Personal surpreendente
- Temas: Amizade
- Publicado em: 02/12/24
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- Autoria: AllisonB
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Fazia tempo que não sentia dores nas minhas costas. São dores próximas do pescoço, os músculos ficam empolados. Quando frequentava academia, a Dri, uma personal amiga, tirava a dor com uma massagem, amassando os pelotes doloridos.
Eu e ela, nunca tivemos algum envolvimento pessoal, mas nossos olhares diziam ao contrário. Eu adorava sentir as suas mãos delicadas, embora ela as usasse com brutalidade.
Durante a massagem eu ficava sentado, e ela ficava em pé, atrás de mim, conversando com sua doce voz. Meus hormônios participavam da conversa, sem ela saber, fazendo com que outra parte do meu corpo ficasse dura também.
Apesar de muito tempo que não nos falávamos, quando liguei para ela me socorrer, escutei a sua voz inconfundível, e com a mesma vibrante simpatia. O meu coleguinha de baixo, se agitou um pouco.
Falei que queria revê-la, pois precisava das suas mãos novamente. Ela, sorriu, suspirou, e perguntou se poderia ser próximo ao final do horário de atendimento da academia, que era às nove horas da noite. Respondi que sim.
Apesar do incômodo das costas, meus malignos hormônios estavam sugerindo que eu me preparasse para alguma massagem complementar, e especial. Cabeça de amante sexual é terrível.
Tratei de comprar flores para agradá-la, e compensá-la pela sua disponibilidade. Só não esperava que a massagem solicitada seria além do que eu tinha imaginado.
Cheguei na academia no horário combinado. Ela adorou as flores, e me retribuiu com um beijo no rosto, o que não era comum ela fazer. Seu sorriso estava radiante. Ela parecia mais linda do que antes. Ela era uma mulher baixa, magra, cabelos curtos, e seios médios. Estava vestida com um short legging curto, e com uma camiseta justa. Senti que algo mais pairava no ar.
Ela pediu para eu tirar a camiseta, e se sentar na prancha, como ela sempre fez. Ela ficou em pé atrás de mim, e deu início a dolorosa massagem. Os últimos alunos da academia foram saindo junto com os demais personals. A Dri ia se despedindo de todos. Assim que passou a última pessoa, ela foi até a entrada, e fechou a porta.
Quando ela retornou, senti o seu suspiro de alívio, e falou: — foi um dia intenso, mas agora, as coisas se acalmarão, ficaremos bem à vontade, e perguntou: — você se importa se eu tirar a minha camiseta? Está calor. Ela já estava preparando para o que viria a seguir. Ela estava usando um pequeno soutien transparente que dava para ver os seus mamilos duros.
A sua conversa foi caminhando para o lado pessoal, dizendo que, últimamente estava se sentindo só, e fazia tempo que tinha terminado com o seu namorado. Depois, falou que ela percebeu que estava bem carente quando recebeu o meu telefonema.
A seguir a Dri falou: — fiquei feliz quando você se lembrou de mim. Meu corpo despertou. Sempre tive desejo por você. Então pensei que dessa vez você não escaparia. Poder desfrutar de um homem como você é uma dádiva. Eu fiquei sem palavras.
Depois eu lhe disse: — você sempre mexeu comigo. Você está lendo os meus pensamentos. Sabia que você me torturava quando andava pela academia? Eu sempre fiquei excitado quando via a sua bunda andando.
Em seguida ela disse: — por aqui terminamos. Agora, vem comigo, e se deita nesse colchão. Vou te fazer uma massagem tailandesa com o meu tempero. Quando eu ia me deitar, ela falou: — primeiro, tem que tirar a sua roupa toda.
— Como assim? — Eu perguntei.
— Sim, o contado dos corpos transmitem energia. Eu já estou tirando a minha roupa também — a Dri explicou.
Fiz cara de assustado, mas estava adorando. Depois, escondendo o meu amigo assanhado, deitei-me de bruços. Foi uma delícia vê-la nua. Que corpinho maravilhoso.
Ela montou nas minhas costas, em cima da minha bunda. Pude sentir o calor da sua xoxota, que já estava úmida, enquanto o meu pau, estava duro e preso. A Dri passou um creme em suas mãos, depois começou a massagear as minhas costas.
Quando ela estava embebecida de creme, ela iniciou a massagem com o seu corpo, esfregando seus seios nas minhas costas. Com as mãos, esticava os meus braços, e os esfregava lentamente.
Sua xoxota, massageava as minhas bundas. Em seguida, ela foi indo para trás. Com as suas mãos se divertindo com as minhas bundas, até que seu dedo médio quis conhecer a minha caverna proibida. Com o creme, ficou fácil de penetrá-la, fazendo com que eu ficasse bem excitado.
Depois, as suas mãos maliciosas, encontraram o que ela desejava. Ele, também queria participar ativamente dessa massagem. Ela tentou fazer um carinho com a sua língua, mas não conseguiu. Então, eu me virei. Ele, bem saltitante, se ofereceu para as suas mãos deslizarem em movimentos circulares. Os olhos da Dri ficaram parados nele. Parecia que estava em transe. Seu desejo ardente estava sendo realizado.
Ela, continuou a massageá-lo com uma das mãos, enquanto a outra, fazia o mesmo em minhas bolas. A essa altura, minhas dores foram embora. Depois, ela, passou a lambê-lo, como quando tomamos um sorvete gostoso, em que não queremos terminar. Ela, experimentou engolir todo ele. Ela ia e vinha com a sua boca, deixando escorrer uma baba.
Coloquei a minha mão em sua buceta. Ela estava completamente molhada. Penetrei-a com o meu dedo, bem devagar, sentindo-a por todos os lados. Ela começou a gemer. Estava gozando de felicidade. Em seguida, esqueceu completamente da massagem, pulou para o meu abdômen, tentando encaixar o meu amigo sortudo, em sua caverna maligna.
Quando ela conseguiu encontrá-lo, sorriu, me abraçou, e me beijou quase sem respirar. Eu a ajudava, fazendo com que o meu pau entrasse e saísse de sua xoxota nervosa. Ela gritou, ela me bateu, ela pulava em cima dele.
De repente, ela com a sua boquinha, junto ao meu ouvido, me pediu para gozar junto com ela. Sua doce voz foi o suficiente para que eu soltasse todo leite acumulado de alguns dias. Eu gritei de tesão.
Ela, gritou, e logo se desfaleceu em cima de mim. Com uma voz fraca e trêmula, falou: — eu precisava tanto disso. Eu queria tanto fazer sexo com você. Foi indescritível. Quero te abraçar. Eu a coloquei de lado, e a abracei, por traz, fazendo uma concha.
Em seguida, fui buscar água para nós, nos sentamos, conversamos sobre a vida. Disse a ela que a dor das costas passou, e o seu tempero delicioso na massagem tailandesa, foi fundamental. Que fiquei com vontade de quero mais. Que na próxima semana eu iria ter mais dores.
*Publicado por AllisonB no site climaxcontoseroticos.com em 02/12/24. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.