Meu primeiro Anal
- Temas: Anal, Menage, virgem, história real.
- Publicado em: 30/12/24
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- Autoria: Jillian73
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Eu tinha 20 anos e uma curiosidade danada. Quando vi o casal no app, já senti um frio gostoso na barriga. Manuela, 37 anos, loira, alta, peitos grandes que mal cabiam na blusa, corpo todo malhado de academia. Rodolfo, 42, grisalho, alto, ombros largos, aquele tipo de coroa que faz a gente morder o lábio sem perceber. Aceitei o convite na hora.
Combinamos num bar descolado. Uns drinks depois, a conversa já tava molhada. Manuela começou a roçar a mão na minha coxa por baixo da mesa, subindo devagar, apertando de leve. Meu corpo inteiro arrepiou. Rodolfo me olhou nos olhos, sorriso de quem já sabe que vai comer, e perguntou baixinho:
— Jillian, a gente tá louco por você. Quer ir pra um lugar mais tranquilo? Só nós três?
Respondi com um “claro” quase sem voz. Meu coração batia na garganta.
No motel, Manuela escolheu a suíte presidencial, espelho no teto, cama enorme, banheira de hidromassagem. Entrei tremendo um pouco de nervoso. Ela percebeu, sorriu e falou com aquela voz rouca:
— Relaxa, amor. Primeiro só nós duas, tá? Deixa eu te deixar bem molhadinha antes.
Ela me puxou pela nuca e me beijou devagar, língua quente explorando minha boca. Me sentou no colo dela, tirou minha blusa, sutiã, saia… fiquei só de calcinha preta. Manuela me virou de quatro no colchão, puxou a calcinha de lado e enfiou a cara entre minhas pernas.
Que boca era aquela… Chupava minha buceta com vontade, lambia devagar o clitóris, depois subia a língua quente até meu cuzinho virgem. Arrepios subiam pela espinha toda vez que ela circulava ali.
— Já deu esse rabinho gostoso pra alguém, Jillian?
— Não… nunca.
Os olhos dela brilharam de tesão puro. Ela voltou a chupar, agora lambendo mais o cu, deixando tudo molhado de saliva. Enquanto isso, Rodolfo já tava na poltrona, pau duro na mão, se masturbando devagar, assistindo a mulher dele me preparar.
Manu enfiou a pontinha do dedo indicador no meu cuzinho. Eu travei.
— Calma, vai devagar…
Ela riu baixinho.
— Relaxa, putinha. Você vai adorar.
Rodolfo se aproximou, segurou meu queixo e colocou o pau na minha boca. Uns 19 cm, grosso na medida certa, cheiro de macho gostoso. Enquanto eu mamava com vontade, Manuela foi enfiando mais um dedo no meu cu, mexendo devagar, abrindo. Eu gemia com o pau na boca, baba escorrendo.
Depois trocaram. Manuela abriu as pernas pra mim. Chupei aquela buceta lisinha, molhada, clitóris inchado. Rodolfo veio por trás e meteu na minha buceta de uma vez, fundo. Bateu na minha bunda com força, socava gostoso, eu gemia alto, o corpo tremendo. Gozei forte naquele pau, apertando tudo, meu cuzinho piscando sem parar.
Manuela viu e sorriu safada.
— Agora é a vez do rabinho, amor. Deixa o Rodolfo te comer. Ele vai com carinho.
Eu fiquei bem empinada, coração disparado. Ela segurou as nádegas, abriu minha bunda, cuspiu bastante no meu cu. Rodolfo encostou a cabeça e foi empurrando devagar. Doeu no começo, ardeu, eu mordi o lençol. Mas ele parou, esperou, só a cabecinha dentro. Manuela me beijava a nuca, sussurrava:
— Respira fundo… relaxa o anel… vai ficar muito bom, prometo.
Quando eu consegui soltar o ar, ele foi entrando mais. Centímetro por centímetro. Até que finalmente senti as bolas dele encostando na minha buceta. Estava todo dentro. Doeu menos, virou um prazer estranho.
Ele começou a mexer devagar. Entrava e saía inteiro, cada vez mais fácil. Eu gemia alto, pedindo mais. Manuela deitou debaixo de mim, chupando meu clitóris com força enquanto o marido metia no meu cu. Enfiei dois dedos na buceta dela, sentindo ela pulsar.
Rodolfo acelerou, batendo a virilha na minha bunda, o barulho molhado enchendo o quarto. Eu tremia toda, o orgasmo vindo diferente, mais profundo, mais forte. Gritei quando gozei, o cu apertando o pau dele em espasmos, Manuela lambendo sem parar. Senti Rodolfo pulsar, gemer rouco e gozar bem fundo no meu rabinho, enchendo tudo.
Depois caímos os três na cama, suados, ofegantes, rindo. Manuela me deu um beijo lento e falou no meu ouvido:
— Bem-vinda ao clube das meninas que dão o cu. Agora você é nossa putinha oficial.
E eu só sorri, ainda sentindo o cu latejar gostoso, pensando que queria muito mais noites assim.
