A Bodypiercer E A Exibicionista
- Temas: lesbicas, morena, tesão, peitos, safadeza, sexo oral, bdsm, submissão, exibicionismo
- Publicado em: 24/12/24
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- Autoria: dream_girl
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Após tomar o café da manhã, em fim, pego minha mochila com minhas coisas e me certifico de fechar toda a casa. Ao trancar a porta, dou duas voltas na fechadura e giro a maçaneta para conferir se a porta não irá abrir. Na minha cabeça, se duas voltas na fechadura não forem dadas, a porta não estará bem trancada.
Me dirijo para a minha moto e coloco meu capacete. Estou indo em direção ao estúdio em que eu trabalho: sou bodypiercer. O estúdio pertence a Cláudio, tatuador e um grande amigo meu. É manhã e logo haverá um certo fluxo de clientes pela cidade e logo pelo estúdio, que costuma ser bem requisitado pelos nossos excelentes trabalhos.
Ao chegar e estacionar minha moto, vejo que Cláudio já está à porta do estúdio e ao me ver, abre um sorriso. Tiro o capacete da cabeça e a balanço para que meu cabelo se ajeite. Cláudio tem um sorriso extremamente bobo no rosto. Eu sei que ele claramente é a fim de mim, mas isso não rola, pois da fruta que ele gosta eu chupo até o caroço. Por fim, me dirijo até lá.
— E aí, Carol, passou bem a noite? — diz ele, me cumprimentando com um breve abraço.
— Sim, graças a Deus aquela dor de cabeça passou! Vamos entrando que daqui a pouco chega uma cliente que tem hora agendada. Aplicação de piercing no mamilo…
— Pois é, também tenho um cliente que fará uma longa sessão de tatuagem comigo, chega já já também.
Vou para a minha sala. Ajeito o ambiente e dou uma pequena organizada nas coisas. Por fim, navego pelo Instagram esperando pela chegada da minha cliente. Vídeos engraçados com os quais me deparo, me fazem dar altas risadas. Mas rapidamente sou interrompida com algumas batidas na porta. Quando levanto meu olhar, engulo a risada e vejo à porta, uma mulher com uma presença extremamente marcante. Muito linda. Uma morena clara de cabelos longos, negros e lisos, com um corpo esculpido por Vênus e Afrodite. Zeus, eu encontrei a deusa fugitiva do Olimpo!
As pernas dela dão água na boca. Ou os enormes seios quase saltando para fora na blusinha de alça dela, exibindo marquinha de biquíni, com os faróis acesos marcando? Ou os pés lindos dela? Ou o belo sorriso? A bunda enorme? Os olhos intensos? Não sei o que eu acho mais bonito, pois essa mulher é claramente a personificação do fetiche de várias pessoas reunidos em uma só pessoa.
Claro que não deixo de achar as minhas clientes lindas, atraentes e gostosas, mas me mantenho totalmente profissional e indiferente a isso. Mas a mulher que está na minha frente é… belíssima. Ao lado dela, há um homem. Certamente deve ser o namorado ou marido ciumento que veio junto. Não é a primeira vez que um homem vem junto com sua mulher aqui.
— Você é a Nathaly, certo? — pergunto.
— Sou eu! E esse é Armando, o meu namorado. Ele quis vir acompanhar.
— Certo. Vamos começar então?
Ela se ajeita, enquanto faço todos os procedimentos necessários para a aplicação do piercing. Por fim, vou até ela e o namorado sentado ao lado.
— Nat, posso te chamar assim? — pergunto e ela afirma com a cabeça. — Você poderia tirar a camiseta para eu poder fazer a aplicação?
Ela assim faz, sem mostrar nenhuma vergonha, como a maioria das minhas clientes fazem, exibindo seus dois peitões com marquinha de biquíni.
— Não vai doer nadinha! — digo, para confortá-la ao ver que ela está meio tensa. — Vai ser rapidinho, prometo!
Ela sorri tranquila.
— Licença, posso? — pergunto, antes de tocar em seu peito.
Ela dá seu consentimento e cuidadosamente, faço o furo em um mamilo. Em seguida, coloco o piercing da escolha dela, estilo ferradura. Faço o mesmo no outro.
— Prontinho! — digo.
— Realmente não foi tão dolorido! — diz.
Após isso, explico os cuidados que ela deve tomar e os alimentos que deve estar evitando durante o período da cicatrização, para que não ocorra nenhum problema. Por fim, ela se vai com o namorado. Eu a observo sair, rebolando a bundona, numa sainha preta e apertada. Ela olha por cima de seu ombro, pega meus olhos nos dela. Nesse instante, meu corpo inteiro se arrepia e eu rapidamente desvio meu olhar para o chão.
…
Saboreio o delicioso sabor de um capuccino em uma padaria aqui da cidade, à uma mesa, enquanto resolvo algumas pendências pelo meu notebook. Hoje estou de folga. O natal está próximo e há uma agenda cheia no estúdio. Eu atendi vários clientes, mulheres, homens, na aplicação de piercing esses meses, semanas… recebi cantadas das clientes e dos clientes, pois também sou uma mulher muito atraente, com atributos atraentes, como uma bunda firme e redondinha, peitos pequenos mas firmes, mas até agora não vi nenhuma pessoa que possui a beleza de Nathaly.
Faz uns dois meses que eu a atendi, mas essa mulher veio povoando os meus sonhos desde então. Céus, como os peitões dela eram lindos e ficaram ainda mais lindos com um piercing os enfeitando!
— Licença, aqui está um pedaço de bolo! — diz a moça que me atendeu quando cheguei aqui, deixando o pedaço de bolo na mesa.
— Mas… eu não pedi um bolo!
Logo noto um guardanapo dobrado ao lado do bolo, que parece ter algo escrito. O abro e leio o seguinte: “Oi! Aceita uma companhia para seu café? Olhe para o balcão repleto de doces”. Direciono meu olhar para o local do papel e vejo ela, Nathaly. Ela sorri ao encontrar meus olhos. A chamo para a mesa. Está vestida hoje, com um vestidinho, um pouco acima dos joelhos, não apertado mas rodado, há um óculos de sol em seus cabelos.
— Oi! — ela sorri, se sentando.
Ela ajeita seu vestido ao sentar. O vestidinho é rosa, estampado por flores brancas, o que a deixa parecendo uma Barbie. E ele tem um generoso decote, exibindo dois melões querendo saltar para fora, com as tão pecaminosas marquinhas de biquíni. Eu não me importo nem um pouco com filmes legendados… um filme com grandes legendas é maravilhoso de se assistir!
— Bom, eu estava aqui pela região… — Nathaly diz. — E pensei em entrar aqui para tomar um café. Te encontrei casualmente e bom, ao invés de contatar você, já que te vi aqui, então já posso dizer que estou pensando em colocar outro piercing com você!
— Em qual local deseja colocar?
— No meu grelo.
Me engasgo com o pedaço de bolo que estou comendo. A ideia de ver a buceta dela, é altamente atraente.
— Tá… — digo, me recompondo. — E o piercing, como ficou? Deu tudo certo no processo de cicatrização?
— Ah, sim! — sorri. — Quer ver? — faz menção de abaixar o decote do vestido.
Ela põe a mão no decote, pronta para abaixar.
— Não! — a interrompo. — Você vai fazer isso aqui no meio das pessoas?
— É, tem razão… mas quer ver? — dá um sorriso de canto.
— Ah… eu… quero!
Ela põe a cadeira do meu lado, para ficar mais perto de mim.
— Não quero só aplicar mais um piercing com você, mas… — diz. — Mas eu também estou aproveitando a oportunidade de ter te encontrado para dizer que eu estou interessada em você. — coloca uma mão na minha coxa e começa a acariciar.
— Eu também estou…
A mão dela sobe do meu joelho até próximo da minha virilha. Volta para o joelho. Volta para a virilha, me fazendo ansiar que o toque chegue na minha buceta, que já está se derretendo e molhando toda a minha calcinha. Ela faz questão de me fazer sentir a ponta de seus dedos roçando diretamente na minha coxa, pois estou de shorts.
— Pare, você está me deixando molhada! — digo.
Sem dizer nada, ela para, com um sorriso bem travesso. Discretamente se abaixa, se remexe um pouco na cadeira e logo vejo sua calcinha descendo, passando por suas pernas. Ela a tira e coloca na minha mão. Uma calcinha de renda finíssima, branca, molhada na minha mão. O tecido está encharcado.
— Você também está me deixando assim. — ela diz. — Viu?
Agora ela está ao meu lado, de vestido, sem calcinha por baixo, exposta e molhada.
— Ainda quer terminar seu café da manhã ou quer completar sua refeição matinal comigo? — sussurra no meu ouvido.
— Eu estou de Uber hoje…
— Estou de carro, vamos para a minha casa.
— Seu namorado…
— Está de plantão em um hospital.
Acerto a conta antes de sairmos. Já dentro do carro, ela me ataca em um beijo, faminta. Sua língua domina cada espaço da minha boca, submete a minha língua à dela e guia todo o ritmo do beijo. Coloco minha mão em uma de suas coxas grossas e aperto, sentindo o calor do beijo.
— Desse jeito não aguento! — digo, em súplica.
— Eu adoro isso aqui… — ela diz, passando seu dedo por toda a extensão da minha clavícula, olhando o movimento de seu dedo. — Clavículas, eu adoro elas… são uma trilha que indicam o caminho que o beijo deve seguir… — ela beija minha clavícula até a ponta do ombro. — Você pode ir para um lado, para outro… — beija a ponta da clavícula na região do meu tórax. — Subir… — ela parte dessa região, beijando a curva do meu pescoço. — Ou descer… — ela desce o beijo para o meio dos meus peitos. — Nesse caso, o caminho que quero fazer é só descer!
Com controle, ela liga o carro e começa a dirigir em direção à sua casa. Enquanto ainda estamos no caminho, quando ela para em um farol vermelho, sobe o vestido para cima, deixando exposta sua buceta sem nada. Carros parados ao lado, mas os motoristas concentrados no farol vermelho, esperando ele ficar verde, nem imaginam que nesse carro aqui, uma mulher está com o vestido levantado exibindo sua buceta encharcada. O sinal fica verde. O caminho inteiro fico alternando meu olhar entre sua buceta exposta e seus peitos pulando nas lombadas e buracos.
Ao chegar em sua casa, ela tranca a porta com pressa e me ataca em um beijo. Nossas roupas vão sendo deixadas pelo caminho até chegarmos em seu quarto. Lá, tenho a visão dos peitões dela: marquinha de biquíni, os piercings os enfeitando, mais lindos do que pensei e os mamilos, amarronzados, endurecidos, no ponto para a minha boca.
— Eu vou fazer as coisas do meu jeito. — diz ela. — Eu sou exibicionista e quero me exibir para você. Mas será tudo do meu jeito, não do seu. Você apenas vai poder me olhar, mas não me tocar! Eu gosto de fazer as coisas meio… intensas… na base da ordem e obediência.
— Certo…
Ela me empurra com a mão no meu peito e me faz sentar em uma cadeira que há ali, depois sai do quarto e retorna com alguns objetos: um separador de pernas, uma coleira com algemas em couro preto e bolinhas tailandesas cromadas, duas contas ligadas por um fio de nylon, dando um sorriso malicioso. Ela pega a barra, bem comprida, prende meus tornozelos nas contenções, fazendo minhas pernas ficarem bem abertas.
— Eu não quero que fique fechando as pernas. — diz ela. — Quero-as bem abertas, para te ver escorrendo de tesão.
Em seguida, coloca a coleira no meu pescoço. As algemas são ligadas na coleira por um prolongamento também de couro preto. As algemas se inserem no final do prolongamento ligado à coleira. Ela prende minhas mãos atrás, nas minhas costas.
— Não se tocará, apenas me assistirá. — diz e eu apenas afirmo positivamente com minha cabeça, sacando qual é a dela.
Domme.
E por último, as bolinhas tailandesas. Ela passa as duas bolinhas pela minha buceta, lubrificando-as com meu próprio mel. Lentamente, ela empurra uma para dentro da minha buceta. Gemo ao me sentir abrir para ela. Empurra a segunda e fico preenchida pelas duas.
Ela vai para a cama e se deita, com as pernas abertas de frente para mim. Começa a me provocar. Separa seus lábios menores e exibe sua buceta molhada, pingando. Passa o dedo no mel e me exibe um fio de mel se formando. Ela leva até a boca e chupa, provando de seu próprio gosto. Me remexo na cadeira, lembrando que estou impossibilitada de me tocar, sentindo as bolinhas tailandesas remexendo dentro da minha buceta, me enlouquecendo.
Seu dedo melado massageia seu grelinho duro e inchado de excitação. Seus olhos estão fixos nos meus, enquanto massageia seu grelinho. Ela também percorre o olhar por todo o meu corpo e principalmente para a minha buceta exposta para ela. Tento fechar minhas pernas, mas o separador de pernas não deixa. Ela está adorando ver o estado deplorável e humilhante em que estou.
Ela brinca com os peitos dela. A carne farta não cabe em suas mãos. Ela aperta, brinca com os mamilos e os piercings que apliquei. Prende os mamilos entre os dedos e os aperta. Sua mão desce para sua buceta, lentamente, ela introduz seu dedo médio e anelar em sua entrada, curvados. Ela tira e coloca para dentro, tudo sem tirar os olhos dos meus. Ela mete, devagar, rápido, e o som molhado misturado aos gemidos dela, preenchem o silêncio do quarto. Seus peitões balançam com o movimento de seu braço. Com a outra mão, inicia a massagem em seu grelinho enquanto seus dedos da outra mão entram e saem. Ela para e muda a posição, ficando de quatro, com a bunda virada para mim.
Separa as nádegas, para me dar uma visão de tudo o que ela tem. Uma bunda enorme e carnuda na minha frente e eu não posso tocar. Buceta inchadinha, brilhando de melada. Ela volta a introduzir os mesmos dedos em sua buceta, agora de quatro, com o tronco no colchão e a bunda bem empinada. Tira e coloca. Até que seu corpo treme, e ela acaba gozando. Fico me sentindo humilhada em não poder conseguir me tocar. Seus dedos saem ainda mais molhados.
Ela se levanta e vem até mim, admirando o estado como estou. Leva os dedos molhados até minha boca e eu abro para recebê-los. Enfia os dedos na minha boca, fundo, até minha garganta. Me engasgo um pouco, mas suporto e os sugo, deixo bem limpos, sentindo o gosto dela.
— Eu vou dar um jeito em você! — ela diz, se abaixando.
Nathaly pega a cordinha das bolinhas tailandesas, lentamente, puxa uma para fora. Depois a outra. Minha buceta está desacostumada com o vazio. Mas está toda melada, de um jeito que nunca ficou em toda a minha vida, me deixando constrangida. Minha bochecha começa a corar.
— Ah, não, não, não! — diz ela, negando com a cabeça. — Não é para sentir vergonha. Lhe darei um castigo se você se envergonhar.
Fico quieta. Por fim, sua boca toma conta de minha buceta, com seus olhos fixos nos meus. Fecho os olhos, soltando um gemido de alívio, sentindo sua boca quente me chupando, lambendo e bebendo tudo.
— Não fecha o olho. — interrompe o contato. — Olha bem no meu olho. Quero que fique olhando para mim.
Obedeço.
Ela lambe minha buceta inteirinha, saboreia meu mel, suga meu grelinho, e permaneço olhando nos olhos dela e também olhando para sua boca em minha buceta ou sua língua trabalhando em cada centímetro molhado dela, com uma habilidade certeira e pressão certa, movimentos meticulosamente certeiros. Já extremamente sensível, explodo na boca dela, me esforçando ao máximo para manter meus olhos abertos fixados nos dela, que me assiste gozar.
Satisfeita, ela desprende meus tornozelos e fecho minhas pernas podendo relaxar, e desprende minhas mãos, retirando a coleira com algemas.
Essa é a história de uma bodypiercer que se envolveu com uma cliente exibicionista e acabou indo parar em uma sessão de dominação inesperada.
A vida e suas presepadas!
*Publicado por dream_girl no site climaxcontoseroticos.com em 24/12/24. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.