Como meu irmão virou viado

  • Temas: Homossexualidade, incesto, gay afeminado, bolinação em público, assédio sexual
  • Publicado em: 15/01/25
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  • Autoria: paulomarcos
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Será que que o responsável por transformar meu irmão (um ano mais velho) num viado fui eu? É verdade que ele desde sempre teve um jeito meio afeminado, não queria jogar futebol com os moleques na rua do subúrbio onde morávamos, preferindo a companhia das meninas e suas conversas sobre namoradinhos, bailes, fofocas etc.


Lembro-me que, com cerca de quatorze anos, não sei por quê, resolvi presentear meu irmão com uma sunga de praia. Acho que, na verdade, já pressentia que a entrega do presente poderia ser uma ocasião para..., bem, não sabia exatamente para quê.


O fato é que um belo dia resolvi dar o tal presente. Cheguei com a sunga em casa e falei para ele que lhe tinha comprado um presente. Quando ele desembrulhou, e viu que era uma sunga branca, eu pedi para ele experimentar. Dirigimo-nos para o nosso quarto e fechamos a porta, sem chave. Ele postou-se em frente ao grande espelho do guarda-roupa e despiu a bermuda (acho que o ajudei a tirar, não me lembro) e ficou com a bem torneada bundinha exposta, além do pau, não muito grande, que estava em repouso. (Há muito tempo que eu queria ver a bunda e o pau do meu irmão, pois ele nunca mudava de roupa na minha frente.) Eu fiquei atrás dele, olhando pelo espelho, e encostando levemente meu pau, que já estava duro, na sua bundinha, mas encoberto pelo meu short. Meu pau começou a dar pequenas estocadas na bunda dele, quase gozei. Ele não se moveu e vestiu a sunga, e não lembro se falamos alguma coisa, mas meu coração já estava aos pulos. Depois, eu mesmo ajudei-o a despir a sunga nova e fiquei durante pouco tempo admirando sua bunda. Em seguida, ele se virou de frente para mim e pude constatar que seu pequeno mas lindo pênis estava endurecido. Mas não nos tocamos. Finalmente, ele vestiu a bermuda e saiu do quarto, mas eu fiquei. Estava tão excitado que -- acreditem -- bati duas punhetas seguidas. Gozei muita porra. Depois saí, e não me lembro de mais nada. Também nunca mencionamos esse episódio, e nem sei se ele se lembra disso.


Tenho pra mim que foi aí que nasceu o desejo de comê-lo, mas isso não aconteceu de imediato. Entre mim e meu irmão houve outros episódios, muito antes que eu o comesse de verdade. Um deles aconteceu numa praia, em Maricá, no Estado do Rio. Era uma praia deserta, na época, com poucas casas. Íamos lá muitas vezes tomar banho de mar.


Certo dia, levei meu celular e tirei algumas fotos comuns de nós dois, ambos vestidos com sungas. Lembro que a sunga que ele vestia era a mesma que eu havia comprado, e que deixava partes da polpa da sua bundinha de fora. Ele tinha peitinhos, parecendo uma menina impúbere, e, como já mencionei, uma linda bunda.


Num dado momento, não sei o que me deu, pedi para ele fazer pose, em pé, e falei para ir abaixando a sunga até aparecerem os pentelhinhos, claros e bem raros, pois ainda estavam crescendo. Ele, não sei por quê, foi abaixando, me mostrando toda a região pubiana e o começo do pênis. Tirei duas ou três fotos, meio que tremendo, e meu pau, sob a sunga, já ficou duríssimo, mas não sei se ele notou. Depois, pedi pra ele virar de costas e puxar um pouco a sunga, enfiando-a na bunda, e vi suas nádegas bem redondinhas. Eu fiz outras fotos, e tive uma ejaculada sem mesmo tocar no pau! A minha sunga preta disfarçou minha esporrada. Visivelmente perturbado, desliguei a câmera do aparelho e retomamos o passeio. Tomamos banho de mar, naturalmente, e mais uma vez nunca falamos disso, e eu nunca mostrei para ninguém as fotos.


Será que meu irmão estava sabendo das minhas reais intenções ou ele era mesmo inocente?


Eu confesso, não sou gay, tive algumas mulheres, além da minha esposa, mas nenhuma me deu ou dá o prazer que meu irmão me proporciona, desde quando começamos a transar. Fazemos de tudo na cama, um dia dou mais detalhes.


Finalmente, vou fazer uma revelação: fui eu que descabacei meu irmão. Sim, fui eu, e foi muito difícil na ocasião. Ele tinha quinze anos, era virgem de cu, e nunca comera uma buceta.


Outros episódios aconteceram. Um deles foi quando meu irmão viu meu pau pela primeira vez. Eu estava digitando um trabalho pra escola, quando ele se aproximou por trás. Eu vestia um short azul largo, sem nada por baixo, o que me facilitava meter a mão e segurar meu pau. Ele se aproximou e perguntou o que eu estava fazendo. Disse que era um trabalho pra escola, e ele se debruçou pra ler. Quando fez esse movimento, esbarrou com sua coxa direita (estava com uma bermuda bem curta) em meu braço, e continuou encostado, meio que roçando a coxa em meu braço, não sei se de propósito ou não. Estava muito próximo de mim, podia sentir seu cheiro. Meu pau começou a subir e eu, meio que escondendo o gesto, enfiei a mão debaixo do short e comecei a bater uma punheta. Ele continuava a ler, me perguntando não sei o quê de vez em quando, e eu respondia qualquer coisa, pois estava muito nervoso. Como a cena demorasse, não aguentei e fui tirando o pau por debaixo do short, tampando-o ligeiramente com a mão, sem deixar de esfregá-lo pra baixo e pra cima. Cheguei a tirá-lo todo do short, por entre as pernas, mas tapando-o parcialmente com a mão. Não durou muito e meu pau cresceu na minha mão, quase estava explodindo de tão duro e teso, e logo cheguei ao gozo, esporrando na minha mão e escondendo o pênis dentro do short, que ficou todo babado. Depois disso, perdi todo o interesse em continuar a conversa, e disse que tinha que acabar o trabalho; meu irmão se descolou de mim, e saiu do quarto.


Fiquei mais uma vez muito perturbado, sem saber se ele havia visto e apreciado a cena de eu me masturbando, ou se nem notou.


No meu caso, embora ele fosse mais velho, tratava-se de um irmão, e eu não poderia saber qual seria a reação dele, se contaria para os familiares...


Sentia-me muito mal, ao lembrar o caso, pois, segundo li numa revista, aquilo que fazíamos tratava-se de uma perversão, que o meu desejo era incestuoso.


O fato é que meu desejo de comer meu irmão era mais forte que tudo, e não adiantavam teorias assim ou assado, queria meter naquela bunda, o que pouco tempo depois consegui. Mas até lá, e principalmente depois, sofri muito, tinha muitas dúvidas.


Provavelmente, meu irmão sabia das minhas reais intenções e acho que ele também tinha desejo por mim. É provável, não sei.


Nunca encontrei ninguém que aprovasse esse tipo de relações que temos com parentes, mas acho que é culpa do preconceito das pessoas, de mexer num tabu. Fodo meu irmão atualmente, e ele ama levar no cuzinho. É que, na época ambos éramos virgens. Eu nunca tinha transado com ninguém, por isso comia meu irmão, achava mais fácil do que procurar parceiras. E ele gostava de dar sua bundinha, sim, e ainda hoje acho que ele gosta, pois tem alguns amigos, todos gays. Mas eu fui o primeiro a comer o cuzinho dele.


Tudo começou aa partir das primeiras vezes em que encoxava ele no ônibus. Nós estudávamos na mesma escola, ele era de uma série muito mais adiantada do que eu, já estava no Científico e eu no Ginasial. Muitas vezes, eu esperava-o para irmos juntos de volta a nossa casa. Pegávamos um ônibus, cuja linha nem existe mais, e que andava sempre lotado, pois na hora era saída de muitas escolas, e o coletivo ficava apinhado de estudantes, meninos e meninas. Como os jovens gostam de bagunça, é claro que aquele ônibus era uma bagunça só, com todos e todas se espremendo, e gritando e falando...


Enfim, a pretexto de proteger meu afeminado irmão -- pois muitos garotos aproveitavam para tirar sarro nos viadinhos, encoxar as meninas --, eu, então, colava atrás dele, grudava mesmo, encostando meu pau naquela bundinha. E meu pau logo ficava duro, e com o vaivém do veículo, tirava gostosos sarros, e ele não dizia nada, íamos falando e rindo normalmente, participando da baderna geral. Por vezes, nas curvas, eu o segurava mais apertado, e mesmo como que espremia seus peitinhos por cima da blusa, tudo com a desculpa de evitar que ele se ferisse. Outros garotos, por vezes, queriam encostar, passar a mão na bunda dele, e é claro que eu muitas vezes evitei isso, mas nem sempre dava. O fato é que fizemos isso durante muitas e muitas viagens, antes de eu transar com ele mesmo de fato. Quase sempre eu esporrava na calça, e era delicioso, mas depois tinha que descer do ônibus no ponto, encobrindo aquela mancha com meu fichário. Não sei se ele percebia, acho que sim, Curioso é que, mesmo com o ônibus mais vazio, à medida que as pessoas iam descendo, ele não arredava pé da posição e eu procurava disfarçar, mas continuava atrás dele.


Cada vez que fodo com meu irmão, na hora sinto muito prazer, é claro, vou às nuvens, trato ele feito uma bichinha, uma puta, até xingo ele de viado, pervertido, etc., mas depois caio numa prostração grande. E são essa transas que pretendo contar num próximo conto.


*Publicado por paulomarcos no site climaxcontoseroticos.com em 15/01/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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