"Os mais excitantes contos eróticos"


O Natal Com Meu Primo


autor: Clarice_0
publicado em: 12/01/18
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Meu nome é Clara, tenho 18 anos, todos os anos eu e minha mãe vamos para a casa da minha tia, na outra cidade, para passar as festas de fim de ano e esse ano, como eu acabei de fazer 18 anos, estava pronta pra beber e ia parecer mais adulta, chegando lá logo encontrei meu primo, Lucas, fazia dois anos que eu não via ele nas festas de fim de ano, já que ele sempre ia pra casa da namorada, mas parece que esse ano, pelo que as velhas fofoqueiras estavam comentando, ele tinha brigado com a namorada e resolveu ficar em casa mesmo.

Minha mãe, minha tia e as amigas ficaram horas conversando, ninguém sequer me ofereceu bebida, nada, ninguém notou que agora eu sou uma adulta responsável e super madura.. Estava tudo um tédio, larguei elas lá na sala e subi as escadas, fui para o banheiro no andar de cima, lá vi meu primo jogando video-game, ele não tirava o olho do monitor, olhei pra ele e lembrei de quando brincávamos quando criança, ele sempre foi muito gente boa, mas o que eu mais notei era o quanto ele estava gostoso. Acabei me distraindo e bati numa mesa que tinha no corredor, ele ouviu a barulheira e olhou para trás, ele me viu e foi me cumprimentar. Conversamos um pouco sobre os Natais passados, ele me levou pra um quarto, era o quarto onde passávamos horas brincando com os brinquedos dele e a mesinha onde brincávamos de escolinha, eu lembrando tudo fiquei fascinada, saudades daquele tempo...

Ele olhava muito pra mim, e ficava se aproximando, logo a conversa sobre a infância mudou pra "está namorando?" e a conversa foi fluindo nisso, ele foi chegando mais e mais perto e eu meio sem graça, sem saber o que fazer dei um abraço nele, fiquei toda sem jeito, não sabia se ele queria me beijar e sem ação dei um abraço amigável, e ele acho que gostou já que eu sentia seu pau ficando duro enquanto estávamos nos abraçando, e ele ia passando a mão nas minhas costas e apertou a minha bunda, não pensei na hora que seria desrespeitoso, por mais que eu sempre fosse certinha, eu estava gostando daquilo, e sentia minha calcinha ficando cada vez mais molhada e o pau dele cada vez mais duro, ele olha pra mim com cara de safado e fala "senti sua falta" e então nos beijamos, aquilo tava tão quente e eu estava tão excitada que abaixei de leve a minha mão e peguei no pau dele, por dentro da calça mesmo, estava tão duro e eu não sabia que era tão grosso, ele chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou dizendo que eu era uma safada, ele me sentou na mesinha onde brincávamos de escolinha, abriu minhas pernas e acariciou minha bucetinha, aquilo me fazia tremer de tesão e eu queria era logo dizer pra ele me foder até não aguentar mais, mas eu tava gostando tanto dele com a mão na minha buceta. Ele chegou minha calcinha pro lado e colocou um dedo, ele viu o quão molhada eu estava e então disse que não imaginava que eu fosse tão safada assim, ele abaixou e colocou a boca na minha buceta, ele começou com beijinhos e logo passou a língua, eu me tremia com aquilo, minha buceta pulsava e eu tava quase suando de tão quente, ele me chupou por um tempinho e então levantou, me virou, me colocou de quatro na mesa, subiu meu vestido, abriu o zíper da calça dele e ficou passando aquela piroca grossa na minha buceta toda molhada, ele passava desde o comecinho e ia até meu cuzinho. Ele me disse que não aguentava mais de tesão e que precisava me fuder logo, eu que sempre fui uma santinha nem pensei quando disse pra ele me fuder com força até ele gozar e deixar minha bucetinha cheia de porra, ele ouviu aquilo e na hora colocou o pau na minha buceta, ele começou devagar, já que eu não era nada experiente e o máximo que fazia era me masturbar mas mesmo assim nunca fui muito de fazer isso, achava errado. Pouco tempo depois ele já tava colocando o pau todinho na minha buceta, minha vontade era de gemer e gritar, mas como alguém poderia ouvir ele tampou minha boca e me mandava calar a boca, se alguém ouviu alguma coisa foi no máximo o som dos tapas que ele me dava na bunda, e quanto mais forte mais excitada eu ficava, eu estava molhada demais, nunca tinha ficado daquele jeito. Ele estava quase gozando, disse que queria gozar no meu cuzinho e eu mesmo nunca tendo feito nada disso aceitei na hora, ele se masturbou um pouco, colocou a cabecinha no meu cu e deixou ele todo cheio de porra.

Precisava de um tempo pra me recuperar, minhas pernas estavam completamente bambas e ele suando e com a respiração ofegante, escutamos a minha tia, mãe dele, se aproximando, e mesmo com uma musiquinha rolando na sala, escutamos ela chegando, ela estava prestes a abrir a porta, levantei meu vestido correndo e me levantei da mesa, ela abriu a porta e disse que estava quase na hora da ceia, fomos acompanhando ela até a sala, ele me olhava dando um sorriso safado e eu sentia a porra escorrendo nas minhas pernas.



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