Sexo para maiores de 60: Helena a dama dos cabelos Brancos.
- Temas: sexo anal, sexo oral, amor
- Publicado em: 04/04/25
- Leituras: 401
- Autoria: PauloPinto
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Sexo para maiores de 60: Helena a dama dos cabelos Brancos.
Eu estava em um evento em BH, quando terminou, resolvi ir a um fast-food com a ilusão que seria mais rápido. Acontece que tinha muitos alunos saindo de um colégio da região e estava uma algazarra. Fiz o meu pedido, mas pelo visto ia demorar a ficar pronto. Procurei uma mesa para esperar e quase todas estavam ocupadas. Localizei uma daquelas de 6 lugares que tinha uma senhora de cabelos brancos sentada com uma ficha na mão. Fui até ela, perguntei se esperava alguém e ela disse que não. Então pedi licença e sentei.
Ela: "É tão bom quando alguém pede licença. Isso não existe mais. Chegam sentam e nos ignoram completamente. "
Eu: "Parece que somos da mesma geração. Então sua indignação é a mesma da minha. Onde em nossa época faríamos uma algazarra dessa. Épocas diferentes."
Ela: "O senhor foi ao ponto, épocas diferentes. Criações diferentes."
Eu: "Ainda por cima tomei a decisão errada de comer em um fast-food achando que ganharia tempo."
Ela: "Parece que tomamos a mesma decisão errada." Risos.
Eu: "Sai de um evento de um fornecedor e teve um coffee break, comi uns salgadinhos, estou sem muita fome, resolvi comer um sanduíche e aqui estou. "
Ela: "Meu motivo foi não ter ânimo de cozinhar apenas para mim. Resolvi dar uma voltinha no shopping e comer algo. A janta eu vou fazer."
Eu: "Mora sozinha?"
Ela: "Sim, viúva a uns anos e filhos em 3 estados diferentes."
Eu: "Lamento. Mas, bonita como é, deve ter pretendentes?"
Ela: "Não me acho tão bonita, mas pretendentes sempre aparecem. Mas não os quero, gosto de minha liberdade. Já estou ficando velha, não tenho mais paciência com as concessões que temos que fazer para manter um relacionamento. "
Eu: "Interessante isso. Chega uma época que nos dá preguiça de ter que por algum motivo explicar porque quero ficar sozinho, ou não quero ir a tal lugar."
Ela: "Eu me chamo Helena e você."
Eu: "Me chamo Paulo. Um prazer te conhecer Helena."
Ela: "O prazer está sendo meu. Parece que meu número foi chamado. Vou buscar, volto já. "
O meu número também foi chamado. Voltamos e ficamos lanchando e conversando.
Eu: "Helena, você tem um cabelo muito bonito. São de um brilho ofuscante. Os meus se os tivesse, seriam brancos também. Mas o cavanhaque é branco."
Ela: "Obrigado Paulo, resolvi deixá-los brancos, é libertador. Não sou escrava das tinturas."
Eu: "Se não falasse sua idade aproximada eu acharia que era só por moda o seu cabelo branco. Sua pele é muito bonita."
Ela: "São seus olhos, querido, também alguns creminhos milagrosos." Risos.
Conversamos muito e nem vimos a hora passar.
Eu: "Repare Helena que os garotos barulhentos já foram embora. A maioria das mesas estão vazias. Nós estamos conversando a quase 3hs. Como é bom conversar, já sei que é viúva, sei que é mãe de dois homens e uma mulher. Sei que tem 5 netos. Sei que voltou a BH a 2 anos. Você sabe de muita coisa minha. E não foi uma conversa enfadonha."
Ela: "Nossa, perdemos a noção do tempo, tinha algum compromisso?"
Eu: "Tinha, mas não era de meu conhecimento prévio. O destino tinha marcado para mim um encontro com uma senhora encantadora, inteligente, culta, bonita, charmosa e cujo nome é Helena."
Ela: "E esta senhora está tendo o prazer de conversar com um senhor charmosíssimo, encantador, galanteador, inteligentíssimo e amoroso. De histórias lindas. Esta senhora, também conhecida por Helena, convida o amigo para tomar um café em outro local. Aceita?"
Eu: "Convite aceito. Onde iremos?"
Ela: "Conheço uma cafeteria bem aconchegante não longe daqui. Podemos ir a pé. Vamos?"
Fomos até a cafeteria e lá ficamos até o cair da tarde. Falamos de tudo, amor, família, livros, filmes, esportes, viagens. Os assuntos nunca se esgotavam.
Eu: "Estou encantado com minha nova amiga. Pena que as horas não param. Por mim fico aqui por mais tempo com você, mas temo por você ainda ter que ir para sua casa."
Ela: "Eu já estou em casa. Essa cafeteria é de uma amiga querida que infelizmente não está presente hoje. A cafeteria está ao lado da entrada do prédio onde moro."
Eu: "Assim fico mais tranquilo."
Ela: "Você me disse que tem suas maluquices. Me fale delas."
Eu: "Uma é muito normal. Sou apaixonado pelo meu time de futebol, tenho um amor profundo e ele me conforta pela história que lhe contei. A outra não sei se falo."
Ela: "Pode falar.”
Eu: "Adoro sexo. Sexo é tudo de bom. Arrisco escrever uns contos baseados em minhas experiências. Não se assuste, por favor. Já pratiquei swing, ménage, muto sexo convencional. É um assunto que adoro falar e já pratiquei muito, hoje só quando encontro a pessoa que me atrai. Mas amor não quero mais. Chega de satisfações."
Ela: "Mas sexo é muito bom. Eu e o meu falecido marido adorávamos. Mesmo com as crianças em casa sempre dávamos um jeito de variar. Quando aposentamos dizíamos que faríamos tudo que quiséssemos, tinha chegado a hora de conhecer outras práticas sexuais. Veio a doença e não aproveitou nem 3 meses de nossa aposentadoria. Chato."
Eu: "Lamentável. "
Ela: "Vamos ver os últimos raios de sol?"
Eu: "Onde iremos Helena?"
Ela: "Basta sair daqui andar 3 passos, entrar no prédio, pegar o elevador até o décimo andar."
Fomos para o seu apartamento. Era um apartamento bonito e com uma vista linda.
Ficamos ali quietos, assistindo à chegada da noite. Quase não falamos. Senti algo no ar.
Ela: "Me deixe ler um conto seu."
Eu: "Acredite, tenho vergonha. "
Ela: "Deixa Paulo."
Fomos para o escritório dela e abri o site em seu computador.
Ela lia atentamente.
Eu olhava os livros de sua estante.
Em um dado momento ela disse que precisaria ir ali e entrou no seu quarto.
Voltou e leu mais um conto. Ficou em silêncio e fomos para a sala.
Helena usava uma calça jeans bem apertada que marcava o seu bumbum e suas coxas, também usava uma camisa de malha branca bem colada ao corpo. O que deixou transparecer que os bicos de seus volumosos seios estavam duros. Suas bochechas estavam vermelhas. Ela visivelmente foi tocada pela leitura dos contos.
Sentamos num sofá, ela continuava em silêncio pensativa.
Eu: "Acho que já vou embora. Saiba minha querida Helena que de forma alguma quis te constranger com minhas histórias e contos, quero te agradecer pela companhia nesta tarde maravilhosa e pela confiança de me trazer ao seu apartamento para ver o pôr do sol. Obrigado!"
Ela: "Não me causou nenhum constrangimento. Sexo não é para ser constrangedor. Meus pensamentos estão nas lembranças do meu falecido marido. Como já te disse tínhamos planos para conhecer outras formas de amor, já tínhamos a família criada e nossa base voltaria a ser BH. Paulo, quando eu e ele estávamos a sós em nossa casa, ele fazia amor comigo em locais e situações inusitadas. Era eu fazendo um almoço, ou tirando um pó de um móvel. Ele me deitava na sala ou mesmo na cozinha e fazíamos amor. E minhas melhores lembranças são desses momentos. Nunca fomos um casal careta. Me constrange é saber de homens que violentam a própria filha e em público defendem a Moral e os Bons Costumes. Suas histórias não me ofendem só me trazem sentimentos que não vivo mais. Tinha tanto tempo que não sentia algo que senti hoje. Constrangida nunca foi a palavra, tive vergonha de ter deixado transparecer algo que senti na sua frente. Afinal te conheci hoje."
Eu: "Aí não concordo. Escrevo estas modestas histórias para que alguém do outro lado sinta o que você sentiu que na maioria das vezes é o que eu vivi."
Ela: "Será muita audácia eu te convidar para vir um dia desses aqui em casa para eu fazer um café especial para você, para vermos um pôr do sol e depois lermos uns de seus contos juntos. Aí, fiquei novamente ruborizada."
Eu: "Que convite encantador, será um prazer para mim. Espero que também seja para você. E o rubor que quero ver em sua face é por outro motivo. Marque hora e o dia que estarei aqui."
Ela: "Você deve ser fruto de minha imaginação, só pode! Minha ansiedade é igual a sua. Para mim pode ser amanhã às 16hs."
Eu: "Minha linda Helena, amanhã estarei aqui no horário combinado. Te desejo uma linda e boa noite e amanhã nos encontraremos aqui."
Ela: "Meu coração está aos pulos. Antes de dormir ainda lerei um ou dois contos, preciso saber de seus mais íntimos desejos. Boa noite Paulo!"
Me levou até o elevador e me deu um selinho.
Às 16hs me anunciei ao porteiro.
Ela abriu a porta e me convidou a entrar, entrei, lhe dei um selinho e ela me deu outro. Entreguei a ela os bombons que havia levado. Ela me agradeceu com mais um selinho, este mais demorado. Ela estava muito sexy. Usava um vestido que mais parecia uma saída de praia. Era quase que transparente, dava para ver nitidamente que a sua calcinha era azul escura e cavada, seu sutiã era meia taça também azul . O vestido além da transparência era soltinho. Ela devia ter 65 anos, mas seu corpo era muito bonito. O batom que ela usava deixou seus lábios convidativos. Seu cabelo estava ainda mais lindo e cheiroso. Seu perfume era maravilhoso. Ela estava pronta para mais que um café. Olhei para a mesa do café posta tudo estava impecavelmente arrumado. Parecia que ela iria receber mais pessoas de tanta fartura. Sentei de um lado da mesa e ela do outro.
Eu: "Ainda estou processando esta recepção. Tudo está muito perfeito. A começar pela anfitriã. Você Helena está linda. Você está sexy. Seu perfume é perfeito. Esta mesa está maravilhosa. Tudo muito bem arrumado. Agradeço muito a consideração."
Ela: "Não é sempre que encontramos pessoas que valha a pena recebê-los em nossa casa. Paulo, estou muito nervosa. Sei que é este doce de pessoa, mas meu coraçãozinho está quase saindo do meu peito."
Eu: "Não fique minha linda Helena. Você está perfeita. "
Ela: "Tenho medo que me ache uma velha assanhada."
Eu: " Nem velha e nem assanhada. Pensei em linda, gostosa e sexy."
Ficamos quase uma hora conversando. Ela: "Paulo, vamos até a janela, olha que céu lindo. Fomos e ficamos olhando o lindo pôr do sol. Ela estava ao meu lado com as mãos para frente apoiada no parapeito da janela, assim como eu. Depois de um tempo eu passei a mão na sua cintura e fiquei acariciando por cima do fino vestido. Ela se ajeitou, chegou mais perto de mim e também passou a mão em minha cintura. Puxei ela mais para perto. Ela olhou para mim com seus olhos cor de mel e colocou levemente sua cabeça em meus ombros. Seu perfume era um convite a um cheiro no seu pescoço. Depois de um tempinho eu desci minha mão até suas nádegas, fiquei acariciando muito suavemente o seu bumbum, comecei a contornar com meu dedo o relevo de sua calcinha sob o vestido. Acompanhava o formato e isso me fazia chegar bem perto de seu cuzinho. Ela se ajeitou. Olhei para ela e seus olhos estavam fechados. Eu saí da posição que estava, me posicionei atrás dela e coloquei minhas mãos logo abaixo de seus seios e fiquei acariciando ainda por cima do vestido. Coloquei meus lábios no seu pescoço e fiquei passeando por toda a sua extensão. Também passava o conhaque. Sinto ela contrair o bumbum. Os pelos de seus braços estavam em pé. Ela apertou mais o bumbum e fez movimentos laterais com ele, como estivesse se ajeitando para sentir o meu pau no seu rego. A cada beijo no seu pescoço ela rebolava mais gostoso. Ela virou para mim. Olhou diretamente em meus olhos e me ofereceu os seus lábios. Trocamos um beijo quente. Ela descolou os lábios de mim e disse: "Vamos pular a parte da leitura agora, deixemos para os nossos intervalos. Eu quero ser uma personagem de seus contos. Paulo, faça tudo comigo, tudo. Sei dos seus desejos e me preparei para realizá-los."
Eu: "Você me deixou com tesão desde que abriu a porta."
Ela: "Era a minha intenção. Que bom que deu certo. Vamos para o quarto."
O quarto estava impecavelmente arrumado. Sua cama parecia cenográfica, perfeita, o cheiro do quarto era muito bom. Tinha um enorme espelho, do chão quase o teto - segundo ela, era para se trocar - com moldura, o ar condicionado na temperatura certa. Ela me abraçou e disse: "Durante o café eu estava muito nervosa, mas depois que começou a me acariciar, eu fiquei mais segura. Meu marido dizia que eu era boa de cama. Nunca gostei de ser tratada como bibelô. Ele dizia que quem tinha mulher como eu não precisa procurar outra na rua. Então meu amor, os meus cabelos brancos são só moldura do meu rosto. Já fechamos a porta, agora não sou mais a Helena vovó, sou uma mulher cheia de desejos."
Disse isso e começou a desafivelar o cinto e a tirar minha calça, tirou minha camisa, eu ia tirar a cueca e ela não deixou.
Ela: "Deixa, eu quero tirar. Preciso acariciar este volume antes de vê-lo. Tire o meu vestido."
Eu olhava o seu reflexo no espelho, puxei o vestido lentamente, fui revelando o seu bumbum, ela levantou os braços e eu já tinha o seu corpo junto a mim. Seu bumbum, como todo o seu corpo, é branquinho. A calcinha cavada valoriza ainda mais o formato de sua bundinha. Seus seios expostos pelo sutiã meia taça se oferecia para mim. Ela é uma mulher linda, não deve nada a nenhuma outra mulher. Como são burros os preconceituosos. Ela me beijou com volúpia. Ela se esfregava no meu pau, que ela deixou guardado dentro da cueca. Eu a segurei pelo bumbum e a puxei contra mim. Com uma mão ela segurava minha cabeça e com a outra ela apertava o meu bumbum.
Ela: "Está gostando de ver minha bunda no espelho, está taradinho? Aposto que já está imaginando comendo-a. Você é um safado comedor de bunda. E eu sou mais safada ainda que gosto de dar."
Eu já beijando o seu pescoço e apertando ainda mais suas nádegas disse: "Lê pensamento também, gostosa? Desde que vi seu rabo através do vestido, imagino fodendo o seu cuzinho. "
Ela: "É puto, vou rebolar nesse pau gostoso. Vai tirar meu atraso de dar a bunda." Continuou: "Minha buceta está alagada, passa a mão nela, passa. Como estou com saudade de uma rola dura. Agora entendo quando falam que tem viúvas que a xoxota até chora quando vê uma rola. A minha está chorando de vontade."
Passei a mão por cima da calcinha e ela estava ensopada. Puxei a calcinha para o lado e passei meus dedos na sua buceta.
Ela: "Isso amor toca uma siririca em mim, preciso gozar logo."
Assim fiz, rapidamente ela gozou.
Ela: "Isso, gozei nos seus dedos, agora vou gozar no seu pau, safado."
Ela me empurrou para a cama, começou a morder meu pau sobre a cueca. Mordia por toda a extensão dele, e quando chegava na cabecinha ela mordia com menos força.
Ela: "Olha o tanto que este pinto já molhou sua cueca. Ele tá querendo muito foder minha buceta."
Ela foi puxando a cueca para baixo até ele escapar bem perto de sua boquinha. Ela suavemente foi lambendo o líquido que saia nele. Sem colocar a mão ela abocanhou a cabeça do meu pau. Fechou a boca e descia e subia cada vez mais engolia o meu pau. Sem sentir ânsia de vômito como a maioria das mulheres, ela chegou na base do meu pau. Ela o tinha todo dentro de sua boca. Ela engolia e tirava apertando todo o corpo do meu pau. Era lindo ver aquela cabeça com cabelos brancos, sugando o meu pau sem ao menos segurá-lo com a mão. Suas mãos estavam espalmadas no meu peito.
Era fantástico a sensação que eu tinha.
Ela ficou assim por muito tempo, sua saliva escorria por minha virilha. Eu contorcia de tesão. Ela sentiu que eu estava perto de gozar, mordeu o meu pau. Tirou a boca, olhou para ele e deu um beijo. Ficou passando os lábios e a língua nele.
Ela: "Ele é do mesmo tamanho do meu marido. Tem a mesma curvatura. Até o mesmo gosto. Depois vou fazer você gozar na minha garganta sem tocar nele. E aí amor, achou que aquela vovó frágil que conheceu ontem, faria um boquete assim em você?"
Eu: "Nunca duvido de nada. Apenas espero acontecer. Você é uma delícia, que boca maravilhosa."
Puxei ela para cima de mim e lhe dei um beijo. Ela enfiava a sua língua dentro de minha boca, sugava minha língua de lá de dentro. Era um beijo luxurioso, ela não fazia nada pela metade. Ela apoiou o rosto na mão, com um ou dois dedos da outra mão acariciava meu pênis como se estivesse passando uma pluma.
Ela: "Lendo uns textos seus, vi que gosta de fazer amor igualzinho ao meu falecido marido. Até seus toques são iguais. Vai ser difícil para mim não te convidar de vez em quando para um café. Lima - nome do falecido marido - quando me pegava na sala ou na cozinha era para transar, metia com força e gozávamos juntos. Quando estávamos no nosso quarto, fazíamos amor, muitas vezes eu gozava mais de 10 vezes e ele só uma. Fiz com você o que fazia com ele, chupava até sentir a pulsação do pênis aumentar. Aí eu dou uma mordida e a dor faz vocês pararem. Ele nunca ficou com raiva, sabia que seria muito bem recompensado. E ele sempre fazia algo semelhante comigo, mas me deixava gozar. Você fez carinho na minha bunda, igualzinho ele fazia. Naquela hora começou a molhar minha xoxota. Só queria te falar isto, não falo mais do Lima, prometo."
Começou a passar a língua no meu pescoço e foi descendo, mordeu meus peitos, foi descendo, lambeu toda a minha virilha e sem tocar nele foi enfiando o meu pau em sua boca até sua garganta. Ela fazia movimentos que eu nunca tinha sentido. Ela literalmente me fazia foder sua garganta. Foi virando lentamente sua bunda para mim. Eu tirei sua calcinha e ela sentou com sua xoxota na minha boca. Eu chupava sua buceta com muita vontade e ela gozou na minha boca. Seu gozo era espesso, molhava todo o meu rosto. Eu massageava seu clitóris com minha língua, ela rebolava. Eu segurei sua bunda, abri suas nádegas e comecei a passar minha língua no seu cuzinho. Ela reagia rebolando na minha cara. Comecei a introduzir minha língua no cu. Ela aumentava o ritmo da rebolada. Ela saiu da posição e sentou com sua xoxota no meu pau. Ela mantinha os olhos fechados e rebolava, esfregava e sentava. Ela ainda usava o sutiã. Eu sentei, ela passou suas pernas por trás de mim. Eu tirei o sutiã e comecei a sugar seus seios. Ela com o corpo curvado para trás disse em meio a gemidos: "Morde os bicos que vou gozar muito no seu pau."
Quando mordi ela gemeu muito alto e gozou muito. Me abraçou e esfregou sua buceta no meu pau. Eu já sentia que ia gozar, ela saiu do meu pau e mordeu a base dele. Eu curvei com a dor e puxei ela para mim. Ela voltou a me beijar com muita luxúria. Deitou do meu lado olhando para o teto. A mão esquerda segurando a base do meu pau com força. Com a direita ela acariciava sua xoxota.
Ela: "Interrompi seu gozo porque quero ele todo dentro de meu cuzinho. Quando for meter nele, não tenha dó de mim, meta até gozar dentro de mim. Eu adorava tomar no cu."
Eu: "Você aprendeu tudo com seu marido ou teve experiências anteriores."
Ela: "Tudo com ele, já te disse que ele era igual a você, são putos, comedores natos. Ele casou comigo e teve em mim tudo que tinha com outras. Ele não tirou meu cabaço. Antes dele eu tive uma experiência sexual, só que foi por uma tarde toda. Estava na fazenda do meu avô, me escondi na parte de trás do curral, para ver um garanhão cobrir uma égua. Minha xoxota estava babando era adolescente. Meu primo mais velho me viu olhando, foi até mim, me levou para o armazém e tirou minha virgindade da xoxota e do cuzinho. Ele gozou dentro de minha buceta e do meu cu. Arrancou minhas pregas. Meteu em mim por uma tarde toda. Por sorte não me engravidei. Naquele dia já gozei na rola dele. Depois fui ter sexo só com meu marido. Meu primo fugiu de mim. Homens!"
Eu: "Você teve raiva dele? Foi a força?"
Ela: "Não, dei porque quis e não dei mais porque ele fugia de mim com medo do meu pai e de me engravidar. Bobo! Aí resolvi que só voltaria a dar depois de casar."
Eu: "Conta esta história todinha para mim que eu publicar. Ou escreva você."
Ela: "Gostei, vou contar para você em outro dia e você publica. Agora vai ter mais um motivo para voltar." Risos.
Eu: "Você é tão surpreendente que voltaria sem a história."
Comecei a mamar nos seus seios, eles eram tão macios, aliás o corpo dela era muito macio. Comecei a acariciar todo o seu corpo. Ela se entregava completamente aos toques e beijos. Coloquei ela de 4 e comecei a meter na sua xoxota, ela parecia uma puta profissional. Ela gemia, rebolava e pedia para socar. Anunciou mais um gozo. Comecei a socar e a bater naquela bunda branquinha. Ela adorava. Empurrava sua buceta contra o meu pau.
Ela: "Anos sem ter um macho me fodendo, esperei por você puto do caralho. Regaça a buceta da dama dos cabelos brancos. Sou puta, mete na sua puta. Macho, meu macho."
Eu estava louco, metia, batia naquela puta linda. Tirei o mau pau de sua buceta e coloquei na entrada de seu cu e o empurrei. Entrou rasgando, meu pau ardeu, socava e falava.
Eu: "É isso que você queria minha puta. Toma, esfola meu pau vadia. Rebola cadela, queria ser a égua né, anda puta, goza, goza pelo cu." Bati na bunda dela. Ela tocava uma siririca alucinada. Me chamava de cavalo, de puto. Ela deu um urro, estremeceu o corpo e gozou como mijo. Gozou como uma égua mijando. Duvido que todos os vizinhos não escutaram. Ela empurrou a bunda contra meu pau com tanta força que quase cai. Segurei aquela vadia pela cintura e enchi o seu cu com minha porra. Ela empurrava mais e mais seu cu contra mim, eu a puxava. Até que eu dominei aquela égua e ela foi se acalmando. Foi deitando com meu pau fincado no seu cuzinho e respirando mais calmamente. Eu ainda esfregava na sua bunda. Tirei o meu pau e fiquei admirando o buraco que virou seu cu.
Ela começou a expelir a porra. Sua bunda estava muito vermelha. Eu comecei a acariciar e a beijar. Virei ela e seu rostinho parecia que pegava fogo. As suas bochechas estavam vermelhas. Seus olhos cor de mel estavam molhados. São visões que por mais que tente descrever é impossível. Depois de um sexo tão forte, você vê uma figura tão doce. Seu rostinho mesmo com lágrimas era de uma felicidade sem explicação. Um sorriso aparece e pede por um beijo. O beijo é doce feito mel. Sua língua se entrega a mim, os seus seios nos separam ao mesmo tento que me acariciam. Ela sentiu que minha respiração ainda estava alterada. Colocou minha cabeça em seu colo e me acariciava. Com a ponta dos dedos ela contornava os meus lábios. Uma lágrima que escorreu daqueles olhos lindos cai bem ao lado dos meus olhos. Palavras ainda não se ouviam. Até que aquela mulher madura de cabelos brancos olha para o espelho e diz: "Pagaria muito caro para alguém pintar esta cena. Um homem tão viril, agora é uma criança frágil em meus braços. Respira com calma meu amor. Eu cuido de você."
Ficou acariciando cada parte do meu corpo por um tempo que não sei estimar. Acho que dormi no seu colo. Lembro de ela colocar minha mão em seus seios. Lembro de um beijo doce no meu rosto. Não sei se acordei ou recuperei meus sentidos. Eu estava deitado ao lado de Helena, lembrei da mitológica Helena de Tróia a mulher mais linda do mundo. Acariciei seus sedosos cabelos, sua face, toquei nos seus seios lindos e no seu bumbum que ainda estava marcado por dedos que se atreveram a bater em algo tão frágil. Tive raiva de mim. Ela era linda, que mulher incrível. Ela dormia com um sorriso nos seus lábios. Talvez sonhando com seu marido. Merecia aquele sono. Aninhei-me nela e lhe dei um beijo na face.
Ainda sem saber determinar o tempo que se passou. Sinto um beijo em minha boca. Me desperto e vejo Helena sentada ao meu lado, com aquele mesmo vestido só que desta vez sem sutiã e calcinha. Seu olhar era de alegria.
Ela: "Boa noite meu anjo. Vem comer uma torta que fiz para você. Vista este roupão e vamos para a sala. Não sei quantas horas, não olhei de propósito, mas se tiver algum horário a cumprir olhe. Se não, só o cansaço nos dirá a ora de parar."
Eu: "Aperte com força o meu pau. Quero saber se não estou sonhando. Helena linda Helena."
Ela: "Lindo, você é um homem perigoso. Tem encantos perigosos. Vamos comer algo. Ainda tem que comer alguém. Tentarei não gritar tanto. Possivelmente uma beata amarga irá lembrar de hoje na próxima reunião do condomínio."
Fomos para a mesa e comemos a maravilhosa torta. Tomamos um banho e voltamos para a sala.
Ela abriu meu roupão, colocou uma almofada no chão, ajoelhou sobre ela. Segurou minhas mãos e voltou a chupar e lamber meu pau. Engolia até a garganta. Quando ele estava duro e babado ela olhou para mim e disse: "Está na hora de fazer amor com seu amor."
Me puxou para o quarto, deitou na cama, flexionou suas pernas, as abriu e disse: "Venha, venha lembrar de como é doce o meu mel." Eu coloquei minha boca em sua xoxotinha e suguei seu grelinho. Ela falava coisas que eu não entendia, mexia suavemente seus quadris. Tudo acontecia em câmera lenta. Eu passava a língua em toda a extensão de sua xoxota que minava o seu mel. Seu gozo era adocicado, tinha um gosto diferente, e era espesso. Ela emitia sons que para mim eram incompreensíveis, eram como se fosse algo muito profundo. Eu continuava a sugar seu mel e a massagear seu clitóris. Ela estremeceu o corpo, disse algo que não entendi e encheu minha boca com seu gozo doce.
Ela: "Venha possuir sua mulher, seu amor, venha. Preciso sentir você."
Eu fui beijando cada mm de seu corpo, parece que eu sabia de suas reações. Quando cheguei nos seus seios eu fui contornando todo ele com a ponta de minha língua em espiral até encontrar os bicos intumescidos e suga-los como se deles fosse sair algo que eu precisava. Ela foi ajeitando sua vagina em direção ao meu pênis e fez ele penetrar nela. Eu só empurrei e ela vibrava e voltava a emitir sons incompreensíveis. Senti minha espinha ser apertada e uma onda de arrepio percorreu meu corpo. Ela passou suas pernas sobre mim, as apertou, me abraçou e disse: "Tenha o seu orgasmo merecido. Goze meu amor, goze. " Eu dei mais bombadas fortes e gozei muito. Meu corpo amoleceu, mas meu pau continuou duro dentro dela que parecia suga-lo com sua vagina.
Tudo me pareceu estranho. A satisfação do meu gozo era incrível, parecia que eu estava me vendo de cima. Lembro dela me abraçando muito forte e me beijando. Mais uma vez adormeci. Acordei muito assustado e ela estava deitada de bruços com aquela bunda linda branca se oferecendo. Eu fui para trás dela, abri suas nádegas, posicionei meu pau no seu ânus e ele entrou com alguma resistência. Ela se ajeitou debaixo de mim e disse para eu foder ela. Eu meti com o resto de forças que tinha, quando ia gozar ela virou e abocanhou meu pau. Eu gozei dentro de sua boca e ela o deixou limpo, sem vestígios do meu gozo. Ela olhou para mim e com um sorriso me disse: "E um ciclo se fechou." Saímos do quarto e o sol já despontava no horizonte, era um amanhecer lindo. Ela abraçada a mim olhava para o horizonte.
Ela: "Um novo dia. Eu estou realizada, tudo que eu quis que acontecesse, aconteceu. Você é um homem bom. Nunca me esquecerei de você. Mesmo que venhamos a nos encontrar não será o que vivemos ontem e hoje. Você não precisa entender tudo, só saiba que foi importante para mim. Lembre-se com carinho de Helena, a dama dos cabelos brancos. Receberá no seu e-mail o rascunho da minha história com meu primo. Não me procure, eu te acho. Tome seu banho, me dê um beijo e vai meu amor." Tomei um banho, olhei para ela com o vestidinho e lhe dei um beijo apaixonado.
Eu: "Sei tudo, tudo, o que aconteceu desde que lhe dei o primeiro beijo ontem. Mas foi tudo tão maravilhoso que parece que eu era um espectador. Tudo foi comandado por você. Um dia me explica?"
Ela: "Se eu não explicar você vai entender por si mesmo. Tenha um lindo dia."
Dei mais um beijo e fui.
Ainda espero que ela me contacte, o e-mail chegou, assinado pela Dama dos Cabelos Brancos.
*Publicado por PauloPinto no site climaxcontoseroticos.com em 04/04/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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