Coroa come uma novinha na praia
- Temas: Coroa, Adultério, Praia, Vizinhos, Diferença-idade, Sedução, Sexo anal, Oral, Exibicionismo
- Publicado em: 11/11/15
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- Autoria: bernard
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Felipe, engenheiro civil, casado, pai de dois adolescentes, estava no apartamento da família na praia do Guarujá. Como não viu nenhum carro na garagem por estar fora da temporada, achou que não havia ninguém nos apartamentos acima e abaixo do seu. Ele se pôs a fazer alguns serviços necessários, removendo móveis, mesas e sofás, e fixando quadros nas paredes usando uma furadeira, quando escutou batidas de "tok, tok, tok" vindas do teto, do apartamento acima do seu.
Em seguida, o interfone tocou e ele pôde ouvir uma voz feminina muito suave vinda do outro lado, avisando-o de que ele não estava sozinho e que estava fazendo muito barulho. Ela perguntou se ele podia realizar o trabalho mais tarde. Pedidas as desculpas, Felipe combinou terminar o serviço em outra hora, em que ela não estivesse no apartamento.
Dois dias depois, por coincidência ou obra do destino, já com os serviços realizados, os deuses resolveram presenteá-lo, cruzando o seu caminho com a moradora do apartamento acima. Ao abrir a porta do elevador, Felipe deu de cara com uma bela jovem de dezenove anos, indo para a praia de chapéu grande, óculos escuros e a parte de cima do biquíni alaranjado, modelando perfeitamente seus pequenos seios. A parte de baixo estava coberta por uma canga da mesma cor. Ela levava uma bolsa em uma mão e um guarda-sol e uma cadeirinha na outra.
Ele deduziu ser a moradora do andar de cima e se pôs a pedir desculpas pelo barulho. Em seguida, já no saguão do prédio, se prontificou a levar seus pertences à praia, aproveitando a oportunidade para conhecê-la melhor. Já instalados na areia, com o guarda-sol montado, ela lhe perguntou:
— Já terminou o seu trabalho?
— Sim, já. Agora é só curtir essa praia deliciosa.
— Você é de onde?
— Sou da zona oeste de São Paulo, e você?
— Sou do Morumbi.
A garota continuou:
— Você faz o que da vida?
— Sou engenheiro civil.
Foi aí que ele percebeu que ela gostava de conversar. Ele perguntou o que ela fazia sozinha na praia e a ouviu dizer que havia terminado o ensino médio e, por duas vezes, tentara entrar na faculdade de medicina, mas não obteve sucesso. Resolve tirar o ano para estudar e, como estava cansada, decidiu tirar uns dias de descanso no apartamento dos pais.
Diante disso, ela começou a especular sobre a vida dele e acabou o surpreendendo ao perguntar:
— Casado há muito tempo?
— Não, ainda não. Estou me dedicando aos estudos, já me formei e agora estou fazendo pós-graduação, pois pretendo dar aulas na faculdade. Por isso estou aqui, para arejar a cabeça...
— Você é bem novinha, né? Quantos anos?
— Dezenove, e você?
— Tenho 35 anos. Você deve ter muitos garotos aos seus pés, já que é uma menina muito bonita.
— Eu não gosto de garotos mais novos, eles são bobinhos demais. Gosto de homens maduros e com atitude de homem mesmo, que não fiquem enrolando.
Nisso, Lúcia deixou cair o livro que estava lendo. Nessa hora, Rafael ficou surpreso porque se tratava do primeiro volume da trilogia Cinquenta Tons de Cinza, da inglesa E. L. James.
— Sério? Gosta de homens mais velhos?
— Geralmente sim, mas na verdade, para mim o que importa é a cabeça do homem, não a idade. É que na maioria dos garotos a idade faz, sim, a diferença, mas não é uma regra.
— Já ficou com homens muito mais velhos que você?
— Claro! Já fiquei com um homem de trinta e oito, com um de quarenta e dois, um de quarenta e nove...
— Nossa! Estou impressionado com você, viu! — disse ele, segurando o livro. — Uma garota de mente aberta, que conversa bem, bonita e que gosta de literatura erótica.
— Obrigada... você também é muito charmoso. Você também curte esse tipo de gênero literário? — perguntou ela, com um olhar sugestivo.
— Não só gosto de ler, como também escrevo contos eróticos e publico-os em sites especializados.
— Ah, é? Pode me passar o endereço do site?
— Passo, sim.
Rafael já estava excitado e tentava disfarçar, mas a garotinha queria deixá-lo mais provocado ainda:
— Nossa, olha aqui, já me queimei um pouco... — disse ela, puxando a parte de cima do biquíni para ele ver a diferença na pele, quase mostrando os bicos dos seios.
Depois, mostrou a parte de baixo:
— Olha aqui... — e puxou a parte de cima da calcinha para baixo, quase mostrando os pelos pubianos. Aí ele não aguentou:
— Deixa eu ver mais... abaixa mais um pouquinho, vai, quero ver.
Ele passou a mão na barriga dela e ela deixou que ele a alisasse. Depois, ele perguntou se ela não queria sair dali e ir para o apartamento dele acessar o site de contos. Ela disse que não, pois seus pais estavam para chegar para uma visita e iriam embora ainda no mesmo dia. Portanto, à noite ele poderia ir ao apartamento dela.
Trocaram números de celular e Felipe mal podia esperar. Foi dar um mergulho para disfarçar a ansiedade. A noite chegou e, meio receoso, ele foi ao apartamento da garota, que ainda estava de biquíni e o recebeu com beijinhos no rosto.
— Você é muito sensual, tem um jeito de garotinha misturado com mulher.
— Sim, por isso sou uma ninfeta, não é mesmo?
Rafael se aproximou e colocou a mão na parte de baixo do biquíni dela, abaixando-o lentamente. Ela deitou-se no sofá e ele tirou o traje de praia dela, começando a beijar seus seios. Rafael desceu e a estimulou com a língua. Rapidamente, ele se preparou e a penetrou lentamente. Ela o surpreendeu dizendo:
— Gosta de comer uma novinha, né? Gosta de trepar com uma mulher mais nova, que tem idade para ser sua filha, né?
— Claro que eu gosto. Gosto de comer uma garotinha igual a você, gostosinha e cheia de fogo.
Nisso, ele a possuiu em várias posições. Ela ficou de quatro sem que ele precisasse pedir.
— E você gosta de um coroa, né? Gosta de um homem casado e experiente te comendo todinha, não é mesmo?
— Ai, eu adoro isso! Um coroa... vai, fode minha bucetinha.
Rafael a fez chegar ao ápice e, em seguida, finalizou sobre ela. Foram tomar uma ducha e, debaixo do chuveiro, continuaram a se envolver por horas. Antes de ir embora, ela o satisfez oralmente com intensidade até que ele chegasse ao limite novamente.
Naquela noite, Rafael ficou exausto e, no dia seguinte, dormiu até meio-dia. À noite, foi a vez de ela lhe fazer uma visita. Estava linda, cheirosa, de banho tomado, com uma sainha jeans e blusinha. Rafael ofereceu um vinho e começaram a conversar enquanto assistiam a um filme de romance com cenas picantes.
Depois de uma cena íntima no filme, Rafael notou a respiração dela acelerada. Ela pediu para ele sentir seu coração, colocando a mão dele em seu peito. Se olharam nos olhos e se beijaram. Ele percebeu que ela estava sem sutiã e começou a acariciar seus seios enquanto ela passava a mão pela coxa dele.
Ele tirou a blusa dela e a deitou no sofá. Rafael abaixou a saia e viu que a calcinha estava úmida. Tirou a peça e notou que a região ainda estava sensível pela noite anterior. Ele a estimulou novamente, arrancando gemidos de prazer. Ela não demorou a chegar ao seu limite.
Sem precisar de comandos, ela se posicionou de quatro, demonstrando o que queria. Rafael a beijou e explorou sua forma com a experiência de um homem maduro. Ele a penetrou devagar, sentindo a entrega dela. Ela demonstrava um leve desconforto inicial, mas não pediu para parar, começando a se movimentar no ritmo dele. Logo estavam em um ritmo intenso, até que ambos chegaram juntos ao ápice.
Depois, foram tomar um banho. Em breve, contarei mais sobre as muitas outras vezes que se encontraram durante as duas semanas na praia.
