A Vontade E A Culpa
- Temas: tesão, colega de quarto, masturbação, voyeur
- Publicado em: 17/10/26
- Leituras: 816
- Autoria: ardens
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Eu nem tinha visto o rosto dele ainda, mas já escutava ele comendo a minha melhor amiga e colega de quarto. A cabeceira da cama da Bia batia repetidamente na parede do meu quarto. Poderia colocar um fone com uma música em volume alto, mas ouvir os gemidos da Bia me excitava muito. Além disso, estava há seis meses sem transar. Namorei por dois anos com o Miguel. Nosso relacionamento era muito bom e nos entendíamos, sabe? A gente tinha cumplicidade mesmo. Porém, depois que completamos dois anos de namoro, ele começou a ficar distante. Quase não nos víamos. Aí um dia eu confrontei ele e ele terminou comigo. Nossa, eu fiquei super mal. Naquela mesma semana eu recebi fotos e vídeos dele comendo uma menina da faculdade. Eu fiquei muito irritada. Aquilo acabou comigo.
Seis meses depois, eu cheguei no apê que divido com a Bia e ouvi risadas vindas do quarto dela. E tinha uma bandana vermelha na maçaneta da porta, era o nosso código pra quando íamos transar com um cara. Quer dizer, ela transar né? Porque eu não vejo uma rola há seis meses.
Me chamo Natália, mas todos me chamam de Nati. Tenho vinte aninhos, cabelos pretos que contrastam com minha pele branca. Meus olhos são escuros e sou bem magrinha. Meu ex dizia que eu era do tipo filé mignon, eu não sei bem o que quer dizer, mas levava como elogio. Até porque é uma carne nobre, né? Os meus peitos são pequenos, mas enchem uma mão e acredito que o que mais me destaca é a minha bunda. As meninas elogiam muito dizendo que ela é empinada, firme e essas coisas. Não tenho uma autoestima lá nas alturas, então é bom receber comentários sobre mim ou do meu corpinho.
A Bia e eu somos melhores amigas desde o primeiro ano do ensino médio. Nós dividimos o apê desde que comecei a namorar com o Miguel. Ela também tem vinte aninhos e é uma linda patricinha. Loira dos olhos azuis e o que falta de peito em mim, na Bia tem de sobra. Ela é bem peituda. Sofre pra comprar sutiã. Ela não é muito fã da bunda dela, mas eu acho bem jeitosinha. E não, nós nunca transamos, tá? Só pra deixar claro.
Nós duas somos jovens dividindo um apê porque sempre falávamos sobre isso. Quando fizemos 18, realizamos o sonho. Além disso, o apê fica bem perto da faculdade que estudamos. A Bia faz letras e eu faço direito. Nós fazemos estágio também, a Bia numa biblioteca e eu num escritório de advocacia da cidade.
Agora voltando a cena onde ouvia os dois transando bem do lado do meu quarto. Eu tava sentindo um puta tesão em escutar a Bia gemendo e todo aquele ritmo causado pelas batidas da cabeceira na parede. Não me aguentei, desci a mão pra minha bucetinha e fiquei ali dedilhando uma gostosa siririca. Enquanto imaginava ela dando gostoso pro cara que não fazia ideia de quem era, eu intensificava meus movimentos. Friccionei tão rápido que explodi num gozo delicioso. Mas me segurei pra não gemer alto. Esperei um tempinho deitada na cama. Logo o silêncio tomou conta do apê. Esperei uma horinha mais ou menos, vesti uma regatinha e um shortinho de algodão e sai do meu quarto pé por pé pra não fazer barulho.
Nosso apartamento tem a porta de entrada que liga pra sala com a cozinha, dividida somente por um balcão meio altinho. Na linha do balcão, tem o corredor que liga para os nossos quartos, um do lado do outro e na frente deles, mas no fim do corredor o nosso banheiro. Apê pequeno mas aconchegante.
Eu fui até a geladeira pegar uma água. Isso já era umas duas e pouco da manhã de sexta pra sábado. Quando me virei, dei de cara com ele. Nem acreditei no que tava vendo. Sério, parecia uma miragem. O nome que a Bia gritava constantemente era Diego, que estava bem na minha frente sem camisa, mostrando aqueles gominhos no tanquinho sarado. Puta que pariu! A Bia tem muito bom gosto. Além de sarado, ele era lindo também. Era cabeludinho, olhos claros que não sabia se era verde ou azul, barba baixinha e cheio de tatuagens nos braços. E ele tava ali me encarando. Fiquei paralisada e um pouco envergonhada também porque a Bia não tinha apresentado ainda. Não consegui nem beber a água até que ele interrompeu o silêncio:
— Posso beber também?
A pergunta dele me desconcertou todinha. Não sabia nem o que responder. Fiquei em silêncio olhando pra ele. Daí ele chegou bem pertinho de mim, pegou o copo encostando a mão dele na minha e tirou da minha mão. Levou até a boca dele e bebeu toda a água que tinha colocado no copo. Deixou umas gotas caírem naquele peitoral obviamente de quem treina pesado na academia. Que raiva que me deu, mas ao mesmo tempo senti um calor subindo. Ele me olhou depois de colocar o copo no balcão e disse:
— Muito obrigado, Nati!
Confesso que fiquei de cara com a atitude dele. E certamente a Bia já tinha falado de mim. O safado foi voltando pro quarto e eu meio que no automático, desci o olhar pra bunda dele. Sério mesmo, homem com bunda bonita é outro nível. Ele olhou pra trás bem na hora que tava olhando. Me olhou, sorriu e voltou pro quarto da Bia. Imagina o desespero que fiquei?! Fui dormir me tremendo toda. Não sabia como seria o dia seguinte nem como seria quando a Bia fosse apresentá-lo.
No dia seguinte, eu acordei umas nove da manhã e fui passar o café. Quando cheguei na cozinha a Bia já tava acordada tomando café. Olhei pra ela e questionei:
— Bom dia, Bia! Você passou café, amiga? Que milagre é esse?
Ela gargalhou e respondeu:
— Não fui eu não, sua boba! Foi o Diego, o carinha pra quem eu dei ontem. Cê não ouviu?
Nossa, fiquei toda sem jeito naquele momento. Já tinha escutado a Bia transando antes mas tinha algo ali que me soava diferente das outras vezes. Geralmente os caras vão embora antes do café. Só que esse cara de agora passou o café. Foi aí que perguntei:
— Ouvi sim, amiga! Tinha nem como não ouvir, mas onde ele tá?
Ela bebeu mais um gole de café e respondeu:
— Foi buscar pão e mais algumas coisas pra passarmos o dia aqui.
Aquilo não tava normal. Fui obrigada a seguir meu interrogatório:
— Amiga, ele vai passar o dia aqui? Isso é novo pra mim.
— Nati, o Diego é diferente! Não é só um cara gostoso que fode bem pra caralho, ele é incrível! Sério, logo ele chega daí te apresento.
Tava com muita vergonha antes mesmo do cara chegar. Nossa, eu vou ter que me fazer de louca quando ele chegar e pior que nem sei o que ele vai dizer também na frente da Bia.
Não demorou muito o cara deu duas batidas na porta e entrou. Ele me olhou de cima a baixo, ainda vestindo a mesma regata e shortinho da noite anterior e disse:
— Bom dia... Nati, certo?
Minha voz falhou na hora e meio segundo depois a Bia disse:
— Certíssimo, gato! Essa é a Nati, minha melhor amiga e colega de quarto. Nati, esse é o Diego!
O cara chegou bem perto e me cumprimentou com beijo no rosto. Nesse momento senti o perfume dele. Perfume desses que marcam mesmo quando passam ou encostam em ti e grudam por longo período. O pior de tudo é que era um perfume delicioso.
Diego chegou, deixou as coisas na mesa e foi tirando. Arrumou pão pra Bia e pra mim sem nem saber o que eu queria. Serviu café novamente pra ela e pra mim. Ficou escorado no balcão só olhando pra nós. Eu nem sabia o que dizer, mas agradeci e fiquei ali tomando o meu café. Não dava pra negar que tinha algo diferente no cara. Eu só não sabia dizer o que era. Mas não existem homens perfeitos. Diego tinha que ter algum defeito e algo me diz que tem algo a ver com a noite anterior porque pela manhã ele deu uma de "senhor cara legal".
Percebi o entrosamento da Bia com ele e era uma química realmente admirável. Em um dos meus goles de café, percebi ele me encarando enquanto a Bia mexia no celular. Tava toda errada já. Era um olhar que mexia comigo completamente. Não sabia afirmar se era carência ou estava mesmo me sentindo atraída pelo boy da minha amiga. O fato era que o olhar dele tava mexendo comigo num nível absurdo. Terminei meu café e fui saindo dizendo:
— Casal, amei esse tempo de vocês mas vou deixá-los aproveitando sozinhos. Vou pro meu quarto!
A Bia deu risada e respondeu:
— Tá bom, amiga! Qualquer coisa estamos aqui.
Eu agradeci e quando tava indo pro meu quarto, vi o Diego piscando pra mim novamente.
Cheguei no meu quarto me sentindo muito mal. Não conseguia entender porque ele mexia tanto comigo sem nem termos tanto contato. Não havia vinte e quatro horas que conhecia ele. Eu fui tentar estudar durante aquele dia mas não conseguia tirar a imagem dele me encarando. Mesmo do meu quarto eu ouvia os dois rindo e conversando. Tava me sentindo torturada já. Troquei de roupa e fui correr num parque que havia perto de casa. E bem quando tava saindo, os dois começaram o maior amasso. Só sei que me sentia extremamente desconfortável. Eu amo e muito a Bia, mas aquela atração estava mexendo demais comigo.
Passei aquele sábado quase todo no parque, revezando entre corridas e descanso no banco. Foi num descanso que pensei em procurar as redes sociais do Diego. Mas quando encontrei, todos os perfis eram privados. A única coisa que pude ver mesmo era a foto dele vestindo uma jaqueta de couro abaixo de uma luz neon. O cara lindo, gostoso e gente boa. Isso não tá certo. Eram quase 18h quando voltei pro apê. Havia um silêncio que me fazia imaginar que não estavam no apê. Fui pro banheiro tomar um banho e quando abro a porta, me deparo com a Bia caindo de boca no pau do Diego. Eu congelei na mesma hora. A boba aqui esqueceu de tirar os fones quando entrei no banheiro e a Bia esqueceu de trancar a porra da porta. Eles olharam pra mim na mesma hora e o mais incrível foi que a Bia não parou de chupar. O miserável do Diego além de não fazer menção de sair dali, também não fez nada além de sorrir pra mim. Aquele momento não durou nem um minuto, mas foi o suficiente pra ver aquela tora enorme sumindo na boca da minha amiga. Fechei a porta e saí gritando desculpa. Que vergonha!
Corri pro meu quarto toda constrangida pelo que tinha visto. É por isso que trancamos a porta, mas o fato da Bia não ter parado me chamou muito a atenção. Realmente foi algo que me surpreendeu por ela ser tão desinibida. Deitei na minha cama e fiquei olhando pro teto pensando em tudo o que eu tava vivendo e sentindo nas últimas horas.
Peguei no sono de tão cansada que eu tava. Acordei era umas nove da noite já. Precisava comer alguma coisa e isso significava encarar o casal na sala, pois pelas vozes estavam lá. Coloquei uma camiseta larga e uma calça de moletom pra ir pegar algo pra comer. Cheguei lá e vi os dois abraçados assistindo tv. Tava arrumando algo quando a Bia disse:
— Amiga, tem pizza no micro se quiser. O Diego pediu tem um tempinho mas tá muito boa.
— Obrigada, miga! — agradeci, me servi e fui pro meu quarto.
Era óbvio que eu tava constrangida e isso ficou bem visível pra eles. Não demorou muito pra ouvir batidas vindo da porta, abri e era a Bia que entrou logo dizendo:
— Nati, não tem porque ter vergonha do que tu viu. Tá certo que tu nunca me pegou no flagra antes. Mas tá tudo bem, fica de boa.
Olhei pra Bia que me deu a mão, aí respondi:
— Quero que tome cuidado com ele, amiga... Não sabemos quem é e pra mim tá suspeito demais.
A Bia gargalhou e depois de quase um minuto respondeu:
— Deixa essa mania de advogada pra depois, amiga. Eu acho até que tô apaixonada por ele! Nunca senti algo assim dessa forma por um cara antes.
A declaração da Bia era inédita em todo nosso tempo de amizade. Eu só consegui abraçar ela, foi aí que ela me pediu:
— Nati, tenta ser amiga do Diego, vai? Por mim!
— Tá bom, amiga. Vou tentar. — respondi pra acalmar ela.
A verdade é que eu tava me sentindo muito atraída por ele e toda vez que via ele me olhava, falava ou fazia algo que mexia comigo. Era uma tortura. Pela Bia, eu teria que tentar ser amiga ou ao menos não me fechar tanto. Mas naquela noite eu passei no meu quarto. Não demorou pra ouvir os gemidos novamente dos dois fodendo. Assim como na noite anterior, eu voltei a dedilhar a minha bucetinha. Desta vez, imaginando exatamente quem era o cara que tava me comendo. Imaginar o Diego, namorado da minha melhor amiga, em cima de mim, embaixo ou atrás era gostoso demais!!
Enquanto as cenas na minha imaginação corriam soltas, os meus dedos massageavam meu clitóris com firmeza. O tesão era tão grande que eu explodi num delicioso orgasmo. O difícil foi não gemer alto. Depois do gozo veio a culpa avassaladora pra cima de mim. Fui dormir com raiva de mim mesma.
No dia seguinte, era um domingo de manhã e ninguém tem pressa num domingo de manhã né? Eu muito menos. Aproveitei pra ficar deitada quase a manhã toda na cama. Quando levantei, os dois já estavam na cozinha conversando e cozinhando juntos. Peguei o meu café e fiquei escorada no balcão fazendo vela pra eles. Fiz isso em respeito ao pedido da Bia no dia anterior. Mas olhar pro Diego enquanto a Bia tava distraída era um esporte que eu me excitava em praticar. Muita coisa passava na minha cabeça enquanto eu ficava secando ele ali. Não sei se o pedido da Bia despertou a minha psicologia reversa, mas a atração só aumentava. Foi quando senti um calor na bucetinha que terminei o café e fui pro meu quarto. Ali eu entendi que precisava me manter longe. E foi isso que eu fiz.
Quatro semanas se passaram e o namoro deles realmente engatou. O Diego vinha no apê sempre quinta, sexta e o final de semana. Algumas terças ele aparecia, mas era bem raro. Eu apenas cumprimentava de longe e tentava ser o mais educada possível. Até olhava tv junto e fazíamos algumas refeições na mesa ou no sofá. Mas tentava me manter distante e o principal... Não ficar sozinha com ele.
Até porque a forma como ele me olhava já entregava muita coisa. Quando a Bia não via, ele piscava, sorria e teve um dia que ele me olhou de cima a baixo e até mordeu o lábio. Safado gostoso esse cara que a Bia arranjou. Não posso dizer pra ela que o namorado dela é um cafajeste porque ela não ía acreditar.
Enquanto o inverno chegava trazendo o frio, a minha temperatura só aumentava. E foi numa sexta a noite que tudo mudou. Eu não acreditava no que tinha rolado. Ainda não acredito pra ser bem sincera com vocês.
Sexta-feira à noite e fria. Véspera de final de semana. A relação com o casal era boa mas distante. Tava indo pro meu quarto quando a Bia, abraçada no Diego, me diz:
— Amiga, hoje tu não escapa! Vem assistir esse filme com a gente. Por favorzinho, não aceito não como resposta!
O que eu ía dizer pra ela? Não tinha saída, precisava aceitar justamente pra me livrar logo da situação. Foi o que fiz, olhei pra ela e respondi aceitando o convite.
Olhei pro Diego que sorriu na mesma hora. Como tava frio, eu fui no meu quarto só colocar a minha calça xadrez de algodão e uma camiseta preta que também uso pra dormir.
Voltei pra sala já me sentando na ponta do sofá com a parede, a Bia no meio e o Diego na outra ponta. Já pra ficar longe do perigo. O filme era de suspense e era bem longo. Tinha mais de duas horas. Aceitei pra fugir e acabou sendo desafiador. Quando o filme fechou uma hora mais ou menos, aconteceu o que eu não imaginava. O Diego levantou pra ir no banheiro e antes de voltar, a Bia roubou o lugar dele na ponta. Ele voltou do banheiro e até pediu pra sentar no lugar dele, mas a Bia falou:
— Amor, senta aqui do meu ladinho. É que eu quero me escorar no braço do sofá.
— Tranquilo, gata! — respondeu calmamente o Diego.
Agora o cafajeste tava do meu lado. Não levou muito pra Bia pedir:
— Gato, pega o edredom pra nós? Tô com frio.
O Diego levantou e pegou o edredom no quarto dela. Voltou, sentou no meio e nos cobriu com o edredom.
Agora sim eu tava ferrada. Já senti um nervoso por estar ao lado dele e coberta ainda. Entre nós o silêncio interrompido somente pelo áudio do filme. Comentei algo com a Bia e percebi que ela não respondeu. Olhei pra ela e tava pescando. Quase caindo no sono. Também pudera, tava bem escorada no braço do sofá. Diego percebeu meu olhar procurando a Bia e foi nesse momento que eu senti meu nervosismo aumentando. Ele encostou a perna dele na minha e ali deixou. Eu não tinha nem espaço pra tentar sair. Diego virou o rosto pra mim, me olhando, buscando o meu olhar. Retribuí o olhar fazendo uma expressão séria, tentando evitar algo da parte dele. Tentativa falha. A boca dele chegou bem perto do meu ouvido, dando pra sentir a respiração quente me arrepiando. Ele ficou por milímetros de encostar na minha orelha e disse:
— Naty, fica tranquila porque eu sei o que tu quer e quanto tu quer isso...
A fala dele foi o suficiente pro meu coração disparar e desmontar por completo a minha seriedade. Diego espiou a Bia que seguia mais pra lá do que pra cá. Sem querer ou não, a Bia montou a armadilha perfeita pra ele. Eu posso afirmar que foi pura ingenuidade dela. Conheço a Bia. Queria tentar sair dali, mas eu lutava constantemente entre a vontade e a culpa. Diego sabia disso. Ele colocou a mão no meu joelho. Não demorou pra que a mão dele subisse até a minha coxa. Ficou alisando devagarinho por cima do tecido da calça xadrez. Meu coração disparava. Se eu saísse dali, ía acordar a Bia e provavelmente gerar uma situação extremamente delicada. A verdade é que eu não queria sair. Diego apertou a minha coxa e percebeu a minha reação de suspiro. Já respirava carregada de adrenalina pela situação. Sua mão firme seguia apertando em intervalos curtos. Ele percebeu que me mantive imóvel, o que lhe motivou a prosseguir com a investida.
Entre apertos e trocas de olhares, Diego foi indo com a mão em direção a minha bucetinha. Mas ele não deixava, apenas ameaçava que ía e isso me deixou com mais tesão do que com medo. Desejava sentir o toque dele me acariciando. Olhei pra ele com uma expressão de piedade quase sem querer. Não conseguia evitar. Olhando bem nos meus olhos, ele foi direcionando a mão bem devagarinho até a minha buceta por cima da calça xadrez. Porém, dessa vez ele não parecia que ia voltar. Ele seguia indo com a mão até que eu instintivamente abri as pernas concedendo permissão total. Meu coração parecia querer saltar da minha boca. Disparava rapidamente. Quando Diego finalmente colocou a mão nela, eu parecia que ia infartar. Meu tesão estava nas alturas. Meu corpo queimava desejando o toque dele. Ele conduziu a mão até a minha xaninha e começou a acariciar, bem devagarinho. Eu suspirava tensa na tentativa de não gemer, embora quisesse demais. A Bia ali do nosso lado, enquanto o namorado dela me tocava. Diego sentiu a umidade na calça e aproveitou disso pra intensificar a "massagem". Nossa, tava gostoso demais. Eram sete meses de siririca e sentir uma mão que não fosse a minha era um prazer imenso. Ele buscou o meu olhar enquanto me tocava aumentando o ritmo e eu retribui dessa vez. Mais que isso, eu mordi o lábio inferior. A puta que havia em mim gritava mais que a estudante de direito. E foi vendo ele sorrir que eu apelei... Peguei na mão dele e conduzi por dentro da minha calça, acessando pele a pele na minha bucetinha. Ela tava meladinha já. Ver ele sorrindo enquanto sentia a minha buceta era uma sensação maravilhosa. Como a calça era de algodão em tecido fino, ele não teve dificuldade alguma pra friccionar os dedos no clitóris. O complicado era ter que conter o meu gemido. Por isso eu suspirava toda tensa com medo de acordar a minha melhor amiga. Olhei pra ela dormindo ao nosso lado e a primeira coisa que pensei foi: "Foda-se, eu não consigo parar e não quero parar. Preciso gozar na mão desse gostoso".
E não demorou pra que isso finalmente acontecesse. Meu coração disparando, os dedos dele aumentando o ritmo até que meu orgasmo viesse numa explosão do meu tesão que eu aguardava sentir a muitos dias. Diego percebeu a minha vibração e colocou a outra mão na minha boca contendo qualquer menção de gemido.
Gozei deliciosamente com a siririca que ele me proporcionou. Ele sentiu meu corpo relaxando, tirou a mão de dentro da minha calça e levou os dedos até a boca. O cafajeste lambeu os dedos e piscou pra mim dizendo:
— Que mel delicioso!
Em seguida, aproximou-se da minha orelha e disse baixinho:
— Sua vez, putinha!
Continua...

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