Incesto familiar - o início
- Temas: Suruba, bissexualidade, cuckoldry, DP, anal, exibicionismo, incesto, voyeurismo, troca, fetiche.
- Publicado em: 11/05/18
- Leituras: 17889
- Autoria: zoiodoido
- ver comentários
Me chamo Maria, tenho 26 anos e na época estava com 21. Meu marido, Jorge, tem 31, com 26 na época dos acontecimentos relatados aqui. Já tínhamos dois anos de namoro e estávamos com casamento marcado para o final do ano.
Em junho daquele ano, conheci um dos primos de Jorge, Márcio. Era um rapaz de 22 anos, muito bonito, com um porte atlético, e estava passando férias na casa da mãe de Jorge. Desde o encontro dos dois, fiquei meio cismada, principalmente pela intimidade e brincadeiras deles, com muita pegação e gracinhas de passar a mão um no outro, e por aí vai.
Quando ele me levou para casa, o questionei sobre essa proximidade exagerada dos dois. Ele me disse que, quando Márcio morava em nossa cidade, eram muito próximos e tinham muita intimidade, ao ponto de dividirem algumas namoradas, ora sozinhos, ora juntos.
Aquilo me deixou impressionada e meio confusa. Afinal, Jorge nunca demonstrou nenhum tipo de propensão para esse tipo de relacionamento e era até muito ciumento comigo, ao ponto de limitar a altura de minha saia. Fiquei com aquilo na cabeça, mas acabei desencanando.
No final de semana, saímos os três juntos e outro fato me chamou a atenção. Estávamos em uma balada; lá pelas tantas, os três já bem altos, Márcio dá uma sumida. Pouco depois, Jorge resolve ir embora, mas para podermos ir, precisávamos achar o Márcio. Saímos procurando pelos cantos e me deparo com ele no maior amasso com um cara num canto da boate.
Fiquei chocada e sem entender nada. Jorge o chama, ele se despede com outro beijo muito quente no cara e vamos embora. Jorge simplesmente não falou nada e agiu de forma normal, como se não tivesse visto seu primo, até então pegador de mulheres, dando um amasso em um carinha na balada.
Ele me deixou em casa e foram embora juntos. Eu, já com a pulga atrás da orelha, dez minutos depois liguei para a casa dele para saber se já haviam chegado e confirmei que sim com a irmã de Jorge. No domingo, Jorge chegou cedo à minha casa. De imediato, já vou perguntando o que foi aquilo do dia anterior. Ele gargalhou e disse:
— Desencana, Márcio é bissexual ou sei lá o nome disso hoje. Ele curte meninos e meninas.
Continuei encucada. Estava preocupada mesmo sabendo dessa tendência do primo de Jorge, não resisti e perguntei:
— E você, já transou com ele? Vocês já tiveram algum caso?
— Vou ser sincero com você, já tive sim, mas hoje não. Acho que essa época já passou. Quando compartilhávamos nossas namoradas, muitas vezes eu comia elas e ele também, mas agora é passado.
— Você fez isso? É muita perversão. Não acredito.
— Meu amor, entre quatro paredes acontecem coisas que você não tem controle; quando vai ver, aconteceu.
Ali terminamos esse assunto. Saímos e curtimos até de noite, sem mais novidades. Quando voltei para casa, voltou à cabeça aquela conversa com Jorge. Fiquei cismada e resolvi pesquisar sobre esse tipo de relacionamento na internet. Para minha surpresa, não era algo tão medonho como pensei. Existiam muitas pessoas que tinham esse tipo de fetiche, inclusive casados que compartilhavam suas mulheres com outros homens, onde tanto transavam com ela como com ele ou todos juntos.
Fiquei ali lendo sobre o assunto e vendo vídeos com atos explícitos. Vou confessar que aquilo me excitou; excitou tanto que, quando me dei conta, estava me tocando e acabei gozando vendo os vídeos.
A semana se passou com nosso dia a dia normal. Vi Jorge quase todos os dias, mas não toquei mais no assunto. No final de semana, novamente marcamos de sair juntos. No carro, já fui falando para o Márcio:
— Seu putinho, vê se não some de novo, hein. Não tô a fim de ficar te procurando e ter outra surpresa.
— Fica tranquila, prima, hoje tô mais pra Don Juan.
Jorge riu e fomos para a balada. Chegamos e Márcio já foi puxando assunto com um grupo de meninas que estavam na porta. Entramos e, em menos de dez minutos, já estava agarrado com a mais bonita da turma. Ficamos os quatro curtindo e tomando bebidas. Lá pelas três da manhã, Jorge nos chama para irmos embora. Márcio me fala:
— Poxa, agora que tava ficando bom. Vê com o Jorge de a gente ir pra um motel, tô doido pra comer essa guria, ela é bem gostosa.
Ri e falei para o Jorge:
— Teu primo está a fim de comer essa mina. Disse pra gente ir pra um motel, o que você acha?
— Até que é uma. Vamos nessa.
No caminho, Márcio estava num malho só com a menina no banco de trás. Praticamente já tinha tirado a roupa da garota, mamava os peitos grandes dela e estava com os dedos enterrados em sua boceta — e que boceta: carnuda, tipo Big Mac. Fiquei olhando de rabo de olho e confesso que estava me excitando aquela pegação toda.
Chegamos ao motel, um bem chique na saída da cidade, e paramos na recepção. Jorge pede duas suítes, no que Márcio diz:
— Pra que duas, cara? Vamos todos em uma só.
Jorge me olha e fala:
— Tá doido, cara? Que ideia é essa?
Joana, a garota que estava com Márcio, fala:
— Até que é uma ótima ideia, ia ser divertido nós quatro!
Jorge: — Não! Vocês estão doidos.
Olhei para Jorge e disse:
— Vamos, amor, podemos ficar olhando os dois. Vai ser divertido!
Márcio riu e disse:
— Então, cara, não tô te reconhecendo. Vamos nos divertir.
Jorge pede a suíte máster e entramos no motel. Chegando ao quarto, Márcio já estava tirando a roupa da Joana, que apenas ria. Se jogaram na cama e Márcio já se enterrou no meio das pernas dela. Ela me olhava com cara de tarada e eu e Jorge ali, parados, vendo aquela cena.
Márcio foi tirando sua calça ainda com a cara enterrada na boceta de Joana, que a essa altura gemia feito uma cadela. Eu, ainda pasma, parada de pé; Jorge acariciando seu cacete sobre as calças. Olhei para ele, que me olhou e ficou meio sem ação. Levei minha mão até seu cacete e o acariciei. Ele ficou me olhando e soltou a calça, deixando-a cair no chão. Me abaixei e abocanhei seu cacete duro como uma tora. O mamei por algum tempo até que olho para trás e vejo Márcio socando a rola em Joana, que continuava a gemer como uma vadia no cio. Ela me olhou e disse:
— Vem aqui, sua gostosa, quero chupar sua boceta. Traz ela aqui!
Olhei para Jorge, que falou:
— Vai lá, ela tá te chamando.
Me levantei já tirando minha saia e calcinha, subi na cama e me posicionei com a boceta na cara da menina. Ela enterrou sua língua em minha boceta melada, lambendo e mordendo meu clitóris. Quase gozei na hora, estremeceu meu corpo todo. Ela continuou a lamber e sugar minha xoxota. Nisso, olho para Márcio, que voltou a chupar a boceta da Joana. Ele olha para Jorge, ainda de pé olhando a cena à sua frente, e diz:
— Vem, priminho, vamos relembrar os velhos tempos.
Empina sua bunda e a oferece para Jorge. Ele me olha e faço um sinal afirmativo com a cabeça, ainda sendo sugada pela Joana. Jorge se posiciona atrás de Márcio, pega um lubrificante do motel, lubrifica seu cacete, passa na bunda do primo e enterra sem dó seu cacete no rabo dele. Ele uiva e geme. Joana grita:
— Continua chupando minha boceta, seu viadinho do caralho.
Ele enterra a cara na boceta dela e Jorge bomba em sua bunda. Mais um minuto vendo aquela cena e gozo loucamente. Me jogo para trás e fico desfalecida olhando meu homem enrabar seu primo. Ele soca até gozar forte no cu de Márcio, que grita de prazer. Joana segura a cabeça de Márcio na sua boceta até gozar também. Acabamos os três ali, deitados, exaustos e satisfeitos.
Jorge vai ao frigobar, pega umas cervejas e traz para nós. Olha e digo:
— Tem algo mais forte aí não?
Márcio pega o interfone e liga para a recepção, pede um litro de uísque. Em minutos chega, ele abre e nos serve. Pego o copo e tomo em uma talagada. Ele me olha e diz:
— Eita, tá com sede ou doida?
— É pra dar coragem.
— Coragem pra quê? — pergunta Jorge.
Olho para ele e vou até Joana. A beijo longamente na boca, minha mão alcança sua boceta e atolo meus dedos. Ela geme. A empurro na cama e caio de boca em sua boceta carnuda. A chupo sem saber ao certo o que fazer; apenas estava realizando o que gostaria que fizessem em mim. Ela geme e delira com minha mamada. Olho e vejo Jorge oferecendo seu cacete para ela mamar. Ela aceita e engole sua rola toda.
Nisso sinto um cacete sendo enterrado em minha boceta e vejo pelo espelho Márcio me fodendo gostoso. Ele atola de uma só vez e sinto seu cacete bater fundo em minha boceta. Soca sem dó e eu começo a sentir um tesão doido. Jorge me olha e continua a ser mamado por Joana, que o chupa com vitalidade. Mais um pouco e Jorge anuncia que irá gozar. Joana continua a mamar até encher sua boca com a porra de Jorge. Ela me olha e engole toda sua porra.
Sinto Márcio tirar sua rola da minha boceta, lambuzar meu cu com gel e empurrar sua rola em meu rabo. A princípio penso em reclamar, mas deixo rolar. Ele enterra tudo em meu rabo e bomba com vontade. Jorge nos olha e diz:
— Márcio, deita e faz essa vadia sentar na tua rola. Quero comer essa boceta com seu pau no cu dela.
Aquilo soou como música. Uma dupla não estava nos meus planos, mas naquela noite nada estava. Ele tirou seu pau de meu cu, deitou e sentei em sua rola dura. Enterrei até o talo. Jorge veio por cima e enterrou sua rola em minha boceta. Senti algo que nunca tinha sentido, um tesão alucinante. Joana ficou atrás dos dois e lambia as bolas de um e de outro. Me fizeram gozar duas vezes antes de parar e pegar Joana para foder também. A doida gozou como nunca, parecia histérica. Eles socaram até ela implorar para pararem. Só o fizeram quando estavam para gozar, e nos melaram de porra da cabeça aos pés.
Posso dizer que essa foi, até então, a melhor foda da minha vida. Dei para dois caras ao mesmo tempo, chupei minha primeira boceta e vi meu Jorge comer o cu de seu primo. Realmente uma noite única.
Depois dessa suruba doida, fomos embora. Joana nunca mais a vi. Márcio voltou na semana seguinte para sua cidade. Eu e Jorge retornamos à nossa rotina. Achei que essa loucura fora apenas nessa oportunidade; ledo engano. Mais coisas iriam acontecer antes de meu casamento, mas isso fica para outro conto.
