Uma turista bem rodada
- Temas: amor, turismo, atração
- Publicado em: 14/12/24
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- Autoria: AllisonB
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Era o final de uma tarde de verão, em uma bela praia do litoral nordestino. Aquele momento em que os turistas, já descansados após um banho de sol e mar pela manhã, saíam em busca de um sorvete refrescante ou de um bom lugar para relaxar.
Esse era o meu dia de folga. Vesti uma roupa leve: camiseta, bermuda e tênis. Com uma tranquilidade que só a brisa do mar pode trazer, eu esperava por um amigo. Enquanto aguardava, resolvi entrar na fila da única sorveteria da praia.
Na minha frente, um grupo de amigas conversava animadamente, com risadas que pareciam se misturar ao som das ondas. Uma delas me chamou a atenção. Ela era magra, de pele clara, com cabelos longos e olhos castanhos que brilhavam sob a luz dourada do entardecer. Vestia um short rosa pequeno e um bustiê branco que realçava os seus grandes e maravilhosos seios. Quando se virou para mexer na bolsa, pude notar a sua boca com os lábios pintados de vermelho, um detalhe que parecia refletir sua personalidade vibrante e sensual.
Aquela boca linda parecia querer dizer algo para mim. Seus lábios cheios e delineados imploravam por um beijo. Fiquei paralisado, com os olhos fixos nela, como se o tempo tivesse parado. Por educação — ou talvez por perceber meu olhar pedido —, ela me presenteou com um largo sorriso. Foi como uma flecha certeira, disparada direto ao meu peito.
Ela notou minha reação. Seus olhos se abaixaram por um instante, e o rosto retornou com leveza, à posição inicial. Aquele gesto simples parecia tão natural quanto encantador, mas teve o poder de me despertar de um transe.
De repente, os instintos falaram mais alto. Meus hormônios entraram em ebulição, dominando o meu corpo. Ele não estava preparado para aquele jogo de olhares tão cheio de fantasia e sedução. Enquanto isso, uma de suas amigas, cochichou no ouvida dela, escondendo o riso com a mão. O gesto me fez acreditar que falavam de mim, o que só me deixou mais intrigado.
Antes que pudesse reagir, fui surpreendido por um tapa amigável nas costas.
— Fred, cheguei! — gritou meu amigo, rompendo o encanto daquele instante.
Suspirei fundo, ainda atordoado, e cumprimentei João com um sorriso forçado. No instante em que ele chegou, o caixa me chamou para fazer o pedido do sorvete. Olhei para o lado, procurando a dona daquele sorriso encantador, mas ela já não estava mais ali. Apenas a imagem daquela boca, com seu sorriso radiante, ficou gravada na minha memória.
Fiquei desapontado, como se tivesse perdido algo que mal tinha começado. Enquanto fazia o pedido, contei a João o que havia acontecido, tentando disfarçar a sensação de frustração.
Ele me disse, com um sorriso convencido, que haveria outras mulheres para nos divertirmos mais tarde, na barraca do Zé do Enrosco. Já tinha convidado duas meninas bonitas para acompanhar a gente. Lá, a música era o grande atrativo, e a balada sempre provocava os hormônios dos boêmios, criando uma atmosfera vibrante e cheia de energia.
Quando chegamos na barraca do Zé do Enrosco, ainda cedo, as duas amigas do João já nos esperavam. Duas mulheres lindas, gostosas, simpáticas e fogosas. Mal nos sentamos à mesa, uma delas me chamou para dançar um forró. Ao segurá-la pela sua cintura fina, senti o movimento sensual do seu corpo que acordou o meu companheiro de baixo.
Ela perguntava, com uma voz dengosa, se eu estava gostando. Mas o meu pensamento continuava sonhando com aquela boca maravilhosa da sorveteria. Eu respondia que sim, bancando um macho orgulhoso. De repente ela me abraça mais forte, fala no meu ouvido que adoraria me sentir dentro dela. Em seguida segura a minha cabeça com as suas mãos e me beija na boca.
Eu estava gostando da diversão, mas ao tirar a minha boca, da boca dela, o meu olhar se direciona para mesa que estava em frente, quando enxerguei a boca da sorveteria. Fiquei paralisado ao rever a boca que eu tanto queria beijar. Mas como tudo acontece diferente do que queremos, a dona da boca da sorveteria me lança um olhar de espiã. Era um olhar enciumado. Ela viu tudo, e o seu semblante denotava uma decepção.
Fiquei assustado! Não sabia o que fazer. Ao mesmo tempo, pensei: se ela se decepcionou é porque eu tinha entrado em sua cabeça. Paramos de dançar, deixei a amiga do meu amigo na sua mesa e fui até o banheiro. Olhei para o espelho e falei para mim mesmo:
— você não irá perder outra oportunidade. Lavei o meu rosto. Respirei fundo. Fui até a mesa, onde estava sentada a minha sonhada e desejada boca.
Cheguei, por trás da dona da boca, sem ela me ver.
— Oi. Vem comigo. Quero dançar com você — eu falei bem baixinho no ouvido dela. Ela se assustou, olhou para trás, e sem reação, ela se levantou.
— Oxê! É você?
— Sim. Agora você não vai fugir — eu respondi e a puxei.
Ela, sem ação, me acompanhou até o meio do tablado para dançar. Nesse momento, ela realmente dançou!
A minha sensação, quando abracei o seu corpo para dançar, foi quase que a de um gozo. Meu corpo ficou eletrizado. Ela não hesitou em me segurar firme, retribuindo com mais fervor. Ambos, não tínhamos mais consciência, era só reflexo corporal movido pelos nossos sedentos e incontroláveis hormônios.
— Quero um beijo seu — eu pedi, olhando firme para os seus olhos, e continuei — sua boca me deixou maluco de desejo.
Ela fechou seus olhos, deixando que eu tocasse os meus lábios nos seus. Foi uma sensação de estar flutuando no espaço. Primeiro eu beijei cada pedacinho dos seus lábios, depois, envolvendo os meus lábios nos seus, eu procurei a sua língua com a minha.
Enquanto nossos corpos seguiam o ritmo da música, nossas bocas se encontraram, e nossas línguas, como em uma coreografia íntima, dançavam ao som do desejo. Ela sentia mais um vigoroso dançarino entre nós, bem acordado tentando se conectar com o seu sexo. Já, o meu corpo era envolvido intensamente pelos seus seios, que eu podia sentir a sua maciez e calor.
Em seguida, ela se aproximou e, com uma voz doce, carregada de fantasia, sussurrou ao meu ouvido:
— Fred, quero ir até a praia.
Sem hesitar, concordei imediatamente. Paramos de dançar, entrelaçamos as mãos e caminhamos juntos em direção ao mar.
A lua cheia era a única fonte de luz, sua claridade prateada refletindo no rosto dela, que parecia brilhar como parte daquela noite mágica. Ela me puxou suavemente para perto das pedras, onde o som das ondas preenchia o silêncio ao nosso redor.
Ali, sem dizer uma palavra, ela tirou minha camiseta e, em seguida, sua própria blusa, aproximando-se com intensidade. Seus braços me envolveram com força, e senti as unhas dela cravarem em minhas costas, uma mistura de desejo e urgência, demonstrando a sua ansiedade em me possuir.
— Quando te vi, na sorveteria, senti um arrepio, no instante em que seus olhos desejaram a minha boca. Senti uma excitação profunda em ser possuída por você nessa linda praia — ela falou ofegante e passou sua mão no meu pau, que estava bem duro. Em seguida, eu a ajudei a tirar a minha bermuda.
— Ele é todo seu — eu falei. Ela se ajoelhou, abriu a sua linda boca e começou a beijá-lo. Quanto mais eu falava que ela era um uma putinha misteriosa, ela o beijava mais forte. Em seguida, começou a passar a sua língua, bem devagar. Estava me deixando maluco de tesão. A situação ficou mais intensa quando ela o abocanhou respirando ofegante. Ela já sentia a amostra do meu leite, deixando o escorrer pela sua boca.
Eu tirei o seu soutien, para poder me deleitar com aquela obra prima. Iniciei uma massagem leve em seus seios, com as minhas mãos. Depois eu a levantei para poder explorá-los com a minha boca. Caminhei com a minha língua, alternando beijos no seu doce pescoço, os seus seios e os agitados mamilos. Eles indicavam que seu prazer era intenso.
Ela era impulsiva. Tirou o seu pequenino short, e pedindo para que eu beijasse o seu sexo. Ajoelhado, eu afastei sua pequena calcinha, e com a minha boca, penetrei a língua em sua bucetinha inundada de mel do seu tesão. Ela gemia intensamente mostrando para a lua que nos via, todo o seu gozo.
Em seguida, ela tirou a sua calcinha, se deitou na areia, pedindo que eu a penetrasse, com toda a minha força. Para ela, naquele instante, o mundo iria se acabar. Eu, não perdi tempo, já estava louco para sentir o calor e a umidade da sua caverninha. A penetrei com facilidade, estocando-a com toda a minha força. Ela se batia, virando sua cabeça para os dois lados, sem parar.
Sua buceta pressionava o meu pau, provocando-o para liberar o seu leite, e assim, sentir o prazer do gozo intenso que ela estava me proporcionando. Quando eu expeli o líquido precioso, ela sorriu, da mesma forma como o fez na sorveteria. Com a sua boca, fez questão de sentir o sabor do meu leite. Em seguida, ela relaxou. Nos deitamos, um ao lado do outro, olhando para as pequenas e escuras ondas do mar, quando perguntei o seu nome:
— Me chamo Magda.
— Você está passeando?
— Sim, eu adoro viajar para conhecer praias. Quando te vi, pude fazer mais, levar uma lembrança prazerosa desta linda praia. Vamos tirar uma foto?
Nos vestimos, tiramos uma foto junto com a lua, a nossa única testemunha, e voltamos para a barraca do Zé do Enrosco. Ela se sentou com as amigas, e eu me sentei com o João e suas amigas.
Nem beijo naquela boca dos deuses e, nem o número do meu celular a danada me pediu.
Voltei outras vezes lá, mas a única boca que eu encontrei foi a do Zé do Enrosco, dizendo que a outra boca não retornou.
*Publicado por AllisonB no site climaxcontoseroticos.com em 14/12/24. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.