A professora casada chora na hora que goza.

  • Temas: Casada, safada, corno, puta, anal, oral,
  • Publicado em: 05/02/25
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  • Autoria: Mineirocasado54
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Eu moro em frente a uma escola pública aqui no Espírito Santo, há mais ou menos quatro anos e além do barulho dos alunos e dos pais sem noção que insistem em parar seus carros em frente à minha garagem, eu nunca vi nada demais.


Durante as férias, a escola aproveitou para instalar ar condicionado em todas as salas de aula e o barulho comeu solto quase todos os dias. Nos últimos dias, com a proximidade do retorno às aulas, o vai e vem de professoras voltou à normalidade.


Dias atrás a minha campainha tocou, quando fui abrir a porta tive a grata surpresa de me deparar com uma bela mulher de mais ou menos quarenta anos, loira, seios médios, corpo volumoso, a beldade se chama Flávia e é professora de matemática na escola. Ela queria na verdade pedir água, pois a escola naquele momento estava sem e o calor estava insuportável.


Apesar de eu trabalhar em caráter Home Office, eu estava de férias e bem à vontade na minha casa. Naquele momento eu estava sem camisa e usando um short branco. Quando eu abri o portão para que ela entrasse seguimos até a cozinha e eu não pude reparar no mulherão que estava bem ali diante dos meus olhos, na minha casa, nós dois sozinhos.


É claro que eu comecei a pensar em putaria e meu pau deu uma leve latejada e a Flavia percebeu.


Eu abri a geladeira, peguei uma jarra de 2 litros de água e a entreguei. Depois acompanhei ela até o portão e enquanto ela andava na minha frente eu a comia com os olhos. No final do dia ela voltou devolvendo a jarra, agradeceu e eu a convidei para tomar um café que eu tinha acabado de passar.


Para a minha alegria ela aceitou prontamente e nós ficamos quase uma hora conversando até que seu marido ligou dizendo que estava a caminho da escola para busca-la.


Quando fomos nos despedir, inesperadamente trocamos dois beijos na face sendo que o segundo foi bem perto dos lábios dela, cheio de segundas intensões. Nós nos olhamos rapidamente e ela saiu em direção a porta da escola. Minutos depois seu marido parou o carro e ela se foi.


Na manhã seguinte eu estava na varanda quando o carro do marido dela parou, ela desceu usando um vestido azul turquesa, sandália de salto baixinho, cabelos ainda molhados. Assim que o carro virou a esquina ela me cumprimentou e eu ergui uma xícara de café como se eu estivesse a convidando para entrar e tomar um café. Ela apenas sorriu e disse que no intervalo aceitaria.


Quando os alunos da manhã começaram a sair, vi alguns professores saindo para almoçar, menos ela. Minutos depois, ela bateu na porta da minha casa dizendo que aceitaria aquele café que eu ofereci na parte da manhã. Ela entrou, eu fechei a porta e a beijei, ela retribuiu e aos trancos e barrancos chegamos no meu quarto. Lá nós continuamos a nos beijar, fomos nos despindo e quando ela estava totalmente nua eu me ajoelhei na frente dela que imediatamente colocou um pé no meu ombro e se abriu para que eu caísse de boca na sua buceta.


Chupei seu sexo até ela explodir num gozo intenso, gemendo alto, fazendo carinha de choro e se tremendo toda. Minha cara estava melada de mel quando passamos a nos beijar e em seguida ela me mandou deitar na minha cama. Engatinhando ela se aproximou minha rola e caiu de boca. Chupou meu pau de todas as formas, mordeu, lambeu, punhetou, chupou as minhas bolas, mordeu minhas coxas e em seguida se acavalou em mim e sentou num golpe só.


Flávia parecia faminta, talvez faltava sexo na sua casa, ou ela era do tipo que não dispensa uma boa trepada. O fato é que ela sentava com força e sempre que gozava parecia chorar. Não conseguia dizer nada que fizesse muito sentido, apenas gemia, murmurava e gozava de novo.


Mudamos de posição, pedi que ela ficasse de quatro, uma visão privilegiada de uma bunda perfeita totalmente aberta para mim. Eu chupei seu cuzinho, meti dois dedos na buceta e ela gozou de novo. Em seguida, me posicionei atrás dela e passei a foder com força. As marcas dos tapas foram ficando evidentes em sua bunda, ela pedia mais e eu metia o ferro sem dó. Quando anunciei que ia gozar ela pediu que eu acelerasse e gozasse dentro e assim, gozamos juntos.


Quando terminamos, estávamos suados, exaustos e realizados. Ela pediu para tomar um banho e eu fui junto com ela para debaixo do chuveiro.


Debaixo da agua morna nós nos pegamos de novo e ela pediu que eu gozasse na sua boca.


Quando saímos do banho o sinal da escola tocou, ela esperou os alunos entrarem e em seguida saiu rapidamente. Agora sempre que possível Flávia escapa e vem para a minha cama no horário do almoço e a gente trepa até a exaustão.


Fim



*Publicado por Mineirocasado54 no site climaxcontoseroticos.com em 05/02/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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