"Os mais excitantes contos eróticos"


Alexandra entrando na minha vida III


autor: rosario
publicado em: 27/07/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor



Quando terminou de me fazer gozar como uma vagabunda, eu estava encantada com ela e tive a curiosidade de perguntar-lhe se, realmente, ela nunca tivera um relacionamento com outra mulher, anteriormente, pois a achava com uma desenvoltura sem igual, quando se tratava de uma relação homossexual.

Ela me respondeu que, com exceção das duas vezes em que foi beijada por outras mulheres, nunca teve qualquer outro relacionamento parecido com o nosso e tem certeza que comigo, deveu-se ao fato de eu haver despertado sua libido, tanto pela maneira como me abordou quanto com meu corpo, que ela achava divinamente lindo.

Afirmou também que eu a conquistara a cada momento que comigo convivia, quando eu a fazia ver com naturalidade o relacionamento entre duas pessoas do mesmo sexo, principalmente entre duas mulheres. Se a culpa era dos hormônios ou da pré-falada taxa de bissexualidade, ela não acreditava tanto e sim que eu a havia conquistado com minha sinceridade quando abordei esse assunto com ela e principalmente quando ela percebeu que eu, com esse corpo lindo, a desejava como mulher. A partir daquele momento, ela encantou-se comigo.

Usando de toda minha sinceridade, eu disse-lhe que na minha vida, eu sempre opto pelo que de melhor existe e ela era para mim, uma das melhores coisas que encontrei e assim, havia definido que ela teria que fazer parte da minha vida.

Depois de uma meia hora conversando, ela abraçada comigo, ambas de lado, senti que ela estava inquieta, pois começou a roçar uma de suas coxas na minha boceta e parecia querer mais amor. Não trastejei e com carinho, a virei de costas na cama e deitei naquele corpo que me atraía tanto. Beijei-a com muito carinho e bem rapidamente rodei meu corpo sobre o dela e fiquei com meu rosto bem pertinho de sua boceta e consequentemente o dela pertinho da minha.

Esse seria o primeiro 69 da vida dela, ela por baixo de mim e que ela conhecia apenas em vídeos e contos eróticos. Agiu rápido e já senti sua língua me atingindo o grelinho e retribuí da mesma maneira passando a língua na sua boceta.

Ela reagiu abrindo bem as coxas e consequentemente, expondo o grelinho para receber minha língua. Ela abraçando minha bunda, não parava de acariciá-la e tudo que ela fazia comigo eu retribuía da mesma forma. Senti o grau de excitação dela quando comecei a ouvi-la gemer e pressionar cada vez mais sua língua contra meu grelinho e enquanto procurava introduzir sua língua dentro de minha rachinha. Decididamente, ela já sabia fuder uma mulher muito bem. Eu vibrava na sua língua e me abria toda para ela.

Quanto mais ela gemia, mais forçava sua língua contra minha boceta e eu senti que a estava levando a um orgasmo monumental. Procurei pressionar cada vez mais minha língua contra sua boceta e ela começou a entrar em desespero. Com ela tão ativa sobre mim, comecei a gozar desesperadamente e aumentei o ritmo de minhas chupadas no grelinho dela e de repente senti que ela começara um verdadeiro e lindo desespero, abraçada com minha bunda e me puxando para ela.

Desatou a gozar também, soltando enorme quantidade de líquido que eu procurava chupar e gemendo muito, parecia querer engolir minha boceta. Eu estava encantado com aquela safada gostosa, pois agia como uma profissional que conhecia todos os segredos de como fuder uma mulher.

Após gozarmos quase ao mesmo tempo, eu a deixei agir como desejasse e ela permaneceu com o rosto sobre minha boceta, talvez vendo o estrago que produzira, pois eu sentia meu gozo escorrendo e sua língua o lambendo.

Após uns dois minutos, ela deu sinal que queria sair de baixo de mim e eu desmontei dela, girei meu corpo novamente e a senti me puxando para me beijar. Seus beijos eram com muito afeto e muito carinho. Parecia uma adolescente procurando seu primeiro amor e eu correspondia ofertando-lhe muito carinho e amor.

Ficamos de lado novamente, ela com uma de suas coxas dentro das minhas e eu sentia a pressão da sua boceta na minha. Começamos a conversar como duas namoradas.

Falou-me do seu marido que era tão desatualizado com a vida que quando um dia ela falou com ele sobre experimentarem uma relação anal entre os dois, ele afastou totalmente essa possibilidade, dizendo que ela nunca mais tocasse nesse assunto pois isso era “coisa de puta.”

Confessou-me que ele conformava-se com o eterno “papai e mamãe” e jamais havia tentado um 69 com ela, como acabara de realizar comigo. Sentia que estava se apaixonando por mim e abençoava o momento em que eu fui à sua casa, porque a partir daquele instante, sua vida havia mudado totalmente e para melhor. Lamentava porque a felicidade sempre estivera bem pertinho dela e ela nunca havia notado.

Eu disse-lhe que também estava encantado com ela e sentindo algo ainda escorrendo por minhas coxas, convidei-a a tomarmos banho. Ela fazia questão de dar meu banho e eu retribuía com todo carinho. Quando terminei de lavar com muito carinho a sua boceta que tanto encanto me trazia, eu a beijei na boca e ela correspondeu demonstrando já querer partir para o ataque.

Eu fui descendo minha boca pelo seu pescoço, beijando-o e chupando, a ouvindo gemer baixinho e parei nos seus seios. Mamei, chupei, mordi de leve e quando ela empolgou-se em devolver os carinhos, eu fui baixando e minha boca lambendo sua barriguinha linda até atingir sua boceta que exalava um cheiro extremamente agradável, denunciando estar ela muito excitada. Eu de joelhos, forcei a abertura de sua coxas com minhas mãos e fiz ela montar aquela boceta linda na minha cara. Ela, de pé, toda aberta para mim que me encontrava de joelhos dentro de suas pernas, sentia minha língua trabalhando seu clit e de vez em quando mergulhando no seu interior que já derramava a babinha que eu adorava. Ela remexia os quadris na minha cara, agarrando com as duas mãos, o meu rosto.

Eu descobri que ela gozava com muita facilidade e pressionei mais minha língua. Ela aumentou seus movimentos dos quadris e em consequência, sua boceta deslizava na minha cara. Ela gemia forte e disparou: “Chupa, meu amor que vou gozar na sua boca, Chupa minha putinha gostosa, Me fode. Sou tua. Só tua. Vai safada, me faz gozar. Ai, amor, estou gozando.” E os gemidos aumentaram e os movimentos de seus quadris também. Ela soltava gritos e me puxava contra sua boceta com força.

Os movimentos foram diminuindo e os gemidos foram baixando também e ela arfando não tirava os olhos de minha cara que insistia em ficar colada àquela boceta gostosa. Eu sentindo que ela acabara de gozar feito uma vadia, diminuí a pressão de minha língua, até parar.

Passaram-se uns dois minutos para ela afastar meu rosto de sua boceta e me puxar para cima onde procurou minha boca, beijando-me com imensa tesão. Se ela gozava com tanto ardor, eu me deliciava em ter aquela mulher desejável em meus braços. Ela se dizia a mulher mais feliz do mundo, pois até então, não sabia o que era gozar de verdade.

Debaixo da ducha quente, me lavou com carinho como se eu fosse um bebê em seus braços.

Aquela mulher tão desejável, possuidora de um tremendo poder sobre qualquer ser humano, estava ali me jurando amor e carinho. Sua índole era de uma pessoa sincera e fazia questão de me afirmar que estava se apaixonando por mim. Ela desconhecia o poder que possuía. Tinha o mundo a seus pés e, no entanto, escolheu para conviver com ela, um homem rude que não lhe dava o valor devido. Eu entrei na sua vida para transformá-la e fazê-la viver, principalmente quando o assunto era amor e sexo. Eu estava pensando que também estava me apaixonando por ela. Tinha medo pelo meu marido que me adorava, por mim mesmo, pois sabia que ia sofrer, mas insistia que queria muito aquela mulher maravilhosa.

Foi pensando assim que a percebi me enxugando e me carregado para a cama enrolada na toalha. Eu estava obcecada para lhe satisfazer todos os seus desejos, pois não aceitava mais a ideia de não dividir minha vida com ela. Conversamos muito e abraçadas, a vi brilhar os olhos quando eu lhe disse que estava louca para fuder novamente com ela. Sua resposta foi me beijar com ardor e eu me questionava como ela houvera me despertado para o amor dessa maneira e como eu não agia assim há muito tempo. Nem em São Paulo eu estava com tamanha tara por Cristina e Fernando.

Pressentindo que eu havia atiçado sua fornalha, eu tomei a dianteira e puxei-a para cima de mim para que ela colocasse sua boceta no meu rosto, estando eu deitada. Ela veio de leve, como a demonstrar estar lidando com uma novidade no seu novo mundo. Mandei que ela ficasse com um dos joelhos no colchão e apenas trouxesse sua boceta para minha cara. Ela procurava satisfazer o que eu lhe pedia e terminou colocando os dois joelhos no colchão e assim, eu alcancei sua boceta com minha língua. Eu regulava a altura certa para lhe fuder com minha língua, sustentando seus quadris com as duas mãos. Quando minha língua a atingiu na sua sensibilidade, ela se tremeu e começou a gemer, olhando para baixo onde minha língua trabalhava. Senti que não ia demorar muito para fazer-lhe gozar.

Mais uma vez eu ficava me questionando sobre a facilidade com que ela gozava, tão logo era estimulada. Seus gemidos eram o termômetro para o orgasmo que se aproximava. Desta vez, ela soltou-se mais ainda e além de rebolar muito no meu rosto, gemia e gritava quando eu a fodia, empurrando minha língua para o seu interior ou no seu grelinho. Ela soltava palavrões e gemidos desconhecidos. Quando não aguentou mais, falou: “Ai amor, vou gozar. Me fode, vai minha putinha. Vou gozar na tua boca, Bebe meu suquinho. Tou louca. Vai sua vadia, me chupa mais que eu tou gozando.” E desceu sua boceta como a me sufocar e eu soltei mais minha língua que ao ser introduzida naquele lago, a fez berrar e enlouquecer gritando.

Quis permanecer ali sentada sobre meu rosto por quase um minuto, como a saborear aquele momento sublime que até então ela desconhecia.

A madrugada avançava quando nós duas abraçadas tentamos dormir.

Morfeu testemunhava um grande amor em seus braços.







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