Comi a mulher do motorista sem saber

  • Temas: Cobrador, Passageira, Casada, Adúlterio, Motel, Anal, Oral, Cabelo, Esposa, Motorista
  • Publicado em: 01/10/20
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  • Autoria: Leleus
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Private Muse

Olá, venho com mais uma história de quando era cobrador. Como havia dito antes, tenho 25 anos, 1,75 de altura, magro, branco, olhos castanhos e cabelos pretos.


Pois bem, estava trabalhando na linha Vila Dirce – Carapicuíba quando conheci a Karina. Karina era branquinha com cabelão preto, linda, baixa, com seios grandes e uma bunda deliciosa. Logo que nos conhecemos no ônibus, batemos papo; ela pegava o ônibus todos os dias. Notei o interesse dela em mim e, com o passar dos dias, convidei-a para sair comigo em uma segunda-feira, que era minha folga.


Ela logo aceitou. Perguntei se tinha algum lugar que ela gostaria de ir; ela sorriu e me disse: "Sim, o Motel Eclipse". Fiquei surpreso e também sorri. Falei para ela que seria um prazer e que adorei o fato de ela ser tão direta assim, me mostrou atitude. Ela então me respondeu: "Você nem sabe o quanto de atitude eu tenho".


Chegou no ponto dela e nós continuamos a trocar mensagens. Por mensagem, ela me disse que aceitou sair comigo e que foi direta assim porque era casada e não podia ficar dando mole em shopping ou algum lugar movimentado. Disse que havia gostado muito de mim e perguntou se ela ser casada seria um problema. Eu fiquei surpreso, pois ela não usava aliança, mas como eu não sou certo mesmo, respondi que não haveria problema algum. Perguntei que horas poderia buscá-la na segunda; ela me disse que poderia ser na parte da tarde, após as 14h. Respondi que sim e continuamos a trocar mensagens, e agora bem safadas.


Chegando segunda-feira, às 14h, encontrei com ela no ponto onde ela descia. Ela entrou no carro e fomos para o motel que ela havia escolhido. Durante o percurso, íamos conversando e eu tirando proveito: passava a mão nela e ela adorando tudo aquilo. Quando ela enfiou a mão no meu pau, ela me olhou com uma cara de safada e disse: "Nossa, do jeitinho que eu gosto". Respondi: "Que bom que gostou".


Chegamos no motel. Assim que entramos na suíte e fechei a porta, ela já foi logo pegando meu pau, se abaixando e caindo de boca nele. Chupava muito gostoso, lambia meu pau todinho enquanto me olhava com uma cara de puta, uma delícia.


Levei a Karina para a cama e fui tirando a roupa dela enquanto chupava seu pescoço, e ela com a mão no meu pau batendo uma, me dizia entre os gemidos: "Cuidado para não deixar marca de chupão, o corno não pode ver". Ela também tirou minhas roupas e eu nem havia percebido. Foi quando ela me disse: "Eu quero chupar mais, adorei seu pau, é bem grosso, uma delícia". Então fizemos um 69. A buceta dela estava encharcada e, enquanto eu a chupava, ela gemia com meu pau na boca e se tremia toda de tesão.


Logo que terminamos o 69, ela estava deitada na cama. Coloquei meu pau na entrada da buceta dela e chupei aqueles seios enormes e lindos, bem rosadinhos. E então ela me pede: "Ai, me fode inteira, vai!". Assim que pediu, atendi. Enfiei meu pau todinho na sua buceta; ela deu um gemido alto e disse: "Vai, delícia, fode a casadinha". E eu comecei a foder com vontade aquela buceta deliciosa.


Pedi para foder ela de quatro e, antes de ficar de quatro para mim, ela veio novamente chupar meu pau. Quando ficou de quatro, com aquela bunda gostosa toda empinadinha para mim, peguei ela pelo cabelo, que era bem grande — deu para dar três voltas na mão —, puxei e meti meu pau naquela buceta. Ela gemia gostoso. Aproveitei para dar uns tapas em sua bunda, que logo ficou marcada, pois ela era bem branquinha.


Quando ela se deu conta, me olhou e disse: "Você quer mesmo me foder, né, gostoso? Vou ter que disfarçar e não vou poder dar para meu marido até essas marcas sumirem. Já que é assim, fode meu cuzinho logo, gostoso". Não precisou pedir duas vezes. Tirei meu pau da buceta dela, que estava encharcada, chega pingava, e fui colocando naquele rabo gostoso. Ela me olhou e pediu para ir com calma.


Fui metendo aos poucos e ouvindo ela gemer. Quando meu pau estava todo dentro do cu dela, dei um tempo para ela acostumar com o tamanho e grossura e fui metendo devagar. Ela gemia e dizia: "Ai, que gostoso!". Foi quando comecei a meter mais forte e mais forte, e ela gritava: "Vai, fode, me arromba inteira, cachorro!". E eu atendendo seus pedidos.


Mudamos a posição; ela veio sentar no meu pau, primeiro com o cu, depois com a buceta. Quando eu já estava quase para gozar, avisei ela, pois ela estava em cima e eu não queria gozar dentro. Então, de imediato, ela caiu de boca no meu pau de novo, que encheu a boca dela de porra. Gozei tanto que chegou a escorrer pelo canto da boca dela, e ela engoliu tudo. Tomamos um banho, aproveitamos mais um pouco e fui levá-la em casa. Deixei ela no ponto para não levantar suspeitas. Antes de sair do carro, ela me olhou e disse: "Você vai me foder de novo, né?". Respondi que sim e nos despedimos ali.


Depois dessa transa deliciosa, saí mais umas duas vezes com a Karina. Pouco tempo depois, estava eu no terminal conversando com um fiscal quando a Karina apareceu lá. Nos cumprimentamos com um beijo no rosto, normal, e ela saiu. Foi quando o fiscal me perguntou se eu a conhecia e eu disse que sim, que ela pegava o ônibus comigo às vezes, mas não falei nada demais. Até porque quem come quieto, come sempre; não gosto de contar vantagem para os colegas de trabalho, acho isso uma besteira.


Então foi quando o fiscal me disse: "Ah, bacana. Ela é esposa do motorista Araújo. Cara de sorte, né? Ela é muito gatinha". Concordei com ele e voltei a trabalhar. E foi assim que transei com a mulher do motorista sem saber. Depois disso, não saí mais com a Karina, acabei perdendo o contato dela.


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