Minha primeira vez foi com um coroa
- Temas: virgindade, voyeurismo, masturbação, dominação, penetração, relacionamento, submissão
- Publicado em: 03/11/15
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- Autoria: passivoiniciant
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Olá, me chamo Ricardo (nome fictício), tenho 20 anos, pele clara, olhos castanhos e puxados, 1,70 de altura, 75 quilos e uma bundinha bem grandinha rsrsrs. O conto que vou relatar aconteceu de verdade quando eu tinha 19 anos.
Tive uma infância normal, brincava na rua, jogava videogame em casa etc. Sempre gostei de meninas e nunca tinha pensado em me relacionar com homens, mas certo dia, em uma brincadeira que acabou em um esfrega-esfrega com o vizinho, senti o pau dele duro sarrando na minha bunda. A minha mente se abriu, fiquei pensando naquela cena o tempo todo, acabei começando a ver os homens de outra maneira, principalmente os mais velhos, e até comecei a me masturbar pensando em algum cara me comendo. Meu cuzinho ficava piscando, pedindo pelo pau de algum coroa safado. Isso durou por muito tempo. Naquela época, eu tinha muita vergonha disso e só guardei para mim. Quando finalmente ganhei meu primeiro computador para poder fazer tarefas escolares à noite, via vídeos gays para saciar minha curiosidade sobre sexo gay, morria de tesão e só me masturbava. Comecei a entrar no bate-papo UOL para conversar com homens, mostrava o meu cuzinho virgem para eles na cam enquanto os via se masturbando, mas não sei o que acontecia comigo: mesmo quando o cara me interessava bastante, eu ficava com medo e nunca avançava para um encontro real, onde eu poderia perder minha virgindade.
Já fazia bastante tempo que eu tinha terminado o ensino médio, eu estava desempregado, como não tinha o que fazer em casa à tarde e eu ainda não estava fazendo faculdade, eu saía para usar os aparelhos da academia comunitária para ficar em forma e passar o tédio. Certo dia, vi que um senhor estava fazendo exercícios por lá. Não dei bola a princípio, mas depois de alguns dias ele veio puxar assunto comigo. O nome dele era José (nome fictício), tinha 67 anos mas nem aparentava toda essa idade, tinha aproximadamente a mesma altura que eu (1,70), cabelos brancos, era moreno, magro e usava óculos. Ficou conversando comigo sobre como é bom fazer exercícios para o corpo e ficou me fazendo algumas perguntas sobre onde eu morava etc. Por coincidência, eu morava só algumas ruas acima da dele. Enquanto ele falava, eu ficava olhando e percebi que ele tinha um jeito malandro de falar e não usava aliança. Pensei comigo mesmo que um homem dessa idade sem esposa com certeza devia adorar um rabinho novinho. A cada dia que eu ia, sempre puxava assunto com ele e conversava um pouco. Percebi que sempre que eu saía para ir para casa ele ficava olhando pra minha bunda.
Então, certa noite, eu não aguentei o tesão mais, eu precisava dar esse cú, ele estava sedento por um pau duro dentro dele. Tomei coragem e me preparei para ir: qualquer oportunidade que ele me desse, eu ia cair em cima. Tomei um bom banho e me perfumei antes de ir fazer exercícios. Quando cheguei lá dei uma sorte tremenda de estar somente ele fazendo exercícios, então fui para o aparelho do lado dele e comecei a fazer meus exercícios e puxar assunto. Depois de um tempo ele me perguntou:
- É você que está com esse cheiro todo?
E eu logo respondi:
- Sim, seu José, vim cheiroso assim pra você.
Ele começou a rir, meio sem graça. Foi aí que comecei a ficar com medo caso ele não gostasse realmente disso. Eu já tava me desanimando quando ele responde:
- Bom demais, eu tava doido pra cheirar um cangote hoje rsrsrs.
Eu comecei a rir e respondi:
- Eu nunca deixei um coroa cheirar o meu cangote, mas tô doido pra deixar, sabia?
Ele começou a rir, mas continuou a fazer exercícios.
O tempo foi passando e eu fiquei com medo do seu José ficar com raiva ou algo assim pelo o que falei, mas o tesão era muito grande. Eu fui perto dele e falei:
- É sério o que eu falei, seu José, se você tiver afim eu tô louco pra ficar com um coroa e perder a virgindade do meu cuzinho.
Ele só deu um sorrisinho e disse:
- Tchau, jovem.
Nem preciso dizer né, voltei pra casa totalmente arrasado e com medo de que seu José brigasse comigo no outro dia ou falasse pra alguma outra pessoa, já que eu não sou assumido isso iria me prejudicar muito. As horas pareciam dias, mas à medida que ia chegando perto de eu ir fazer exercícios, eu ficava com medo. Fiquei desesperado e resolvi não ir nesse dia, só fiquei em casa sentado no sofá imaginando o que poderia acontecer agora que eu disse isso ao seu José. No outro dia resolvi enfrentar o medo e ir fazer exercícios, quando cheguei não tinha ninguém. Comecei a fazer e, logo um tempo depois, senti uma mão em meu ombro e era o seu José perguntando:
- Por que não veio ontem, jovem?
Eu meio que fiquei parado e sem reação, ele perguntou novamente:
- Por que não veio cheiroso pra mim novamente, hein? rsrsrsrs
Eu, meio que sem graça, apenas sorri. Ele ficou no aparelho do meu lado e falou pra mim:
- Fiquei pensando muito no que você disse, fiquei pensando tanto que tive que bater uma pensando na sua bundinha de novo, sabia?
Eu fiquei bastante surpreso, apenas ri e pra não perder a oportunidade do que estava acontecendo perguntei:
- Ah, então quer dizer que você já bateu punheta pra ela antes, é?
E ele respondeu:
- Todos os dias!
E eu falei:
- Por que não larga essa punheta e come ela de verdade, hein?
Então ele perguntou se eu não queria ir na casa dele no outro dia. Eu falei:
- Ah! mas meu cuzinho quer agora, poxa.
Ele se aproximou um pouco de mim e falou bem baixo:
- Não se preocupe, ele vai ter o que quer, só vai ter que esperar um pouquinho.
Então eu respondi:
- Tudo bem, mas minha curiosidade tá muito grande.
Espiei pros lados e ninguém tava vendo, então rapidamente dei uma massageada no pau dele, deu tesão só de sentir por baixo da roupa.
Ele falou:
- Menino atrevido, vou te dar umas palmadinhas amanhã por isso.
E eu respondi:
- Delícia, vou adorar.
Depois de batermos mais um papo, ele combinou de me encontrar por lá à tarde no próximo dia e que me levaria pra casa dele.
Só sei que quase não consegui dormir naquela noite, só fiquei na internet vendo como me preparar e lendo sobre primeiras experiências, mal podia esperar para chegar a hora. Bom, me arrumei, tirei o máximo de pelos do bumbum que consegui, fiz a chuca que é muito importante, me perfumei bastante. Estava lá sentado esperando ele chegar, quando avisto de longe e corro para encontrá-lo. Ele me cumprimenta e pede para que eu siga ele, no caminho não conversamos muito, ele apenas ia me indicando onde sua casa estava. Ele me disse que lá ninguém nos incomodaria e nem falariam nada, pois pensariam que eu só estava vendo algo na casa dele e tal.
Quando chegamos em sua casa, na sala mesmo ele apertou minha bunda e falou que tava com vontade de apertar ela há muito tempo. Dei uma risadinha e perguntei onde era o quarto, ele me indicou, então só peguei sua mão e fomos para lá. Joguei ele na cama e comecei a tirar a sua calça e disse que estava há muito tempo doido pra fazer aquilo. Quando abaixo a calça dele e logo após abaixo a cueca dele e olho pro pau dele: nossa, que maravilha! Era com certeza maior do que senti no dia anterior e bem grosso, cheio de veias, bem peludo, era marrom escuro e tinha uma cabeça bem vermelha, devia medir uns 18 ou 19 cm.
Ele olhou pra minha cara e perguntou:
- Gostou do que tá vendo?
Eu respondi:
- Adorei!
E então eu cai de boca sem dó, nunca tinha chupado ninguém, mas tudo o que vi nos filmes eu estava imitando, só ouvia os urros e gemidos do seu José, ficava segurando minha cabeça e falando:
- Isso, chupa seu macho, sua puta, você agora é só minha, me obedece e me chupa, cachorra.
Chupava o pau, as bolas, dava beijo na cabecinha. Aquilo era tão bom, nunca tive uma sensação tão boa na vida, aquele macho mandando eu chupar o pau dele, naquele momento eu era propriedade dele.
Depois de um tempo ele me puxou pra cima da cama e fomos tirando nossas roupas, enquanto tirava eu ia me aninhando naquele macho e ia sentindo seu cheiro de homem e sua pele. Ele me agarrou e começou a beijar e chupar meu pescoço, ficava falando que eu era a mulher dele agora, sentia aquelas mãos percorrendo meu corpo e meu tesão só subia com isso. Falei pra ele que, quando estivéssemos sozinhos em casa, eu só o chamaria de amor. Ele concordou, segurou bem forte meu cabelo e empurrou minha cabeça pro pau dele, comecei a chupar novamente e ele só urrava de prazer e falava:
- Isso amor, chupa seu macho, vai vagabunda, me chupa viadinho gostoso.
Comecei a passar a língua bem devagar na cabeça e ele delirava de prazer.
Apertava minha bunda e dava tapas nela falando:
- Putinha safada, depilou o rabinho pra mim né, chupa viadinho, era isso que você queria né, agora você é minha mulher, vai me dar todo dia.
- Nunca comi um cuzinho virgem, o seu vai ser o primeiro.
- Faz tanto tempo que eu não como uma bundinha novinha desse jeito.
E eu só acenava com a cabeça que sim, estava adorando aquilo. Ele me puxou e me colocou de quatro, mandou eu separar bem as pernas, colocou uma camisinha no pau, eu pedi que passasse lubrificante nela, ele lambuzou bastante o pau e meu cu e falou que ia tirar o selinho da putinha dele.
Começou a penetrar bem devagar, mesmo bem devagar doía bastante. Então eu pedia pra ele parar e tirar um pouco, sempre indo mais e mais fundo e eu gemendo de dor e tesão. Mas era muito dolorido pra mim, acho que ele ficou sem paciência devido ao tesão e me enganou, segurou minhas mãos e foi enfiando tudo até o final, a dor foi imensa, parecia que ia sair pela minha boca, doeu tanto que meus olhos lacrimejaram. Quando entrou tudo ele soltou minhas mãos e deitou por cima de mim, ficou me beijando no rosto e falando que ia começar a ficar bom agora. Começou a socar, tirava metade do pau e enfiava de volta com força, eu gemia e gritava de dor sentindo aquela pica dentro de mim me arrombando. Depois de um tempo a dor começou a amenizar e meu cuzinho começou a se acostumar e aí veio o prazer, comecei a rebolar em seu pau, gemia e falava:
- Isso amor, assim vai, mete mais em mim, sou sua putinha se lembra, me arromba, vai.
Ele ficou louco com isso, começou a ir mais forte, a dar tapas na minha bunda. Que tesão estava aquele pau entrando dentro de mim, esperei muito tempo, mas valeu a pena. Aquele homem me deu exatamente o que eu queria. Me puxou em meio a grunhidos e gemidos e me colocou pra cavalgar em seu pau de frente pra ele.
Me perguntou se eu já tinha andado a cavalo alguma vez e eu disse que não, ele prontamente respondeu que ia me ensinar naquela hora. Me puxou pra que eu ficasse deitado sobre ele e com a bunda bem arrebitada sobre o pau, colocou suas mãos em minha bunda apertando ela e foi fazendo eu pular em sua pica.
Eu gritava e gemia enquanto ele falava bem baixinho em meu ouvido coisas como:
- Isso amor, cavalga no meu pau, geme pra mim mocinha, olha como é linda gemendo no pau do seu macho.
E ficava beijando meu rosto e pescoço. Sentia o seu corpo suado se esfregando no meu, suas mãos fortes apertando minha bunda e seu pau duro e pulsante dando um belo trato em meu cuzinho virgem.
Com sua mão tirou seu pau de dentro de mim e eu só senti o ar entrando dentro de mim mostrando todo o espaço que aquele pau ocupou no meu cu. Passei os dedos para sentir e vi que meu cuzinho virgem virou um grande buraco. Ele me perguntou:
- Tá do jeitinho que você queria, safado?
E eu só respondi:
- Era desse jeitinho mesmo, amor.
E o beijei na boca e com minha mão segurei o pau dele e coloquei novamente dentro do meu cu e comecei a rebolar em cima daquele velho, era meu homem, meu coroa gostoso.
E ele fala:
- Adorou o pau né!
Então depois de um tempo ele grita que ia gozar, eu começo a fazer os movimentos mais rápidos e ele também, dou beijos em seu pescoço e sinto aquele seu cheiro maravilhoso de homem, ele dá um belo urro e eu sinto sua camisinha se encher e meu cuzinho ficar bem quentinho, aquilo foi o ápice do maior prazer que eu poderia sentir e então gozo também. Fico por cima dele por um tempo sentindo sua respiração e ele acariciando meu corpo.
Ficamos na cama até escurecer, conversando sobre a vida, então vejo que tenho que ir pra casa, ele me dá um beijo e me pergunta quando vamos repetir a dose e eu respondo:
- Quando você quiser amor, Eu sou sua mulher agora eu te pertenço se lembra?
Ele me responde:
- Sim, você me pertence.
Até hoje mantenho um relacionamento com o José, às vezes saímos juntos pra fazer sacanagens (obviamente sem levantar suspeitas kkk), ainda fazemos exercícios na academia comunitária e, é claro, transamos muito também kkkkk. Ele foi o meu primeiro homem e até hoje é o único, me apaixonei por esse velho, ele é uma pessoa incrível e um amante melhor ainda, apesar de ser bem velho tem saúde pra porra, por enquanto não precisa de azulzinho kkkkk. E para aqueles que se perguntam, sim, é uma delícia levar uma gozada do José sem capa no meu cuzinho (claro que você tem que tomar cuidado antes de fazer isso com qualquer um).
Tchau, obrigado pra quem teve a paciência de ler este conto e reafirmo que tudo que retratei aqui aconteceu de verdade comigo. Boa sorte a todos! :D
