Arrombando a casada na frente do corno

  • Temas: BDSM, dominação, submissão, corno, fetiche, oral, anal, casal, prazer, escravidão
  • Publicado em: 13/12/17
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  • Autoria: NegãoDominador
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Private Muse

Um dia, há um tempo atrás, entrei em meu Facebook pessoal e vi algo que me surpreendeu: era uma mensagem de um casal, Facebook pessoal, fotos com filhos, família e sempre fotos juntos. Ela loira, linda, e ele também loiro, pelo visto ambos bem de vida. A mensagem dizia assim: "Olá, sei que você não nos conhece, mas sou sócio do clube em que você joga e já te vimos em quadra e também nas piscinas. Vou ser direto: tanto sua cor negra como seu tamanho e beleza chamaram a nossa atenção e minha esposa então ficou louca ao te ver na piscina e reparou o tamanho da mala em sua sunga; aliás, ela não tirava os olhos de você. Ela está aqui ao meu lado e uma amiga da academia disse que é sua amiga e também já saiu com você, se é que me entende. Nós nos abrimos para ela sobre você e ela disse que você ama loiras e que ama pegá-las na frente dos maridos e que você também é um dominador BDSM. Minha esposa é uma boa submissa e já teve dono, só que sem minha presença. Mas meu sonho é ver ela em ação sendo dominada por um homem como você, isso é possível?"


Me surpreendi pela mensagem direta e num Facebook particular com muitas fotos do casal, inclusive com filhos e família, mas confiaram em mim e se abriram e falaram a real porque estavam mesmo decididos no que queriam. Eu também fui direto e sem meias palavras esclareci a eles como gosto da cena e que meu pau não era fácil, não para uma mulher normal encarar, já que percebi que no Brasil não é comum homens terem meu dote. Sou africano, 2,05 de altura e tudo em mim é grande, inclusive meu pau medindo 28 cm. De onde venho, as mulheres são fortes e acostumadas com este tipo de pau, mas aqui já tive meninas que ficaram comigo numa balada e na hora H tiveram medo e foram embora, então eu já esclareço tudo antes.


Pelo visto, ambos gostaram do que eu disse e quiseram marcar um encontro comigo em um motel da cidade, exclusivo e bem usado para quem curte BDSM, com celas, gaiolas, cadeiras para amarrar. Então, no dia combinado, eu os pegaria em meu carro, pois não queriam ser vistos entrando em um motel com seu carro. O encontro foi no dia seguinte, então conversamos pouco, mas pelas poucas fotos que vi dela na piscina percebi ser um pouco gordinha e baixinha, mas com tudo no lugar: bumbum grande, redondo, cintura fininha e seios fartos. Percebi ser baixinha, ou ele era alto, mas ela é muito bonita de corpo e rosto, aquelas fofinhas gostosas que não te como passar e você não olhar para trás, loira com um cabelo muito comprido, realmente uma bela esposa e o corno louco para eu dominar sua esposa e meter minha rola negra naquela branquinha linda.


Percebi que as loiras aqui do sul do Brasil não resistem a um negão e por isso me dou muito bem aqui. Nunca comi tantas mulheres lindas como aqui no Brasil. Vir morar aqui há alguns anos foi a melhor coisa que fiz. Fui pegar o casal em um shopping da cidade, ela estava vestida como ordenei na conversa: vestido curto, salto, e quando a vi percebi ter um bumbum enorme, seios bem grandes e uma cinturinha bem fininha, mas não tinha mais de 1,50 de altura. Ele magro, cerca de 1,70. Ambos bem vestidos entraram em meu carro, ela na frente e ele atrás, como ordenado por mim. No caminho perguntei qual seu desejo no BDSM, se ela queria um dono ou só uma cena. Ela então me disse que, pela família e por serem conhecidos na cidade, ela não podia ter um dono, pois o último dono que teve a perseguiu e, por ela ser médica e o esposo também, não podiam se expor; o último Dom dela foi no seu trabalho e ela teve que terminar tudo, por isso tinha receio em ter um dono fixo.


Entendi os dois. Marcamos e fomos a um motel. Olhava suas coxas grossas no carro e passava as mãos, percebendo a felicidade do corno ao ver isso. No motel entramos na garagem e eu, ainda dentro do carro, virei para trás e disse ao corno que agora ele não podia mais se arrepender, pois assim que saíssemos do carro, por aquele tempo ali, ambos seriam meus, não falariam mais nada e nem contestariam em nada, ou seja, eu mandava dali para frente. Por aquelas quatro horas, eles seriam meus para eu fazer o que eu quiser. Eles concordaram, baixaram as cabeças em sinal de reverência e se calaram. Então, eu saí do carro, mandei o corno descer e ir na frente ligar o ar, se despir e esperar de joelhos no chão, só de cuecas e esperar. Ele foi. Ela estava trêmula no banco, percebia seu nervosismo ao aguardar. Fiquei uns minutos observando sua reação; aí ordenei que ela tirasse os calçados e permanecesse ali mesmo. Enquanto isso, fui no porta-malas e peguei minha bolsa de BDSM, peguei uma coleira e uma corrente e um plug preto com rabo de raposa.


Deixei o porta-malas aberto, fui até ela, abri a porta, puxei-a forte pelos cabelos, tirei ela do carro com força, fechei a porta e encostei ela no carro de costas para mim. Ela gemia. Meu tamanho perto dela, sem salto, a deixava ainda menor, mas sua bunda me deixou louco. Levantei seu vestido com força, enfiei meus dedos no meio de sua bunda até achar a boceta já toda molhada, puxei seus cabelos e comecei a forçar um dedo em seu cu. Ela gemeu alto. Aí, num supetão, enfiei o plug em sua boca e a calei. Me abaixei, alisei sua bunda grande com minhas duas mãos; ela gemia com o plug na boca, babando um pouco. Que mulher! Que bela casadinha que eu tinha em minhas mãos. Rasguei sua calcinha com uma mão e com a outra já enfiava dois dedos em seu cu já larguinho; a safada era acostumada a dar o rabo. Então falei em seu ouvido: a doutora vadia gosta de dar o cu, então? Ela apenas gemia e babava. Arranquei o plug da sua boca e fui metendo em seu cu que foi recebendo com facilidade. Vi que, mesmo pequena, ela ia ter coragem de agasalhar meu pau em seus buracos de vadia. Coloquei a coleira em seu pescoço e a corrente. Subi com ela para o quarto, mandei ela ir na frente e fui olhando o rabo balançando naquele bumbum grande, seu vestido só da cintura para cima. Entramos no quarto. O corno estava como mandei. Ordenei a cadela a ficar de quatro no chão e balançar o rabo próximo do marido para ele ver como ela estava. Sua boceta pingava de tesão, ela balançou bem o rabo e o corno, calado, olhando sem tocar, pois disse a ele que ela era minha e se ele tocasse, apanharia feito escravo branco e corno que é.


Ele nem ousou desobedecer, embora seu pau duro estivesse próximo ao bumbum dela. Chamei minha cadela e ele e mandei os dois tirarem meus sapatos. Fui me despindo, tirei as calças e os dois, de quatro aos meus pés, os mandei lamber meus pés. Olhando aquele bumbum dela grande, de quatro, com aquele rabo balançando, me dava um tesão. Então falei aos dois: que bom ver dois branquinhos médicos casadinhos lambendo os pés do negão africano, é uma cena que gosto. Fiquei só de cuecas e mandei a cadela subir na cama e tirar o vestido e ficar totalmente nua e de quatro. Que bela cena! Ela linda, seios grandes, duros e uma cinturinha perfeita. Ela olhava meu volume e se lambia os lábios, bem vadia. Então eu chamei o doutor, ainda de joelhos, e disse: tira minha cueca, seu corno. Ele veio de joelhos ainda e começou a baixar bem devagar. Quando saltou meu pau preto e grande, bati com ele em sua testa. Sua esposa olhou com cara de espanto e disse: nossa, meu dono, que pau grande! O corno olhava bem próximo. Perguntei: tá gostando, corno? Este pau vai arrombar sua esposa e você está gostando? Ele afirmou que sim. Então eu perguntei a ele: quer provar? Ele afirmou que sim. Soquei na sua boca e fiz o corno chupar mal; entrava a cabeça. Sua esposa olhava se lambendo. Vi que ambos gostavam de uma rola preta. O corno chupou, lambeu, se humilhou diante do meu mastro e implorava para eu comer a vadia da sua esposa. Então mandei ele se afastar e ficar de pé. Aí o amarrei num tronco de frente para a cama, já com correntes de costas. Baixei sua cueca e ela, olhando tudo, esfreguei meu pau em sua bunda de corno, mas como odeio bunda cabeluda, ele gemia bem submisso. Então peguei um consolo da bolsa, passei gel e comecei a meter em seu cu. Ele começou a chorar, disse que era grande. Eu mandei se calar e dei uns bons tapas em sua bunda e meti tudo sem dó e amarrei para não sair. Ele rebolava e gemia. Então fui para a cama, a vadia estava adorando o que eu fiz com seu marido corno e veado. Então puxei a corrente e meti mais o plug no seu rabo, passei a mão em sua boceta que estava ensopada, linda, rosa, com belos lábios. Dei muitos tapas em seu bumbum; ela sempre gemendo e implorando por pau. Bati muito nela, que ficou toda vermelha. Então me posicionei atrás dela, apontei meu mastro preto, o corno olhando arregalado, apavorado com o tamanho de meu pau, bem na portinha da boceta de sua esposa. Puxei forte a corrente e perguntei para ela: quer ser arrombada por um negão, sua vadia casada? E ela respondia: sim senhor, quero muito. Então eu tirei o plug e seu cu estava largo. Apontei para seu cu, ela disse: senhor, ai não aguento um desse tamanho! Aí bati mais forte nela e mandei se calar e fui metendo em seu cu. Ela começou a chorar e implorar para rasgá-la toda, pois o corno é veado e não come a esposa, ela dizia.


Meti em seu cu e a baixinha vadia aguentou uns 25 cm para dentro daquele bundão branco. O corno, filho da puta, conseguiu deixar o consolo sair de seu cu arrombado e já consegui tocar seu pau com as pontas dos dedos e se masturbava olhando eu comer o cu de sua esposa. Ela gemia, chorava e pedia para eu comer ela como sua cadela. Depois de um tempo metendo o cu da vadia de quatro, a puxei pela coleira, sentei em uma cadeira e disse: desamarra o inútil do seu marido e venha os dois aqui chupar a rola do seu dono. Ela obedeceu, desamarrou o corno e os dois vieram de quatro, como dois cães, e começaram a chupar juntos meu pau. Que linda cena: marido e mulher chupando meu pau, um lambia as bolas, o outro a cabeça. Então pedia a minha cadela para pegar o consolo e colocar em um sinto em minha bolsa e por em sua cintura. Ela fez, o corno ainda me chupava como uma cadela. Aí mandei o corno ficar de quatro na cama e mandei ela meter nele e comer seu cu. Dei mais uns bons tapas em seu bumbum, abri bem, coloquei ela de quatro também, ainda metendo o cu do corno. Aí não resisti ao ver sua boceta molhada, linda, me posicionei atrás e comecei a meter. Ela começou a gemer e chorar e dizer que nunca teve um pau tão grande, que era para eu ir devagar pois certamente a rasgaria toda. Comecei a meter, a vadia começou a tremer, gemer e gozou só com a metade de meu pau dentro dela. Aí molhou mais, aproveitei e meti até o talo de uma só vez. Ela gemeu, gritou, pediu para eu tirar pois a estava matando. Puxei seu cabelo e disse: já tá todo dentro, aguenta sua piranha.


Deixei um pouco dentro para a vadia gostosa acostumar e comecei um vai e vem. O corno gemia, levando no rabo o consolo. Aí conseguimos entrar no mesmo ritmo. Eu socava forte tudo na safada e ela socava com tudo no corno que não aguentou muito e gozou na cama. Então pedi para ele sair e lamber sua porra e limpar a cama. Obedeceu e fez o que mandei. Aí mandei a vadia cavalgar em meu pau até o talo, aí seus seios enormes em minha cara, chupei, me lambuzei. O corno só olhava de joelhos no chão, admirado da esposa estar aguentando tudo, mais cada vez que chegava no fundo saía uma lágrima. Ela dizia que estava doendo lá no fundo, mas mesmo assim estava bom. Depois coloquei ela de bruços e meti sem dó. Aí sim ela viu o que era dor e choro, chorava desesperada, de soluçar, e pedia para eu tirar pois eu a estava rasgando toda. O corno, apavorado, nem ousava falar nada ou eu lhe daria um tapa que ele jamais esqueceria. Vadia foi comida como em um estupro, chorou mais do que uma mulher nesta condição. Bati, puxei seus cabelos forte até implorar por meu gozo em seu útero. Vi que ela não aguentava mais; de bruços, a coloquei de quatro de novo, ou ela ia desmaiar. De quatro ela já aguentava mais, pois seu enorme bumbum fazia ela não sentir lá no fundo. Ainda chorava, mas agora de prazer e pouca dor, pois meu pau de 28 cm é meu maior objeto de tortura BDSM. Mas eu meti forte sem parar até encher seu útero de porra. Ela gozou junto, o corno já se masturbava de novo. Enchi a doutora vadia com muita porra, deitei ao seu lado, mandei ela se deitar e abrir as pernas, e mandei o corno vir ver o estrago.


Ele olhou e disse que tinha até um pouco de sangue com muita porra. Então ordenei: o que está esperando, veado? Beba tudo, limpa sua esposa, corno arrombado. Ele obedeceu. Depois tomei um banho de banheira com a loira deliciosa e submissa, e seu corno aguardou do lado de fora do banheiro apenas olhando. Depois ele se banhou enquanto ela se maravilhava chupando meu pau na cama e tirou algumas fotos pois ainda estava admirada com o tamanho, e dizia que eu tinha feito um estrago enorme, seu útero doía, sua vagina e seu cu ardiam muito, como se realmente tivesse perdido a virgindade, mas que ela tinha amado mesmo assim. Gozei mais uma vez em sua boca antes de sair e fiz ela engolir toda minha porra. O corno gravou um vídeo da esposa chupando minha rola preta e bebendo a porra para guardar de lembrança do maior pau que os dois já viram. Depois a baixinha, loirinha e fofinha adorou tanto a rola preta que quis repetir por mais duas vezes, se apaixonou pelo negão e até hoje me liga. Mas agora arrumei um casal de escravos, Alexandra e André, então estarei bem ocupado com meus novos brinquedos e tenho um casal novo para arrombar e uma vadia ainda mais linda e gostosa do que esta para usar muito.


Aguarde novos contos, pois tenho um casal novo agora e são meus escravos de contrato assinado, então aguardem. Abraço do Dom Negro.


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