Da para pagar? Dou sim!

  • Temas: Anal, boquete
  • Publicado em: 27/08/18
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  • Autoria: SEVERUS
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Olá, sou Severus, um escritor fantasma, não escrevo minhas histórias e aventuras, mas sim a de outros, hoje será Lí¬dia a contar a dela. Verdadeira ou não? Cabe a vocês decidirem.

Vamos a ela, agora é com Lídia.

DIA D.

Deitada de bruços sobre o capô do carro do meu marido, com meu vestido todo enrolado na cintura, olhava pelo reflexo do vidro Sérgio atrás de mim, comendo com gosto a minha boceta. Penas abertas. Só não estava apoiada na ponta dos pés graças às sandálias de salto alto. Eu gemia de prazer a cada estocada, sentindo meu líquido escorrer. Nunca na minha vida babei tanto, também nunca na minha vida fui comida como estava sendo.

Sérgio, segurando-me pela cintura, com aquelas mãos ásperas e fortes, puxava-me para ele a cada vez que enfiava aquele cacete todo em mim, fazendo-o bater lá no fundo do meu útero. Eu me segurava como podia e pedia mais, me surpreendendo com a mulher que estava ali refletida no para-brisa, parecida comigo, mas em nenhum momento poderia ser eu.

- Aí, me fode mais, me come, sou toda sua - Gia e pedia de um jeito que nunca havia feito em minha vida. Quase implorando para ser arregaçada sem piedade.

- Cadela, putona gostosa - foi o que ele falou, meio arfando, me estocando mais uma vez, e depois diminuindo o ritmo, fazendo-me sentir aquele mastro entrando lentamente.

Sérgio então me segurou com mais força e, sem tirar o pau de dentro da minha boceta latejante, se curvou sobre mim e falou - Toda minha, sua cadelinha? Você é toda minha, putinha?

Sentindo o peso de Sérgio sobre mim, assenti com a cabeça e, me virando como pude para olhar para ele, falei - Toda sua, seu cachorro, seu puto gostoso.

Ele sorriu, se endireitando e retirando aquele pau gostoso de dentro de mim, olhei surpresa para trás, iria reclamar porque havia parado, não tive tempo, pois ele voltou a me empurrar contra o capô do carro e começou a esfregar aquele pau no meu rego. Sentia todo o talo subir, descer, me dando mais tesão, o que me fez rebolar como deu.

- Toda minha, então, putinha? - Repetiu a pergunta sem esperar uma resposta. Continuou - Já que é toda minha, então vou foder esse cuzinho lindo que você tem - Se afastando.

Gelei, já havia dado o rabo para meu marido, mas o pau dele era mais fino que o de Sérgio. Antes que eu pudesse reclamar, senti a língua dele percorrer meu reguinho e começar a trabalhar no meu rabinho, que inevitavelmente começou a piscar.

Ouvi então uma risadinha de Sérgio, que falou em seguida - Olha só o cuzinho se manifestando que quer vara.

Virei-me rapidamente, ficando de frente para ele, olhando-o nos olhos e espantados, falou - O que foi?

DUAS SEMANAS ANTES.

No meu apartamento.

- É a quarta vez que você sai com o carro e quebra alguma coisa, meu Deus, você realmente só fode a gente - falou meu marido daquela maneira gentil de me tratar quando o erro de alguma forma era meu.

- Já disse, o cara bateu atrás e, antes que eu tivesse tempo de me recuperar do susto, ele fugiu. Nem vi a placa - falei brava também.

- Pois é, nem para isso serviu, e agora?

- Agora é arcar com o prejuízo, porra - falei bem irritada.

- Vou ver quanto fica esse conserto, depois conversamos - saiu pela porta do apartamento ao mesmo tempo em que eu desabava muito brava com tudo.

Admito, ele não estava errado em estar bravo, pois deveria no mínimo ter anotado a placa do carro que me atingiu, mas vacilei e quando olhei o carro estava longe demais para fazer qualquer coisa. Contudo, detestava quando ele explodia e me rebaixava, dizendo indiretamente que eu era incompetente.

Eu e Marcos somos casados há dez anos, tenho 36 anos e ele 37, não temos filhos, o motivo não vem ao caso. Sou considerada uma mulher até atraente, tenho 1,70 de altura, seios médios, pernas grossas e um bumbum bem feito. Sou ruiva, portanto bem branquinha e com sardas um pouco no rosto e nas costas.

Meu marido é um homem bonito, alto, 1, 83 de altura, já com uma barriguinha típica e é bastante trabalhador. Dono de uma loja de materiais de construção e eu sou professora de educação física, logo me mantenho em forma.

Mas voltemos à história, afinal são apenas detalhes que podemos deixar passar sem prejuízo algum aos fatos.

Depois de quase duas horas, ele voltou e percebi logo de cara que só não continuava irritado, como parecia bem pior.

- Então? - Questionei.

- Quanto vai ficar?

- Caro. Vai ficar caro.

- O seguro cobre? - perguntei.

- Que seguro?

Lembrei-me então de que estávamos há dois meses sem seguro do carro, pois estávamos estudando outras seguradoras. Quando você está de azar, o azar não perdoa.

- O quanto ficou? Perguntei, agora mais preocupada.

- Onde levo sempre que você apronta - Apontou para mim - Vai ficar a bagatela de R$ 5. 700, 00 - Ao ouvir aquilo, eu quase caí de costas.

Quando ele me viu sem reação, falou bem secamente - Para você aprender a ser mais cuidadosa, desta vez o conserto é por sua conta, se achar um lugar mais barato, sorte sua, se não... - Ele se levantou sem terminar a frase e foi saindo da sala.

- Como assim eu terei que pagar? E se não, ok?

- Você vai pagar sim, se não fica sem carro, eu tenho o da empresa, você fica a pé - disse, me olhando bem tranquilo até.

Ele já estava na porta quando eu disse - Mas Marcos, eu não tenho esse dinheiro, você sabe. Que eu faço, dou a bunda para pagar?

Se virar - ele disse - Por isso, ache algum lugar mais barato, caso contrário, é a solução - e saiu.

- Filho da puta - disse assim que ele saiu e pensei - vou arrumar essa merda de carro.

Na segunda-feira, comentando com uma grande amiga da escola, contei o ocorrido e ela disse no final: - Amiga, conheço bem o Marcos, me desculpe, mas você tem razão, ele é um filho da puta mesmo. Não acredito que ele te mandou dar a bunda para pagar! - Falou minha amiga.

- Bem, não fui ele que disse, fui eu, mas ele indiretamente concordou, o que dá quase na mesma - falei.

Depois, outro amigo meu da escola me falou de uma oficina e me deu o endereço. Minha amiga falou - Nossa, esse bairro não é lá muito bom, amiga, quer que eu vá com você? - Aceitei e fomos.

A oficina era meia caída em um bairro meio suspeito realmente, o que me deixou meio nervosa. Mas, como foi indicação de um amigo, estava com minha amiga. Enchi-me de coragem e fui em frente.

Entramos na oficina pela única entrada e percebemos que ela era comprida. Não havia ninguém à vista, dois carros lá dentro. - Olá, alguém aqui para atender? - Chamei sem resposta. Depois da segunda vez, estava resolvida a ir embora quando, de lá do fundo, veio um rapaz moreno com um ar sério, de macacão sujo de graxa, aberto quase até o umbigo.

- Pois não - disse, me medindo dos pés à cabeça.

- Você trabalha aqui? - Minha amiga perguntou.

- Sou o dono e único empregado no momento - disse ainda sério.

- Bem, eu vim pela indicação de um amigo para você fazer um orçamento do estrago desse carro aí - falei, apontando o veículo parado à frente do lugar.

Então ele passou por mim, foi até o carro, olhou, olhou e depois voltou, olhando diretamente para mim, disse - pode deixar o carro aqui hoje?

- Deixar aqui? - Questionei.

- É preciso, senhora, preciso ver o que está danificado e não é visível por fora, além do mais, a senhora pode ser multada por andar com essas lanternas quebradas, podem até apreender o veículo - falou bem tranquilo, mas o tempo todo me medindo.

- Está bem, quando posso voltar para saber o resultado dessa checagem?

- Depois de amanhã, com certeza - disse sorrindo e então percebi o quão atraente era ele.

- Qual seu nome?

- Sérgio, senhora.

Depois, esperando um Uber, minha amiga falou, me sacaneando - Senhor, que pedaço de homem é esse? E ele ficou medindo você o tempo todo.

- Percebi - falei e concluí - um cara charmoso mesmo, quantos anos você dá para ele?

- Olha. Eu não dei nenhum ano, mas confesso que daria com gosto - falou rindo e me cutucando com o cotovelo.

- Você não presta mesmo - disse rindo, e falei - Acho que não tem 30 anos.

- Minha amiga, esse eu faria um acordo sem pensar muito - disse minha amiga, sorrindo maliciosamente.

- Como acordo?

- Se meu marido me mandasse dar a bunda para pagar - ela fez um suspense e, quando eu ia falar, ela concluiu - Para esse cara eu dava gostoso. Porque, amiga, meu marido merecia um par de chifres bem posto.

- Aí você fala cada merda - disse rindo, mas pensei com certeza, merecia um par de chifres mesmo - nisso chegou nosso Uber.

Não pensei mais no assunto até chegar à noite e, na cama com meu marido, ele disse seco, como se nada tivesse acabado de acontecer depois de transamos. - Conseguiu um lugar para consertar o carro?

- Deixei em uma oficina para avaliarem o estrago e passarem um orçamento - disse, não acreditando que depois de transamos para tentarmos fazer as pazes ele vem com essa.

- Tomara para seu bem que fique barato, porque vai ter que arcar com essa despesa sozinha para aprender - falou e se virou para dormir.

A raiva dele voltou e as palavras de minha amiga também, fui para o banheiro me limpar e, quando estava no banho, me peguei pensando no Sérgio e, quando dei por mim, estava me masturbando deliciosamente.

No dia em que iria ver o carro, saí da escola e fui para casa pensando, no fundo, desejando que ficasse caro, pois estava decidida que, se desse para negociar os valores, com certeza eu negociaria.

Vesti uma calcinha sexy que tenho preta, me maquiei, coloquei um vestido bem leve e com um decote generoso e na altura dos joelhos, salto alto. Tudo para facilitar, se necessário, e naquela altura queriam que houvesse negociação, estaria pronta.

Quando cheguei, Sérgio veio me medindo novamente dos pés à cabeça, mas desta vez sorridente e muito mais amável.

- Boa tarde, meu orçamento está pronto?

- Está sim, senhora - Falou sorrindo e pedindo para acompanhá-lo até o carro que estava mais no meio da oficina.

Quando chegamos, falei - então?

- Bem - começou a falar todos os estragos e percebi que ficaria bem caro aquele conserto, então disse - Quanto tudo?

Ele se virou, pegou um bloquinho e falou - Vai ficar em R$ 6. 100, 00 tudo.

- Puta que pariu - soltei involuntariamente - Muita coisa, minha nossa.

- O estrago foi grande - falou, dando de ombros.

- Não, muito caro - disse, balançando a cabeça.

Depois de um tempo de me ver reclamar, ele disse: - Olha, senhora, se eu tirar um pouco da mão de obra, dá para fazer uns R$ 5.900, 00 - falou, olhando rapidamente para meu decote.

Virei-me e andei uns passos para que ele me apreciasse pelas costas, e rebolei um pouco mais que o normal - Nossa, ainda é muito caro, sem chance - Me virei novamente, voltando lentamente parando a frente do carro e disse com ar de preocupada - Sérgio, será que dá para melhorar um pouco... Não, digo, dá para melhorar bem esse preço.

Ele passou a mão no queixo, suspirou e disse: - Me deixa falar com o fornecedor - pegou o celular e passou por mim indo à frente da oficina, não sem antes parar e segurar no meu ombro nu, pois o vestido era de alcinha, e sorriu. - Só um minuto, senhora.

Aquele toque me arrepiou toda, meus bicos saltaram e senti um friozinho percorrer minha espinha e respirei fundo. Nunca havia ficado com outro homem desde que me casei, mas estava muito afim naquele dia.

- Dona Lídia - Falou Sérgio, se aproximando e parando uns dois passos atrás de mim. Fazendo-me girar em sua direção, tirando-me dos pensamentos.

- Sim - falei, fingindo apreensão.

- Olhe, o que posso fazer são R$ 5. 400, 00.

Fiz cara de decepção, mas por dentro estava eufórica e excitada, queria uma brecha e ela veio - Aí, Sérgio - Falei balançando a cabeça - Ainda

está muito alto - E olhei com olhinhos tristes para ele.

Ele respirou fundo, coçou o queixo e disse - Olha, Dona Lí¬dia, cinco mil em duas vezes, é meu limite. "Falou.

- Cinco mil em duas vezes? - Era um bom desconto, não podia negar.

- Isso, dá para a senhora pagar, porque é pegar ou largar, não posso tirar mais nada - falou.

Confesso que nunca fui assim, acreditem ou não, nunca tive essa coragem, mas naquele dia não era eu que estava ali, e sim uma cópia bem diferente e deliciosamente safada.

Caminhei até uma bancada próxima, fingindo estar pensando em uma resposta, que já tinha, é claro. Abri a bolsa e, sem o tirar de dentro, desliguei o celular. Fechei-a e fiquei olhando para a bolsa, ganhando um tempo, fazendo um suspense.

- Então, Dona Lí¬dia? Dessa forma, dá para a senhora pagar - ele falou.

Larguei a bolsa na bancada e virei-me séria. Aproximei-me dele, bem perto. Coloquei o meu indicador no alto do peito dele e deslizei-o lentamente até a metade da barriga, e disse olhando nos olhos dele: - Se dou para pagar? Dou. Dou sim para pagar - e continuei descendo o dedo até onde deu. Levei a mão até o pau dele, sobe o macacão, apertando-o suavemente.

Sérgio não disse nada, apenas ficou ali parado segurando o celular com uma mão e a outra alisando meu braço, com um sorrisinho sacana na cara.

Subi a mão até onde o macacão estava aberto e deslizei-a para dentro dele e da cueca, já sentindo o volume crescer rapidamente na minha mão. Logo estava segurando um pau que sentia ser de bom tamanho, não que isso importe muito para mim.

- Hum - Falei - Acho que aceitou minha oferta, pelo menos seu parceiro aqui parece interessado - Falei, me aproximando mais e dando um leve beijo no queixo dele, que apenas sorria com o canto da boca.

Com a mão livre, puxei a cabeça dele para mim e beijei-o suavemente. Nessa hora, ele subiu a mão pelo meu braço até a alça do meu vestido e puxou-o bem devagar. Ajudei-o a tirar meu braço pela alça e deixar um dos meus seios à mostra.

Ele olhou-o e sorriu. Começou então a rodear o bico já durinho com a ponta do dedo, eu continuava apertando aquele cacete que já sentia baba na minha mão.

Sérgio deslizou a mão pelo outro braço, me fazendo soltar seu cacete para ajudar a soltar o braço da outra alça do vestido. Assim que me livrei, quis novamente enfiar a mão para dentro do macacão, fui impedida por Sérgio, que, balançando a cabeça, negou esse meu prazer.

- O que houve? - Disse meio surpresa - Não quer mais fazer negócio?

Ele balançou a cabeça, sorrindo mais ainda. Pegou-me pela cintura e pôs-me sentada no capô do carro do meu marido e começou a chupar e lamber meus peitos, até aquele momento sem dizer uma palavra.

Sua língua circulava meus bicos, ora de um, ora de outro peito, e depois de algumas circuladas, os prendia entre os lábios e os sugava sumamente, tirando-me gemidos de puro prazer, pois estava realmente delicioso. Eu gemia e acariciava sua cabeça com uma das mãos, a outra eu me apoiava meio arcada para trás, para empinar mais os peitos.

Ele parou de repente e falou - Vou fechar a porta da oficina, não saia daí.

- Não vou sair não - falei e lhe dei um rápido beijo.

Sérgio abaixou a porta da oficina e veio lentamente se livrando do macacão. Quando chegou a mim, estava completamente nu, com um mastro lindo apontando para cima e todo melado.

- Minha nossa, Sérgio, que pau lindo - falei, crescendo os olhos para aquele mastro que vinha em minha direção.

- Acho que você aceitou minha proposta? - Perguntei, já tendo certeza de que sim.

Ele chegou bem perto, colocando suas mãos sobre minhas pernas e alisando-as. E eu estiquei a mão segurando aquele pau duríssimo com uma mão, já punhetando devagar, a outra levei até seu saco, bolinando-o suavemente.

- A senhora disse que dá para pagar a conta, não disse?

- Disse e confirmo, dou sim - falei sorrindo marotamente como se fosse a coisa mais comum para mim.

- Ok, deita - disse, me empurrando sem brutalidade para trás.

- Opa, opa - disse sorrindo.

Sérgio me fez deitar de costas no capô e levantou minhas pernas e as abriu, colocando cada uma de um lado de seus ombros e se debruçou entre elas.

Senti sua língua na minha virilha, senti minha pele se arrepiar toda. Ele percorreu com ela as coxas. Senti sua boca beijar minha boceta sob a calcinha, já completamente molhada. Meu tesão era enorme, mas era um tesão diferente de todos que lembrava.

Ele então puxou minha calcinha de lado e delicadamente começou a lamber minha boceta, depois chupá-la, me levando ao delírio. A sua língua sabia exatamente aonde ir e não parava. Eu estava delirando de prazer e tentando me segurar para não gozar logo, mas estava impossível com aquele homem me saboreando daquela forma.

- Meu Deus, que delícia. Ai, Sérgio. Nossa... Nunca fui chupada assim, não vou aguentar, vou gozar - E falando assim, tremi toda, dando um longo e delicioso gozo, fazendo-me apertar as pernas e prender a cabeça dele entre minhas coxas, para em seguida me largar totalmente mole sob o capô.

Levei acho que um minuto ou mais para me recuperar e, quando consegui sentar novamente, Sérgio estava encostado na bancada alisando suavemente aquele cacete fantástico. Aqui tenho que dizer que não era uma coisa enorme do outro mundo, mas era de bom tamanho e grossura.

- Estou mole, porque você fez isso em seu cachorro - falei ainda apoiada nos dois braços sobre o capô.

- Gosto de chupar uma boceta e, quando começo, não consigo parar até chegar o fim - disse, dando de ombros, completando - muito mais uma boceta carnuda como a sua.

- Pode me arrumar um pouco de água, minha boca secou - falei sem tirar os olhos daquele pau melado.

Sergio foi para outro cômodo ao lado que até aquele momento não havia percebido e voltou com um copo cheio de água em uma mão e uma cerveja na outra e falou - Qual prefere?

- Água - falei, pegando o copo e bebendo de uma só vez. Ao contrário do que pensei, ele não abriu a cerveja, a colocou na bancada e voltou para perto de mim, tirando o copo vazio de minha mão e me enlaçando pela cintura. Me beijou com vontade.

Senti o gosto da minha boceta em sua boca, e adorei aquilo, me fez começar a acender novamente, mas ainda sentindo aquele membro pulsante raspando minhas pernas.

Ele me olhou e falou: - Continuamos ou quer mais um tempo para ficar no ponto novamente?

- Estou novamente no ponto - falei, levando a mão a seu pau e não menti, nunca havia me recuperado tão rápido. Puxei-o para mim, estava novamente, bem excitada, o beijava. Minha mão foi direto punhetar aquele cacete que novamente começava a babar e muito. Sentia que minha boceta também começava a melar novamente - E ele também.

Escorreguei para o chão e comecei a beijar o peito e os mamilos dele, sem soltar aquele cacete nem um segundo, e novamente me surpreendi ao falar - Nossa, como baba este rapaz aqui - Falei olhando nos olhos dele e completei de uma forma bem pidona - Posso chupar? Posso?

Ele me puxou até a bancada, encostando nela e falou - Vem, pode chupar.

Beijei sua boca e fui abaixando, lambendo seu peito, barriga. Comecei como ele, lambendo a virilha enquanto esfregava aquele pau no rosto. Passei a lamber seu saco e depois chupar a base do cacete.

Fiquei assim um tempo, lambendo o saco e o talo, então comecei a subir, lambendo e beijando aquele pau gostoso e babão até chegar à cabeça, que beijei e lambi em toda sua volta até abocanhá-la com gula, mas suavemente, preenchendo toda minha boca com ela.

Chupava com carinho, enfiando o que dava na boca e depois puxando, tirava lentamente. Punhetava lentamente com a boca, sentindo toda a suavidade daquela cabeça e a dureza do talo em minha boca. Estava em êxtase com aquele cacetão na boca, gemia de cócoras com as duas mãos agora apoiadas nas coxas de Sérgio.

- Que boca safada e gulosa, você tem cadela - falou, me xingou pela primeira vez. O que soou como um elogio para mim.

Tirei o pau da boca e, passando pelo rosto, falei - Que bom que está gostando, porque eu adoro um pau na boca - Voltei a mamar, dessa vez punhetando com a mão levemente.

Sérgio somente alisava meus cabelos enquanto eu mamava aquele caralho com gula, gemendo de prazer, revirando os olhos.

Sempre curti um pau na boca, mas dessa vez estava realmente adorando, então pedi quase chorado de prazer - Quero leite, goza na minha boca, me dá porra - nunca havia dito coisa assim antes. Não pense que já não havia pedido leite, mas não dessa forma.

- A puta quer porra, é? - Falou autoritário para mim.

- Quero, quero sim, goza na boca da puta boqueteira, goza. Se acaba nela - falei, voltando a chupar com muita vontade.

Sérgio segurou mais firme minha cabeça, percebi o que ele iria fazer e fechei os lábios em tom do seu pau. Ele começou lentamente foder minha boca por um tempo até falar - Vou gozar, puta, abre a boca, cadela - tirou o pau dos meus lábios.

Abria a boca, pondo a língua para fora a tempo de receber a primeira golfada de porra, que também acertou meu rosto. Depois, ele, punhetando, colocou a cabeça dentro da minha boca, que se fechou automaticamente em sua volta, recebendo um segundo, mas bem mais fraco, jato saiu.

Era muita porra, não consegui engolir tudo, e escorreu pelos cantos da boca, pelo queixo e caiu nos meus peitos.

Quando ele se afastou, tirando o pirulito da minha boca, eu lambi os lábios, com o dedo recolhi a porra dos meus peitos e queixo e levei à boca, lambendo os dedos com prazer e falando - Delícia de cacete, delícia de porra.

Sérgio olhava para mim com a cara mais safada do mundo quando disse: - Faz muito tempo que não pegou uma casada.

Levantando-me, perguntei: - Você pegou muitas casadas já? - O que ele apenas deu de ombros e levantou as sobrancelhas, fazendo cara de quem sabe, mas não respondeu.

Cheia de tesão, agora queria aquele cacetão dentro de mim. Sabia, porém, que ele precisava de um tempo.

- Descanse gostoso, porque você ainda não pegou a casada aqui - e falando, fui ver o que era o outro cômodo, que não tinha nada de mais, apenas uma mesinha de armar, duas cadeiras, um frigobar, uma pia, um micro-ondas capenga e além, a porta do banheiro.

Limpei meu rosto na pia e peguei mais um pouco de água no frigobar. Quando voltei, Sérgio estava encostado no capô do carro do meu marido com aquela maravilha meio dura e me chamou com o dedo.

Sorrindo, fui até ele, que me pegou forte e falou - Não peguei a casada ainda mesmo. Vou pegar a vagabunda agora.

Ri para ele e disse - Então vamos melhorar a situação de seu amigo aqui - Me abaixei e comecei a mamar novamente aquele caralho gostoso, até o deixar a ponto de bala, que para minha surpresa não demorou nada.

Ele me levantou e encostou-me à frente do capô, se abaixou e me fez abrir as pernas, arrancou praticamente minha calcinha que se rasgou, o que me obrigou a ir sem nada por baixo para casa mais tarde.

Lambeu um pouco minha boceta, que já estava melada e escorrendo novamente por alguns segundos, se levantou e, com um pouco de brutalidade, me virou e me fez debruçar sobre o capô, abriu minhas pernas e começou a pincelar aquela cabeçona na minha entradinha, o que me fez fazer um movimento para trás, querendo ser logo fodida por aquele homem.

Ele colocou uma mão nas minhas costas e falou - Calma, cadela. Vai ser do meu jeito, certo?

Só assenti com a cabeça enquanto ele continuava pincelando aquele pau gostoso de cima a baixo na minha boceta, me fazendo gemer e falar - Para de me torturar, filho da puta, e come sua casada cadela, come aqui em cima do carro do maridinho dela. - Realmente admito novamente, era outra eu ali.

Senti então ele posicionar aquele cabeçona na entradinha da minha boceta e lentamente começa a abrir caminho para dentro de mim. Minha boceta engolia com prazer aquele cacete até o fim.

Então começou a rebolar com o par na minha boceta, sentia seu cacete dar voltas dentro dela, indo de lá para cá.

- Filho da puta, que delícia - gemi - fode a casada puta aqui, fode aqui neste carro.

- Vou foder gostoso você no carro do corno do seu marido - falou. E para meu espanto, falei - Isso fode a mulher do corno no capô do carro dele.

Então ele começou o vaivém ritmado, me deixando alucinada.

VOLTANDO AO DIA D

Ouvi então uma risadinha de Sérgio, que falou em seguida - Olha só o cuzinho se manifestando que quer vara.

Virei-me rapidamente, ficando de frente para ele, olhando-o nos olhos que,espantados, falaram - O que foi?

Olhando séria e autoritária para ele - Vai foder meu cuzinho? - Questionei segurando com a ponta dos dedos seu queixo.

Ele arregalou mais os olhos e abriu a boca, talvez para protestar, porém, fui mais rápida e disse, dando um beliscão de leve na bochecha dele: - Vai foder meu cuzinho?

- Eu... - Interrompi e, abrindo um sorriso, falei - Vai sim, vai comer meu cuzinho bem gostoso, mas com cuidado.

- Claro que vou tomar cuidado sim, putinha - falou, se levantando e se dirigindo para o cômodo anexo. Eu mordi os lábios, estava temerosa, mas a fim de ser enrabada. Passei a mão na boceta, me excitando mais ainda.

Ele voltou com um tubo de KY na mão, o filho da puta devia pegar outras ali, estava preparado. - Seu puto safado, já tem isso guardado aqui? Deve pegar muitas vagabundas aqui dentro, não é?

- Algumas sim, mas do seu nível nunca - disse sorrindo e passando o KY em seu pau todo.

Virei novamente, me debruçando no capô do carro, abri as pernas. Com as mãos, como a puta que eu era naquele momento, abri minha bunda e falei - Põem no meu cuzinho, mas seja carinhoso e gentil comigo, você tem um cacete muito grosso - disse, olhando sobre os ombros o cachorro sorrindo.

Ele se aproximou e senti o gel geladinho passando no meu rabinho, depois enfiou um dedo que deslizou fácil para dentro. Ficou ali brincando com o meu cu, depois senti que ele enfiou mais um dedo. Sabia que ele estava fazendo meu rabinho lacear um pouco.

- Aí, Sérgio, mete logo - pedi, pois meu tesão era enorme. Eu queria sentir aquela força dentro de mim.

- Calma, cadelinha. Já ponho nesse rabinho de puta - falou e continuou a meter os dedos em mim.

Depois de um tempo que para mim pareceu uma eternidade, senti o pincelando aquela vara no meu cuzinho que piscava de vontade de engoli-la.

- Abre bem esse rabo - falou Sérgio, que eu obedeci instantaneamente.

Sérgio posicionou seu pau bem no meio do meu rabinho, forçando a entrada, relaxei o máximo, mesmo assim e com o gel, não foi fácil.

Abri mais a bunda, senti a pressão vencendo a resistência das minhas pregas, apertei os lábios, não queria gritar, não naquele momento, contudo um ai prolongado escapou, o que fez Sérgio pôr a mão livre nas minhas costas e falar - Calma, relaxa, está indo.

Senti a cabeça penetrando-me lentamente. Larguei a bunda e fechei as apertadas perto do meu rosto, que tenho certeza de que ele viu minha expressão de dor, pois doeu sim.

- Relaxa - disse e parou de enfiar assim que a cabeçona entrou, estava me fazendo acostumar com aquela tora no cú. Assenti com a cabeça, embora não estivesse realmente tudo bem.

- Mais um pouco - ele falou e forçou um pouco mais seu mastro para dentro de mim, que dessa vez não aguentei - Aí, ai, devagar... Por favor, favor.

Ele parou novamente. Senti que pouco havia entrado, pois percebi pelo reflexo que ele ainda segurava o pau. Engoli em seco e falei - Põem mais um pouco.

Senti-o deslizar com mais facilidade para dentro de mim. A dor começava a diminuir, estava me acostumando com aquele tolete entrando em meu rabo. Como disse, já havia dado o rabo algumas vezes para meu marido, e um ou outro namorado antes, mas nunca com um pau tão grosso. Entendam, não era uma coisa absurda, mas para minhas experiências era.

Ele parou novamente e eu pedi corajosamente: - Não pare, continue, eu aguento.

- Você quem manda - ele falou e continuou a enfiar até que senti sua barriga encostar-se à minha bunda. Então ele falou - Tudo bem?

Apenas levantei um pouco a mão em sinal de - espere um pouco - respirei fundo e falei - Sim, tudo bem! - estava mesmo, estava quase sem dor e já quase acostumada com aquela vara atolada em mim.

Senti-o recuar um pouco e voltar a enterrar tudo bem devagar, estava começando a ser comida por trás. Ele manteve esse ritmo lento, não sei por quanto tempo. Alternando com rápidas paradas, ora tudo dentro, ora só um pouco.

Agora acostumada, estava começando a sentir prazer de ser enrabada com estilo, com jeito e profissionalismo. Levantei um pouco a cabeça, olhando o reflexo no vidro do carro na direção do volante e pensando - Seu filho de uma puta. Corno do caralho. Queria que visse que estou dando a bunda para pagar o conserto desse seu carro - virei-me então para Sérgio, falando - Está gostoso meu rabo?

- Cuzinho delicioso, apertadinho - falou, debruçando um pouco sobre mim.

- Então foda-o, come, que é todo seu - falei, gemendo como uma cadela no cio.

Ele me segurou pela cintura e começou novamente a bombear no meu cuzinho, aumentando o ritmo gradualmente. Levei a mão entre as pernas e comecei a me masturbar loucamente.

- Isso, meu macho, come esse rabo gostoso - falava sem parar de masturbar, antes dava o rabo sem fazer isso, mas agora era diferente, estava sendo bem fodida e queria gozar também assim.

- Gosta de dar o cuzinho safada, aposto que em casa não solta o rabão para o corno - falou, socando um pouco mais forte.

- Adoro, gosto de sentir a pica no rabo e não, não dou para o corno nunca - menti para elevar mais o ego dele, mulher é foda.

- Aposto que solta muito por aí esse cuzinho, não é? - perguntou Sérgio sem parar de me foder.

Homem parece que gosta de ouvir que a gente é muito puta e que vive dando por aí, principalmente se somos casadas, acho que é um fetiche bobo, mas por que não cooperar?

- Às vezes, quando o macho é gostoso e charmoso - Menti entrando no jogo dele.

- Imaginei que a casada aí era uma puta de experiência em meter chifre - Falou e enfiou tudo em mim, parando uns segundos atolado e depois puxou lentamente até tirar. E antes que eu protestasse, enfiou novamente com um pouco mais de força, me fazendo dar um grito mais alto um pouco.

- Aí, ai, filho da puta, devagar, puto.

Ele tirou novamente, dessa vez me virou de frente para ele, levantou-me e me deitou de costas no capô. Abriu minhas pernas, colocou-as em seus ombros e me puxou em direção a seu pau, que entrou agora sem nenhuma resistência para dentro do meu rabo arregaçado.

- Quero meter olhando para sua cara de puta - falou.

Joguei os braços para trás e sorri para ele, falando bem safada - Olha então, seu putão, olha a cara de sua puta, olha.

Ele me segurava pelas pernas, socando gostoso, maravilhosamente gostoso, eu voltei a me masturbar com a maior cara de satisfação, gemendo pedindo despudoradamente que ele comesse meu rabinho.

Sérgio então começou a fazer uma coisa que me levou definitivamente à loucura, ele tirou do meu rabo e enfiou na minha boceta e por um tempo ficou assim, trocando de buraco.

De repente, ele enfiou no meu rabo e,gemendo, gozou, enchendo meu rabo de porra. Meti a mão na boceta aceleradamente para gozar também. Porém, tenho que dizer que um cara quando sabe satisfazer uma mulher é de tirar o chapéu.

Ele saiu de mim e, se abaixando, meteu a boca na minha boceta, me chupando até eu gozar, que não demorou nada. Exausta, fiquei largada no capô do carro do meu marido por um bom tempo, enquanto Sérgio foi buscar água para nós.

Sérgio me ofereceu o chuveiro do minúsculo banheiro para me limpar, aceitei então pela primeira vez, ficando totalmente nua na frente dele, que me olhou e balançou a cabeça positivamente.

- Então, negócio fechado assim? Duas vezes? - Perguntei, já arrumada para ir embora.

- Fechado em duas vezes, mas e se tiverem gastos extras? Sabe como é, começa a arrumar e acha uma coisa que não tinha visto antes - falou encostado em um carro perto da saída enquanto eu chamava um UBER.

- Se tiver gastos extras, a gente negocia - falei, colocando o dedo na boca e chupando.

- Fechado - disse.

À noite, em casa, meu marido falou - Então deu jeito no carro?

Sem olhar para ele, continuando a fazer a janta, falei - Dei sim - Depois, virando para ele, falei - Ou melhor, estou dando, não se preocupe.

*Publicado por SEVERUS no site climaxcontoseroticos.com em 27/08/18. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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