Pai tirando o cabacinho da filha
- Temas: incesto pai filha, perda virgindade, bate-papo, disfarce webcam, pau na cueca, cuzinho arrombado
- Publicado em: 01/10/15
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- Autoria: bernard
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Mayara estudava de manhã e à tarde ficava em casa. A mãe trabalhava no comércio e o pai em uma indústria de bebidas, tinha dois dias de folga na semana porque trabalhava em sistema de rodízio. À noite todos estavam em casa. Nos dias de folga do pai, muitas vezes ao chegar em casa Mayara o pegava só de cueca, às vezes na cozinha, às vezes no sofá da sala assistindo TV. Muitas vezes ela percebia que ele estava de pau duro pelo volume que se formava na cueca, e pela silhueta via que era grande, o que a deixava com água na boca e a xaninha molhada. Mas logo ele ia pro quarto e colocava uma bermuda, voltava, ou às vezes ficava lá mesmo no computador.
Mayara já era bem safadinha e começou a sonhar com a possibilidade de fazer o pai comê-la, mas não queria simplesmente se oferecer e dizer “pai, me come”. Precisava que as coisas acontecessem naturalmente, e pra isso tinha que criar um clima, uma situação.
Numa tarde Mayara saiu pra ir à casa de uma amiga fazer um trabalho escolar, mas como não a encontrou voltou pra casa e percebeu que o pai estava tomando banho. Ao passar pelo quarto dele, viu que a porta estava aberta e o computador ligado. Deu uma olhadinha rápida e viu que ele estava teclando numa sala de bate-papo. Viu o site, o número da sala e o apelido que usava: “Rola grande”. A safadinha viu aí a oportunidade que estava esperando e achou que seria ótima pra pôr o plano em prática.
Foi pro quarto dela, ligou o notebook, entrou no site e na mesma sala de bate-papo, usando o apelido “Cabacinho”. Tão logo ele saiu do banho e foi pro quarto, ela fez contato:
— Olá, é grande mesmo, rsrsrs?
Ele respondeu:
— Vinte cm!!!
— Casado?
— Sim, e você?
— Solteirinha e novinha.
— É cabacinho mesmo?
— Sim, sou, na frente e atrás!!!!!
— Ai delícia!!!!!
— Você gosta de novinha?
— Todo homem gosta, mas o que você procura aqui?
— Aventura com alguém experiente e quem sabe perder o cabacinho de trás.
— E o da frente?
— Esse é do meu pai, tô guardando pra ele.
— Por que pra ele?
— Porque adoro ele, sinto muito tesão, quero que ele seja o primeiro homem a fuder minha bucetinha.
— Ele sabe disso?
— Ainda não, mas logo vai saber. Por falar em pai, você é pai também?
— Sim, sou, tenho uma filha linda.
— Já sentiu tesão por ela?
— Claro que sim, até me masturbo todos os dias cheirando as calcinhas dela e quando faço sexo com a mãe dela, fantasio ser ela recebendo meu cacete, me chupando, bebendo meu leitinho, mas não sei como fazer pra ela perceber.
— Ah é? Você é bem safado hem!!! Ai se eu tivesse um pai assim, daria pra ele todos os dias e seria a putinha dele.
— Ela ainda é virgem?
— Sim, tenho certeza, ela é muito caseira e nunca teve namorado.
— Você já tentou fazer ela perceber que você sente tesão por ela?
— Às vezes deixo ela me pegar de cueca, e fico de pau duro só de imaginar o que passa pela cabeça dela quando me vê assim. Já notei que ela olha pro meu pau, ela deve sentir alguma coisa, mas eu logo coloco uma bermuda pra não dar muita bandeira.
— Você costuma abraçar sua filha?
— Não sei quanto tempo eu não faço isso.
— Um abraço pode ser um bom começo, faça elogios a ela, abrace-a, e nesse abraço faça ela sentir seu pau endurecer e force ele um pouquinho contra a xaninha dela, e vê como ela reage. Se ela se afastar, deixa, mas continue elogiando e conquistando cada vez mais a confiança dela que ela volta. Se ela ficar quieta é sinal de que gostou, continue abraçado e dá outra forçadinha pra ter certeza.
Olha, gostei do papo com você, mas tenho que sair. Entra amanhã nesta sala, neste mesmo horário, com o mesmo nick e eu te procuro. Talvez eu te peça pra você fazer uma exibição do seu pau só pra eu conferir se é grande mesmo e se eu gostar a gente pode até marcar um encontro e eu deixo você tirar meu cabacinho, mas só o de trás.
— Combinado, eu entro.
Mayara saiu do quarto toda empolgada, pois agora sabia que o pai sentia tesão por ela e ficava de cueca de propósito. Mal podia esperar o dia seguinte pra entrar de novo na sala de bate-papo e dar continuidade ao plano de ter aquela pica de vinte centímetros cravada na bucetinha virgem e no cuzinho.
Também queria ver a reação do pai com ela depois dos conselhos da “Cabacinho” na sala. Mais tarde foi pro banho e quando saiu colocou uma roupinha leve: shortinho de tecido de algodão e uma blusinha bem fininha, sem sutiã, deixando os peitinhos bem animadinhos. Quando entrou na cozinha o pai estava passando café. Logo que a viu disse:
— Nossa filha, você tá linda, ou melhor, você é linda. Posso te dar um abraço?
— Demorou!!!!! Quanto tempo você não me faz um elogio, nem me dá um abraço, eu tava sentindo falta disso. Vem, vem abraçar a sua filhinha.
Em seguida sentiu os braços do pai envolvendo-a e amassando seus seios no tórax nu dele, sentindo o pau crescer e espetar sua bucetinha. Quase deu uma gemidinha de tanto tesão, mas se conteve e olhando nos olhos do pai, demonstrando que estava sentindo muito tesão, disse:
— Aiii papai que delícia — e fechando os olhos, apertou o corpo junto ao dele dando uma forçadinha com a xaninha de encontro ao pau. Pra não deixar dúvida pediu:
— Papai me abrace sempre assim, é gostoso demais sentir seu perfume.
Ficaram assim por uns bons minutos e antes de se desvencilhar dos braços do pai Mayara deu-lhe um selinho na boca e falou:
— O café vai esfriar.
Riram muito e se sentaram à mesa como pai e filha, mas algo novo estava no ar.
No dia seguinte, ao sair pro colégio, disse ao pai que não ia chegar pro almoço porque ia na casa de uma colega fazer um trabalho escolar. Porém, sabendo que o pai não estaria em casa, chegou do colégio mais cedo do que de costume, foi logo pro quarto se disfarçar: fez maquiagem escurecendo um pouco a pele, colocou uma peruca de cabelos pretos, um boné, óculos, uma pinta no rosto, algumas tatuagens temporárias no corpo, colocou um pano na parede junto com um quadro pra, na hora de ligar a webcam, não deixar o pai reconhecer o quarto. O disfarce estava perfeito, era só esperar.
Tão logo o pai chegou, percebeu que foi pro quarto dele. Ela aguardou uns dez minutos e ligou o note, entrou na sala e procurou por “Rola grande”. Assim que o encontrou, “Cabacinho” entrou em ação:
— Olá, como vai, se lembra de mim?
— Estou bem, claro que me lembro, e você com est?
— Eu, com muita vontade de ver sua rola grande e ver você se masturbar pra mim na cam!!!! Será que rola?
— Claro que sim. Já estou com ele bem durinho na minha mão.
— E aí como foi com sua filha!!!!!
— Maravilha, deu tudo certo, elogiei e abracei-a como você havia sugerido. Fiz ela sentir meu pau duro, acho que ela gostou, ficamos abraçados um tempinho e ela disse que era uma delícia sentir aquilo, e pediu pra eu sempre abraçá-la daquele jeito!!!!
— Você é boa nisso hem? Qual o próximo passo????
— Bem, se ela gostou, deixa agora ela ver o seu pau, mas de maneira discreta, pra ela não achar que você quer atacá-la. Se ela gostar do que vai ver tenho certeza que ainda essa semana você vai tirar o cabacinho dela, comer sua bucetinha deliciosa. Faça isso ainda hoje, à noite eu entro pra saber como foi. Agora liga a cam, quero ver seu cacete grande e duro.
E assim, pai e filha estavam se exibindo um pro outro pela webcam sem que ele desconfiasse que estava se exibindo pra própria filha, a qual deixava à mostra somente a xaninha se masturbando e se contorcendo como se fosse uma serpente de tanto prazer ao ver a rola dura e grande do próprio pai, enquanto ele do outro lado da tela também se desmanchava de tanto prazer por ver uma bucetinha virgem e com a esperança de um dia, quem sabe, experimentá-la ao vivo e a cores.
Depois de gozar abundantemente Mayara disse que estava saindo, mas que à noite retornaria. Desligou o note, passou um pano úmido na xaninha, tirou a maquiagem, colocou uma calcinha vermelha minúscula e uma sainha curta e saiu de mansinho do quarto e foi pra cozinha. Alguns minutos depois ele saiu do quarto e entrou no banheiro. Antes de ligar o chuveiro, Mayara correu pra porta e ouviu o pai falando o nome dela entre gemidos e sussurros, na certeza que estava se masturbando. Ficou ali do lado de fora com a mão por dentro da calcinha imaginando toda aquela tora à disposição.
Ao sair do banheiro só de cueca e com a toalha pendurada no pescoço, surpreso viu a filha na cozinha e disse:
— Ué filha, você havia dito que ia demorar? O que aconteceu?
— Ah, minha amiga ficou indisposta e adiamos o trabalho pra outro dia. O senhor quer café?
Ele disse que sim e começou a tomar de pé mesmo, enquanto Mayara olhava fixo pro cacete dele pra vê-lo endurecer. Não demorou muito pra ele começar a crescer, e enquanto olhava parecia que a pressão subia junto e o coração batia mais rápido.
— Ai que calor — ela disse se levantando e indo pra sala, se sentou no sofá e logo o pai veio e se sentou também.
Ela ficou olhando na direção do pau dele, e ele foi se ajeitando até deixar a cabecinha sair pra fora da cueca. Ela se virou pra ele deixando as pernas entreabertas, facilitando pra que ele visse a calcinha vermelha molhadinha e os pelinhos ralos saindo pra fora. Ele por sua vez foi fazendo o pau sair cada vez mais até ficar totalmente de fora com aquela cabeça grande e vermelha brilhando. Realmente deveria ter uns vinte centímetros, pensou Mayara, passando a língua entre os lábios e continuava olhando fixamente aquela vara, com o desejo de cair de boca e mamar aquela vara naquele mesmo instante e sentir o leitinho inundar sua boca, mas se conteve e apenas disse:
— Papai você tem uma pica linda.
Mais alguns minutos e o pai teria tirado o cabacinho dela ali mesmo, naquele sofá, mas olhando no relógio viu que estava na hora da esposa chegar e cada um se levantou rapidamente indo pro seu quarto se recompor.
À noite, enquanto a mãe assistia novela na sala e vendo que o pai estava no quarto, Mayara disfarçou e também foi pro dela, ligou o note e entrou na sala que ele estava.
— Olá, alguma novidade????
— Sim, ela viu, ficou só olhando e pude ver a calcinha dela bem molhada, depois ela disse “papai você tem uma pica linda”, mas como estava na hora da minha esposa chegar do trabalho então não deu pra continuar.
— Puxa que azar hem? Se não fosse horário da sua esposa chegar teria sido hoje, com certeza, a putinha tá louquinha pra dar. Se ela viu e disse isso é porque ela gostou, não tem mais como evitar, você vai tirar o cabacinho dela amanhã com certeza!!!!!
— Você acha que ela vai deixar ????? E o meu cabacinho você vai querer ???
— Quero, lógico, só o cuzinho???
— Vou dar só o cuzinho pra você, a bucetinha vai ser do meu pai!!!!
— Adorei ver o seu cacete pela webcam e me masturbei várias vezes durante a tarde e a noite só pensando você me comendo gostoso. Você tem local?
— Sim tenho. Pode ser aqui em casa, na minha cama ou no quarto da minha filha, assim eu te como pensando nela.
— Oba, então vamos marcar pra amanhã cedo, eu finjo que vou pra escola e nos encontramos, me pega no terceiro ponto de ônibus depois da pracinha!!!!
— Como vou te reconhecer, tem muitas estudantes pegando condução no mesmo ponto...
— Estarei com uniforme da escola e com uma flor na mão, quero ver se essa (rola grande) vai dar conta de mim.
— Ok vou levar minha esposa no trabalho e deixo minha filha no colégio dela que fica bem perto dessa pracinha e te pego aí às sete e meia...
— Combinado vou ficar ansiosa. Ah! Não esquece de me levar um presentinho. Bjssss.
No dia seguinte saíram os três, o pai, a mãe e Mayara no banco de trás. O pai deixou a mãe no trabalho e ia em direção ao colégio, quando Mayara disse:
— Pai para!
— Que foi filha, esqueceu alguma coisa???
— Meu trabalho de escola, vale nota, eu esqueci no meu quarto, me leva de volta, preciso pegá-lo.
— Tá bom mas não demore eu tenho um compromisso daqui a pouco.
Pararam no portão da casa e Mayara entrou correndo direto pro quarto, tirou toda a roupa e ficou peladinha, morrendo de tesão só de imaginar aquela linda pica que viu no dia anterior na webcam e depois ao vivo e a cores invadir todos os seus buracos, poder mamar o leitinho quente e delicioso. Passava a mão na bucetinha e já sentia aquela babinha molhar os dedos, sentia arrepios por todo o corpinho de ninfetinha tarada que em instantes estaria sendo explorado pelo pai que iria ter o prazer de tirar seus dois cabacinhos de uma só vez. Alisava os seios arrepiados com os mamilos durinhos, o dedo molhado do líquido lubrificava o anelzinho, já preparando-o pra ser deflorado, e nisso ouviu a buzina do carro, era o pai que não queria se atrasar pro compromisso, e ela ansiosa pra ele vir atrás dela.
Não demorou e ele saiu do carro e foi ver o que estava acontecendo pois Mayara estava demorando muito, e quando ele bateu na porta do quarto chamando-a ela disse:
— Entra pai!!!!!
Ele empurrou a porta e!!!!!
— Vem pai, vem terminar o que começamos ontem antes da mamãe chegar. Vem, vem, vem logo, fode meu cu bem gostoso, guardei ele e a minha bucetinha pra você, vem papai eu sou toda sua, me arromba com essa sua rola grande, vem rasgar minha buceta, me faz mulher, hoje quero ser sua putinhaaaa, foi um tormento pra mim vê-lo todos os dias de cueca, vem me comer gostosoooo.
Enquanto ouvia a filha se insinuar, o pai ia tirando a roupa e disse:
— Vou te fuder sua putinhaaa, sempre sonhei por este dia chegar e hoje você não me escapa. Ontem meti a noite inteira na sua mãe pensando em você sua safadinha.
A beijou com um beijo de língua e jogou de bruços na cama e lambeu o cuzinho dela com vontade até deixá-lo bem lubrificado, se posicionou atrás dela e segurando a rola com uma mão foi empurrando no anelzinho, tirava, cuspia no cuzinho e enterrava de novo, aquilo ia rasgando, ardendo...
— Aiii paaai tá doendooooo, tá me rasgando, mais devagar!!!!!!
— Você não tava querendo uma rola sua putinha, agora aguenta, ou tá arrependida!!!
— Não, tô não, mete forte me fode com força me fode gostoso... Puta que pariu! Aaaaaaiiiiiii... Aaaaaaaiiiiiiii...
E aquela rola foi escorregando pra dentro do cu, e se acomodando, e o pai socando, socando, como socava na mulher dele.
— Aaaiiiii DE VVAAAGAAARRRR, TÁ ME AAAHHHH...
— Oh filha! Aaaaahuuuuuummmmm, que cuzinho gostozzooooo, EU ESTTTOOUUU GOOOZZAAAANNNNDDOOOOOO!
— AAAHHH Que delícia...
e despejou todo o estoque de porra no cuzinho dela, que sentiu como se aquela porra fosse caldo de pimenta de tanto que ardia o cuzinho. Depois que ele tirou a pica de dentro é que ela viu sangue, ele rasgou o cuzinho literalmente, mas ela estava satisfeita e o pai mais ainda por ter tirado o cabacinho do cu.
Mas como ela havia imaginado que o cabacinho da buceta seria dele, que ele seria seu primeiro macho, aquele que iria lhe fazer mulher, depois de um descanso ela disse:
— Papai vem, fode logo minha bucetinha, quero sentir sua pica dentro de mim, vem romper meu lacre.
Ele a beijou carinhosamente, chupou os peitinhos e foi descendo, passou pelo umbigo, desceu até os pelos ralinhos da xaninha até colocar a língua na entradinha dela e bolinar o grelinho já entumecido. Depois de brincar bastante e vasculhar a rachinha de cima a baixo com a língua quentinha, com os polegares das duas mãos abriu a grutinha, como que pra conferir se era mesmo virgem e disse:
— Caramba filha, você tem certeza que quer que eu tire sua virgindade, não quer pensar melhor?...
— Não pai, não quero pensar melhor, eu guardei meu selinho pra você, é meu sonho dar minha bucetinha pra você, me come logo me fode gostoso.
Ele passou a língua de novo em toda a extensão da grutinha, depois se posicionou e foi introduzindo a pica na buceta dela até alcançar o lacre. Ela se arrepiava todinha e sentia calafrios por todo o corpo. O pai foi forçando a pica duríssima e uma ardência na rachinha indicava que o selinho estava se rompendo, aquela dorzinha aumentou e a xaninha formigava até que ela sentiu aquele caralho ir escorregando pra dentro tocando lá no fundo. Agora sim ela já era mulher, cruzou as pernas no quadril dele enquanto ele socava com vontade a grutinha e ela sentia as bolas tocarem sua bunda. Ele foi aumentando o ritmo enquanto falava de maneira gostosa:
— Oh filha! Aaaaahuuuuuummmmm!... delícia huuuuuumm que bucetinha gostosa você tem!!!!!
— Então fode gostoso sua putinhaaaa, quero sentir esse caralho tocar meu estômago Aaaaaaaiiiiiiii.... Delíciaaaa Que caralho gostoso papai!
— Tá gostando, cadelinhaaaa? Toma! Toma! — ele dizia.
— Vou gozar na sua bucetinha vou encher ela de porra!!!! IIIIIII!
Mayara estava trêmula e dizia entre gemidos:
— AAAIII, vou gozar também papai vamos gozar juntos!!!! OOOOHHHHH! GOOOSSSS TTOOOO SSSSOOOOSSSSS! EUUU GOOO SSEEE IIIIIII!
— AAAHHHH, que delícia de buceta filha, vou querer mais!!!
— Ela será sempre sua papai, pode comer minha buceta quando quiser!!! Vou adorar!!!
Depois que o pai tirou o cacete da buceta ela lambeu gostoso aquela pica que a inaugurou, até ela ficar dura de novo e encher sua boca com o leite grosso e suculento.
Pai e filha fodem sempre e estão planejando visitar um motel no dia do niver dela. Ela adora a pica do pai no cu, na buceta e sacia a vontade de tomar leitinho quente.
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