Amo ser corno da Wilma
- Temas: Esposa puta, corno manso, cuckold, hot wife, humilhação, amigo comedor
- Publicado em: 08/01/25
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- Autoria: paulomarcos
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Minha primeira esposa (com casamento no papel) foi a Vera, de quem sinto saudades, já que ela me botava chifres (era uma incrível hot wife) e me fez passar por momentos de humilhação e vergonha, mas, ao mesmo tempo, provei da delícia inenarrável de ser corno manso...
Assim, quando casei com Wilma, queria porque queria repetir com minha segunda esposa a mesma torturante e maravilhosa sensação de ser um verdadeiro cuckold, ser corneado e humilhado tanto quanto possível.
Wilma tem cerca de 34 anos, é de porte mediano, morena, traz os cabelos cortados curtos, castanhos como os olhos. Minha mulher tem as medidas exatas nos lugares certos – puxando um pouco pra “gordinha”. Possui quadris largos, que acomodam uma maravilhosa bunda, as nádegas são rechonchudas e durinhas; os seios, grandes, são firmes, e vivem a tremular por baixo dos vestidos que ela usa ou das blusas finas ou camisetas justas.
Wilma já havia se decepcionado com um sujeito com quem fora amasiada, e que só queria usufruir de suas rendas (ela era de família de classe média alta, que não precisava trabalhar para viver, pois herdara considerável herança dos genitores) e, que, além disso, era um incorrigível mulherengo, paquerando e comendo toda e qualquer fêmea que lhe caísse nas graças.
Ela achava que, comigo, na altura dos meus então sessenta anos, e com uma boa aposentadoria, teria um marido fiel e dedicado à mulher, voltado para as obrigações conjugais e a paz doméstica. Como se enganaria!
Passados os primeiros meses do nosso casamento, tentei, por diversas vezes e vários meios, convencê-la a experimentar manter relações sexuais com outros homens, pois eu, já sexagenário, e tendo um pênis de reduzidas dimensões, talvez não a satisfizesse completamente. Ela, entretanto, entre surpresa e decepcionada, repelia todas as minhas tentativas, ora agressivamente, ora debulhando-se em lágrimas, dizendo que eu “não a amava mais”, porque, senão, “jamais teria proposto algo tão licencioso e indecoroso assim!”
Pois bem, leitores, o fato é que comecei a imaginar um estratagema para convencer Wilma a transar com outros homens, pois sentia muita falta da sensação inigualável de ser corno.
Como consegui que minha esposa fosse comida por outro homem pela primeira vez? Tudo começou no escritório de advocacia em que eu trabalhava. Um dos advogados, Jorge, fora meu colega desde o Ginasial, tempo em que os garotos passavam a mão na minha bunda, me sarravam no ônibus etc. Eu reclamava, mas consentia, incapaz de reagir. Era uma espécie de nerd. E o Jorge sabia disso, é claro. Um dia, uma ideia iluminou-me o cérebro: por que não convidar o Jorge, amigo de longa data, para iniciar minha Wilma nas delícias de se tornar uma hotwife? Mandei um bilhetinho, cuja cópia guardo até hoje, e tirei da minha gaveta para transcrever para vocês: Dizia:
"Prezado Jorge: Gostaria muito se você pudesse visitar-nos, a mim e a Wilma, no próximo sábado, para bebermos e jogarmos uma partida de xadrez. Wilma faria muito gosto. Contamos com sua presença. Moramos no Leblon, na Rua ***nº*** apto ***."
Para não alongar muito a história, o Jorge aceitou o convite e a gente combinou de se encontrar no dia tal, à tarde, na minha casa. Pois bem, lá pelas três horas da tarde, o Jorge chegou e foi recepcionado alegremente por mim e minha esposa. Sentamo-nos no confortável sofá vermelho de nossa espaçosa sala de estar, enquanto nosso convidado ocupava uma das poltronas. Conversa vai, conversa vem, servimo-nos de cerveja e do uísque doze anos que guardo para ocasiões especiais.
Reparei que meu amigo comia com os olhos minha esposa.
Não era para menos. Eu havia sugerido a Wilma que vestisse uma roupa em que se sentisse à vontade, pois o Jorge “era de casa”. Até escolhi a calcinha que ela vestiria. E ela caprichara: vestia um short de jeans não muito curto, mas que deixava à mostra suas vistosas e bem torneadas coxas, um top branco que realçava seus seios esculturais, e grandes brincos de argolas douradas que emolduravam sua face e a faziam ganhar um não-sei-quê de mulher ousada (característica que Wilma, por certo escondia, pois aparentemente era bem discreta).
Pois bem, eu, o Jorge e a minha mulher ficamos na ampla sala da nossa casa e começamos a beber cerveja e uísque, enquanto a gente conversava sobre assuntos banais, como o calor que estava fazendo naquele verão, o show do momento, o funk da hora, as fofocas de tal ou qual influenciadora digital e outras bobagens do gênero.
Percebi que Wilma bebia muito, pois estava achando tudo muito chato, nada de rolar alguma conversa que a interessasse.
Há muito tempo que o Jorge, apesar de eu considerá-lo meu amigo, me dizia, meio de brincadeira, meio a sério, que queria porque queria "conhecer melhor" a minha esposa, que ele havia visto uma vez, junto comigo, na praia do Leblon. Eu desconversava, mas essa ideia não me saía da cabeça, pois, desde o nosso noivado, eu queria ser corno novamente, como havia sido no meu primeiro casamento.
Como a conversa fluía morna, e eu convidara o Jorge para jogar uma partida de xadrez, Wilma pediu licença e retirou-se para o quarto. Pouco depois, me chamava, a propósito de alguma coisa da qual não me lembro.
Até então, eu não conseguira de jeito nenhum que a minha esposa topasse transar com outro homem, junto comigo. Apesar de assistirmos a ménages masculinos e femininos em filmes pornôs, etc. Confesso que tinha muita vontade de ver minha esposa me cornear, na minha frente, mas ela nunca se convencia.
Nesse dia, a gente tinha bebido muita cerveja e uísque. Fui atender ao chamado da Wilma, e ela, já bem calibrada, me disse no quarto, a pretexto de me mostrar umas roupas que ela havia comprado, que a visita estava “um saco”, que o Jorge era “um chato”, etc. Mas, o que ela queria mesmo era foder comigo naquela hora, pois tinha bebido bastante, e confessou que ficara com muito tesão. Eu, então, tive uma ideia louca. Falei para ela me esperar no quarto que eu já voltava. Retornei à sala.
Acordei o Jorge, que estava meio que dormitando no sofá.
- Quer comer a Wilma? – perguntei, sem pensar muito.
O Jorge fez uma cara de espanto, me disse que não acreditava que eu estivesse lhe fazendo tal convite. Mas, ante a minha insistência, respondeu que “é claro, há muito tempo que penso em comer sua mulher, mas nunca tentei nada, em respeito a você...”
- Então, vai satisfazer seu desejo hoje – respondi.
O plano: combinei com ele para esperar uns dez minutos e depois entrar no quarto, sem fazer barulho, e que ele então iria comer a minha esposa! É claro que ele logo acendeu! Voltei ao quarto.
Wilma já se encontrava nuinha e me aguardava de quatro, feito uma cadela, em cima da cama. Ela me disse que queria muito que eu comesse só o cuzinho dela (ao que tenho observado, ela não gosta muito de dar a xota).
Eu fingi que trancava a porta, tirei minha roupa e dei o pau pra vaquinha chupar, o que ela logo fez, gulosa que é! Então ela virou a maravilhosa bunda para mim, e eu lambi aquele delicioso cu e enfiei meu pênis com vontade. Eu também estava com muito tesão, principalmente ao imaginar o que poderia vir depois. Passados mais ou menos os tais dez minutos, o Jorge empurrou a porta, e entrou já de pau duro, sem fazer barulho, e ficou bem atrás de mim. Eu continuava metendo a pica nela, me contendo para não gozar logo. Minha esposa estava bebinha, com a cara virada para a parede, e com aquele bundão se oferecendo... Bem, o fato é que eu, pretextando mudar de posição, tirei o meu pau do delicioso buraquinho dela. Aproveitando a oportunidade, o Jorge botou o pau dele (que é bem maior e mais grosso do que o meu) naquele orificiozinho já meio melado.
Wilma meio que deu um gritinho, e começou a gemer bem gostoso. Dizia que parecia que o meu pau estava ficando maior! Eu ia ao delírio, vendo o Jorge enrabar ela. É claro que me acabei numa punheta, esporrando muito e derramando porra no chão do quarto. A minha mulher nunca gemera tanto, acho que é porque a pica do Jorge deve ser mais gostosa que a minha, sei lá... Depois de uns minutos, o safado do meu amigo urrou tão alto que até me assustou. Wilma rebolava com vontade no pau dele, e ele se acabou e descarregou! A espessa porra dele escorria pelas pernas da putinha da minha mulherzinha que se achava tão pudica.
Bem, para concluir, ele se retirou para a sala, silenciosamente, e eu fiquei com a minha esposa, que agora me dava uns beijinhos e dizia ter adorado a transa, que a gente nunca havia trepado daquele jeito tão gostoso, etc. Eu fiquei muito alegre, porque o Jorge havia realizado o meu maior desejo, que era me tornar corno da Wilma, e creio que agora ele vai querer comer sempre ela. Wilma apagou ali mesmo na cama, de tão bêbada que estava. Pouco depois, eu e ele fomos dar uma volta na praia para espairecer, paramos num quiosque para beber algumas cervejas, e o Jorge estava supercontente, imaginem! No caminho, ele me disse que agora queria comer... A boceta dela!
*Publicado por paulomarcos no site climaxcontoseroticos.com em 08/01/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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