Tudo Começou na Cabine Prive

  • Temas: gay
  • Publicado em: 30/11/24
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  • Autoria: SrKente
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Depois de me liberar de uns compromissos, fiquei de bobeira, no centro da cidade. Cabeça vazia, oficina do diabo... Fui até um endereço que eu já conhecia, onde tinha aquelas cabines privê, para assistir vídeos.


Entrei, escolhi um filme entre as centenas de opções e me dirigi e cabine. Passei pelas salas de vídeo coletivas, onde havia alguns homens. Eles tentavam parecer interessados no que passava na tela, mas estavam de olho no coleguinha do lado, que estava alisando a pica. Alguns, mais ousados, já estavam com a pica para fora, batendo punheta.


Entrei na cabine e, como é costume no local, não fechei totalmente a porta. Sentei na poltrona, abri minha calça, e fiquei com a pica para fora, alisando ela... Homens passavam pelo corredor, davam uma olhadinha, pela fresta da porta. As vezes, tinha uma rápida troca de olhares. A maioria, não era interessante, então, eu não fazia nenhum gesto de "convite", para que entrassem.


Até que chegou um cara, que parecia promissor. Boa aparência, jeito de limpinho... Convidei para entrar e, assim que ele entrou, fechei a porta, para não ter outros nos incomodando. Ele ficou ao meu lado e segurou minha pica, gostei do toque, suave, subindo e descendo nela. Apalpei a calça dele, e senti a pica dele, já ficando dura. Parecia ser grande, fui abrindo a calça dele, cheio de curiosidade. Quando baixei a cueca dele, fiquei admirado: uma pica de uns 18 cm, grossa, cheia de veias, reta e ereta num ângulo de 45 graus. Era uma pica linda. Me inclinei para frente e fui engolindo ela, até onde deu. Uma delícia, ter aquela tora, enchendo minha pica.


Ele me deixou mamar um pouco, e então se ajoelhou na minha frente e mamou na minha pica. O jeito que ele fazia, era especial. Suave e melado, massageando minha pica com a boca e com a língua. Aquele tipo de mamada, que poucos conseguem. Enquanto ele me mamava, eu tentava alcançar a pica dele, segurar mais um pouco, aquele pica deliciosa. Pedi para mamar ele, mais um pouco... Ele deixou, mas voltou a mamar em mim, logo em seguida.


Depois de uns minutos, ele disse que morava bem perto e me convidou para ir no apto dele. O meu tesão estava a mil, e resolvi aceitar, sem pensar duas vezes... Caminhamos duas quadras e chegamos ao prédio dele. Subimos para o apto dele. Mal entramos e já começamos a tirar as roupas.


O corpo dele era cuidado, assim como o meu. Um corpo bonito, e aquela pica se destacava. Me ajoelhei na frente dele e cai de boca. Mas, ele não me deixou mamando muito tempo. Fez eu sentar no sofá, e ele me mamou novamente. Lambia minha pica, meu saco, deixando tudo melado. Poucas mulheres tinham me chupado com tanta maestria.


Pedi para irmos para a cama. Sugeri um 69 e ele topou. Foi uma delícia, ser mamado por ele, enquanto eu também engolia a pica dele. Eu tentava engolir tudo, mas não cabia. Mamei e lambi aquela tora. A cabeça, inchada, parecia uma ameixa. O delicioso mel que saia da cabeça daquela pica, era saboroso e me deixava com muito tesão.


Depois de um tempo, naquela brincadeira deliciosa, ele se deitou, de barriga para cima. Colocou uma camisinha na minha pica, levantou as pernas, ficando de frango assado, deu uma cuspida na mão e passou no seu rabinho, e pediu para eu meter. Meu pau foi entrando, naquele cuzinho acostumado a levar pica. Senti que estava larguinho, pois minha pica deslizou para dentro dele, fácilmente.


Enquanto eu metia, fiquei punhetando aquela tora. Minha mão quase não fechava em torno dela. O tesão dele, fez ela ficar ainda maior. A medida que eu metia, ele levantava mais as pernas, para eu meter mais fundo. Da pica dele, descia aquele delicioso mel, e a deixava mais e mais lambuzada. Eu passava a mão na cabeça da pica, e espalhava tudo. Minha mão deslizava nela. Eu e ele, estávamos curtindo muito. Puxei ele, mais para beira da cama. Fiquei de pé, com os pés no chão, e assim eu podia meter mais forte ainda.


Nossos gemidos, foram ficando mais altos e selvagens. A pica dele, parecia inchar mais ainda. Senti ela pulsando, na minha mão, no mesmo ritmo que eu metia. Ele deu um hurro... E o leitei começou a jorrar. Dois lindos jatos saltaram daquela pica, indo parar quase no peito dele ele, depois, aquela lava quente e branca, começou a escorrer, melando minha mão, que não parava de punhetar ele.


Senti meu gozo chegando. Tirei a pica do cuzinho dele, arranquei a camisinha e comecei a gozar, sobre a pica dele. Meu leite se misturou com o dele. Da maneira que pude, segurei a minha pica e e dele, juntas e continuei punhetando ambas, até sair as últimas gotas de leite. A pica dele, ainda estava dura. Não resisti e mamei mais um pouco, sentindo o gosto do leite. Meu tesão se prolongou, sentindo o gosto e o calor de tudo, de nossos fluídos misturados.


Tomamos banho juntos, e pude acariciar e mamar mais um pouco... No final, peguei o fone dele, para um futuro encontro..

*Publicado por SrKente no site climaxcontoseroticos.com em 30/11/24. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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