Amamentando meu tio na fazenda
- Temas: fazenda, tio e sobrinha, tabu, lactofilia, coroa, anal, oral, amamentação, fetiche, interior
- Publicado em: 31/08/15
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- Autoria: ALINE ARAUJO
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Eu tinha 17 anos. Cabelos pretos até os ombros, olhos verdes vivos e marotos, pele morena clara. Baixinha e muito "mignon". Tipo gostosinha mesmo. Seios volumosos, com bicos grandes e muito rosados. Morava numa cidade pequena e namorava um carinha há algum tempo. Estávamos apaixonados e eu acabei engravidando.
Minha mãe enlouqueceu, pois a cidade era de interior e logo virei a fofoca do dia. Fofoca essa que se estendeu até a criança nascer. Logo que soubemos da notícia, a relação deu uma esfriada. Levamos aos trancos e barrancos até o neném nascer e, quando nasceu, acabou indo viver com o pai e a família dele. Nunca passei necessidade com minha mãe e meus irmãos, mas não tínhamos condição de criar mais uma criança. Então, foi mesmo melhor ela ir viver com o pai.
As duas famílias acabaram por ficar aliviadas e felizes, e minha relação com o pai terminou. Só que as fofocas não. Então, minha mãe decidiu me mandar, por uns tempos, para a fazenda de um tio lá no MS mesmo. Peguei um ônibus até a cidade de Miranda e meu tio foi me pegar lá em sua 4x4.
Era um tio meio que "emprestado". Ele e minha mãe foram criados juntos, mas não eram irmãos de verdade; ficou uma grande amizade ao longo de suas vidas. Ele, então, resolveu fazer esse "favor" para minha mãe de me receber em sua casa, até que as pessoas me esquecessem e o assunto central passasse a ser outro.
Nós não nos conhecíamos e, ao contrário do que imaginei, meu tio era um GATO. Um coroa de 42 anos, pele muito morena e curtida do sol, cabelos curtos e castanhos começando um grisalho muito sutil. Dentes e sorriso perfeitos. E um cheiro de mato e fumo que aguçou meus sentidos.
Logo que nos apresentamos, pude notar seu olhar avaliando meu corpo e pousando direto nos meus peitos, que estavam mais volumosos e cheios de leite, pois amamentei meu filho durante poucos dias. O leite sobrava em mim. Mesmo com o protetor que eu usava, muitas vezes vazava e eu tinha que trocar de blusa mais de uma vez por dia.
Os dias foram passando e seguia-se quase uma rotina. Eu acordava cedo, tomava café com meu tio, ajudava um pouco na cozinha, caminhava pela fazenda, tomava banho de rio... Mas eu sempre podia perceber seus olhares de soslaio para mim. Ele era viúvo, não tinha filhos e não vivia com ninguém.
Uma noite, enquanto jantávamos, ele começou a olhar descaradamente para os meus peitos e, quando olhei para baixo, minha blusa estava encharcada. Pedi licença e fui me trocar. Quando voltei à mesa, expliquei que ainda tinha muito leite por causa da gravidez, o que fez seus olhos se acenderem. Ele disse que "tudo bem" e que eu não ficasse constrangida.
Esse episódio se repetiu até que, uma noite, estávamos na sala assistindo TV quando ele olhou para o vazamento e finalmente disse, sorrindo com o olhar cheio de malícia:
— Minha sobrinha, deixa o tio mamar um pouquinho. Eu fico louco de ver esse leite todo molhando a sua roupa.
Eu respondi, meio envergonhada, mas cheia de vontade:
— Nããão... Você é meu tio. Minha mãe ficaria louca.
— Nem ela nem ninguém vai saber. A casa já está vazia. Deixa vai... Você vai gostar.
Encarei-o por um momento e sorri como uma menininha maliciosa. Ele sentou do meu lado e deitou no meu colo. Levantei minha blusa e abri o fecho do sutiã de amamentação. Pude ver o volume do seu pau crescendo dentro da calça. Acomodei meu biquinho em sua boca e ele começou a mamar como um bebê. Eu gemia e me contorcia de tesão. Ele mamava com vontade, sugando bastante leite, engolindo tudo. O leite era tanto que às vezes escorria pelos cantinhos da boca.
Nos dias que se seguiram, as mamadas tornaram-se diárias. Era sempre depois do jantar. Num desses dias, coloquei um vestidinho bem fininho e transparente, sem sutiã. Ele quase enlouqueceu. Quando deitou no meu colo, foi só abaixar a alça para ele se esbaldar.
— Ai... Mama... Mama peitinho... Mama gostoso, tio... — eu dizia baixinho.
Pela primeira vez, ele botou a piroca para fora da calça e começou a se punhetar. O pau dele era grosso e com a cabeça grande e vermelha. Conforme ele batia a punheta, eu me contorcia e gozamos juntos. Amamentar meu tio passou a ser uma necessidade para ambos.
Certa noite, uma empregada decidiu dormir na casa grande porque meu tio estava com dor de cabeça. Esperei ela dormir e fui, sorrateiramente, ao quarto dele. Ele estava acordado me esperando. Deitei do seu lado, sem calcinha, e comecei a esfregar meu bico em seus lábios até colocá-lo em sua boca. Ele começou a mamar e eu comecei a punhetá-lo devagar. Ele enfiou dois dedos na minha boceta e o leite jorrava, molhando todo o peito dele e o travesseiro.
No dia seguinte, vimos um bezerrinho mamando avidamente em uma vaca. À noite, na sala, eu disse sorrindo:
— Tio... Hoje eu que quero mamar primeiro. Quero mamar igual ao bezerrinho que nós vimos.
Ele abriu a calça e colocou aquela piroca grossa para fora. Comecei lambendo a cabeça e depois abocanhei tudo, mamando e punhetando ao mesmo tempo. Ele gemia: "Mama minha bezerrinha...". Ele gozou uma quantidade de porra deliciosa na minha boca. Engoli tudo.
— Dá essa bocetinha para mim, sobrinha linda — ele pediu.
— Não posso, tio. Tenho medo de engravidar de novo. Mas posso dar o meu cuzinho. Você quer?
Ele me beijou inteira, lubrificou meu buraquinho com saliva e foi enfiando bem devagar.
— Ai, tio... Dói... Que tesão... Mete assim... — eu dizia.
Ele enfiou tudo e começou a estocar, enquanto me fodia com dois dedos na frente. Foi delicioso.
Morei com meu tio na fazenda quase um ano e nós fodíamos quase todo dia. No cuzinho e, depois, acabei liberando a bocetinha também. Mas mamar... Nossa! Eu amamentava ele todos os dias. Isso era certo! Amamentar é tudo de bom!
