Ensinando uma novinha como se goza.

  • Temas: Sexo, anal, oral, novinha, safada, putinha, ninfeta
  • Publicado em: 03/02/25
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  • Autoria: Mineirocasado54
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Eu conheço a Bruna desde quando ela tinha 13 anos, sempre foi uma menina educada, gentil, boa filha e muito carinhosa com todo mundo.


Seus pais trabalhavam pra mim em algumas oportunidades e eles sempre a levavam. Certo dia, a sua mãe passou ml e ao ser levada ao hospital precisou ficar internada por uns dias. Nessa época os médicos mandaram ela fazer dieta, exercícios físicos pois ela estava bem acima do peso e a Bruna seguia pelo mesmo caminho.


A Bruna era linda, morena clara, cabelos e olhos castanhos, uma menina que se via que se tornaria uma bela mulher, mas assim como a mãe, ela também precisava se cuidar. Foi nessa época que ela descobriu o Triatlo e começou a grande mudança. Dieta, nadar, correr, pedalar todos os dias, mais exercícios na academia e logo os resultados começaram a aparecer. Além de emagrecer, Bruna foi ganhando corpo, curvas e se tornou uma verdadeira ninfeta. As suas fotos no Instagram mexiam com a minha mente, ela já estava com dezesseis anos e ficando cada vez mais gostosa e o pior, ela sabia disso.


Foi num fim de semana em Domingos Martins que eu a reencontrei depois de uns dois anos, os pais delas iriam trabalhar para mim mais uma vez e lá estava ela. Quando a vi, nem acreditei que era ela. Bruna estava linda, usava um vestido curto que mostrava vem as suas belas pernas e a sua bunda chamava muita atenção. Todo mundo que passava por ela, dava uma virada de pescoço. Bruna se aproximou de mim e me abraçou como sempre fazia, mas desta vez o abraço foi diferente. Eu senti todo seu corpo colar ao meu, um calor tomou conta de mim e involuntariamente meu pau latejou. Se ela percebeu, eu não sei, mas aquele abraço que ela me deu não foi tão inocente assim. Bruna tinha crescido, estava prestes a completar dezessete anos, tinha um namoradinho com cara de mimado e certamente já estava dando seus amassos com ele.


Durante o fim de semana ela estava sempre perto de mim, nesse evento em si, a minha esposa não pode ir e isso fazia a minha imaginação ferver, afinal de contas a gente ia ficar hospedado no mesmo hotel por três dias e apesar dela dormir no quarto dos pais, se ela quisesse poderia sair para dar uma volta, fazer qualquer coisa, ou quem sabe bater na porta do meu quarto. Na minha mente, tudo era possível e eu não perdi as contas de quantas vezes gozei batendo uma pensando naquela ninfeta.


Na sexta-feira a noite, fazia frio, eu estava com fome e resolvi sair para comer algo fora do hotel. Bati na porta do quarto dos meus amigos com a intenção de convida-los. Quando a porta abriu lá estava ela de camisola preta. Os pais já estavam deitados e disseram que não iriam, mas a Bruna, essa disse que estava com fome e que poderia me fazer companhia, pediu alguns minutos para trocar de roupa e disse que me encontraria na recepção do hotel.


Quando ela desceu, eu nem consegui disfarçar, ela estava linda. Bruna usava um vestido preto, botas e uma jaqueta de couro. Eu ainda brinquei que estava meio frio para elas ficar com as pernas de fora e ela apenas respondeu dizendo que o que era bonito tinha que ser mostrado.


Durante o tempo que ficamos no restaurante a Bruna ficou sentada do meu lado, tocando a mão de leve nas minhas pernas, me abraçando, rindo, encostando. Aquilo era perigoso, porque apesar de ter noção do que ela estava fazendo, pois de inocente ela não tinha nada, ela é filha de um casal de amigos e mais, ela conhece a minha esposa. Porém, Bruna não parecia ter a mesma preocupação que eu e continuava se jogando e encostando em mim até que eu resolvi fazer a mesma coisa e coloquei a minha mão em cima da sua coxa. Ela me olhou fixamente nos olhos e quando eu tentei tirar a minha mão ela segurou e pediu que eu continuasse com a mão ali. Foi nesse momento que a nossa conversa deixou de ser sobre treinos e ficou bem mais interessante:


- Bruna, porque isso?

- Não sei explicar, mas desde pequena eu gostei de você.

- Você tem idade para ser minha filha menina. Vamos arar com isso.

- Poderia ser, mas não sou sua filha.

- Você só tem 17 anos.

- Sim, tenho 17 anos, namoro, já não sou mais virgem, tomo remédio e meus pais sabem.

- E o que você quer de mim?

- Quero você. Só isso?

- Mas e seu namorado?

- Deixa ele lá. Somos jovens e inexperiente. Quero alguém que me faça vibrar

- Menina, você é muito novinha para pensar nisso.

- Vamos pedir a conta e ir embora?

- Vamos!!


Seguindo s sugestão de Bruna pedi a conta, paguei e fomos caminhando para o hotel. As ruas estavam vazias e e o frio cada vez mais intenso.


Nessa hora, Bruna pediu que eu a abraçasse e fomos assim até a recepção do hotel. Eu estava no segundo andar, ela e os pais no terceiro, perguntei se ela queria que eu a acompanhasse até o quarto ela disse que não precisava, mas bem ali, na porta do meu quarto ela avançou e me beijou. Honestamente, eu queria parar, mas também queria continuar e ente um beijo e outro eu abri a porta do meu quarto e entramos. Bruna já se livrou da jaqueta de couro e do vestido ficando apenas de calcinha botas. Naquela hora eu não pensava em mais nada.


Não pensava nos pais dela, na minha esposa e em ninguém mais. Caímos na minha cama e eu já sugava seus seios pequenos, durinhos e com os grandes bicos rijos. Ela puxou a minha camisa, eu me livre das calças e já completamente nu me perdia entre as suas pernas chupando aquela bucetinha novinha, lisinha e com os lábios avantajados e rosados.


Chupei aquela menina linda até ela perder as contas de quantas vezes gozou na minha boca. Sua buceta era cheirosa, tinha um gosto doce e com a minha boca lambuzada de mel nós passam a nos beijar enquanto eu a colocava sentada na minha rola.


Quando meu pau entrou Bruna arfou, disse que era maior e mais grosso que do seu namorado, responsável pela sua primeira vez. Aos poucos o pau foi se alojando dentro dela e eu comecei a estocar com ela em cima de mim. Bruna começou a se soltar e foi pedindo para gente mudar de posição. Aquela menina de quatro com a bunda empinada era uma cena digna de filme. Eu socava a pica sem dó, ela gemia baixinho, pedia mais.


Fodemos de lado, papai mamãe, em pé, na cama, no sofá e no banheiro. Apesar dela ter dito que tomava remédio com autorização dos pais eu gozei todas as vezes fora e a última na sua boca.

Já passava da meia noite quando nos despedimos e ela foi para o quarto dos pais.


Naquele fim de semana a gente trepou todas as noites após os pais dela dormirem. Durante um ano e meio eu sempre a buscava em algum lugar e passávamos a tarde no motel enquanto os pais dela achavam que ela estava na casa de alguma amiga.


Hoje a Bruna está com 23 anos, tem um novo namorado e a gente não transa mais. Acho que a fase dela de dar para homens mais velhos acabou.


Sempre que vejo as suas fotos nas redes sociais lembro de todas as sacanagens que fizemos juntos. Hoje a Bruna está cada dia mais bonita, mais gostosa e se tornou uma atleta que não para de colecionar trófeus e medalhas.


Fim




*Publicado por Mineirocasado54 no site climaxcontoseroticos.com em 03/02/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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