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A PIZZARIA - Parte 30


autor: carlão1978
publicado em: 03/10/17
categoria: traição
leituras: 883
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A PIZZARIA 30

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 30. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

Alguns leitores, evidentemente cobertos de razões, às vezes se queixam que determinado capítulo tem “pouca ação” ou, poucas cenas de sexo.

Infelizmente, isso às vezes poderá acontecer, porque, em se tratando de história real, o nome que se dá a esse contexto é conto de desenvolvimento.

E a razão da necessidade do conto de desenvolvimento emerge quando determinada pessoa, ou situação, que doravante venha a integrar o enredo, não deverá surgir sem que haja um motivo plausível para tanto, pois, se isso se verificar, a história perderá a sua verossimilhança.

E o lado positivo dessa ocorrência é que isso aguça a curiosidade do leitor, porque o instinto lhe dirá que algo novo, ou diferente, estará prestes a acontecer.

Após estas singelas explicações, já com os pedidos de escusas, uma curiosidade particular que atinge o autor é que este gostaria de saber qual personagem agrada mais o leitor, e qual deles tem a simpatia maior das leitoras.

Agradeço a todos, e vamos continuar:

A PIZZARIA 30

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 30. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.


Assim que a Rose deixou nosso quarto, eu e Denise apagamos as luzes, e após trocarmos os costumeiros beijinhos de boa noite, adormecemos.


Tive um sono confuso, e antes de despertar totalmente deu-me um branco, a ponto de eu não ter certeza se tudo o que acontecera comigo e a loirinha no dia anterior, fora mesmo verdadeiro, ou se não passava de simples miragem.


Eram 08:20hrs. Com o propósito de acordar a Denise, deixei-a dormindo na cama com a luz do quarto acesa, e fui ao banheiro. Quando saí vesti bermuda, camiseta, e chinelos para cuidar dos afazeres desse novo dia.


Ao abrir a porta, escutei o costumeiro barulho de Rose na cozinha. Pensando em ir até lá, achei melhor apagar a luz do quarto, para que minha mulher continuasse dormindo.


Cheguei à cozinha e Rose já veio sorrindo me dizer:

—Hoje você prova o meu café, Edu.


—Já está pronto!


—Mas primeiro eu quero o meu beijo princesa!


—Ah! Você não me dá sossego, Edu.


Após isso, fui até ela, e nos beijamos longamente.
Ela vestia shortinho vermelho e camiseta sem alça branca, mas usava soutien.

Daí ela me perguntou:

—Você dormiu bem querido?


—Dormi muito bem, e pensando em você princesa.


—E você amor, como dormiu?


—Ah Edu. Eu apaguei.


—Ontem foi demais! Completou.

Daí eu lhe falei:

—Ah amor. Não sei como vou conseguir passar a semana toda sem te ver.


—Nós daremos um jeito nisso, Edu.

Vem cá de novo, benzinho. Chamei-a.

—Agora não, Edu.


—Só mais um beijinho. Falei.


—Tá bom. Mas é só mais um mesmo, viu safadinho?

Beijamo-nos ardentemente. Enquanto isso, peguei lhe a mão e a coloquei sobre o meu pau, que ainda estava dentro da bermuda. Mas ela foi dizendo:

—Pode parar com isso, Edu.

—Não me assanhe!

—Olhe as horas!

—Tenho que me arrumar, porque eles já vão chegar!

Depois, perguntou-me:

—Que hora a sua mulher vai levantar, Edu?

—EU JÁ ACORDEI!

Era Denise na porta da cozinha, nos falando:

—Só não quis atrapalhar o casalzinho de namorados!

Nessa hora, Rose corou. Quando eu olhei para Denise, achei-a meio estranha, mas imaginei que talvez ela estivesse com uma ponta de ciúme por eu estar com a Rose. Porém, não lhe disse nada.

Então, achei melhor deixá-las a sós e fui até a padaria buscar pães e quitandas para o nosso café.

Tomamos o café juntos. Depois, Rose nos disse que iria dar uma saída para espiar algumas vitrines, enquanto aguardávamos a chegada dos meninos.

Quando ela se foi, zangada, Denise veio conversar comigo:

—Você virou adolescente, Edu?

—Porque você me pergunta isso, Denise?

—O que eu fiz de errado?

—Todo mundo já percebeu essa fissura sua para com a Rose, Edu.

—Até a Dona Cida, acredita?

—Mas eu não fiz nada amor!

—Que amor, coisa nenhuma! Esbravejou.
E foi dizendo:

—E pode ter certeza que eu não estou falando isso por ciúme não, viu Edu.

—Não tô nem aí pra você!

—Mas pense bem homem! Onde você está com a cabeça?

—Já imaginou vocês dois desse jeito perto do José Antônio, dos nossos filhos, ou da Jéssica?

—Você quer estragar tudo, Edu?

—Mas você sempre dizia que a minha paixão é a Alessandra, porque essa cisma agora com a Rose? Perguntei-lhe.

Brava, ela respondeu-me com palavrões:

—Eu quero que a biscate da Alessandra se foda, Edu.

—Aquela galinha de São Paulo que dê pra quem ela quiser!

—Mas a Rose e o José Antônio são quase a nossa família, Edu!

—Mas já aconteceu, Denise!

—O que eu posso fazer? Perguntei-lhe.

Nervosa, ela continuou me explicando:

—Você tá é se fazendo de burro né, Edu?

—Eu já disse que não estou nem aí por você ter comido a Rose, Edu.

—Até porque ela já deu pro Lelis, o Caio está a fim dela, e quando o Magno chegar, também vai querer comer!

—Isso eu não vou deixar! Falei.

—Foda-se você deixar ou não, Edu.

—A buceta é dela!

Então, Denise continuou:

—Agora me escute com atenção:

—O que é Denise?

—Quando você saiu, eu já expliquei essa situação na boa para Rose, ela entendeu direitinho, e agora vou explicar a você.

—Diga. Falei.

—Quando nossos filhos chegarem, quando formos ao sítio, ou quando a Jéssica estiver aqui em casa ou até mesmo na rua, trate a Rose como se fosse quase uma desconhecida, entendeu?

—Entendi sim, Denise.

—Tem que ser igual era antes de irmos àquele lugar né?

—Que lugar, Edu?

—Ora, na pizzaria. Falei.

Ela rebateu:

—Nada disso.

— Antes da pizzaria, eu que não sou boba percebia que você dava umas olhadas disfarçadas nela.

—Sim. Mas eu só a olhava, Denise.

—Agora nem isso você poderá fazer mais, entendeu?

—Sim. Mas você também sabe que o marido dela te olhava de shortinho aqui em casa né?

Brava, ela reperguntou-me:

—Mas, e daí?

—Vai querer remoer aquela história do José Antônio de novo?

—Já esqueceu, ou quer repetir a conversa? Perguntou-me.

—Desculpe-me, amor. Falei.

Depois ela conclui:

—Então estamos conversados!

—Se você pisar na bola, vai se arrepender amargamente ok.

—Fique tranquila amor. Eu entendi tudo.

E pra encerrar de vez, ela meu outra “cutucada” :

—E não me chame de amor!

—Seu amor é uma sirigaita de São Paulo!

Infelizmente, eu tive que dar razão à minha mulher. Acho que me empolguei e acabei mesmo dando bandeira ao lado da Rose. Mas a culpa também era dela, Rose, por se portar como adolescente apaixonada. Daí me lembrei que essa situação já havia acontecido entre ela e o Leleco no sítio, a ponto de a Giovana perceber, e também se zangar.

Embora os motivos fossem diferentes, porque a Giovana temia violência do Antônio contra o Lelis, os receios da Denise eram por questões familiares. Mas o certo é que a Rose precisaria mesmo se controlar, porque talvez Denise estivesse com razão ao notá-la parecida com uma mulher no cio constante.

Com certeza, eu iria tomar mais cuidado em relação a isso. Só não gostei de a Denise ter ofendido a Alessandra, que é tão discreta, direita e honesta, e que parece me amar de verdade. E também não gostei dela se referir à loirinha como se fosse uma qualquer, e que todo mundo irá comê-la.

O único vacilo da loirinha até então fora ela ter dado a buceta pro Leleco, e fazer todas aquelas peripécias na cama, que ele me contou. Mas fora esse episódio, a Rose não é uma qualquer, ou depravada igual a Giovana ou a Denise. Essas duas sim, são doidas por homens diferentes, a ponto de a Giovana viver ao mesmo tempo na companhia do marido, e de outro macho.

E o pior aconteceu com a Denise, que perdeu o juízo de vez, pois, não se contentando em dar para três homens, agora ainda quer se engraçar com um peão de fazenda.

Mas, como ela mesma disse sobre a Rose, “a buceta é dela”.

Agora, só me restava seguir à risca a recomendação da minha mulher e não misturar sexo com afeição ou amor. Infelizmente, tive que concordar com os seus receios, pois ela estava certa.

Assim que nossos filhos chegaram, Rose voltou em seguida. Para apressar nossa ida, quando fui à padaria comprar os pães para o nosso desjejum, aproveitei e comprei mais alguns para levar ao sítio, como de costume.

Chegando ao sítio, eu procurei cumprir o que havia prometido à Denise, e
Rose fez o mesmo: sequer nos olhamos.

Após o almoço, pressionados pelos meninos e pela Jéssica, que queriam voltar logo para a cidade, anunciamos nossa partida. Então, José Antônio veio me dizer:

—Porque vocês não ficam mais, Edu.

—Estão sempre na correria.

Eu lhe respondi:

—Mas os meninos querem ir logo para a cidade Antônio.

—Hoje é sábado. Completei.

—Mas fiquem você e a Denise.

—Eu arranjo uma carona para os meninos ali na estrada agora mesmo.

—Além do mais a Rose me disse que a Denise quer aprender a montar né?

—E que o Anselmo irá ensiná-la. Completou.

Denise que sentia as nádegas doloridas, certamente pela enrabada dos 23 cm que Leleco lhe dera no dia anterior, logo lhe respondeu:

—Hoje eu não posso cavalgar, Toninho.

—A Kátia vai chegar logo mais. Completou.

José Antônio perguntou:

—Quem é a Kátia?

Eu mesmo lhe respondi:

—É a veterinária, sobrinha da Denise, que mora em Belo Horizonte, Antônio.

—Você disse que ela é veterinária? Perguntou-me.

—É sim.

Daí eu lhe expliquei os motivos da vinda da Kátia, principalmente a sua iminência de trabalhar na renomada indústria de laticínios da cidade vizinha.

Surpreso, ele exclamou:

—Nossa, Edu!

—Então essa moça tem prática com gado leiteiro!
E foi nos dizendo:

—Estou com problema de pouca produção leiteira de várias vacas.

— O veterinário da cooperativa, já esteve aqui, mas, infelizmente não resolveu nada.

—Não sei mais o que faço.

—Acho que nessa próxima semana vou procurar outro profissional. Completou.

Após, eu lhe falei:

—Se você quiser, a Denise conversa com a sobrinha dela, e de repente a Kátia vê isso pra você, Antônio.
Satisfeito, ele foi nos dizendo:

—Quero sim, Edu. Obrigado.

—Por favor, falem com ela logo, que eu vou buscá-la na casa de vocês, e a levo de volta rapidinho.

Solícita, Denise lhe falou:

—Pode deixar, Toninho.

—Vou pedir a ela, e faço questão que ela venha urgente aqui.

Mas, José Antônio lhe disse:

—Mas não precisa ser hoje e nem amanhã, Denise. Ela vai chegar cansada da viagem.

—E também a cooperativa já fechou. Pra comprar remédios, agora só na segunda feira. Encerrou.

Então, nos despedimos deles, e fomos. Voltei triste porque só pude me despedir da loirinha com um breve aceno de mão.

Finalmente, à tarde, Kátia chegou.

Levei um susto quando a vi: estava linda! Bem mais bonita do que a Denise quando tinha a sua idade. Cabelos nos ombros, dentes perfeitos que resultavam num maravilhoso sorriso, cintura fina, coxas grossas, e um traseiro maravilhoso.

Tudo isso sem contar que a linda morena de olhos verdes exibia seios médios, compatível com o seu belo porte.
E o aroma do seu perfume também era perturbador.

Denise a levou até o quarto dos meninos, dizendo nos que ela iria ficar ali desde já. Quando eu lhe disse que eles – os filhos - dormiriam em casa hoje, minha mulher mandou-me que pegasse um colchonete no armário, para que um deles dormisse sobre o tapete da sala, enquanto o outro dormiria no sofá.

Ela alegou que eles sempre chegam de madrugada, e que poderiam perfeitamente dormir na sala, pois o quarto, desde então, seria ocupado pela sobrinha.

Kátia relutou alegando que poderia dormir no sofá da sala mesmo, ainda mais que era apenas por uma noite. Mas Denise mostrou-se irredutível e, dando-se por vencida, a sobrinha acabou aceitando.

Depois, Denise lhe falou acerca dos problemas do rebanho do José Antônio, e Kátia prontamente concordou em atendê-lo, porquanto a sua entrevista no laticínio seria somente na quarta-feira.

Após isso, no dia seguinte – domingo - Denise ligou para o José Antônio e ficou acertado que ele pegaria a veterinária em nossa casa, por volta das 07:00hrs da segunda feira.

Cansados de sexo, eu e a minha mulher não transamos no domingo, e até dormimos mais cedo.

Chegada a segunda feira, por volta das 07:10hrs, quando eu e Denise acordávamos, a Pick Up Fiat Strada branca do José Antônio encostou na porta da nossa casa.

Ele viera buscar a menina para o serviço combinado.

E a bela já o esperava trajando calça jeans apertada, blusa de abotoar branca, além das botinhas brancas de serviço. Com certeza, Kátia despertaria o olhar de desejo do José Antônio, pois se tratava de uma linda morena, na plenitude dos seus trinta e dois anos.

Denise e eu o convidamos a entrar, mas ele recusou até mesmo o café que lhe oferecemos nos dizendo que se a Kátia não se importasse ela tomaria o seu café no sítio. Ela não se opôs a isso, e foram.

Talvez por ter saído apressada, Kátia deixou a porta do seu quarto aberta, e eu vi que esquecera de apagar a luz. Então, fui até lá para desligá-la. Meu pau endureceu quando eu vi sobre um aparador próximo à cômoda sua camisola de seda transparente, e uma minúscula calcinha, ambas de cor creme.

Voltei até a porta, e espiando no corredor, vi que a Denise estava no nosso quarto. Então, tirei meu pau duro para fora, peguei a calcinha e o esfreguei com ela. Por um descuido quase a furo com o meu pau. Após, eu a cheirei e a beijei, e saí rapidamente do quarto.

Ao entrar na nossa suite, Denise estava preparando para se trocar. Ela estava de costas, e vestia apenas uma calcinha vermelha, enquanto vasculhava as gavetas da cômoda, à procura de roupas limpas para o trabalho.

Vendo-a assim, tirei o meu pau para fora e a agarrei por trás. Surpresa, ela me falou:

—Ah, Edu. Não mexa comigo, porque nós temos que ir trabalhar, querido.

—Você nem me procurou ontem.

—Que bicho te mordeu agora?

—Fiquei com tesão em você, amor. Falei.

E continuei.

—Você ainda nem me contou o que fez com o Lelis, amor.

—Ele comeu você gostoso? Perguntei.

—Comeu, Edu.

—O pinto dele também é grande, Edu.

—Mas eu prefiro o seu e o do Caio. Completou.

—Ele não ficou com tesão nesse rabo gostoso que você tem, amor?

—Ficou, Edu.

—Ficava toda hora pedindo. Falou.

—Ficava pedindo o quê amor?

—Ora, você sabe! Falou.

—Ele pediu pra comer o seu cuzinho amor?

—Claro, Edu.

—Hummm...... E você deu?

Daí, nessa hora em que a minha curiosidade começava a se acentuar, ela vem com os rodeios das respostas:

—É muito grande o pinto dele, Edu.

—Mas não foi isso que eu te perguntei, amor.

—Mas afinal você deu o cuzinho pra ele, Denise?

—Eu não queria, Edu.

—Então você deu a bunda pra ele né safada?

—Dei só uma vez, Edu. Confessou.

—Nossa! Sério?

—Sim, Edu. Aconteceu.

—Putz! Mas ele colocou tudo, Denise?

—Ele colocou devagar e lubrificou bem, Edu.

—Mas entrou tudo amor?

—Entrou amor. Respondeu.

—Eu até senti o saco dele encostar na minha bucetinha, amor.

—Nossa! Que posição ele te comeu amor?

—Fiquei de bruços, Edu.

—Mas eu empinei a bunda pra ele encaixar bem. Completou.

—E doeu amor?

—Sim. Ainda estou com o cuzinho ardendo, amor.

—Que pena. Eu queria comer seu cuzinho agora amor.

—Não, Edu. Hoje não.

—Põe na minha bucetinha amor!

Daí eu a comi e gozei pensando na Kátia. Ela gozou antes de mim. Minha vontade era pegar a calcinha da sobrinha e enxugar o meu pau com ela. Depois tive que levá-la de carro ao hospital para trabalhar, porque nos atrasamos.

Continua no próximo conto...




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