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O 1º CARALHO A GENTE NUNCA ESQUECE


autor: MEL_NA_XANA
publicado em: 01/10/17
categoria: hetero
leituras: 2065
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Fonte: maior > menor


O PRIMEIRO CARALHO A GENTE NUNCA ESQUECE. Escolada pela mamãe e um e-book, ensinei um menino a ser um super-macho para romper o meu cabaço e me arrebatar de gozo extremo. Que fascinação! Faz oito anos, mas não esqueço.

Eu estava enjoando das bonecas. Pareciam meninas, mas nem boceta elas tinham. Eu queria trocá-las por meninos com pintos de verdade. Que fazer da minha bocetinha? Com aquele túnel comprido que se abria aos dedos, ela devia servir para algo mais além de mijar. Namorar?

Quando me viu maltratar as bonecas, mamãe me deu o e-book “O Amor Sem Mistérios”. Queria-me bem instruída para os novos brinquedos para não cometer erros. Perguntei-lhe:

− Meninos! Do que eles brincam?

Mamãe riu:

− Brincadeira de menino engrossando a voz é pegar meninas de pernas abertas. Quando estiveres preparada, vou ensinar-te novas regras para não cometeres erros. Tens de ter cuidado para a vida não te castigar.

Fui direta aos “Tesões Grandões”. Afiadinha na teoria, fiquei maluca para praticar. Meu sonho de meter-me com meninos me alucinava.

O meu primeiro amor foi um menino lindo, doidão para me pegar de pernas abertas. E eu... Eu estava fascinada para abrir-lhe as pernas. E lá vem ele insistir na pegada... Como eu estava perita na teoria, precisando de prática, ele era muito gentil e eu confiava nele, fui até sua casa para ver como era a tal pegada.

Eu tive educação liberal sem mandonismo, ordens, castigos, tabus, medos, vergonhas e preconceitos como no livro “O Amor Sem Mistérios”. Tínhamos um pacto escrito, igual ao do livro, que cumpríamos rigorosamente: eu não fazia desobediências, desaforos, maldades e malfeitos e não recebia castigos. Só tinha de evitar cometer erros para que a vida não me castigasse. Com esses cuidados eu mesma decidia o que poderia fazer, mas me impunha responsabilidade para que a vida não me castigasse por erros tolos. Evitar os castigos da vida era tarefa minha. E eu vivia em paz divinal com mamãe e papai. Tudo o que nos dávamos era amor por amor.

Aquele menino parecia um anjo e me fascinava deveras. Eu tinha de namorá-lo. Disse-lhe que era virgem e queria conhecer o pênis, ver como funcionava. Como era namorar. Ele ensinou-me a bater punheta e disse que se nos esfregássemos ele ficaria bem duro. Fascinada com a punheta, deixei-o encoxar-me, apertando os meus peitinhos crescidinhos.

Rebolei a bundinha nele e o pau cresceu para mim querendo meter-se no meu cuzinho. Ficou tão duro! Deslumbrou-me. Ele me explicou que estava no ponto de enfiar na bocetinha ou no cuzinho para fazer gostoso.

Também poderia ser chupado. “As meninas adoram enfiá-lo na boca e sugá-lo e brincar de entra e sai bem apertado na boca, afagando as bolas.”

Eu cuidei que já sabia tudo sobre o pinto, mas estava encantada aprendendo as práticas com aquele instrumento que crescia para dar prazeres variados. Eu me extasiava sentindo frissons no corpo todo, maluca para enterrar-me na porra do caralho, mas nós estávamos violando as regras que mamãe me deu de não tocar e não me deixar tocar, especialmente nas partes íntimas, até ela ensinar-me outras regras. Ela sempre me ensinava os procedimentos para eu não ser castigada pela vida que castiga quem comete erros.

Era hora de eu aprender a prática do sexo e como brincar com aquele menino, sem o risco de ser castigada pela vida. Eu já ouvira falar em gravidez e doenças transmissíveis pelo sexo. O meu senso de responsabilidade me impunha cuidados. Na verdade tudo o que aquele menino queria era foder-me. Não tinha ternura, não tinha carinho, não tinha amor. Ele queria foder todas as meninas. A minha determinação de não cometer erros me punha alerta.

Entretanto, aborrecida das bonecas e dos brinquedinhos de meninas, vi que o pênis era um brinquedo deveras fascinante e despertava desejos irrefreáveis. Fiquei desesperada para tê-lo brincando dentro da minha bocetinha, apertada nos peitinhos. Apesar de impúbere e das roupas, eu estava com um bruto tesão e me senti mulher doidona para arrochar na pica e envolvê-lo em amor com o fogo do tesão me queimando. Tive de fugir-lhe para não ceder ao que ele queria e eu ansiava.

Eu estava doidona para comê-lo arrochado na minha menina e estourando o meu cabaço, mas temia o que ignorava e as consequências. Antes de tudo tinha de aconselhar-me com mamãe, minha melhor amiguinha, e pedir-lhe um soutien. Eu achava que para foder tinha de ter meu primeiro soutien, mas logo vi que bom mesmo era in natura: peitos no peito, menino comendo a menina, cuzinho rebolando no pau duro... Concluí: eu preciso é ter o meu primeiro caralho para abrir-lhe as pernas e deixar o menino me comer toda.

Perguntei a uma amiga que comia todos os meninos, sobre ele. Ela respondeu-me: “Xi, ele é devagarzinho. Não dá nenhum tesão”. Isso me fez entender que tinha mesmo de seguir a mamãe na análise dos machões e eu me disse: “Vê lá, tolinha, com quem metes. Pau duro não basta!”. É só um detalhe. Ter o hímen rasgado sem gozo deve ser uma tragédia.

Orientada pela mamãe e pelo livro sobre prazeres, desprazeres, consequências e castigos da vida, pus-me a conquistar meninos para brincar de amasso, analisá-los para conhecer os homens, e tentar encontrar um muito terno e inteligente e compatível com a minha bocetinha e que soubesse fazer uma super-transa com terapia de choque. Deixei-me encoxar por muitos meninos, sempre de calcinha discreta, tentando encontrar o gostosão para a minha bocetinha e que fosse terno, inteligente e capaz de amar.

Eu sonhava com um menino para amar a vida toda. Mas como mamãe me ensinara, é muito difícil encontrar um menino assim. Um menino como eu queria eu não conseguia encontrar e aquele primeiro caralho não me saía da cabeça. Meus buraquinhos me punham maluca por brinquedos na pica. Encoxar era gostoso, mas a menina pedia a pica lá dentro e a fartura de meninos com que eu brincava não era melhor do que o primeiro que eu amava, mas mantinha em banho-maria: devagar, não dá!

Mamãe me disse que se eu recomendasse o livro para o menino que não desistia de mim, eu poderia transformá-lo num super-macho. Ternura é de nascença, mas um super-macho é fácil de fazer, e como eu era muito novinha tinha tempo para encontrar um amor de verdade.

Um super-macho era a minha prioridade máxima. Recomendei-lhe que baixa-se o livro "O Amor Sem Mistérios" da internet, da , dizendo que se ele o lê-se eu lhe daria meus buraquinhos para ele meter à vontade. Seria pura troca de prazeres, mas eu queria os super-prazeres de um caralho bruto me comendo com tratamento de choque em gozo arrebatador. Eu lhe daria o meu hímen alegremente.

No dia seguinte, mal cheguei à escola, ele veio correndo me dizer que já sabia tudo sobre os “Tesões Grandões”. Eu fiquei tremendo toda na expectativa de ter o meu primeiro caralho atochado nas minhas entranhas e, terminadas as aulas, levei-o para o meu quarto na maior agitação, e já fui abrindo a blusinha e levantando a minissaia. O soutien eu refugara. Com meus peitos duros e empinados para que suporte? Cheia de expectativas e oferecendo-lhe as tetas, murmurei:

− Vem me chupar!

Vendo-me com tudo à mostra, ele deixou cair as calças e a cueca e atracou-se em mim, mamando esfomeado nas minhas tetinhas com a pica fuçando na minha boceta por baixo da minissaia. Tirei-lhe a camisa e livrei-me da minha blusa e pedi-lhe para me apertar ao peito. Ele envolveu-me toda muito apertada, com as mãos arrochadas na minha bunda e deixou-se cair de joelhos. Deu-me uma tapona na bunda, arrochando mais e mamou na minha bocetinha metendo a língua no meu ponto G, massageando o meu clitóris com os dedos. Ele aprendeu bem o livro porque a siririca dupla foi arrasadora. Eu vertia muito mel que ele bebia deslumbrado. Farta de gozo, virei a bunda para o ar e mandei-o encoxar-me e comer o meu ponto G, numa super-foda de boceta e ponto G:

- Se me comeres gostoso, levas o meu cabaço.

Ele meteu o pau no meu ponto G e deslizou na minha bocetinha, levando de roldão o meu cabaço, fazendo-me gritar e indo chocar-se no meu fundão dando-me um tesão danado. O meu primeiro caralho cabia na minha bocetinha, preenchendo-a toda. Dava-me prazeres desmesurados a cada estocada no ponto G e enterrando-se na minha bocetinha. Dei uma contraída muito forte da bocetinha no caralho que invadia a boceta depois de bater forte no ponto G. Ele gemeu indecências a cada apertada na porra.

Eu estava louca pelo tratamento de choque e mandei-o foder o meu ponto G com toda a força. Caralho! Que fornicada! Foi uma estocada tão bruta que me fez gritar, rebolar, gemer e tive mais pau me fodendo com força.

Mamãe veio ver o que estava acontecendo e eu lhe disse que estava tudo bem:

− Tu tinhas razão: o livro transformou o meu macho num super-macho e ele faz misérias na minha bocetinha e no meu ponto G. É uma loucura!

Eu estava cachorrona, coberta de pressão e invadida de fricção, totalmente entregue ao gozo e gritei para o menino:

− Mete, puto do caralho bruto! Mete tudo! Com toda a força. Se doer não faz mal!

Ele bateu forte na minha bunda e deu uma enterrada que eu trepidei toda e dei-lhe uma contraída de boceta na pica que ele gemeu alto e indecente. Mamãe, que conhecia muito bem os Tesões Grandões rebolando cheia de gritos e gemidos na pica do papai, concluiu que eu estava me divertindo grosso e deixou-nos em paz.

Eu segui gritando com as porradas no ponto G e na bocetinha, enquanto ele gemia indecências com as contrações da boceta na pica.

Ele deu uma paradinha para deter o orgasmo e eu me virei:

− Mete na minha bocetinha, na super-foda de boceta e clitóris que tu aprendeste.

Ele começou fodendo devagar e foi acelerando. Os prazeres foram me inundando o corpo todo. A boceta explodia em orgasmos juntamente com o clitóris e eu gemia prazeres difíceis de suportar. Meu gozo me fazia estrebuchar toda, com gozo intenso no corpo todo, até no rabo. Será que ele ainda tem gás para meter no meu cu?

Ele deu outra paradinha com pica dura de foder e eu pedi:

− Sei que tu és louco pelo meu cu. Mete lá! Enraba-me gostoso.

Todo melado com os sucos da bocetinha, ele meteu a cabecinha. Eu fiz força para cagar e ele foi enfiando. Eu fazia força para cagar e relaxava e ele ia mais fundo. Delirei com toda a porra dentro do meu cuzinho. Bem industriado pelo livro, ele foi arrombando meu cuzinho virgem que se abria aos prazeres fornicadores, cada vez mais intensos e mais longos na pica e no cu. Como a foda era de cu e clitóris, o gozo crescia no cu e no clitóris, virando uma festa de arromba. E arrombava mesmo! Meu cu abria-se todo para cada enterrada da pica, cada vez mais bruta, mais prazerosa, mais fornicadora.

Ele deu outra paradinha:

− Tu queres mais? O quê?

− Se ainda tens gás, joga-me na parede e me faz de lagartixa.

Eu fui jogada na parede e a pica foi ter no fundo da minha boceta com força e tesão que me fez perder o chão.

E a cada estocada cada vez mais bruta eu perdia o chão arrebatada de prazeres. Arriei de tanto gozar e desabei sobre ele. Ele jogou-me na cama e eu bebi, deleitada, todo o conteúdo saboroso da pica dura.

Deslumbrada, minha amiga perguntou-me:

− O que tu fizeste com o menino "devagarinho"? Caralho, amiga! Que macho! Que fodas! Quanto gozo! Que deslumbramento! Estou despedindo meus machos. Só vou querer foder com ele.

Agora, sim, o safado vai foder todas as meninas. Não vai sobrar boceta para ninguém! Vou tratar de preparar outro macho para não me faltar o gozo de um caralho arrebatador. Quem quiser que faça o mesmo.

Fim





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