"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Fantasiou a esposa de puta e...


autor: lucskardoso
publicado em: 07/10/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


A principal diferença entre o namoro e o casamento, é que quando o namoro vai mal, você troca de parceiro e a vida continua. No casamento, você não troca, agrega.

Alex e Geovana são jovens, bonitos, na casa dos 30 anos, casados há cinco (ou seis) anos, como eles costumavam dizer. Mas mesmo com o pouco tempo de casados, já estavam enfrentando uma crise. A parte financeira do casamento era bastante estável, Alex era bancário e Geovana trabalhava na receita. O problema dos dois eram as diferenças quase inconciliáveis no sexo.

Alex era descaradamente promíscuo e imoral, se interessava por incesto, bondage e sadomasô, enquanto Geovana era mais recatada, gostava de, no máximo se fantasiar de enfermeira. Essa diferença começou a ser sentida quando Alex começou a "dar voltas" pela noite, e Geovana a dar suas escapadas diurnas.

Depois de um tempo de crise, aquilo ficou insustentável, e eles resolveram procurar um terapeuta pra entender o que estava acontecendo. Após algumas semanas de consultas, o terapeuta disse que eles deveriam se abrir mais com os fetiches um do outro.
Alex começou se abrindo:

-Gosto de sair as vezes a noite, e contratar uma prostituta de rua. Tenho um tesão em saber que, ao mesmo tempo que ela vai fazer o que eu quiser, ela não me pertence. A sensação de ser dono de algo que não vai ser meu. É como se eu roubasse um corpo por alguns instantes.

Já Geovana tinha fetiches diferentes:

-Tenho o fetiche de ser usada... Não costumo falar sobre isso, mas a ausência de responsabilidade em dar prazer ao outro e só receber, é o que me excita.

A terapeuta sugeriu que o casal tentasse enxergar o fetiche um do outro. Entender como a mente do parceiro funciona é essencial para que o relacionamento dê certo.

Passados alguns dias, Alex e Geovana resolveram começar com suas fantasias. Geovana teria um dia de puta, e Alex de cliente. No inicio ela ficou um tanto receosa, pela exposição que o fetiche a colocava. Comprou roupas mais vulgares, e saiu mais cedo de casa, indo para o ponto combinado com seu esposo.

O local combinado era uma antiga avenida da cidade, o clima estava meio frio e úmido, a rua mal iluminada dava cor e forma para o vapor que saía dos boeiros, contrastando com a luz dos cigarros das prostitutas encostadas nas esquinas dos becos e vielas. Alex seguia lentamente pela rua, procurando por sua esposa. Quando a viu de longe.
Geovana estava com um corselete preto, um pequeno short e uma meia-calça preta, se misturando bem às outras garotas do local.

Enquanto Alex se aproximava, um carro sedã preto que estava na sua frente se aproximou do ponto em que sua esposa estava, e ela se debruçou no vidro pra conversar. Geovana deu uma rápida olhada para o lado, reconhecendo o carro de Alex logo atrás.

"Ela realmente entrou no personagem." Pensou.

Alex encarou aquilo como parte de seu fetiche, e esperou ela conversar com o dono do carro.
Seu mundo desabou quando Geovana contornou o carro e entrou pela porta do passageiro. Alex começou a suar frio. "Será que ela quer se vingar de mim?"

Ambos já haviam traído durante o relacionamento, mas nunca algo tão escancarado assim. Para Alex, aquilo não tinha uma explicação plausível. Ela entrar no carro de um desconhecido, além de fugir do plano, era extremamente perigoso.

Alex seguiu o carro até uma área meio vazia e abandonada, com pouquíssima luz e algumas moitas e lixo. Ele desligou os faróis e saiu do carro discretamente, se escondendo detrás de uma caçamba de entulho próxima. Quando viu sua esposa e o homem saírem do carro.

O homem tinha um ar misterioso, devia ter cerca de 50 anos, alto, com porte atlético, tinha uma barba grisalha mal feita, e se vestia como se tivesse acabado de sair de uma festa. Encostou no capô, acendeu um cigarro e fitou Geovana dos pés a cabeça.

- Você é nova aqui, né?

Disse isso e acariciou seus cabelos, trazendo-a para mais perto dele. Geovana estava claramente nervosa, então o homem lhe deu um beijo suave no lábio inferior e em seguida, um beijo mais forte e caloroso. Ela até fez menção em resistir ao beijo, mas se deixou levar por aquela situação e o abraçou, aumentando o calor daquele momento.

Enquanto eles se beijavam, Alex assistia tudo boquiaberto. "não acredito nisso, ela se tornou uma puta de verdade".

O homem estava intensificando suas carícias, seus braços começaram a percorrer o corpo de Geovana, que cedia com prazer a toda aquela cena. Então ela, pra não deixar por menos, começou a acariciar o membro do homem por cima da calça, e sentindo aquele volume, se excitou mais ainda.

-Olha moço... Eu...

Mas o homem não deixou que terminasse a frase, e mordiscou seu lábio, enquanto abria o zíper da calça. Após isso, a mão de Geovana entrou pela sua cueca de forma instintiva, e ela desceu e começou a chupa-lo. Mas o fazia tão intensa e deliciosamente, que o homem misterioso se escorou no carro pra não perder o equilíbrio.

Passado um tempo, ele a levantou, abriu e abaixou seu shorts de forma violenta, estourando os botões e o zíper, rasgou sua meia calça e a debruçou contra o capô do carro. Geovana mal respirava, de tanto tesão. Então ele enlaçou seus cabelos pela sua mão, e, como se fosse uma rédea, começou a guiar o ritmo, enquanto a penetrava violentamente.

Não demorou muito, Geovana gozou e estava delirando de prazer. Vendo que ela não aguentava mais, o homem retirou seu corselete, e gozou em suas costas.

Ele a ajoelhou e a fez limpar seu pau com a boca, esfregando também em seu rosto. Ainda com ela de joelhos, ele acendeu mais um cigarro, arrumou as calças e olhou para a caçamba onde estava Alex.

-Hey, já terminamos, pode levar sua esposa...

Entrou no carro, e seguiu seu caminho.

Alex prometeu, por todos os deuses que nunca mais queria saber de um fetiche assim, que seria um novo homem, de família.

Já Geovana, disse que não precisava mais de terapia, que sabia o que queria.



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