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A PIZZARIA - Parte 14


autor: carlão1978
publicado em: 18/08/17
categoria: traição
leituras: 1031
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A PIZZARIA
PARTE 14

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 14. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

Infelizmente, poucos votos e comentários, indicam que a série deva se interromper, antes do final. Porém, em respeito a alguns leitores e leitoras que, sinceramente, afirmam estar gostando das nossas revelações, a eles enviaremos sempre um capítulo adiantado, bastando apenas que votem no capítulo atual, para receber o seguinte, em primeira mão.

Mas, prosseguindo...

A PIZZARIA
PARTE 14

Quando eu e Denise retornamos à casa da Dona Cida, Silvana veio nos atender no portão. Disse-nos que terminara o serviço e estava de saída. Voltaria somente no domingo, pela manhã, devido à folga no sábado.

Ao escutar nossa conversa lá fora, Giovana veio nos ajudar a carregar as compras do churrasco. Silvana até se prontificou em fazê-lo, mas Giovana recusou, dispensando-a do trabalho, para que fosse descansar.

Eram 16:10h de uma tarde quente e ensolarada de sexta feira, e estávamos no horário de verão.

Quando entrei na casa deles, antes que eu me esquecesse, falei à Giovana que teria que levar de volta os vasilhames vazios das cervejas, para devolvê-los ao mercado onde fizéramos a compra.

Por eu ser freguês habitual e conhecido do proprietário do armazém, ele nos liberou as garrafas cheias, para a devolução das vazias no dia seguinte.

Ela perguntou:

—Mas se as garrafas ainda estão cheias Edu, como você já quer pegar os vasilhames vazios?

E completou sorrindo:

—Não vamos beber um engradado de cerveja de uma só vez né?

Como eu já conhecia a casa, devido aos dias anteriores em que lá estivera, lhe falei:

—Não, não. Os vasilhames vazios, assim como o carvão, estão no quartinho da despensa.

—Se você puder abrir a despensa, já pegamos as garrafas vazias, e eu as deixo no meu carro. Completei.

Ela entendeu e perguntou-me:

—Sim. A chave da despensa está junto com as chaves da porta da cozinha né?

—Isso mesmo. Respondi-lhe.

Denise nos deixou após colocar na geladeira as cervejas geladas que trouxemos. Fora até o quarto da Dona Cida conversar com a velha.

Quando Giovana me viu com a caixa que transportamos as cervejas, agora vazia nas mãos, pegou o molho de chaves na cozinha, e foi abrir a despensa.

Entrei primeiro. Era um cômodo pequeno e iluminado por uma janela de vidro, sem cortina. Estava um pouco bagunçado, com algumas garrafas vazias, inclusive de cervejas, espalhadas pelo chão.

Assim que eu comecei a pegar os vasilhames no chão para colocá-los na caixa de transporte, Giovana veio me ajudar. E quando ela se abaixou para pegar uma garrafa, olhei disfarçadamente para o seu decote e percebi que não usava soutien. Depois, olhei com mais atenção, e daí sim, por dentro da blusa, vi seus lindos e redondos seios, de bicos rosados. Meu pau endureceu na hora.

Ela disse:

—Nossa Edu. Como as garrafas estão empoeiradas! Por favor, pegue um pano úmido na cozinha, para eu limpá-las por fora.

Eu estava próximo à parede dos fundos da pequena despensa, já que havia entrado primeiro. Daí aconteceu que Giovana ficou bem no meio da passagem, tendo do seu lado direito uma grande prateleira de madeira, e do esquerdo, outra parede. Para que eu pudesse retornar até a cozinha e trazer o pano úmido que me pedira, ela encostou-se de frente à prateleira, me permitindo sair.

Assim, Giovana ficou virada de costas, por onde eu iria passar. Quando fui sair, já estava de pau duro, e encostei-me nela por trás. Por um momento, esfreguei lhe o cacete na bunda, por cima das nossas roupas, e fui até a cozinha.

Quando retornei, ela ficou na mesma posição, e eu repeti a encoxada, agora um pouco mais devagar. Com certeza, ela percebeu o toque do membro duro dentro da bermuda, por cima do seu shortinho apertado.

Minha vontade foi agarrá-la ali mesmo, mas tive medo.

Depois ela se abaixou, e foi lentamente limpando cada uma das garrafas, com o pano umedecido que eu lhe trouxera. Agora, com uma visão magnifica, de pé eu lhe observava os seios nus dentro da blusa, e ela nem parecia se preocupar em escondê-los.

Eu a via olhando de soslaio para o volume dentro da bermuda, próximo ao seu rosto, mas nada dizia, e sequer esboçava alguma reação. Tampouco eu soube o que lhe dizer nessa hora, mas continuei apreciando o lindo espetáculo, até porque, agachada, ela parecia não ter pressa em terminar o serviço.

Ainda bem que eu nada fiz, no sentido de tocá-la, porque Giovana se levantou depressa quando ouviu os passos de Denise se aproximando, e nos pedindo para pegarmos o carvão na despensa.

Depois saímos, e eu levei os vasilhames até o carro que estava na rua. Quando voltei, fomos acender a churrasqueira.

Daí Giovana nos falou:

— Gente, vou preparar caipirinha para beber. Vocês aceitam?

— Eu quero um pouco sim amiga. Não estou com muita vontade de tomar cerveja agora. Respondeu Denise.

Eu respondi.

—Por enquanto não Giovana, obrigado.

—Vou cuidar da brasa e temperar as carnes com o sal grosso.

—Daqui a pouco tomo uma cervejinha. Está calor.

Então ela e Denise foram à cozinha preparar a bebida, e eu fui cuidar do churrasco.

Passado um tempo as duas voltaram vestidas de biquíni, cada uma com um grande copo de caipirinha na mão.

Nenhuma das duas usava o fio dental amarelo, mas Giovana exibia o belo corpo dentro de um dos biquínis mais curtos da minha mulher. Seu gostoso traseiro estava quase todo de fora. Que pernas lindas ela tinha! Os seios que há pouco eu os vira desnudos por dentro do decote, agora estavam espremidos pelo top do biquíni. Sua barriga enxuta e modelada era linda. Com certeza, tal qual Denise, também era uma quarentona sexy, rabuda e gostosa.

Em poucos goles, Giovana sorveu toda a bebida do copo, e Denise fez o mesmo. Depois as duas pularam na piscina.

Daí Giovana me falou:

—Vá se trocar Edu, e venha nadar conosco.

Denise emendou:

—Suas roupas de banho estão no quarto da Alessandra amor. A Giovana pediu que ficássemos lá, pois o quarto está vago.

Rapidamente fui me trocar e voltei de sunga para continuar assando as carnes.

Passado um tempinho, Giovana saiu da piscina, dizendo que iria buscar mais bebida para ela e Denise.

Quando eu a vi toda molhada, escorrendo os cabelos, e caminhando em minha direção para ir à cozinha, meu pau endureceu dentro da sunga. Ela percebeu, e deu um suave sorriso.

Depois voltou com outros dois copos de caipirinha e levou um deles até Denise, que o colocou na borda da piscina para beber, sem sair da água.

Em seguida Giovana foi até a churrasqueira e eu lhe ofereci como tira gosto um pedaço de linguiça assado, no ponto. De pé, eu o cortava na taboa de carnes, mas quando percebi que ela iria pegá-lo, larguei a faca que usava e segurei-lhe a mão dizendo baixinho:

—Cuidado. A faca pode cortar sua mãozinha.

—Desculpe. Falou-me.

Antes de soltá-la, dei-lhe uma rápida apertada na mão, e ela novamente sorriu. Depois lhe servi o aperitivo, ela o comeu, e terminou o segundo copo da caipirinha.

Voltou novamente à cozinha, e trouxe mais uma dose para si, e para a minha mulher. E depois disso, decidi tomar a primeira cerveja.

A música já tocava alto, e nos embalava.

Por ser fraca para beber, após o terceiro copo, Denise demonstrava estar bêbada, pois saíra cambaleando da piscina. Passado um bom tempo, após o quarto copo, minha esposa ficou ruim de vez. Eu e Giovana fomos levá-la ao quarto em que ficaríamos, e eu lhe pedi que parasse de se embebedar, porque vodka é forte. Recriminei lhe dizendo que deveria ter tomado apenas cerveja.

Giovana, talvez por estar acostumada com esses “drinks”, ao contrário de Denise, não demonstrava sinais visíveis de embriaguez, muito embora a essa altura também não pudéssemos dizer que estivesse sóbria. Estava “mais ou menos”, como dizem, pois falava muito, e demonstrava exagerada alegria.

Dos três, o único realmente sóbrio era eu, pois, até então, havia ingerido apenas uma garrafa de cerveja.

Quando retornamos do quarto, após deixarmos Denise bêbada na cama, Giovana pulou na piscina, e eu pulei atrás. Esbarramo-nos embaixo dágua, e aproveitando o mergulho, passei lhe a mão na coxa, bem devagar.

Ela percebeu o que eu fiz, e não disse nada. Porém, eu a vi caminhando em direção da escada, e imaginei que fosse sair da piscina, por eu ter sido tão ousado. Pensei ter estragado tudo, com a minha pressa desnecessária.

Na escada, lentamente, Giovana subiu o primeiro, depois o segundo, e quando estava no terceiro e último degrau, ao invés de deixar a piscina, virou seu corpo e mergulhou em minha direção.

Era tudo ou nada! Esperei-a em pé, e quando se aproximou, peguei-a de frente e dei-lhe um beijo na boca. Ela tentou sair, se debatendo, mas não a soltei. Porém, ela não fez muito esforço para se livrar, pois logo correspondeu-me o beijo.

Abracei-a forte, e ficamos algum tempo nos beijando, enquanto eu lhe acariciava as costas nuas. Daí, fui descendo as mãos até tocar sua bunda gostosa, por cima do biquíni. Depois, enfiei as mãos dentro da calcinha, por trás, e peguei lhe nas nádegas. Ela gemia baixinho com as minhas carícias, falando que eu era doido.

Em seguida, coloquei meu pau duro para fora e o encostei em suas coxas. Ela própria tirou a parte de baixo do biquíni, enquanto eu me livrava da sunga. Fiquei completamente nu a lhe abraçar, e ela apenas com os seios cobertos pelo top do biquíni. Estava peladinha da cintura para baixo.

De pé, Giovana segurou-me pelo pescoço e curvou as pernas sobre mim. Não perdi tempo, segurei-a pela bunda, e encaixei meu pau na sua buceta. Em poucas tentativas, consegui penetrá-la. Quando ela o sentiu dentro me apertou ainda mais ao seu encontro, e voltamos a nos beijar. Não resistindo tanto, gozei dentro da bucetinha.

Quando fui beijá-la de novo, ela me perguntou:

—Você gozou?

—Sim. Respondi.

Meio bêbada, ela foi dizendo:

—Nossa Edu. Nós fizemos uma loucura hein?

—Mas eu não gosto assim, sabe. Gosto com calma, demorado, sem toda essa pressa que você tem.

— Mas você é muito gostosa. Não tive como resistir. Respondi.

—Você ainda não viu nada gato.

Depois, continuou:

— Mas você sabe que temos que manter segredo né Edu?

—Claro. Pode confiar.

—Se o meu marido descobre, nem sei o que será de mim.

—Fica tranquila. Ninguém saberá nada. Falei.

Daí ela continuou:

—Deixe eu me vestir Edu. Vá olhar o churrasco, que eu vou ver a minha tia.

— Termina logo com isso aí gato, e me espere.

— Quero você no meu quarto daqui a pouco. Encerrou.

—Sim gostosa. Eu também quero você. Falei.

Vesti a sunga, e saímos da piscina.

Talvez continue em um próximo conto. Comentários e votos nos ajudariam a prosseguirmos...
carlao1978arrobabolpontocompontobeerre




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