"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Trepada com o feioso


autor: Dryka
publicado em: 22/03/15
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor



Era manhã do meu vigésimo quinto aniversário. Foi uma semana corrida apesar de ter convidado poucas pessoas. Somente algumas amigas íntimas, uns dois amigos e minhas duas irmãs mais velhas e seus maridos, e claro como eu morava junto com meus pais...

A Lorrayne ficou a semana toda m enchendo o saco para eu convidar o Paulinho, o filho do dono da padaria do nosso bairro.

– Poxa Dry convida ele!?

– Já falei que não vou convidar ele e pronto. Já está tudo certo e não vou convidar em cima da hora.

– Pô Dry você ta de sacanagem em não convidar o Paulinho. É só porque ele é feio??

– Claro que não!!

Era claro que sim! Paulinho era o cara mais feio que eu já tinha visto, mas Lorrayne queria porque queria que eu o convidasse. Ela tinha ouvido de outras colegas do nosso bairro que Paulinho para compensar sua feiura era muito bom de foda.

Mas eu não estava querendo tirar isso a limpo justo no dia do meu aniversário e logo na casa dos meus pais. Se tivesse ao menos tempo para trocar o local. Mas estava eu pensando bobagem! É ruim de eu trepar com aquele horroroso!

Apesar de que desde o momento em que a Lorrayne me disse que ele era bom de foda eu fiquei encafifada. Não que o Beto ( meu peguete ocasional ) não estivesse dando conta do recado, nossas transas eram sensacionais. Mas pensar em outro macho me pegando de jeito, era muito bom... Estava eu pensado bobagem de novo. Afff!! tenho que acabar com esses pensamentos sórdidos logo!!

– Dryka tá faltando comprar água!

– Pode deixar mãe, eu vou buscar!

Ao invés de eu pegar o carro e ir ao supermercado, ou pedir por telefone, fui lá na padaria. Quando cheguei lá, quem estava atendendo no caixa? Isso mesmo o Paulinho!

–Ham...eu quero um fardo de água Paulinho!

– É tô sabendo que hoje é seu niver, parabéns!

– Obrigada Paulinho! Vamos fazer uma pequena recepção lá em casa você sabe onde é?

– Claro que sei! eu que faço as entregas lá não se preocupe sua água vai chegar.

– Ham! estou falando em você ir, heim!!...

–Há, você está falando da recepção?

– Sim vai ser as oito e meia você quer ir??
Vê se isso é jeito de se convidar alguém acho que a feiura dele estava me deixando nervosa ou os pensamentos que eu estava tendo que me deixaram nervosa.

– Mas é claro que vou! Obrigada pelo convite.

Aí meu Deus, que burrada que eu fiz! Convidar aquele cara feio para o meu niver? O que vão pensar dee mim quando virem ele chegando? Ai ai ai, agora que a besteira estava feita era melhor me acalmar pois estava mais nervosa do que o normal, ainda bem que todos pensaram que era por causa do meu aniversário. A Lorrayne foi a primeira a chegar, arrastei ela pro meu quarto e fui logo despejando.

– Eu convidei o Paulinho.

– Dryyyyyyyy! Não acredito!

– Cala boca sua vaca! os outros vão escutar seus gritos. Sim eu não sei onde estava com a cabeça mas fiz.

– Hum você está com mal intenção com Paulinho só por causa do que eu te disse né sua vadia?

– Aff! não me faz perder o pouco que me resta de paciência com você Lolô! Vamos pra sala que já está chegando gente.

Quando estava faltando alguns minutos para as nove já pensava que o Paulinho não viria mesmo, mas quando era nove e quinze ele chegou me trazendo uma caixa de bombom e uma garrafa do vinho que eu mais gosto. E aquela cara feia dele, apesar de que ele estava bem arrumado e cheiroso. Fui colocar o vinho no gelo e aquela vadia da Lolô veio atrás de mim.

– Pode deixar miga devido ao seu niver, vou deixar ele todo pra você.

Me disse isso me olhando com uma cara bem safada, aquela ordinária. Eu não queria ficar com aquele cara feioso nem se fosse prêmio de consolo.

Bem mais tarde quando a festa estava ficando boa pros mais novos e chata pros mais velhos. Minhas irmãs foram embora, ficou só um pequeno grupo bem animados e já tinha pegação na varanda e era claro que era a tarada da Lorraine que estava pegando um carinha da minha rua. Enquanto alguns ficaram escutando música na sala fui buscar mais petiscos na cozinha.

– Quer ajuda Dryka?

Era aquele cara, até que olhando mais detalhadamente, ele não era tão feio assim, só não era bonito. A cara cheia de espinhas uns óculos horríveis uma barbixa horrorosa em baixo do queixo, tirando isso ele não era tão feio assim...

–Dryka?

–Ham, sim leve essa bandeja de frios lá na sala pra mim?

Eu estava divagando olhando para cara dele, ai ai ai ai, tomara que ele não tenha percebido nada!
Ele foi e voltou da sala numa rapidez.

–Mais alguma coisa?

–Não obrigada.

–De nada estou aqui pra ajudar. Sua casa é grande né?

–É sim

–Eu só não vi a área de serviço.

–É que fica, lá no terraço, e é bem espaçosa.

–Puxa é mesmo? Me mostra? Se não for incomodo claro.

–Não, venha eu te mostro.

Acendi a luz da escada e fui subindo devagar, estava com uma sainha curta e sabia que cada degrau que subia deixava à mostra minha bunda redonda e empinada. Com certeza o Paulinho já estava se deliciando com a visão.

Resolvi não acender as luzes do terraço e quando já estava lá, fui o mais longe possível do olhar do Paulinho que me seguiu sem pressa. Me sentei no banco comprido que fica junto a parede, ele logo me alcançou e se sentou do meu lado. Paulinho pegou minha mão e levou aos lábios dando um beijo bem de leve.

–Parabéns.

–Obrigada, mas você já me deu parabéns hoje lembra?

–Lembro sim, estou te dando parabéns por ser a moça mais linda desse bairro.

Ele disse isso acariciando a palma da minha mão que estava entre as suas. No escuro eu vejo só o seu vulto e seus movimentos, que vem até meu braço com os lábios me acaricia com seu toque quente e suave, ele chega mais perto cola sua boca na minha, num beijo quente muito quente, que chego a sentir os últimos pingos de frieza que tinha em mim, derreterem. “Até que para um cara feio ele beija bem”. Pensei.

Ele pega minha blusinha e levanta e pega na pontinha do mamilo com toda delicadeza começa a empurrar e a puxar. Que loucura! Aquilo me deixou mais acesa ainda. Ele pôs sua boca no outro e começou a dar chupadinhas gostosas.

Tudo que ele fazia era com lentidão o que aumentava mais o meu tesão. Mas o que foi mais gostoso quando ele se abaixou levantou minha sainha e pôs meu filhote de calcinha pro lado e começou a dar lambidas em minha xana que já estava bem molhadinha.

Até que para um cara feio ele lambia gostoso. E como lambia! o que me deixava mais louca e querendo mais. Até que ele começou a sugar com um pouco mais de força meu grelinho e a dar umas curtas sopradinhas nele.

Ele enfiada sua língua mais fundo e quanto mais fundo ele ia, mais eu queria. Eu gemia baixinho com medo de alguém escutar, mas como era gostoso o que ele estava fazendo! Parecia que eu não tinha um macho a meses tamanho era o meu desejo. Eu queria muito mais, até que ele começou a enfiar um dedo em mim e me fez gozar em sua mão, que delícia de gozada que eu dei!
Ele ficou de pé na minha frente, pôs seu pau que parecia uma rocha de tão duro para fora, colocou na minha boca, não dava para ver mas pelo tato senti que era uma vara grande e grossa.
Comecei a lamber a chapeleta depois fui descendo até perto do saco depois subia de novo e repetia o processo.

–Não faz assim não Dryka! põe ele todo nessa boca gostosa!

Acatei sua ordem, mas não dava para enfiar aquele pau todo na minha boca, então ele me pegou pelos cabelos e foi enfiando devagar até chegar na minha goela, cada estocada que ele dava eu sentia que ia vomitar, nunca tinha sido fudida daquele jeito pela boca. Quanto mais fundo ele ia, lágrimas pelo meu rosto escorriam, mas não chorava, pelo contrário estava gostando.

Ele fudeu minha boca até gozar no fundo da minha goela, senti aquele líquido quente jorrando para dentro de mim como calda quente e não escapou nem uma gota daquele gozo. Até que para um cara feio ele sabia fazer as coisas. Ele me pôs em pé na frente dele se sentou no banco e me pôs no colo dele de pernas abertas.

–Vem gostosa bem devagar!

Aquele pau parecia que não tinha acabado de gozar, pois já estava pronto pro combate de novo.
Ele me fez ir sentando bem devagar naquele pau, minha bucetinha estava doidinha esperando o momento de abocanhar aquele mastro grosso.

Depois que ele enfiou tudo dentro de mim um prazer imenso me invadiu, ele me pegou pela cintura e foi me fazendo subir e descer, enfiando mais fundo. Me fazendo gemer de prazer, me fodendo com aquela pica dura.

Quando mais ele me fudia, mais nas alturas me sentia. Que delícia de trepada na no terraço! Nunca vou esquecer essa noite em que gozei várias vezes com aquele feioso tesudo. Como gozei gostoso!! Não demorou ele também gozou.

Naquela noite quando todos foram embora, só ficou a Lorrayne. Já tínhamos combinado antes que ela ia dormir comigo. Ela ficou insistindo para que lhe contasse tudo, nos mínimos detalhes. Enfim, me dei conta: não é que o cara feio fode bem mesmo?



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