Sou prostituta e meu marido não sabe

  • Temas: iniciação, prostituição, adultério, agenciadora, luxo, fetiche, anal, bucal, facial, acompanhante
  • Publicado em: 20/09/22
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  • Autoria: malu_de_aluguel
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Private Muse

Meu nome é Malu, tenho 27 anos, sou casada e tenho uma filha de 5 anos. Sou uma mulher bonita de 1,75m, com cabelos pretos e longos, seios médios e cintura fina, do tipo "falsa magra". Há pouco tempo descobri esse universo de contos e, depois de ler alguns, inclusive de garotas de programa, resolvi também contar um pouco da minha vida desde que comecei a fazer programas em meados do ano passado.

Nunca fui muito namoradeira; até começar a fazer programas, só tinha transado com três homens. Perdi minha virgindade aos 19 anos com um namorado que tinha desde os 17, e esse namoro seguiu apenas por mais um ano. Depois saí com outro garoto duas vezes, mas não deu certo e terminamos. Então conheci meu marido, namoramos por volta de um ano e meio, engravidei e casamos.

Nos primeiros três anos de casamento, levamos uma vida normal de um casal jovem da classe média, sem muito luxo e com algumas dívidas, mas controladas. Tudo piorou quando fui demitida em meados de 2019, e a situação agravou-se quando meu marido também foi demitido no início da pandemia. Aos poucos, nossas pequenas economias foram acabando e, no final, praticamente éramos sustentados pelos meus pais e pelos pais dele. Meu marido entrou em depressão e nem para procurar emprego tinha ânimo.

Me doía ver minha filha querendo um Danone e eu não ter dinheiro para comprar; por sorte, os avós faziam alguns agrados a ela. Tenho uma amiga chamada Laura que dizia a todos que trabalhava como cuidadora de idosos. Algumas vezes eu pedia a ela para me arrumar algum serviço, mas ela desconversava, dizia que iria ver e nunca dava retorno. Um dia, um agiota bateu na minha porta ameaçando meu marido por uma dívida que ele não tinha pago.

Desesperada e chorando, liguei para Laura. Marcamos de nos encontrar e foi então que ela abriu o jogo comigo. Disse que era garota de programa e que era agenciada por uma mulher que só tinha clientes ricos, políticos e empresários. Na hora, fiquei sem ação. Minha amiga disse que poderia me apresentar à mulher e, se ela gostasse de mim, me conseguiria uns programas para eu me livrar do agiota.

Fui para casa e passei o resto do dia angustiada, com medo do agiota, mas sem coragem de ligar para Laura. Ser prostituta nunca havia passado pela minha cabeça; não era aquilo que queria para minha vida. Mas não tinha outra opção e, no final do dia, liguei para minha amiga. Marcamos de ela me levar até a mulher na manhã seguinte. Disse ao meu marido que iria para uma entrevista de emprego. Ele disse que passaria o dia fora resolvendo umas coisas com o pai e só chegaria à noite. Deixei minha filha com minha mãe e fui com Laura até a casa da mulher.

Dona Lena, muito simpática e educada, nos recebeu em seu apartamento luxuoso. Laura explicou minha situação, ela fez algumas perguntas e, no final, disse:

— Gostei de você. É bonita, mas sem exageros, sem aparência vulgar. Tem uma pele limpa, um lindo cabelo e, com uma pequena produção, vai arrasar.

Eu disse a ela que estava precisando muito de dinheiro, mas ainda estava insegura sobre o que iria fazer. Ela foi bem prática:

— Olha, se você quiser, lhe consigo um programa ainda hoje e você ganha R$ 1.000,00. Depois você decide se vai querer outros ou não.

Quando ela falou o valor, fiquei mais nervosa ainda. Não era o que queria para minha vida, meu marido não merecia isso, eu não merecia isso, mas o valor era muito tentador e respondi que sim. Confessei que não sabia como fazer. Dona Lena disse para eu ficar tranquila, pois o cliente que ela tinha para mim gostava de meninas iniciantes e tudo sairia bem. Perguntou se eu tinha alguma restrição no sexo. Respondi que não tive muitos homens, mas com os que transei e com meu marido, não tinha nenhum tabu.

Dona Lena fez uma ligação e disse que o cliente me encontraria em 40 minutos. Pediu para eu tirar minha roupa e ficou me analisando. Foi ao quarto e voltou com um conjunto novo de calcinha e sutiã, mandou eu vestir e disse que era um presente dela. A roupa estava boa; apenas daria uma escovada no meu cabelo e faria uma leve maquiagem. Eu estava nervosíssima. Ela chamou o Uber que me levaria até o hotel e me orientou a não falar com ninguém, ir direto para os elevadores e, ao chegar no andar, me dirigir ao quarto e bater na porta.

Fiz como ela mandou. Minhas pernas tremiam, achei que a qualquer momento iriam me abordar perguntando o que eu estava fazendo ali. Desci do elevador, cheguei em frente à porta e hesitei um pouco; sabia que, se batesse, não teria volta. Bati na porta e um senhor de cabelos brancos e boa aparência me atendeu com um sorriso simpático. Pegou em minhas mãos, deu dois beijinhos no meu rosto e me puxou para dentro do quarto.

Sentei na beira da cama e ele se aproximou com um copo de bebida. Eu recusei, mas ele insistiu para eu tomar, dizendo que aquilo me acalmaria. Peguei o copo e bebi de uma vez; nem sei que bebida era, mas desceu queimando minha garganta. Ele deu um sorriso, colocou o copo na mesa, sentou ao meu lado e falou com voz suave:

— Eu sei que você está nervosa, mas esqueça que isso é um programa. Faça de conta que já nos conhecemos e viemos curtir. Esqueça tudo e todos que estão lá fora; apenas aproveite.

Disse isso e me deu um abraço. O jeito carinhoso dele me desarmou e senti conforto em seus braços. Ele alisou meu cabelo e depois me beijou. Correspondi ao seu beijo e tentei não pensar em nada. Depois de um longo beijo, ele tirou meu vestido, me deixando só de calcinha e sutiã. Me colocou de pé, disse que eu era linda e ficou me rodopiando. Eu estava à vontade e, por incrível que pareça, não estava envergonhada; estava gostando de ser admirada e desejada.

Ele me abraçou novamente, tirou meu sutiã e ficou massageando e chupando meus seios. Depois me deitou na cama, passou a mão na minha barriga e na minha buceta por cima da calcinha. Fiquei excitada e ofegante enquanto ele tirava minha calcinha beijando minha buceta. Já totalmente nua, ele entrou com o rosto em minhas coxas e chupava e lambia minha buceta. Eu, de olhos fechados, apenas curtia. Quando abri os olhos, ele estava nu, virando o corpo em minha direção para fazermos um 69.

Quando ficamos na posição, peguei em seu saco e fiquei massageando; depois peguei sua rola e coloquei na minha boca. Fiquei chupando e batendo punheta enquanto ele dedilhava e lambia minha buceta, até que gozei em sua língua. Ele ficou em pé, me puxou da cama e me ajoelhou. Pude então visualizar melhor sua rola. Foi inevitável comparar: meu marido tem a rola grossa, mas não muito grande; a dele não era tão grossa, mas era comprida. Eu engolia e ainda sobrava uma parte fora. Depois de chupar bastante, coloquei a camisinha nele.

Deitada na cama, ele veio por cima na posição papai e mamãe. Me fodia enquanto pegava em meus seios e mamava. Sua rola deslizava deliciosamente num vai e vem gostoso, me socando com força. Me colocou de ladinho, me fudendo e beijando minhas costas, o que me causava arrepios. Ele era um amante fantástico; durante todo o tempo não pensei em nada, apenas em foder e ter prazer. Enquanto cavalgava subindo e descendo em sua rola, ele segurava meus seios e dizia que eu era linda.

Me colocou de quatro e penetrou minha buceta, dava tapas na minha bunda e puxava meus cabelos, mas era uma dor gostosa. Ainda de quatro, enfiou um dedo no meu cuzinho; foi como se eu tivesse levado um choque, pois não costumo fazer anal com meu marido. Mas ele era um amante de primeira e, aos poucos, seu dedo foi me dando prazer. Ele já enfiava dois dedos enquanto me fodia. Então, tirou o pau da buceta e enfiou a cara na minha bunda, lambendo meu cuzinho.

Ele lambeu meu cu e enfiou os dedos tão gostoso que eu já estava quase implorando para ele me enrabar. Fiquei gemendo até que ele apontou a rola na entrada do meu cuzinho. Foi empurrando devagar; estava doendo, mas ao mesmo tempo era gostoso. Quando o pau entrou todo, ele segurou meus cabelos e começou a fuder bem rápido. A dor diminuiu e seu pau entrava e saía com facilidade. Pela primeira vez tive um gozo intenso sendo fodida no cu.

Depois de muito arrombar meu cuzinho, ele falou ao meu ouvido:

— Vou tirar e gozar nesse rostinho lindo.

Apenas balancei a cabeça concordando. Ele saiu de dentro de mim, me virei e fiquei ajoelhada de frente para ele. Ele tirou a camisinha e enfiou o pau na minha boca. Fiz um oral caprichado, batia com o pau no meu rosto, esfregava a baba e voltava a chupar. Ele tirou o pau da boca, bateu punheta e jatos de porra banharam todo meu rosto. Nunca tinha visto tanta porra. Ele enfiou o pau na minha boca novamente e eu engoli o resto da gala enquanto a porra escorria.

Depois fomos tomar banho juntos e fizemos um novo oral um no outro, até ele gozar outra enorme quantidade nos meus seios. Ele me deixou no prédio da Dona Lena. Subi para pegar meu dinheiro e ela perguntou o que achei. Respondi que só queria ir para casa. Ela me entregou o dinheiro e disse que havia um bônus que o cliente mandou acrescentar. Sem contar, coloquei na bolsa.

Quando cheguei em casa, corri para o banheiro, joguei a bolsa no chão e comecei a chorar no box. Esfregava o sabão num desespero, me achando imunda. Sentada no chão, com a água caindo, peguei o dinheiro da bolsa: eram R$ 1.500,00. Me enxuguei, coloquei uma roupa nova e fui buscar minha filha. Levei-a ao shopping, comprei uma boneca e lanchamos. A alegria no rosto dela me deu uma certeza. Peguei o telefone, liguei para Dona Lena e disse que aguardaria o próximo cliente.

Assim comecei minha vida de prostituta. Meu marido nem sonha, mas tem aproveitado o dinheiro; acha que estou cuidando de velhinhos — e, de certa forma, estou. Me desculpem se ficou extenso, mas foi o que consegui reduzir sem prejudicar a história. Nos próximos, prometo ser mais objetiva.





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