: MarceloDias
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Existem momentos em família que são íntimos demais e escondem situações vividas que não devem ser partilhadas com ninguém, somente com pessoas que têm condição de entender sem julgamentos morais.
Neste texto vou continuar dividindo com os leitores de nossos contos um pouco da nossa intimidade. Nossa filha Renata, que já é uma mulher feita, participou de algumas de nossas estórias (ver contos nº 22, 23, 24, 25, 26 para entender).
Renata casou muito nova; com 19 anos se apaixonou por um rapaz da sua idade e, com 20, se casou. Eu e minha esposa achávamos que ele não era o homem ideal para ela. Mas o que os pais acham não tem muito valor quando uma mulher está apaixonada. Em pouco tempo isso se confirmou: Renata, sem que percebêssemos, passou a se sentir infeliz e carente, e quando isso acontece é porque a rotina diária acabou com o casamento.
Ela conheceu um homem chamado Jorge, que era bem mais velho e a seduziu completamente. Ainda casada, ela já estava dando para ele. Renata morava em SP e ele na nossa cidade. Jorge viajava toda semana para São Paulo para “comer” Renata e passou a exigir que ela se separasse, prometendo que, quando ela desfizesse o casamento, ele casaria com ela.
Renata e o marido, nessa época, viviam brigando diariamente; ela saiu de casa e veio morar em nossa casa, onde aconteceu tudo aquilo que vocês leram em nossos contos. Após a separação, ela se casou com Jorge. Durante dois anos, foi feliz como nunca fora. Jorge proporcionou a ela tudo que uma mulher pode querer de um homem. Ele tinha uma excelente situação financeira e fazia todas as suas vontades.
Renata sempre teve um temperamento ardente como à mãe; sexo sempre foi o mais importante para ela e Jorge sabia satisfazer Renata na cama. Ela estava feliz ao lado dele quando uma fatalidade desabou sobre a vida dela. Jorge teve um infarto, foi internado em estado grave e veio a falecer, deixando Renata viúva.
Jorge só tinha uma irmã, chamada Ieda, e dividiu seus bens em testamento entre as duas, deixando Renata sem problemas financeiros. A morte inesperada do marido deixou Renata muito mal. Ela amava o marido de verdade e passou a ter problemas de depressão. Renata buscou no sexo uma forma de resolver sua dor; só na cama ela conseguia se sentir feliz. Durante um tempo, passou a sair à noite para buscar, em outra pessoa, satisfação para seu corpo carente.
Ieda era muito amiga de Renata, sempre teve preferência pelas mulheres, tinha 48 anos, era uma mulher alta e magra, sem maiores atrativos, mas sabia tratar uma mulher na cama. Ieda já tinha “comido” Renata várias vezes com o consentimento do irmão; as duas sempre se deram muito bem e, com a morte de Jorge, ela passou a frequentar mais a casa de Renata, tentando fazê-la superar a morte do marido.
Isso durou até Renata conhecer uma amiga de Ieda, chamada Simone, que mudou a vida dela. Na época, Renata tinha 26 anos; Simone, 45, era professora universitária, branca, 1,70 de altura, 73 kg, era bonita e tinha um corpo maduro e farto que chamava atenção aonde ia – cabelos pretos cacheados curtos, olhos verdes, lábios grandes, seios fartos, quadris largos (ela tinha 106 de quadril), coxas grossas, a buceta grande com pelos curtos e a bunda avantajada, redonda e arrebitada.
As duas se conheceram numa festa na casa de Ieda e Simone ficou enfeitiçada por Renata. “Nossa filha, puxou a mãe, tem um corpo maravilhoso”, e Simone não conseguiu ficar indiferente aos encantos de Renata, que correspondeu aos seus olhares. Ficaram trocando olhares cheios de desejo até Simone pedir a Ieda para ser apresentada à sua cunhada. As duas não se largaram mais a festa inteira – já se olhavam sem disfarçar o desejo que sentiam. Quando foram ao banheiro juntas, com a porta fechada, se beijaram na boca pela primeira vez; a mão experiente de Simone procurou a buceta de Renata e, ali, naquele banheiro, ela gozou com o dedo grosso de Simone enterrado na buceta. Saíram da festa de mãos dadas, já como namoradas, e foram para a casa de Renata, onde Simone comeu Renata na cama dela.
Simone era experiente, dominadora e mandona na cama; depois desse dia, tornou-se dona de Renata. Nossa filha recuperou a alegria de viver. Simone mudou para a casa dela. Eu e minha esposa apoiamos as duas; a única coisa que importava era ver Renata feliz.
Fomos a São Paulo para conhecer Simone e foi um encontro maravilhoso. Simone nos tratou muito bem e soube nos cativar vendo o jeito amoroso com que tratava nossa filha. Ela era séria, educada e simpática; logo descobriríamos que, na intimidade, Simone era bem diferente.
No Natal, combinamos que Renata e Simone passariam o Natal em nossa casa. Era uma oportunidade de nos conhecermos melhor. É sobre esse encontro que trata este texto.
Preparamos a casa para a chegada das duas; Sonia já tinha praticamente decidido tudo sobre a ceia de Natal e esperávamos ansiosos a chegada delas. Elas tinham combinado que chegariam em nossa casa no dia 23 pela manhã.
No dia 23, véspera de Natal, as duas chegaram cedo em nossa casa. Sonia estava descalça e usava um vestido fino de alça, muito curto, que deixava suas coxas grossas nuas; eu usava bermuda e camiseta. Renata estava linda com uma calça legging grudada no corpo, um bustiê e tênis – a calça justa marcava seu corpo, mostrando as coxas grossas, a buceta farta e a bunda enorme. Simone usava um conjunto: blazer azul marinho com uma calça bege muito justa. Seu corpo gostoso de mulher madura encantava quem olhava. Ela tinha os seios fartos, as coxas muito grossas, a buceta bem grande e uma bunda exagerada, igual à da minha esposa.
Ficamos na sala conversando; Renata ficou sentada no colo de Simone e, depois, saiu do colo dela e sentou no colo da mãe. No meio da conversa, Renata falou para Sonia que queria falar com ela. – “Fala, meu amor”, disse Sonia. – “Só nós duas”, replicou Renata. Simone sorriu e comentou que era coisa de mãe e filha; pelo comentário, percebi que ela sabia o que Renata queria falar com Sonia.
As duas foram abraçadas para o nosso quarto. Eu fiquei na sala sozinho com Simone, que me encarou e veio sentar do meu lado, agradecendo por termos aceitado a relação delas. Falei que agradecíamos por ela fazer tão bem a Renata e que a considerávamos da família. Simone deu um sorriso, pegou minha mão, trouxe-a até seus lábios e beijou. Senti o molhado dos lábios dela na minha mão. – “Eu adoro você e a Sonia.” Eu sorri e disse: “Nós também adoramos você.” Continuamos conversando e nos conhecendo melhor, esperando Sonia e Renata terminarem sua conversa.
Sonia e Renata foram para o quarto e sentaram na cama. Renata abraçou Sonia e beijou-a na boca; não existiam mais pudores entre as duas. – “Você agora é casada”, disse Sonia. Renata riu: “Eu sei, a Simone sabe de tudo, nós não temos segredos, ela gosta que eu seja assim.” O vestido subiu, deixando as coxas de Sonia inteiramente nuas. Renata acariciou as coxas grossas dela, quase tocando a buceta. – “Eu tô com saudade”, falou Renata. – “De quê?” perguntou Sonia. – “Da minha buceta?” – “Deixa eu chupar”, pediu Renata. Sonia não resistiu ao assédio; abriu as coxas, o vestido subiu todo, expondo a buceta. Sonia usava uma calcinha preta que a cobria.
Renata sentou no chão, entre as pernas dela, e beijou a buceta por cima da calcinha; suas mãos puxaram a calcinha, deixando Sonia despida. A buceta estava enorme; Renata enfiou a cara na buceta e chupou com vontade. Sonia segurou Renata pelos cabelos e enterrou seu rosto na sua buceta, chupando com devoção e fazendo Sonia gemer. Foi uma chupada demorada que deixou minha esposa completamente doida; a buceta escorria abundantemente, melando os lábios grossos da filha. Sonia gozou na boca quente de Renata.
As duas se abraçaram e se beijaram, com os corpos colados, curtindo aquele momento intenso. Sonia quebrou o silêncio: “Era isso que você queria falar comigo?” Renata sorriu: “Não, eu queria te pedir uma coisa íntima, posso?” Sonia olhou Renata nos olhos. – “O quê?” – “Queria que você desse para a Simone como deu para mim.” Sonia, séria, replicou: “A Simone é tua mulher, ela sabe que você está me pedindo isso?” Renata olhou Sonia de um jeito safado: “Sabe, ela sabe de tudo entre nós, ela acha você gostosa, é doida para comer você.” Sonia sentiu uma quentura na buceta ao ouvir aquilo. – “É isso que você quer?” – Renata olhou nos olhos de Sonia. – “É”, disse ela. – “Se é isso que você quer, eu dou. Deixo ela me comer; você sabe que eu nunca te neguei nada.” Renata sorriu: “Eu sei que você nunca me negou nada, por isso você é especial para mim.”
As duas se beijaram; Sonia vestiu a calcinha e despiu o vestido – já que era assim que você queria, ninguém precisa andar de roupa. Renata riu e tirou a roupa, ficando só de calcinha. Sonia e Renata voltaram para a sala, ambas só de calcinha.
Eu e Simone olhamos surpresos quando as duas entraram na sala assim; Simone observou com desejo o corpo farto da minha esposa. Sonia, de forma quase cínica, dirigiu-se a Simone. Eu comentei com Renata que aqui em casa ficamos à vontade – eu de calcinha e meu marido de cueca; somos família e não precisamos mudar nada quando estamos juntos.
Simone sorriu: “Eu acho ótimo, em casa eu e a Renata ficamos nuas.” Renata then sentou no colo de Simone e beijou-a na boca, aí na nossa frente. Perguntei o que as duas haviam conversado; minha esposa riu e disse que era coisa de mãe e filha.
Simone foi até o quarto onde elas iam ficar, do lado do nosso, e saiu praticamente nua, com um bustiê que realçava seus seios fartos e uma calcinha preta minúscula. Ela era muito gostosa – suas coxas grossas, a buceta enorme e o rabão grande prenderam nossa atenção.
Fui intimado a ficar só de cueca e tive que obedecer. Sonia havia deixado a comida pronta e almoçamos na sala; foi um almoço em que colocamos vários assuntos em dia. Simone manteve uma conversa agradável que tornava tudo muito leve. Sonia fez café e trouxe para a mesa; Simone ajudou servindo a todos. Ela pegou sua xícara e, descaradamente, sentou no meu colo, acomodando sua bunda grandona em cima do meu pau, que endureceu só de sentir a pressão da sua bunda. Eu abracei sua cintura e fiz com que ela sentisse meu pau duro. Ela notou a dureza, e sua mão desceu, entrou na cueca e, empunhando a pica, me masturbou. Seu corpo escorregou para o chão e sua boca beijou a pica; aos poucos, sua boca grande foi engolindo o pau todo, chupando com vontade, engolindo tudo – sua boca mamava gostoso, fazendo-me gemer. Ela tinha a boca quente e macia, sabia chupar gostoso, sua boca passeava pela pica. Levantei e ela continuou mamando, sentada, enquanto eu fodia sua boca com força. Avisei que iria gozar e ela manteve o pau atolado na boca até meu leite grosso jorrar forte na sua garganta.
Ela se levantou, me abraçou e me beijou na boca, fazendo-me sentir meu próprio gosto; acaricie sua buceta, que estava encharcada. “Quero fuder você”, falei, apertando e abrindo sua bunda grandona com as duas mãos; meu dedo grosso acariciou seu cu quente. “Me dá esse cu gostoso, tô doido para comer teu rabão”, pedi. – “Dou, eu dou tudo que você quiser”, respondeu ela.
Tirei minha cueca e ela a calcinha; ficamos nus. Peguei Simone pela mão e a levei para o nosso quarto – ela se deixou levar, estava doida para tomar no cu. Entrei no quarto encostando-a na parede e cravei a pica na buceta; sua buceta se abriu igual a uma flor e ela gemeu com o pau todo nela. Sua buceta era quente como a da minha esposa. Fodi sua buceta, socando tudo; ela se abraçou a mim, com o pau enterrado, deixando que eu a penetrasse, aguentando tudo enquanto gemeu descontroladamente.
Simone me puxou e ficou de joelhos na beira da cama, oferecendo a bunda; peguei um tubo de gel e passei no pau, encostando-me nela por trás com o pau duro, fazendo com que sua bunda se abrisse. O pau encostou no cu e, segurando-a firme, empurrei; ela gemeu quando a vara entrou: “Aaaiii, Marcelo, mete tudo no meu cu, fode tua nora toda, seu cachorro, eu sei que você tá doido para me fuder, fode minha bunda, enfia pica no meu rabo.” – “Tô doido para dar para você”, replicou ela, com voz trêmula. Não tive pena; soquei com força, cravando tudo no rabão dela.
Meu pau entrava e saía; Simone empinava o bundão todo para trás, deixando-me atolar tudo no seu cu. Quanto mais eu metia, mais ela gemia – gemia alto, fora de si, gozando enquanto tomava no cu. Continuei metendo, deixando seu cu cada vez mais aberto; Simone gemia como uma vagabunda, seu cu dilatava facilmente para receber o pau todo. Eu metia tudo e, quando estava quase gozando, ela gozou de novo com o pau cravado no cu. Só então enchi seu rabão de leite grosso, que escorreu pelas coxas dela ao ser retirado.
Ficamos deitados, abraçados, nos beijando – jamais imaginara que acabaria na cama fudendo minha nora. Tudo foi rápido demais e acabamos adormecendo abraçados. Ao acordarmos, Sonia e Renata já tinham voltado; as duas nos viram na cama e nos deixaram dormir. Ao sairmos do quarto, fiquei apreensivo com o ocorrido, mas Renata correu para os braços de Simone e as duas se beijaram na boca. Percebi que não havia ciúmes e que uma aceitava qualquer envolvimento da outra. Sonia me beijou e sussurrou ao meu ouvido: “Gostou da Simone?” Eu beijei o rosto dela: “Ela é deliciosa.” Sonia riu: “Vou provar de noite”, disse com um sorriso safado.
Deixamos as duas na sala namorando e fomos para o nosso quarto. Sonia me contou tudo o que aconteceu no quarto e que Renata tinha pedido para que ela desse a Simone; disse que, num café, Renata revelou que Simone tinha um amigo que comia Simone. Esse homem, casado, tinha um pau enorme e, quando aparecia em casa, comia as duas juntas. Aquilo me deixou com um tesão doido.
Naquela noite, a janta foi delivery; o entregador chegou por volta das 20 horas e jantamos à vontade – as mulheres, só de calcinha, exibindo os seios, e eu, de cueca. Depois, ficamos bebendo na sala; eu sabia que Sonia iria dormir com Simone e Renata. O clima entre as três esquentava na proporção em que as taças de vinho iam ficando vazias.
Sonia perdia a linha quando bebia; ela e Simone trocavam olhares cheios de desejo, enquanto Simone e Renata cochichavam, como se combinassem algo. Tocava uma música suave e Sonia se levantou, retirando Simone dos braços de Renata. As duas se abraçaram, só de calcinhas, e começaram a dançar agarradinhas. Eu e Renata olhávamos, cada um sentado num sofá. Simone acariciava o pescoço de Sonia; com os corpos colados, uma sentia o calor da outra, roçando as bucetas por cima das calcinhas. Renata, só de calcinha, me olhava e alisava a buceta por cima do pano na minha frente – eu observava fascinado sua buceta grandona.
Sonia e Simone se beijaram com desejo. O beijo suave de Sonia encontrou o beijo bruto de Simone, que chupou seus lábios, fazendo Sonia gemer e se entregar completamente. Simone afastou-se um pouco, pegou Sonia pelos cabelos com força, assumindo o comando sobre minha esposa; levou-a em direção ao quarto dela sem dizer nada. Sonia ficou calada. Na porta do quarto, Simone deu um tapão forte na bunda enorme de Sonia – “Aaiiii, Simone”, gemeu Sonia. Simone deu outro tapão ainda mais violento, arrancando um gemido descontrolado – e eu e Renata já sabíamos que Simone iria comer Sonia.
As duas entraram no quarto, Simone fechou a porta e Renata sorriu para mim. Ela levantou, veio sentar do meu lado, me abraçando e aproximando nossos corpos. Ficamos calados, escutando os sons dos tapas e os gemidos de minha esposa.
Renata e eu estávamos praticamente nus – eu de cueca e ela com apenas uma calcinha minúscula. Seus seios estavam duros, os mamilos inchados de tesão; o vinho e a cerveja nos tomavam. Minha mão acariciava suas coxas grossas, enquanto ela se voltava para mim com um sorriso safado. Nossas bocas se beijaram, minhas línguas se misturaram à dela; Renata acariciou meu peito, descendo a mão até meu pau duro, abaixou a cueca e o segurou, masturbando-me enquanto segurava minhas bolas. Seu corpo curvou-se e sua boca procurou meu pau – a boca quente, gostosa e molhada foi engolindo o pau, me deixando louco. Ela chupava, lambia e beijava, envolvendo o cabo grosso da pica com seus lábios, babando enquanto eu ia tirando a cueca e ficando completamente nu, enquanto ela chupava com prazer.
Ela soltou meu pau e, ainda sentadas, suas bocas se encontraram, fazendo-me sentir meu próprio gosto. “Eu sempre quis isso”, disse; “Eu sei, vou te dar o que você quer”, replicou, fazendo-a levantar. Ainda sentados, tirei sua calcinha, deixando-a nua – sua buceta toda lisa, grande como a da mãe, linda demais. Passei a mão na sua buceta, sentindo o mel encharcar minha mão. Deitei no sofá e fiz com que ela deitasse de costas para mim, abraçando-a por trás; meu pau, inchado de tão duro, encontrou o caminho, encaixando na buceta. “Mete”, ela pediu. Meu pau forçou e a buceta se abriu; segurei-a firme por trás, ela gemeu alto quando cravei a pica. Meu pau entrou todo – Renata sussurrou: “Me come gostoso, eu sempre quis dar a buceta para você, fode minha buceta”, enquanto empurrava o corpo para trás, querendo mais pau na buceta.
Fiquei abraçado nela por trás, com o pau cravado em sua buceta melada; ela gemia rebolando e aguentava meu pau todo enquanto eu ouvia os tapas e os gemidos de Sonia no quarto.
Perdemos a noção do tempo; eu metia forte na buceta por trás, beijando seu pescoço. “Deixa eu botar na tua bunda”, pedi. – “Deixa, faz o que você quiser; me come toda”, ela pediu. “Vamos para o quarto”, falei, fazendo-a levantar. Fomos de mãos dadas para o meu quarto – eu tava doido para fuder aquele rabão grandão que ela tinha.
Entramos no quarto e levei Renata para a cama; ela me beijou, me abraçando, enquanto sua mão procurava meu pau, segurando-o com vontade e me deixando ainda mais excitado. Ela ajoelhou na cama e virou, oferecendo sua bunda grandona. Peguei um tubo de gel da mesinha, fiquei de joelhos atrás dela e abri suas nádegas, deixando o gel escorrer, melando o cu e espalhando-o, lambuzando seu furo todo. Encostei o pau no cu; ela se entregou toda, deixando meu pau forçar. Seu cu delicioso se abriu como uma flor. “Bota no meu cu”, ela pediu, gemendo ao sentir o pau entrar. Segurei firme seus quadris e cravei tudo; ela gemeu alto, aguentando cada investida.
Castiguei o bundão dela, metendo forte; ela ficou doida, seu cu se contraiu, apertando o cabo grosso do meu pau. “Aaaiiii, mete tudo, aaaiiii, meu cu, que pau gostoso – enfia, fode meu cu”, ela pedia, enquanto eu continuava. Renata gozou com o pau enterrado no cu, chorava baixinho, empurrando o bundão para trás, querendo tudo no cu. Continuei fudendo, metendo e tirando daquele bundão quente; quanto mais eu metia, mais ela desejava, gemidos se intensificavam enquanto ela rebolava, empurrando a bunda contra o pau. “Aaaiiii, eu tô gozando”, ela falou baixinho.
Meu pau continuou enterrado, fudendo o cu quente dela. Eu estava nas últimas, mas me segurava, prolongando o momento; sentindo meu pau todo dentro, não consegui mais me conter e gozei com a pica enterrada naquela bunda grandona.
Meu corpo desabou sobre o dela; nossos corpos se esfregaram, o pau perdeu a ereção, ela me abraçou e suas bocas se encontraram num beijo, unidos apesar da insatisfação – pois sua buceta quente pedia mais. Logo meu pau endureceu de novo, procurando o calor de sua buceta, entrando todo e fazendo-a gemer e se arreganhar, pedindo mais. Metei forte, fazendo-a soluçar, e sua buceta se abriu para receber o pau até o cabo, implorando para eu meter tudo. Renata gozou desesperada, abraçada em meu corpo, e seu corpo trêmulo permitiu que eu gozasse nela novamente.
Deitamos abraçados – Renata, deitada com as coxas abertas, acariciando a buceta; seu cheiro de fêmea impregnava o quarto. Ela trouxe meu rosto até sua buceta melada, exigindo minha boca. Chupei aquele bucetão babado, saboreando seu mel; cada lambida arrancava um gemido, e Renata gozou soluçando, enquanto suas mãos me puxavam para si. Acabamos adormecendo.
No quarto ao lado, Simone entrou levando Sonia pelos cabelos e fechou a porta. Simone foi dominada pela nora, sentindo novamente sua mão na bunda, estremecendo suas carnes e deixando-a doida. Sonia empinava a bunda, fazendo-a bater; chorou quando Simone deu um tapa em sua cara.
As duas se abraçaram e se beijaram com paixão; Sonia acariciou o corpão de Simone, descendo a calcinha e deixando-a nua, botando a mão na buceta, acariciando o bucetão da nora e enterrando o dedo em sua racha úmida. Simone gemeu sentindo o dedo fuder sua buceta.
Sonia levou Simone para a cama, onde deitaram abraçadas e se beijaram. Sonia continuava com o dedo cravado em sua buceta. “Deixa eu chupar tua buceta”, pediu. “Chupa, me come gostoso”, respondeu Simone, entregue. Minha esposa beijou seu pescoço e sua boca desceu beijando os seios duros, com mamilos inchados de tesão. Sonia mamou com força, deixando Simone fora de si. Simone abriu as coxas, oferecendo a buceta; Sonia, fascinada, olhou para a buceta da nora, beijou os lábios melados em um beijo íntimo, cheio de desejo, chupando com vontade. Simone enlouqueceu ao sentir a boca da sogra engolir sua buceta, segurou os cabelos de Sonia e enterrou o rosto na sua.
Simone se entregou aos carinhos de Sonia; arreganhou dando a buceta, deixando que Sonia lambesse sua racha melada. Seus gemidos se intensificaram e ela gozou na boca quente da sogra. Sonia continuou chupando sem tirar a boca da buceta; então Simone afastou seu rosto e virou o corpo, deitando de bruços na cama, com a bunda para cima. Jogou as duas mãos para trás, abriu suas nádegas e se ofereceu, gemendo ao sentir a boca quente de Sonia beijar seu cu.
Simone se derreteu sendo chupada no cu – sentia seu cu devorado, beijado, lambido e chupado. Gemeu, choramingando baixinho, sussurrando descontrolada: “Aaaiiii, Sonia, chupa meu cu, você faz gostoso demais, me deixa louca, chupa, aaaiiii, vou goza, puta que pariu, tô gozando.” Seu corpo tremeu e ela gozou, enquanto o pau continuava firme.
Em seguida, Simone beijou e chupou a bunda da minha esposa; ela ficou histérica, os gemidos se transformaram em choro, gozando mais uma vez. Simone não deu descanso, continuou chupando a bunda e a buceta ao mesmo tempo. Sonia perdeu o controle, esfregava o rabão aberto na cara da nora com gemidos desesperados, como se Simone estivesse a matando. Sonia gozou novamente, suas forças abandonando seu corpo.
Simone então virou a minha esposa de frente, envolvendo seu corpo no dela. Sonia abraçou a nora e as duas se beijaram intensamente, como sogra e nora unidas carnalmente – uma em busca de refúgio no corpo da outra, sentindo o calor mútuo, enquanto as bucetas meladas se uniam, esfregando-se e misturando seu mel. Simone abriu as pernas, expondo a buceta, e empurrou a cabeça da sogra para sua buceta. Sonia beijou a buceta, sua língua lambendo a racha por completo, fazendo-a gemer, enquanto a buceta se abria para receber os lábios gulosos da sogra.
Simone estava deitada, coxas abertas, enquanto Sonia, com a cabeça enterrada na buceta, chupava. Foi então que Renata entrou nua no quarto e viu sua mãe chupando a buceta de Simone. Parou na porta, olhando com desejo e acariciando a buceta. Simone encarou-a e, com um olhar de puro desejo, a convidou. Renata aproximou-se da cama, deitou ao lado de Simone e as duas se beijaram: “Você comeu ela?”, perguntou baixinho. Simone, com um sorriso safado, respondeu: “Comi, ela deu tudo para mim – comi a buceta e o cu; agora ela é minha puta, assim como você.” Renata ouvia, beijando o rosto de Simone.
As duas ficaram namorando na cama, se beijando; enquanto Sonia continuava chupando a buceta de Simone e, vendo as duas, seu desejo aumentava. Renata, abraçada a Simone, abriu as coxas, oferecendo a buceta; Sonia largou a buceta de Simone e sua boca foi para a buceta de Renata, que gemeu ao sentir o toque de Sonia.
Renata e Simone se beijavam apaixonadamente, uma engolindo a boca da outra; a boca de Simone beijava os seios duros de Renata, chupando seus bicos pontudos. Ela gemia descontroladamente e arreganhou ainda mais os olhos, enquanto atraía a boca de Sonia, pressionando-a contra sua buceta, como se quisesse enterrar o rosto nela: “Chupa minha buceta”, implorava, enquanto era mamada.
Sonia chupou a buceta de Renata até as duas pararem. Ficou entre ambas, sentindo o corpo macio das duas se esfregar, enquanto sua boca procurava o calor da boca de Renata. Durante o resto da noite, Sonia foi comida por Renata e Simone; seu corpo foi todo chupado e ela gozou até não aguentar mais, adormecendo entre as duas.
No próximo conto vou contar como foi a noite de Natal em nossa casa, onde nos reunimos eu, Sonia, Renata, Simone e um casal amigo, Eudes e Graciete, que contribuíram para que tudo fosse muito mais intenso.
Foi uma noite de Natal sem limites, onde tudo foi permitido e o desejo nos fez perder a razão, vivendo um momento único em nossas vidas.
