VIREI PUTINHA DO MEU CUNHADO
- Temas: Virgindade, ninfomania, voyeurismo, masturbação, exibicionismo, anal, fetiche, cunhado, sedução
- Publicado em: 08/12/18
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- Autoria: brunads
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Até meus 18 anos, eu era uma mocinha completamente ingênua, na verdade uma sonsa, sem um pingo de malícia e não sabendo quase nada sobre sexo. Valéria é meu nome e decidi contar para os leitores como minha vida virou uma loucura sexual depois que despertei para o prazer.
Morava em um sítio perto de uma cidade pequena com minha família, composta de pai, mãe, dois irmãos e eu, a caçula. A vida era dura, com muito trabalho e quase nenhum divertimento, a não ser os cultos de domingo na igreja que frequentávamos.
Por sermos uma família evangélica bem conservadora, o diálogo sobre sexo não existia e tudo que era "gostoso" era proibido. Sempre que ia para a cidade, tinha um irmão me acompanhando para tudo quanto era lado. Na verdade, todo esse cuidado com a "mocinha" da família não me parecia necessário, porque eu não tinha o "fogo" que algumas moças demonstravam querendo namorar ou ir às festas.
Além disso, meus vestidos compridos de "crente" não chamavam a atenção dos rapazes, acostumados com as minissaias e shorts curtinhos das garotas "normais". Com 18 anos, nunca tinha batido uma siririca ou acariciado meu próprio corpo. A única manifestação de alguma "coisa" a mais era quando tomava banho: gostava de lavar minha xoxotinha bem demoradamente para "tirar" o cheirinho de xixi, e isso fazia meu corpinho virgem sofrer "choquinhos" deliciosos.
Quando me olhava pelada no espelho até me achava "gostosinha", porém, quando vestia minhas roupas de "crente", não tinha como se sentir bonita. Sou mulata de 1,70m. Se não fosse pelo cabelo sarará, até passaria por branca, porque puxei ao meu pai, que é branco; minha mãe é negra e meus dois irmãos puxaram a ela no tom de pele, sendo bem mulatos. Logicamente, herdei de minha mãe o corpo de cintura fina com bunda empinada e lábios bem grossos. Depois de tentar alisar meu cabelo e perceber que dava muito trabalho, passei a usá-lo bem curtinho. Apesar de achar estranho no começo, me acostumei e nunca mais deixei crescer.
Três meses antes de completar 18 anos, o sítio do lado do nosso foi vendido. A família que veio morar ali era muito legal e acabei fazendo amizade com uma das filhas casadas do novo vizinho; foi com ela que aprendi muito sobre sacanagem. Lucia tinha 20 anos, era loira, vestia sempre vestidos bem curtinhos e fazia apenas quatro meses que havia se casado com um rapaz de 22 anos.
Essa garota era completamente espontânea quando conversávamos sobre sexo e, logo no começo de nossa amizade, comentou:
— Nossa, Valéria... Meu marido tá cada dia mais tarado... Quer comer minha buceta toda hora que me vê... Me agarra, levanta meu vestido e soca a rola na minha buceta sem dó... Desde que casei, acho que minha buceta vive inchada... Além de tarado, tem uma rola grossa e cabeçuda que entra rasgando!
Eu fingia que entendia tudo que ela dizia e sorria, entrando na conversa toda curiosa, querendo saber mais:
— Acho que é normal, não é? Vocês são casadinhos de novo!
— Isso é... Mas meus namorados anteriores eram bem mais calmos que esse... Nossa... Meu marido vive com a rola dura o dia inteiro... De vez em quando acordo de madrugada com ele socando gostoso na minha buceta! Com os outros namorados eu trepava no máximo duas vezes por semana!
— Então você não se casou virgem, Lucia?
— Claro que não, amiga... Sempre fui safadinha... Perdi o cabaço com 18 anos... Eu tive "alguns" machos antes do meu maridinho tarado... Depois que conheci o safado e ele me fez gozar gostoso, vi que esse era o macho que queria para marido. Ele também era comedor, cheio de namoradinhas... Mas depois que passou a foder minha bucetinha quente, se apaixonou pela putinha loira aqui e quis se casar rapidinho!
Caí em risos com o jeito dela desbocado e resolvi abrir o jogo:
— Nossa... Você é só dois anos mais velha que eu e já aprontou um monte de safadezas... Até hoje nunca beijei um rapaz... Sou virgem até na alma!
— Valéria... Não sei como você consegue ser tão quietinha assim, menina... Desde cedo já beijava os rapazes e pegava na rola deles... Sempre tive tesão demais... Ainda bem que minha mãe sabia que tinha uma filha taradinha e me orientou, senão acho que teria engravidado rapidinho! Apesar de que aqui em casa todo mundo tem "rabo" quente. Meu pai e minha mãe, até hoje, depois de mais de 20 anos casados, vivem se pegando... Mamãe quando goza dá para escutar os gritinhos de tesão da safada. Minha irmã mais velha já tá casada desde que tinha 18 anos. Meu irmão, que fez 18 anos o mês passado, é bem taradinho também... Desde novinho cansei de pegar ele batendo punheta e tentando agarrar as garotas que frequentavam a nossa casa!
— É... Nossas famílias são bem diferentes... Tudo em minha casa é proibido... Minha mãe diz que só vou sair de casa depois de casada... Mas na igreja que frequento não fui com a cara de nenhum dos rapazes, mas não posso nem reclamar, que senão apanho de cinta!
— É... Imagino como deve ser ruim não ter liberdade... Ter que usar essas roupas de "crente" que você usa... Se você colocasse uma minissaia ou um vestido curtinho ia ficar muito gata, Valéria... Dá para ver que, mesmo com essas roupas estranhas, você tem um corpo muito bonito... Outro dia meu marido e meu irmão estavam comentando sobre você, dizendo que por baixo desse vestido comprido tinha uma gata muito gostosa... Meu irmão então disse que, quando te vê por trás, fica louco reparando na tua bunda empinada rebolando gostoso quando anda.
— Que safados, hein... Ficarem comentando sobre meu "rabo"... Ainda bem que minha família nem imagina as barbaridades que estamos conversando!
Quando eu e minha amiga Lucia não estávamos fazendo algum trabalho doméstico, vínhamos para a beira da cerca que dividia nossos sítios. As casas onde morávamos não ficavam muito distantes uma da outra e passávamos bastante tempo fofocando e falando sobre tudo e todos. RSS.
Lucia realmente era uma tarada de mão cheia e vivia comentando sobre as trepadas que dava com o marido roludo. Certamente aquela loirinha tinha sido uma tremenda putinha sem um pingo de juízo, e o seu maridinho também não ficava atrás em matéria de safadeza, porque de vez em quando ele via eu e Lucia conversando na cerca e vinha até onde estávamos.
Algumas vezes o casal ficava trocando carinhos na minha frente e dava para notar que na frente da calça do tarado logo armava uma barraca enorme, e minha amiga safada já dava um jeito de fazer com que ele a abraçasse por trás, ficando perfeitamente encaixados. Também acabei percebendo que Lucia não usava calcinha e, quando perguntei o porquê, ela, sorrindo, disse que depois que começou a sentir tesão deixou de usar calcinha porque ficava mais fácil "namorar". O marido taradão adorava ela peladinha por baixo dos vestidinhos curtos.
No lugar onde ficávamos conversando havia várias árvores frutíferas que tampavam um pouco da visão, tanto do lado da minha casa quanto da casa da Lucia, e não demorou para que o casalzinho safado trocasse alguns carinhos mais ousados. Claro que eu não achava ruim e resolvi brincar:
— Até parece que não tem cama na casa de vocês... Qualquer dia vocês vão começar a transar aqui na beira da cerca e vou ser obrigada a assistir... Isso é maldade demais diante de uma mocinha completamente virgem! RSS.
Lucia, dando um sorrisinho toda sacana, disse:
— Quem sabe você assistindo eu e meu marido tarado fazendo sacanagens te deixa bem assanhada e acabe arrumando um macho e deixe de ser virgem... Se quiser já tem um candidato para tirar teu cabaço... Meu irmãozinho taradinho é louco para te pegar... É fã incondicional da tua bunda empinada!
Depois de ter dito isso, Lucia levantou a frente do vestido e pude ver que a safada estava com o pauzão enorme do marido no meio das coxas rebolando bem devagar; não tinha como não notar aquela cabeçona toda babada se mostrando diante de meus olhos ávidos. Lucia fazia aquela sacanagem só para atiçar meu tesão e estava conseguindo. Ela deu uma inclinada no corpo, empinando a bunda e segurando na cerca, e sussurrou:
— Me come, meu marido gostoso... Mostra para a Valéria como você sabe comer minha buceta... Deixa a crentinha safada com bastante tesão... Me comeeeee!
Luis era o nome do marido da minha amiga e, em segundos, ele passou a foder a buceta da putinha que rebolava como uma doida espetada na rola enorme dele. Não dava para ver em detalhes pelo meu ângulo de visão, mas rapidamente os gemidos de prazer tomaram conta do local e o casal gozou gostoso se exibindo diante de mim. Quando ele tirou a rola de dentro dela, pude ver que realmente era grande e grossa.
Lucia se ajoelhou diante do marido e, pegando a rolona toda melecada de porra, enfiou-a na boca, lambendo cada centímetro daquela maravilha, deixando-a completamente limpa, e então disse:
— Pronto, meu tarado... Já gozou gostoso... Agora vai trabalhar que vou ficar mais um pouco conversando com minha amiga virgem!
A porra que estava dentro da buceta escorreu para o chão formando uma pocinha. Quando ela se levantou, a safada só pegou a barra do vestido e deu uma limpada entre as coxas, dizendo:
— Nossa... Além de pau grande, o taradinho goza que nem um cavalo... Lava minha buceta por dentro... Quando você pegar um macho assim também vai adorar... Mas me fala... Gostou do que viu, né? Garanto que ficou com a bucetinha virgem molhadinha, né, sua crentinha safada?
Não tinha como esconder o tesão estampado em meu rosto após ter assistido minha amiga sendo comida e, em seguida, mamando e limpando o pauzão. Sorrindo sacana, disse:
— Lucia, você é uma louca varrida... Já pensou se alguém vê vocês fazendo isso? Se for alguém da minha família, então... Nem quero pensar nisso!
— Deixa de onda, sua crentinha safada... Você não respondeu minha pergunta... Meu marido tarado já foi embora... Quero ouvir da tua boca... Você dizendo que tá molhadinha... Confessa, vai!
Toda cheia de tesão, sentindo minha bucetinha virgem queimando, disse:
— Sua puta tarada... Claro que estou molhadinha, aliás, estou é completamente ensopada, tá escorrendo pelas minhas coxas sua puta sem juízo. Meu coração parece que vai sair pela boca com essa loucura que você fez... Você é um demônio em matéria de safadeza!
Lucia deu uma gargalhada sacana e, chegando pertinho de mim, sem que eu esperasse tanta ousadia, enfiou a mão entre minhas pernas e rapidinho foi levantando meu vestido comprido. Quando me dei conta, a putinha estava bolinando minha bucetinha virgem por cima da calcinha e sussurrou:
— Já que a crentinha safada tá toda ensopada, vou deixar essa bucetinha virgem ainda mais encharcada... Vou te fazer gozar gostoso... Rebola na minha mão, sua putinha virgem... Goza nos meus dedos... Eu sei como fazer isso bem gostoso... Goza, sua virgem safada!
Não demorou mais que dois minutos para que meu corpo começasse a tremer que nem vara verde e, soltando um gemido contido, comecei a gozar pela primeira vez na vida; achei que ia desmaiar de tanto prazer. Minha bucetinha virgem parecia que fazia xixi de tanto líquido escorrendo de dentro dela. Só quando me acalmei um pouco é que senti que Lucia tinha enfiado os dedos pelos lados da calcinha e apertava e esfregava meu grelo teso com força, me levando a ter orgasmos seguidos. Nem me surpreendi quando percebi que a putinha tarada também esfregava seu grelo inchado com a outra mão, gozando junto comigo.
Realmente minha vizinha Lucia era uma ninfomaníaca ousada e tinha me proporcionado um prazer que nunca tinha sentido. Quando me recuperei e tentei dar uma dura nela, dizendo que nunca mais deveríamos fazer aquilo de novo, ela levou a mão novamente entre minhas coxas, apertando minha bucetinha por cima do tecido do vestido, e disse:
— Valéria... Deixa de bobagem, tolinha... Tenho certeza que vai querer brincar de novo comigo... Você gozou que nem uma cadelinha no cio... Se tivesse um macho por perto e fosse num lugar escuro, seu cabacinho ia ser arrombado facinho... Pra quem disse que era virgem até na alma, com certeza você tá prontinha para virar uma putinha... Adorei brincar contigo!
Meu corpo estava em chamas. Me despedi com um sorriso safado e fui para minha casa tomar um banho gelado. Naquela noite, antes de dormir, enfiei meus dedos por baixo da calcinha e pela primeira vez bati uma siririca deliciosa, me lembrando dos dedinhos ágeis da minha amiga. Mordendo o travesseiro para não gemer alto, gozei gostoso encharcando a calcinha.
Durante dois dias choveu sem dar tréguas, me deixando frustrada. Assim que a chuva parou e meus pais e meus irmãos foram trabalhar na roça, Lucia me chamou na cerca. Fui encontrá-la toda "quente" e ela já levou a mão entre minhas coxas, enfiando os dedos pelos lados da minha calcinha:
— Pelo teu sorriso e pelo calor que tô sentindo nos meus dedos... Sua bucetinha tá doidinha querendo gozar comigo... Né, sua crentinha safada?
Nem respondi, só dei um sorrisinho safado e abri mais as pernas para facilitar o acesso. Em segundos, ela apertava e bolinava forte meu grelinho tesudo e, como da primeira vez, comecei a tremer sem controle. Gozei copiosamente molhando a mão dela, que me deu um beijo na boca fazendo meu corpo delirar. Ela abaixou minha calcinha e começou a dar tapinhas na minha bucetinha alternando com bolinadas fortes. Quando atingi outro orgasmo intenso, comecei a fazer xixi na mão dela e ela disse:
— Goza, crentinha puta... Goza gostoso, cadelinha safada... Hummm... Putinha virgem que faz xixi quando goza é uma delícia... Goza mais!
Gozei deliciosamente e ela, sorrindo, disse:
— Uma pena que não dá para te levar para casa para a gente brincar na cama... Queria chupar tua buceta e fazer você chupar a minha... Íamos gozar que nem loucas... Mas quem sabe um dia isso dá certo!
Era época de festas juninas e na cidade sempre aconteciam três grandes quermesses. Eu e meus irmãos aguardávamos ansiosamente o mês de junho. Logo que cheguei na primeira das festas, meus irmãos encontraram amigos da igreja e se enturmaram, me deixando sozinha. Fui dar umas voltas para ver se encontrava Lucia e acabei dando um encontrão em um rapaz, caindo de bunda no chão.
O rapaz, todo preocupado, me ajudou a levantar. Ele se apresentou como Marquinhos: 22 anos, loiro, rosto bonito, corpo legal e muito educado. Começamos a bater papo e ele me contou que morava na cidade vizinha. Me elogiou dizendo que eu tinha um rosto e uma boca linda e que tinha adorado meu cabelo curtinho.
Apesar de o meu vestido ser bem comprido, na parte de cima ele era fechado por uma carreira de botões. Quando meus irmãos me deixaram sozinha, a primeira coisa que fiz foi desabotoar alguns e deixar a parte de cima de meus seios à mostra. Percebi os olhares dele e isso me deixou excitada. Quando Marquinhos voltou ao assunto namorados, resolvi abrir o jogo, dizendo que ia completar 18 anos, que nunca tinha tido nenhum e que minha família era conservadora.
Gostei do jeito daquele rapaz e, quando chegamos perto de umas árvores num lugar meio escuro, ele, gaguejando, disse que queria me beijar. Passei os braços em volta do seu pescoço e passamos a nos beijar com volúpia. Senti as mãos dele apertando minha bunda e seu pinto durinho cutucando minha bucetinha por cima do vestido.
Os beijos desceram para o pescoço e logo o safadinho já chupava os bicos de meus seios. Nos enfiamos no meio das árvores e senti sua mão entre minhas coxas:
— Marquinhos... Por favor... Tenha cuidado... Eu sou virgem... Não vai fazer nada para a gente se arrepender.
Ele, todo ofegante, disse:
— Não... Não se preocupe, Valéria... Juro que não vou fazer nada para te machucar... Só quero te acariciar toda... Nunca senti isso antes com nenhuma outra garota... Se quiser parar, é só dizer!
— Eu não quero parar... Tô adorando o que você tá fazendo comigo... Quero que continue... Tá uma delícia!
Encostados em uma árvore grande, nossos carinhos se tornaram mais quentes. Quando ele tirou o pinto para fora, colocando-o no meio das minhas coxas, minha bucetinha virgem parecia que ia explodir. Ele gemeu alto e senti sua porra quente inundar minha calcinha e os pelinhos da minha buceta. Gemendo e me esfregando, gozei deliciosamente junto com ele.
Na hora me veio à cabeça o que minha amiga tinha feito com o marido e, sem pensar muito, me abaixei diante dele e peguei seu pinto melecado, enfiando na boca sem um pingo de frescura. Que delícia sentir o gosto e o cheiro de macho! Logo senti o pinto dele crescer novamente e passei a mamar igual tinha visto a Lucia fazer. Marquinhos, todo tarado, fodia fundo na minha garganta e gozamos juntos novamente.
Fui até um banheiro dar uma limpada na minha bucetinha completamente melecada e depois fomos comer lanches. Marquinhos me abraçava como se fôssemos namorados de longa data. Quando nos despedimos, ele me passou o telefone e disse que na festa de São João viria novamente. Naquela noite, quase nem acreditei na loucura que tinha feito. No fundo, achei que ele fosse pensar que eu era uma garota muito safada.
Quando contei tudo para Lucia, ela, sorrindo, disse:
— Acho que se esse rapaz aparecer por aqui de novo, teu cabacinho vai para o espaço... Valéria, eu sabia que você era putinha, mas acho que você é muito mais taradinha do que parece!
Resolvi pedir o celular da Lucia emprestado para ligar para ele. Ele foi maravilhoso, me chamando de amor e dizendo que não conseguia esquecer da minha boca chupando o pinto dele. Durante os dias que antecederam a quermesse, me acabei nas siriricas. A festa chegou e logo encontrei Marquinhos.
Para nossa safadeza ser mais tranquila, decidi tirar a calcinha e enrolei o vestido na cintura. Meu namorado também colocou o pinto para fora. Ele me virou de costas e deslizava seu pinto babado no reguinho da minha bunda:
— Ah, Valéria... Eu estava louco para te abraçar assim... Por trás... Quando você anda sua bunda mexe de um jeito especial... Você me deixa louco!
Empinei o rabo e rebolei, sentindo a cabeça do pinto dele tocando meu anelzinho. Levei a mão para trás e segurei-o na portinha do meu cuzinho:
— Enfia bem devagar... Come meu cuzinho virgem... Atrás não tem problema... Enfia... Eu quero também!
Em milésimos de segundos, o pinto estava enterrado no meu rabo não mais virgem. Senti meu cuzinho ser inundado de porra fervente e gozei pelo cu como se gozasse pela bucetinha. Tivemos que parar porque estava chegando gente perto. Mais tarde voltamos ao nosso "moita" e a coisa pegou fogo outra vez. Por muito pouco meu cabaço da buceta não foi embora naquela fincada. Fiz com que ele lambesse minha bucetinha e gozei na boca dele, e depois engoli sua porra como no primeiro encontro.
O namoro virou noivado com rapidez e, depois de quatro meses, estávamos casados. Na nossa lua de mel, minha virgindade da buceta finalmente deixou de existir. Do jeito que eu era louca para perder o cabaço, quase nem senti dor e virei putinha do meu maridinho.
Quando fui apresentada à família dele, fiquei sabendo que ele era o mais novo de três irmãos e que era filho só por parte de pai. O pai, apesar de casado, tinha várias amantes e ele tinha sido fruto de um desses relacionamentos. Os irmãos, Heitor (38) e Nestor (40), me trataram super bem. Heitor era divorciado e morava em uma casa enorme ao lado da nossa, por isso nos víamos quase todo dia.
Como passei a ser uma "dona de casa", vivia fazendo doces e salgados para o meu marido e, como sempre sobrava, mandava levar para o cunhado. Heitor era um homem alto, forte, com cabelos grisalhos que lhe davam um charme especial. Meu marido não era ciumento; logo que voltamos da lua de mel, comprei roupas novas. Escolhi minissaias e shorts curtinhos. Quando perguntei se ele não acharia ruim, ele disse que iria adorar me ver ainda mais gostosa.
Comprei roupas sexy, passei a usar maquiagem e batons coloridos. Quando passava na rua, os olhares dos machos tarados eram por todo meu corpo. Eu adorava ouvir as safadezas que falavam a meu respeito. Não pensava em trair, mas minha buceta molhava rapidinho escutando esses "elogios" sacanas.
Em casa, deixei de usar calcinhas e passei a me depilar totalmente, ficando lisinha. Marquinhos viajava dois ou três dias por semana e meus dedinhos já não estavam dando conta. Minha mente pervertida sempre lembrava da rola enorme do marido da Lucia e do que ela dizia sobre experimentar um "grandão".
Certo dia, meu marido tinha saído de viagem e eu estava com uma minissaia de babados bem curtinha e sem sutiã. Fui pegar o controle da TV, que caiu atrás do sofá. Me debrucei sobre o encosto para alcançá-lo, ficando com a bunda toda de fora e a buceta exposta. Vi meu cunhado Heitor na porta da sala:
— Desculpe entrar sem bater, cunhada... Mas meu irmão deixou o portão aberto. Te encontrei assim... Um pouco desprevenida. Acho melhor eu pegar o que você tá querendo antes que aconteça um acidente!
Fiquei sem reação, com a bunda e a buceta à mostra. Me sentei e, com um sorriso, disse:
— O Marquinhos é meio desligado... Ainda bem que não é um ladrão!
Ele pegou o controle e me entregou:
— É... Ainda bem que não era um estuprador, né? Acho que você precisa pedir para o meu irmão comprar calcinhas para você... Desse jeito não ia nem dar trabalho. RSS.
Ele se sentou ao meu lado sem tirar os olhos das minhas coxas. Eu sorri bem sacana:
— Teu irmão não tem culpa... Eu é que não gosto de usar calcinhas. Aprendi com uma amiga.
A conversa começava a me deixar excitada e percebi que na frente da calça dele uma "bela barraca" se armava:
— É... Tô vendo que meu irmão soube escolher uma esposa do jeito que todo homem sonha: linda, inteligente e bem putinha como deve ser!
— Que cunhado mais safado... Me chamando de putinha na cara dura! Desse jeito não faço mais seus doces e salgadinhos!
Ele riu e segurou minha mão:
— É um elogio, pode ter certeza! Meus amigos do futebol iam me matar se você parasse de cozinhar.
Fui buscar café e, quando voltei, me sentei dobrando uma das coxas no sofá, deixando minha bucetinha à mostra. Ele não tirava os olhos:
— Valéria... Hoje vai ter um torneio de poker em casa. Será que minha cunhadinha que não gosta de usar calcinhas poderia fazer salgadinhos e um bolo? Prometo que depois te dou um belo presente.
— Eu não devia... Mas vou atender seu pedido. Mas como vou saber se você ganhou o jogo?
— Já que meu irmão não volta hoje, você podia ficar com a gente lá em casa, me ajudando a servir os amigos.
Ele ajeitou acintosamente o volume enorme na calça e eu abri mais as coxas:
— Se meu cunhado quer que eu seja uma "garçonete", vou cobrar o presente em dobro!
— Topa ser minha garçonete? — ele perguntou.
— Se você prometer que seus amigos não vão sair por aí dizendo que sou "putinha", eu topo! Mas você quer que eu sirva com calcinha ou sem?
— Lógico que prefiro sem... Aliás, acho que você nua e de salto alto ficaria uma putinha perfeita!
— Seu safado tarado! Nuazinha e de salto? Acho que seus amigos não vão querer comer só salgadinhos... Quantos homens serão? Será que dou conta?
— Serão oito homens comigo... Acho que minha linda cunhadinha certamente vai dar conta sim!
O celular dele tocou, era a secretária. Ele se despediu com beijinhos e enfiou a mão entre minhas coxas, mergulhando os dedos na minha bucetinha:
— Tua bucetinha é como imaginei... Quente e molhada. Quando te pegar de jeito vou deixar ela bem inchada... Sua vadia safada!
Rebolei nos dedos dele e apertei aquele volume enorme por cima da calça:
— Me come antes de ir... Tô louca para sentir isso que você tem no meio das pernas... Prometo que você vai adorar. Até hoje só senti o pinto pequeno do teu irmão... Me fode!
O juízo sumiu. Abri o cinto dele e tirei aquela rola espetacular para fora. Caí de boca e fui bem fundo na garganta. Ele gemeu:
— Ah, que boca gostosa... Tô vendo que você é uma vagabunda de mão cheia. Vou te mostrar como trato as putas que querem minha rola grossa!
Ele ficou nu, rasgou minha camiseta e jogou minha microsaia longe. Me colocou de 4 no sofá, me deu dois tapas na bunda e lambeu minha buceta:
— Gosto de comer puta assim de 4... Pra entrar tudo até o talo!
— Para de falar e me come logo, seu tarado! Quero esse pauzão fodendo minha buceta apertadinha... Me fode!
Ele encaixou a cabeçona e foi enfiando aquele mastro grosso dentro de mim. Senti-me sendo rasgada ao meio, mas o calor daquele pauzão me fez sentir uma fêmea de verdade. Ele passou a meter forte e fundo e encheu minha bunda de tapas. Me mijei toda de prazer e ele começou a ejacular dentro de mim.
Depois, ele tirou o pauzão melecado e encaixou a cabeçona na portinha do meu cuzinho, fincando com firmeza. Dei um grito sentindo meu rabo arder, sendo rasgado por aquele pau de cavalo:
— Rebola, sua cadela... Você achava que eu não ia comer esse teu cu? Trata de rebolar!
Adorei ser comandada por aquele macho. A dor desapareceu e só o prazer restou. Meu cunhado, depois de me enrabar por alguns minutos, deu um berro e gozou novamente, enchendo meu cu de porra fervente.
