Tá Rindo? - O Teste

  • Temas: Anal, Sexo, Oral, Perversão, Pornografia, Suruba, Grupal, Loucura
  • Publicado em: 01/12/24
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  • Autoria: Bayoux
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De manhã, mal engulo a xícara de café forte preparado por mamãe, dou-lhe um beijo apressado de despedida na porta e corro para o ponto de ônibus.


“Boa sorte, filho, vai lá e quebra tudo!”, posso ouvi-la gritando da janela à medida que me afasto. Chego no ponto e o 476 já está passando, mas consigo subir a tempo.


Melhor assim, eu vou chegar muito cedo mas prefiro não arriscar a me atrasar de nenhuma maneira. Depois de meses tentando conseguir um trabalho, essa é a primeira oportunidade que surgiu e eu vou agarrá-la com unhas e dentes. A vida não está fácil para ninguém, mas eu nem fazia ideia do quanto.


Ao chegar no lugar indicado, ainda falta meia hora para começarem as entrevistas e já há uns quinze caras esperando, todos de currículo na mão e olhar nervoso pela expectativa. Já ao meio dia, a coisa anda tão lenta que só uns dez candidatos foram entrevistados - e já chegaram uns tantos outros depois de mim.


Para piorar, estão chamando por ordem alfabética - ter sido batizado como Washington não me ajuda muito. Eu devia ter comido o pão com manteiga preparado pela minha mãe antes de sair, meu estômago começa a roncar e aqui não tem nem um biscoitinho para enganar.


Cinco da tarde, eu já quase desmaio de fome e finalmente me pedem para entrar. A expressão de cansaço de uma das mulheres atrás da mesa e o ar impaciente da outra não são um bom sinal, mas eu trato de manter o astral, abro o melhor sorriso que sei fazer e me sento no sofazinho cheio de esperança.


A dona da direita, uma loira tão jovem quanto eu, retorce o nariz enquanto revisa meu currículo de apenas uma folha. Já a da esquerda, uma morena aparentando mais idade, tamborila os dedos na mesa impacientemente.


A loirinha comenta que não tenho experiência no ramo, mas eu a interpelo educadamente, ressaltando as pontas de dublê que fiz como o “bandido número dois” e o “passageiro número quatro” de dois filmes de ação independentes pouco conhecidos do público.


A dona morena esboça um sorriso, não consigo identificar se é de cumplicidade ou escárnio.


A loira põe meu currículo sobre a mesa e comenta que eu estou um dia atrasado, porque as entrevistas para dublê de ação foram ontem. Merda, eu sempre me confundo com as datas, desde pequeno.


Meu sorriso se desfaz no ato e não consigo evitar o ar de decepção. Penso em mamãe - e em como ela ficará decepcionada se eu, outra vez, não conseguir um papel. Mamãe sempre me deu força e é minha fã número um, como costuma dizer.


Resolvo insistir, perguntando se elas não teriam nada para mim, afinal, eu já estava ali e aquilo era uma entrevista. A morena cochicha algo no ouvido da loira, que proferiu um suspiro profundo e apenas respondeu “Tá bem, sinceramente eu acho uma perda de tempo, mas se você acha que rola, vamos lá.”


A morena então pede para eu ficar de pé e tirar a roupa.


Eu fico meio desconcertado. Já havia escutado que às vezes pedem coisas estranhas nestas seleções de elenco, mas eu nunca fui entrevistado por duas mulheres para os papéis de dublê. A loirinha suspira de novo e diz impaciente: “Olha rapaz, isso aqui é pornô, ou você tira a roupa ou melhor encerramos o dia!”


Percebendo que minha hesitação persistia, a morena complementa: “Olha, vai por mim, você é bonitão, todo atlético, teu sorriso é de matar. Não precisa ficar pensando muito, tira a roupa e pronto.”


De alguma forma, a entonação de sua voz me acalma. Vou tirando a camisa e a calça, dobro cuidadosamente e coloco sobre o sofá, ficando em pé ante as duas somente com a roupa de baixo.


A morena segue me incentivando, comenta que meu peitoral é lindo, pergunta se eu faço natação para ter os ombros tão largos e sugere que eu mantenha o sorriso para poder admirar o conjunto da obra. A loirinha revira os olhos e faz cara de desconfiada para a outra, com uma sobrancelha baixa e a outra arqueada. Quando se volta para mim, me ordena que dê umas voltinhas pela sala.


Sinto um certo constrangimento, mas obedeço mesmo assim.


A morena segue fazendo elogios ao meu físico, isso me relaxa um pouco, até que escuto a loirinha falar: “É, a bunda dele parece gostosinha, mas a gente tem que ver o calibre. Rapaz, tu é pirocudo? Tira a cueca aí para vermos o tamanho da ferramenta!"


Vendo meu desconcerto, a morena complementa: “Não preocupa não, a gente viu mais pênis hoje que um urologista de plantão.”


Confesso que eu gelei na hora.


Não que eu tenha alguma insegurança quanto ao meu pinto, mas ficar peladão na frente de duas desconhecidas numa salinha com o ar condicionado a menos de vinte graus provavelmente deixará o bichinho para lá de encolhido. Abaixo a cueca até o tornozelo, dito e feito: meu pau parece ter entrado em hibernação absoluta.


Presencio então um debate entre as duas entrevistadoras, a loirinha dizendo que meu pau era menos que regular e a morena argumentado que eu tinha potencial o suficiente para trabalhar no tal filme pornô. Buscando encerrar a discussão, a mais jovenzinha vira-se para mim e comanda: “Washington, bate uma punheta aí que a gente precisa ver esse caralho duro!”


E lá estou eu, nú em pêlo, de pé com as pernas meio abertas e tentando fazer meu pau levantar.


Vocês já experimentaram bater umazinha na frente de estranhas que estão analisando o tamanho da sua rola? Pois eu lhes digo, neste momento eu me sinto o próprio Tom Cruise tentando executar uma missão impossível. A loirinha se impacienta e diz não ter a tarde toda para me esperar, mas a coroa me tranquiliza e fala para eu me concentrar e imaginar que estou comendo minha namorada.


Eu penso no Tom Cruise e na série de ação, então fecho os olhos e imagino o galã de Hollywood pelado e me sarrando por trás enquanto beija minha nuca e desce sua mão grossa pelo meu ventre para segurar o meu cacete e me masturbar. Contra todos os prognósticos, consigo uma ereção razoável e me aproximo da mesa com o pau duro na mão para as entrevistadoras apreciarem o resultado.


A morena parece satisfeita, mas a loirinha azeda ainda possui a desconfiança estampada no rosto, como se pudesse ler meu pensamento e soubesse que eu tenho tesão no Tom Cruise. Daí a morena sugere encerrar a entrevista, dizendo que já era o suficiente e perguntando se podia me ligar depois.


Bom sinal, ela parece ser a diretora do filme e quer me comer, então o trabalho já está no papo.


Sinto um alívio e penso quão satisfeita mamãe vai ficar se eu conseguir o papel, mas a porra da loirinha não se dá por vencida e sugere fazer um teste do sofá para assegurar-se de que eu dou conta do recado comendo buceta. A morena ri e argumenta que isso nem é preciso. “Um homão como você deve comer buceta a torto e a direito, não é?” - pergunta para mim buscando confirmação.


Eu devo ter titubeado por um segundo, pois a loira azeda cisma com a história do sofá, a ponto da morena me perguntar se eu topo fazer uma demonstração prática de minha virilidade. Ora, a loirinha não é nenhum Tom Cruise, mas até que é bonitinha e dá um caldo. Ademais, calculo que seria um prazer foder com força aquela mulher que ficou me humilhando durante toda a entrevista.


Sento-me no sofá ainda me masturbando para manter a ereção e digo à loirinha que ela pode vir, que eu vou comer ela como nunca foi comida e deixá-la arriada de tanta rola que eu vou meter. Para minha surpresa, a loirinha ri alto e esclarece que ela é a diretora e que o teste do sofá vai ser com a morena, no caso, a atriz protagonista do filme. Quase perco a ereção, por essa eu não esperava.


Eu estou me esforçando para afastar minha insegurança e manter o pau duro depois do susto, a morena está de pé tirando a roupa e a diretora azeda vai explicando o contexto da cena: “A sua mãe está na menopausa e tem calores insuportáveis, por isso você decide ajudá-la comendo sua buceta na cozinha enquanto ela bate um bolo…”


Fodeu, a coroa morena está sentada ao meu lado no sofá segurando meu pau e me pedindo para eu chupar sua buceta para ela entrar no clima. Eu me agacho à sua frente, meto a cara entre suas pernas e fico lambendo seu grelo de olhos fechados, tentando imaginar que estou chupando a rola do Tom Cruise.


A coroa parece estar gostando, fica repetindo: “Isso filhinho, chupa a mamãe gostosinho, chupa, cai de língua nessa bucetona, lambe a xoxota da mamãezinha, lambe!”


Merda, o Tom Cruise não tem buceta e a coroa está fazendo eu pensar na minha mãe. Está tudo errado, eu posso não ser nenhum gênio, mas meu cérebro não está se enganando e estou começando a ficar de pau mole.


Para piorar, sinto a pressão de que, se eu broxar, não vou conseguir o papel e mamãe vai ficar decepcionada comigo. Merda dupla, me lembro da minha mãe de novo e lá se vão mais uns centímetros da minha ereção.


A coroa morena está de quatro no sofá com o rabão virado para mim, eu estou tentando meter a rola meia bomba na sua buceta sem sucesso e me esforçando para manter na mente a imagem da bundinha gostosa do Tom Cruise para ver se o pau levanta. Se bem não broxo de vez, tampouco consigo ficar a ponto de bala.


A coroa não está ajudando muito, ela bem podia fechar a boca em vez de ficar me chamando de filhinho e pedindo para eu voltar para dentro da buceta de onde nasci.


Nesse momento, quando tudo parece que vai terminar decepcionantemente, sinto uma agradável pressão atrás de mim. A loira azeda está com um caralho de plástico tentando me enrrabar enquanto eu sigo tentando meter na coroa de quatro.


Ao perceber meu ar surpreso, ela rapidamente explica com um certo sorriso sádico entre lábios: “Daí sua namoradinha lésbica enrustida dá o flagrante na cozinha e decide se vingar fazendo de você a putinha dela!”


Caralho, que delícia!


Meu pau ficou mais duro do que pedra, a coroa está rebolando o bundão nele imaginando que sou seu filho e estou comendo ela. A loirinha está metendo um consolo no meu rabo imaginando ser minha namoradinha dominatrix sádica. Quanto a mim… Bem eu estou imaginando que estou comendo a bunda do Tom Cruise enquanto o Brad Pitt está me enrabando com um pauzão enorme!


Quando o Tom Cruise à minha frente bomba acelerado no meu pau e grita que está gozando, eu sinto o ápice do tesão e sinto que vou ejacular. Impensadamente e quase delirando de prazer, eu puxo o Brad Pitt às minhas costas pelos cabelos louros e enfio a rola fundo na sua boca até a garganta. Fico alguns segundos fodendo gostoso a boca do Brad Pitt até gozar muito e fazer a diretora engasgar com a minha porra.


Bem, eu não sei se este final estava no roteiro, mas sinto um gosto danado por ter fodido a boca da loirinha azeda que ficou me humilhando. Quando pergunto se eu havia passado no teste e conseguido o papel, ela ainda está tossindo e cuspindo gala, com cara de nojo. A coroa morena ri satisfeita jogada sobre o sofá, não sei se devido ao orgasmo recente ou se por eu ter sacaneado a diretora obrigando-a engolir porra.


Ao sair de lá, ainda não sei se o trabalho é meu. A diretora me olha com raiva e apenas comenta: “Não ligue para a gente, nós entraremos em contato caso você seja selecionado!”


Pego 372 já no início da noite e finalmente chego em casa. Mamãe está na cozinha vestida só de camisola, eu me sirvo um pão com manteiga e sento na mesinha, enquanto ela bate um bolo e fica me perguntando sobre o teste.


Eu estou de pau duro olhando para mamãe e pensando no Tom Cruise.


Nota: A Série “Tá Rindo?” é uma coleção de histórias com um forte traço de humor que escrevi faz algum tempo com o propósito de aliviar a tensão do dia a dia - minha e das pessoas que leem. Dessa vez são contos fáceis, mas há quem nao goste de misturar humor e erotismo, logo, provavelmente desagradarão a alguns e compreendo se este for o seu caso. Mas, se eventualmente você gostar, faça como eu: ria da vida, porque nem tudo é para ser levado à sério!

*Publicado por Bayoux no site climaxcontoseroticos.com em 01/12/24. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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