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3º CONTO: ‘ALINE’ – Um Gosto de M


autor: RayGomes
publicado em: 26/07/17
categoria: hetero
leituras: 367
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Fonte: maior > menor


3º CONTO: AQUELE BEIJO FATAL QUE EU TANTO PRECISAVA
(“That Fatal Kiss Is All I Need”)
[Este conto foi baseado em fatos verídicos, os nomes das personagens foram adaptados para manter a discrição das partes envolvidas]
Andando por GUARULHOS (Bairro dos Pimentas & Bom Sucesso)
‘ALINE’ – Um Gosto de Mel (“A Taste Of Honey”)
Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2015

PARTE I

Ocorreu em meus pensamentos que a partir do momento em que a ‘monotonia virava rotina na Vida de um homem, só podia representar que o Espectro da Morte estaria rondando a sua Alma’. Não que houvesse falta do que fazer. Muito pelo contrário. Havia sim, muitas tarefas a serem executadas de forma minuciosa. Porém, eu atribuo a ‘monotonia’ em minha Vida devido às mudanças que a fizeram rumar para tal... Como por exemplo, a saída de meu irmão mais novo da casa onde morávamos havia quase vinte (20) anos. Depois de muito atrito e bate boca entre familiares, meu irmão mais novo resolveu fazer às malas e ir embora “ganhar o Mundo”, provavelmente deve ter ido morar junto com a namorada, nesse lance de ‘AMOR IMPOSSÍVEL’ que existe na cabeça dos mais jovens. Passara se algum tempo e o clima em casa começou a ‘azedar’. Já passara da hora de eu ir à caça de um outro ‘rabo de saia’ para poder ‘meter’. Neste ínterim de tempo, o Sr. Sebastião e eu já havíamos terminado as obras no apartamento em Jd. São Paulo / Ayrton Senna; Enquanto que eu havia trocado a área de “Humanas” pela de “Exatas” em outra faculdade de Guarulhos. Em meados do mês de Agosto, tive longos cinco (5) meses para correr atrás das matérias, forjar laços e vínculos com colegas de classe e professores, além de tentar conseguir um financiamento estudantil para continuar estudando. Cumpri com as metas e objetivos exigidos pela instituição nos períodos letivos da universidade. Foi quando ao sair de uma das classes a que fazia provas finais, encontrei pregado em uma das carteiras vazias um curioso anúncio de uma acompanhante em Guarulhos. Não me abstive em pegar o anúncio, porém sem deixar transparecer qualquer sinal de empolgação e guardei para mim o anúncio de uma garota chamada ‘ALINE’.
Ao final do ano, meu tio e sua nova companheira vieram para São Paulo para festejar o final de 2014, passando Natal, Ano-Novo e alguns meses de 2015 longe de qualquer amolação de familiares que haviam deixado para trás em Recife (Pernambuco). Longe da faculdade, sem atividades recreativas e produtivas, comecei a sentir um certo ‘comichão’ a perturbar a minha alma... O laudo era certeiro e apontava para um único alvo: MONOTONIA. Pensava que a vinda de meu tio e que as festas de fim de ano em família manteriam minha ‘rotina mais ativa’, mas estava enganado. O clima parecia cada vez ‘mais azedo’. Passei até a dormir até meio dia e a me empanturrar de comida ou beber até que o Fígado atacasse. Já estava farto deste clima... Sr. Sebastião havia retornado para São Paulo e ofereceu me uns bicos para ‘sacudir a poeira’ antes do início do período letivo de 2015. Aceitou, e ao final, receberia exatos cem reais (R$ 100,00). Tratava se de tarefas simples como trocar telhas em um escritório de advocacia, e até colocar coberturas plásticas ‘UV’ em uma creche. Com dinheiro já em mãos eu tinha destino certo: “encher” a bocetinha de ALINE de PORRA!

Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2015
PARTE II

Foi por volta das oito e quarenta e cinco (08:45 h) da manhã que acordei, fui pra debaixo do chuveiro para em seguida resolver fazer a barba. E foi por me apressar demais que acabara de arranhar meu pescoço com a lâmina da gilete, cortando bem abaixo do queixo, no lado direito. O sangue escorria e eu fazia o ‘diabo’ para tentar estancar o sangue enquanto pensava – “Justo hoje!”. Minutos depois peguei o celular e alguns materiais para estudo com o pretexto de ir estudar na faculdade. Guiou a caminhonete ‘FORD-PAMPA’ até o quarto (4°) e último andar do Super Mercado ‘OURINHOS’. Estacionando debaixo de uma sombra para ligar para a ‘ALINE’ do anúncio que havia encontrado na faculdade. ‘ALINE’ era uma acompanhante que fazia ponto em Guarulhos (Bairro dos Pimentas). Já no terceiro toque do celular fui atendido. Ao perguntar se estava falando com‘ALINE’ recebi a seguinte resposta – “Pode falar ‘Amôr’” – Se há algo em que eu não acredito é nesse ‘lance’ denominado “Amôr”, porém, não nego que ADORO quando uma putinha me chama assim. Negociei quanto ao preço e ao horário.
“É cinqüenta reais (R$ 50,00) à meia hora. Uma hora é oitenta (R$ 80,00)” – disse ‘ALINE’.
“Você atende de quê horas até quê horas?” – perguntei.
“Das dez (10:00h) da manhã ás dez (22:00h) da noite”. – respondeu ‘ALINE’.
“Se eu for aí tem como você me atender?” – indaguei.
“Tem sim, Amor...” – foi o que ouviu.
Terminei confirmando com um “Já estou a caminho...”. Ao que obtive como resposta – “Estou te esperando...” – Foi muito vago e muito rápido, mas já havia passado da hora de tirar o meu atraso... Tornei a dar a partida na ignição da caminhonete ‘FORD-PAMPA’, seguindo meu rumo ao endereço do anúncio.
Pegue um leve engarrafamento no final da Rodovia ‘Fernão Dias’ com a ‘Dutra’, perdendo trinta (30) minutos nesse trecho. Logo que me livrei deste trecho ruim, peguei a faixa ‘mais à esquerda’ e pisei fundo rumo ao Shopping Guarulhos Bom Sucesso, repassando todo o trajeto que possuía em mente a respeito do local, afinal, era onde ficava a minha antiga faculdade. Segui às indicações das placas que diziam ‘B. Pimentas’ e ‘Bom Sucesso’. Passando pelo ‘Shopping Riachuelo’, entrando sentido ao ‘Posto Sacamoto’, de resto foi só guiar até a ‘CEAG’ dos Pimentas e estacionar um pouco abaixo do estacionamento do ‘CÉU de Guarulhos’. O resto do percurso eu poderia muito bem fazer a pé. Dei uma última olhada no endereço: ‘N° 5063’. Deixou o celular na caminhonete e peguei somente o que seria essencial, o preservativo da marca ‘SKIN’, a carteira de motorista e exatos oitenta reais (R$ 80,00) em notas miúdas de cinquenta (R$ 50,00), vinte (R$ 20,00) e dez (R$ 10,00).
Fui andando debaixo de Sol forte, até o N° 5063. Do outro lado da rua observei o estabelecimento, pintado numa tonalidade ‘rosada camarão’ de portão eletrônico pintado na cor branca. O portão estava levantado – “... talvez para aguardar a chegada de algum outro cliente...” – pensei. Atravessei a rua e apertei a campainha. Uma mulher veio atender. Abriu as frestas da porta de vidro, e perguntei sobre ‘ALINE’. A mulher apenas disse – “Só um minuto...”. Em seguida pude ouvir a mulher chamar – “ALINE é para você”. A mulher abriu a porta e eu adentrei no estabelecimento. Uma morena bem barriguda, de cabelo preto preso, usando um sutiã vermelho e uma calça jeans rasgada até as virilhas saiu pela porta ao lado da que eu havia entrado. Fiquei meio decepcionado, seria essa “coisa” a ‘ALINE’? A mulher que me abriu a porta passou pela minha frente e disse – “É por aqui”. Respirei aliviado... – “Aquela não era ‘ALINE’ graças a DEUS!”. Passando por um corredor estreito, onde ao final havia vários armários de metal e numerados a direita da parede, fui até a uma porta aberta à esquerda ao final do corredor avistei uma jovem mulata quase que totalmente despida. Essa jovem estava encostada na porta e se pôs a observar me durante um breve instante. Reparei que ela usava um sutiã branco que abarcava os tão graciosos, quanto volumosos seios. Por impulso, estendi a mão direita para cumprimentá-la. Ela aceitou o comprimento segurando a minha mão, enquanto curvava me para beijá-la. No instante seguinte ela adentrou na residência. Pediu licença à mulher que estava a minha frente para adentrar também no estabelecimento. Ela me liberou para entrar. O local era estrito, mas havia na minha frente uma porta que dava a um banheiro e no corredor se encontrava um pequeno fogão acompanhado de uma pequena pia de louça ao lado de garrafas e mais garrafas de bebidas alcoólicas. Notei ao fundo um sofá, no que poderia vir a ser uma espécie de sala. A mulher da entrada chamou novamente por ‘ALINE’. Quando me virei, vi a mesma bela mulata desta vez com o seio esquerdo à mostra. E que enorme e graciosa “biqueta” aquela mulata possuía, quase que pedindo que eu caísse de boca para dar uma mamada direta no peito. Com uma das suas mãos segurando o sutiã, a jovem pediu que eu aguardasse na sala. Foi o que fiz. ALINE era uma mulata que possuía o cabelo escuro, um misto de preto com vermelho fosco. Os cabelos eram lisos (não naturais dela, provavelmente ela o alisara com “chapinha”). Era notável os belos dentes brancos de sua boca carnuda, ‘desenhados’ delicadamente pelas mão de Deus para que ela as usasse para uma finalidade: Efetuar o melhor sexo oral que iria ter em minha Vida!
Enquanto aguardava sentado no sofá da sala, sentiu me levemente incomodado com uma outra garota de programa que se encontrava no estabelecimento. Ela trajava um vestido vermelho berrante, e se encontrava deitada sob um outro sofá à minha frente. Entre o sofá em que eu estava e o sofá em que essa ‘mulher de vermelho’ estava deitada havia uma pequena mesinha de sala. Não tardou muito para que ‘ALINE’ voltasse. Tratei de fitá-la do fundo do corredor de onde ela vinha. Não tirei os olhos de cima dela por nenhum segundo, deixando a entender que eu a desejava profundamente! – e ‘ALINE’ sabia muito bem disso. ‘ALINE’ sentou-se ao meu lado esquerdo no sofá.
“Primeiro vamos conversar, tá bem?” – perguntou ela. Balançou a cabeça em negativa e disse – “Gostaria de ‘conversar’ no quarto”. ‘ALINE’ compreendeu o ‘recado’ e disse que primeiro eu precisava acertar o pagamento. Conforme combinado, dei lhe o pagamento referente ao “serviço” que ela iria me prestar e ambos entramos no quarto.

PARTE III “Deflorando” ‘ALINE’

O quarto era um pequeno cômodo conjugado, com espaço para apenas duas pessoas. Havia uma cama que tocava os dois lados da parede (lugar realmente estreito) e uma janela de alumínio fechada que deixava transparecer poucos raios de Sol. O ambiente era pouco ventilado e iria ficar abafado com bastante putaria pouco em breve. ‘ALINE’ não demorou a se recostar em mim, logo eu já estava passando minhas mãos pela cintura e pela barriga macia dessa mulata. ‘Tira o sutiã’ – disse ela. Eu que nunca tinha tido experiência nenhuma em tirar um sutiã fui posto à prova; consegui tirar o sutiã da pequena em três segundos e meio, tempo suficiente para respirar alivia do e já começar a acariciar os mamilos duros de desejo de ‘ALINE’. Que seios cheios e macios com seus bicos a se perderem por meus dedos.
Eu fiz uma pergunta boba – “Quantos anos você têm?".
“Vinte e quatro, amô” – respondia ‘ALINE’.
Indaguei com um: “E não minta pra mim, hein...”.
“Ôhch amô... Você acha que eu tenho mais de vinte e quatro?” – ‘ALINE’.
“Não, apenas acho que você pôde ter menos idade do que afirma ter...” – Eu.
“Obrigada Amô!” – ‘ALINE’.
Passeava minhas mãos por entre os seios da moça ao mesmo tempo em que ia roçando minha cintura de encontro com a bela bunda de ALINE, a medida que começava dedilhando sua bocetinha por entre a calcinha (a safada já estava toda molhadinha). Fiquei impressionado pela formosura dos peitos dessa pequena.
“Tudo isso é seu” – eu lhe disse.
“Sim. É natural. Cem por cento meu!” – dizia ‘ALINE’ com tom de orgulho enquanto se entregava mais e mais às minhas carícias.
Mulher boa é aquela que sabe se entregar, de resto é só aproveitar o que nos é oferecido. Coloquei meu rosto na nuca da pequena e aspirei profundamente a fragrância natural de sua pele e de seus cabelo – odor de tesão! De dar arrepios...
Abaixe minhas calças e ‘ALINE’ pegou no meu pênis dizendo – “Que pau enorme! Quer que eu chupe?”. Respondi que ‘Sim’, peguei meu preservativo ‘SKIN’, encapei meu pênis. ‘ALINE’ ajoelhou, começou a brincar com meu pênis alisando o até que resolveu botar na boca. “Quê boca gulosa, hein?” – pensei. Soltei um prevê sibilo por ter meus lábios enquanto observava a graciosa cena de ‘ALINE’ com meu pau em sua boca carnuda. Ela brincou com minha glande; Deu suavez ‘mordelas’ com os dentes incisivos na cabeça de meu pênis; Outrora passeava com a língua no corpo de meu pênis; e chegou a ‘engolir’ o pênis até a ‘raiz‘ para provar o quanto possuía uma garganta profunda. Suas mãos brincavam com meu escroto enquanto que eu acariciava o belo rosto da jovem.
Ela parou – “Gostou ‘Amô?”.
“Melhor impossível!” – respondi enquanto observa a boca de ‘ALINE’ melada. Meu pau tava todo babado pela boca gulosa daquela mulata fogosa.
Foi hora de eu retribuir o favor. ‘ALINE’ queria brincar. Ela queria ser chupada e penetrada por brinquedos de pênis postiços que possuía. Eu tirei a calcinha dela e a ajudei a retirar seu salto alto. Deitou se na cama e pediu para que eu brincasse com sua bocetinha, penetrando a com seus brinquedinhos. Advertiu me pedindo para que eu fosse ‘Gentil’ com ela. ‘Gentileza’ não é meu forte, mas é preciso tentar agradar quando se quer fazer uma mulata fogosa gozar. Introduzi com delicadeza o menor dos modelos penianos na bocetinha rosada de ‘ALINE’ ao mesmo tempo em que metia a língua na vulga negra da garota, até achar o que eu estava procurando: o clitóris. ‘Dedilhei’ com a língua a região enquanto ‘ALINE’ possuía meus cabelos em suas mão! Soltou breves exclamações:
“... Isso! ...Isso! ...Mas não morde! ...Sim! ...Assim!”. Terminei descartando o pênis postiço e resolvi explorar a boceta de ‘ALINE’ com meus próprios dedos. Dedilhando e lambendo sua boceta que agora emanava um odor particular – ‘cassolette’ – o mais puro perfume natural da parte íntima de uma mulher. Cheirava a puro tesão! Terminei chupando os meus dedos com o líquido transparente e viscoso que acabara de sair da boceta de ‘ALINE’. Agora era a hora de penetrá-la!
Fui pra cama e pedi que ‘ALINE’ visse por cima. Ela consentiu. Entre minhas pernas ‘ALINE’ segurou meu pênis em suas mão e passou a me chupar. Chupou até a camisinha ficar totalmente ‘babada’, só então ‘ALINE’ veio até a mim. Estávamos agora cara a cara. Arrisquei um beijo de língua. Ela não teve como escapar, e aceitou. Sim, era disto que eu precisava – um “beijo fatal” que eu tanto necessitava! Minha língua agora estava “abusando” da língua da boca de “ALINE”. Já posicionada sob meu corpo, como uma cadelinha sob uma almofada. Peguei meu pênis pela ‘base’ e rocei contra a vulva de ‘ALINE’. Ela respirava ofegante. Fui roçando, roçando e roçando meu pênis ereto pela vulva daquela mulata fogosa até penetrá-la sem qualquer sobre aviso. Peguei ‘ALINE’ de surpresa; Ela não podia esperar que eu a penetrasse tão subitamente naquele instante; a pobre garota estremeceu todo seu corpo. Ela poderia até gritar, mas sua boca estava sendo ‘molestada’ pela minha língua o que a impedia de emitir qualquer som. Só a respiração ofegante e descompassada foi perceptível. Finalmente ‘ALINE’ conseguiu se livrar de minha boca e de minha língua intrometida. Agora sussurrava em meu ouvido – “Mete... Mete gostoso... Vai...” – foi com jogo de cintura que apoiado sob meus pés, encontrei apoio suficiente pra comer a boceta de ‘ALINE’. Eu sentia a contração de sua vagina em torno de meu pênis, querendo agarrá-lo para si. ‘ALINE’ esta vê pernas abertas, enquanto as minhas pernas se encontravam entre as suas. Cruzei a meus braços atrás da cintura de ‘ALINE’, segurando minhas mãos com o intuito de impedir que ela tentasse escapar ou mudar de posição. Ela apenas sussurrava ofegante em meu ouvido – “Mete... Mete gostoso... Vai...” – e por um instante eu desejei estar sem camisinha para poder ‘melar’ toda a bocetinha de ‘ALINE’ com meu sêmen – fazendo com que minha porra escorresse de dentro para fora de sua vagina. Assim, que percebi sua submissão, soltei minhas mãos para poder tocar sua bunda. Fui passando minha mão sem vergonha pelas curvas da bunda de ‘ALINE’ até encontrar o ‘botão’ de seu ânus. Arrisquei enfiar meu dedo em se cu. A mulata fogosa consentiu com um – “Sim... Aí mesmo... bem devagarzinho” – tornei a beijar a boca de ‘ALINE’. Enfiando minha língua em sua boca carnuda. Quando cessei com a foda. Foi a vez de ‘ALINE’ se colocar no domínio da situação “cavalgando” como S. Jorge sob meu pênis totalmente introduzido em sua boceta.
‘ALINE’ estava molhada ao ponto de melar minhas coxas com o líquido viscoso que escorria de sua boceta – sim ela estava bem lubrificada e cheia de tesão! ‘ALINE’ sentava e rebolava sobre meu ‘cacete’; sentando e sentando e sentando – quando final mente parou, tirou meu ‘pau’ de sua boceta e tornou a chupá-lo. Eu também queria voltar a chupar a bocetinha de ‘ALINE’, e para isso ela ofereceu colocou sua graciosa bunda em minha cara. Eu, deitado chupava a bocetinha de ‘ALINE’ enquanto ela, de ‘quatro’ lambia meu ‘cacete’ como uma cadela lambe a um osso em uma harmoniosa posição ‘69’. Enquanto eu fazia ‘música oral’ em toda a vulva de ‘ALINE’ ela se estremecia, ficando ‘trepidante, mais e mais a medida que ia passando a língua em tudo o que estava ao meu alcance. A bocetinha de ‘ALINE’ chegou a ficar mais e mais melada, até que de súbito a ‘piva’ mulata sentou em meu rosto, fazendo cessar todo o tipo de relação oral por instantes. Ela também havia parado de chupar meu pau – quando final mente ela se levantou olhou para mim e disse – “Quê boca quente você tem! Sentiu que eu gozei? Gozei bem na sua boca!” – ‘ALINE’ era realmente uma ‘piva’ fogosa. Olhando pro meu pau ela reparou que era hora de trocar a camisinha. E após a troca reiniciou se mais um ‘ato’.
‘ALINE’ ficou meio de lado, voltada para mim, recostando a cabeça penosamente contra a parede do quarto em quanto eu a efetuava uma – Cuissade – penetração semidorsal, tendo uma das pernas entre as pernas dela, ficando a outra perna mais ou menos dobrada. ‘ALINE’ se pós a me olhar sem nada a fala, estava totalmente submissa, passei meu braço esquerdo em volta de sua cabeça e a beijei na boca enquanto iniciava outra ‘intervenção’ menos agressiva em sua boceta. Estava metendo em ‘ALINE’ bem devagarzinho, sentindo os movimentos internos da vagina dela – movimentos de contração e relaxamento.
“Mete vai... isso... não pára!” – dizia ‘ALINE’ quando conseguia se livrar de meus beijos. Foi o que fiz ‘meti’ e ‘meti’ nela até ter orgasmo. Gozei, mas nem por isso parei. Continuei a me excitar, procurando atrativos como “mamar” nos peitos de ‘ALINE’ e assediando sua boca com minha língua a procura da dela. Permanecemos na posição Cuissade durante o decorrer do tempo; ás vezes eu ‘metia’ com violência em sua boceta, outra vez ia com ‘mais gentileza’ – parando uma outra para tomar um pouco de ar e ‘mamar’ nos voluptuosos e generosos seios de ‘ALINE’. Mais uma vez veio outra ereção! Gozei de novo. Duas vezes dentro da mesma camisinha, na boceta de ‘ALINE’. Tomei ar e deitei na cama. ‘ALINE’ veio ao meu ‘socorro’... – “Gozou meu bem?” – perguntou ela.
“Duas vezes...” – respondi. ‘ALINE’ me olhou assustada. Eu havia gozado dentro de sua boceta duas vezes e nem havia trocado a camisinha entre uma ereção e outra. “Problema seu...” – pensei comigo mesmo – afinal, já estava satisfeito. Poucos instantes depois bateram à porta do quarto avisando que já havia decorrido o tempo do ‘programa’. Levantei da cama. Tirei a camisinha usada e a joguei no lixo. Comecei a me vestir penosamente, enquanto arfava. O quarto parecia uma sauna, o ar estava bastante abafado e quente. Minha bela ‘ALINE’ apenas colocou sua calcinha e o sutiã – provavelmente ela iria para baixo do chuveiro assim que eu fosse embora. Trocamos uma conversa morna e carinhosa fora do quarto ao que ‘ALINE’ me confidenciou que morava em São Miguel Paulista e pretendia juntar dinheiro através de seus ‘programas’ com o intuito de construir uma casa própria para si e para sua mãe. “Boa sorte...” – pensei comigo mesmo.
Minha ‘piva’ mulata disse estar admirada com o fato de eu ter sido gentil e fogoso com ela na cama, alegando que outros homens eram mais rudez, chegando a machucar sua boceta em um sexo oral ou maltratando seus seios ao manuseia-los sem quais quer delicadeza. Não fiquei orgulhoso com a observação de ‘ALINE’ sobre a forma como eu fiz amor (SEXO!) com ela... Apenas senti que ‘havia pegado o jeito para a coisa’ e fique satisfeito. ‘ALINE’ me passou seu telefone pessoal em um pedaço de papel, dizendo para ligar para ela. Afinal, pretendia descer para praia neste final de semana e ao voltar estava disposta a me ter como ‘mais um de seus muitos fregueses’. Pus me a sair do estabelecimento, ‘ALINE’ me acompanhou até a saída, onde a mesma mulher que me deixara entrar abriu a porta para que agora eu pudesse sair. Uma vez fora do local, apenas agradeci e não olhei pra traz. Não fiz questão de dar me ao trabalho de olhar novamente para ‘ALINE’, afinal ela fora apenas outra que ‘veio’ e se ‘fora’ em minha nada empolgante Vida. O Sol do meio dia estava de matar, e tudo o que eu queria era tomar um banho quente e me livrar desse agradável odor de sexo que emanava de meu corpo – o odor da ‘cassolette’ de minha ‘ALINE’ – Mas primeiro, era preciso chegar à caminhonete, encarar duas rodovias sob Sol ardente... E ‘ALINE’... Só Deus sabe o que se fez de ‘ALINE’. Fiz o que queria com ela – havia beija do ela e provado de todo o seu “mel” e...
...E nunca mais retornei para vê-la...

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

‘ALINE’: ‘REMARKABLE! MORE EXCITING THAN THE FIRST’!
(‘EXTRAORDINÁRIA! TÃO EMOCIONANTE QUANTO A PRIMEIRA’!).




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