A endiabrada afilhada da minha esposa- Parte 1
- Temas: Sexo, anal, oral, casada, puta, traição, corno, safada
- Publicado em: 05/02/25
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- Autoria: Mineirocasado54
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Houve uma época em que eu e minha esposa nos afastamos sexualmente um do outro e olha que o sexo entre a gente sempre foi muito bom. Quando ficamos separados, mesmo eu estando em outro relacionamento e ela tendo os casos dela, a gente sempre transava com uma intensidade cada vez maior. Mas, devido a alguns problemas de saúde, da parte dela, fez com que a coisa desse uma esfriada.
O mais engraçado que na mesma época, mesmo eu subindo pelas paredes eu andava comportado, no máximo me masturbava no banho relembrando alguma aventura ou lembrando nos relatos dela com seus “amigos de pau grande”.
O marasmo seguia tranquilamente até que minha esposa me informou que a sua afilhada, a Aline, iria passar uns dias em nossa casa, pois ela havia passado na UFES e iria morar aqui em Vila Velha. A mãe dela havia alugado um aparamento pequeno, mas estava em reforma e demoraria cerca de trinta dias até ficar pronto.
Como nossos filhos já moram em suas casas, temos dois quartos sobrando na casa. Um deles eu uso de escritório, pois trabalho em Home Office o outro fica para quem nos visita. A minha esposa ainda trabalha fora, sai de casa por volta das 6h da manhã e retorna por volta das 17h de segunda a sexta.
Na terça-feira pela manhã lá estava eu na rodoviária esperando Aline que chegaria vindo do interior de Minas Gerais. A última vez que eu a vi, ela tinha doze anos, usava óculos, era chata, mimada, gulosa e isso estava a deixando bem acima do peso para a idade dela. Honestamente eu esperava isso, porém com alguns anos a mais, certamente ela devia estar com seus 18 ou 19 anos mais ou menos. Enquanto eu a esperava, sentei num banco em frente à plataforma de desembarque e comecei a ler um livro quando de repente uma voz invade a minha concentração no texto:
- Tio!
Quando ergui a cabeça lá estava ela. Nem de longe parecia a Aline que eu vi quando tinha doze anos. ela havia se transformado numa adolescente linda e diga-se de passagem muito gostosa.
- Ei, fez boa viagem?
- Fiz sim tio!
Eu odeio que me chamem de tio, pense.
- Ah que bom. Me dê a sua mala, o carro está no estacionamento.
Durante o percurso Aline foi me contando a sua vida, disse que havia estudado muito para passar na UFES e que só parava de estudar para ir à academia pois precisou de cuidar da saúde e os exercícios ajudaram muito.
Quando chegamos em casa ela e minha esposa ficaram horas conversando enquanto eu fui para o meu escritório. Devido a chegada da afilhada a minha esposa tirou o dia de folga para ajudá-la em tudo que fosse preciso. Foram horas de conversa até que a minha esposa veio me avisar que iria com Aline ao shopping para ela comprar um biquíni, pois moramos perto da praia e em nossa casa tem uma piscina que ajuda muito a combater o calor em determinadas épocas do ano.
Assim que a porta se fechou eu comecei a procurar pela Aline nas redes sociais e quando achei eu nem acreditei. Tantos nas fotos na academia ou em piscinas e cachoeiras, dava para ver o belo corpo que ela havia esculpido. Nada exagerado, mas Aline era uma morena clara de cabelos negros cacheados, seios pequenos, barriga sequinha, coxas grossas e uma bunda pequena, mas incrivelmente arredondada. Em algumas fotos ela aparecia com o namorado que mais tarde eu fiquei sabendo que era o ex.
Quando as duas voltaram do shopping trocaram de roupa e foram para piscina e da janela do escritório eu via as duas na piscina bebendo vinho branco bem gelado. A minha esposa estava linda dentro de um biquíni vermelho e branco e Aline de biquíni minúsculo branco era uma verdadeira tentação. Seu corpo era perfeito em todos os detalhes. Nesse dia eu basicamente não saí do escritório, exceto para almoçar e no final do dia.
A noite, resolvemos tomar um vinho na beira da piscina e Aline contava rindo das suas escapadas para ver o namorado no meio da madrugada. Institivamente eu olhava seu corpo, pensava milhões de sacanagem e meu pau latejava e endurecia rapidamente. Eu estava de sunga branca, não estava dando mais para disfarçar a minha ereção então a única saída foi pular na piscina. A minha esposa não percebeu, mas Aline sim e quando eu voltei do mergulho ela estava me olhando fixamente e mordendo os lábios.
Na manhã seguinte quando acordei a minha esposa já tinha saído. A gente já estava entrando no quarto mês sem sexo e eu confesso que estava subindo pelas paredes desde a segunda semana. Levantei, tomei um banho e como todos os dias coloquei uma bermuda, uma camisa e borrifei um perfume de leve e desci para tomar café para em seguida começar o meu trabalho.
Quando cheguei na cozinha, quase tive um troço a ver Aline só de camisola de seda branca e uma minúscula calcinha que simplesmente desaparecia no meio da sua bunda. Ela se levantou, veio até a minha e me abraçou, beijou meu rosto e me desejou bom dia. Durante o abraço meu pau estufou a bermuda e ela percebeu, sorriu e voltou para o seu lugar.
O dia transcorreu com tranquilidade, eu no escritório e Aline no quarto dela vendo televisão. Só que na hora do almoço lá estava ela de novo com a mesma camisola transparente e a minúscula calcinha, dava para ver com requintes de crueldade os bicos dos seus seios bem durinhos e empinados.
Perguntei a ela não queria trocar de roupa para almoçar, mas ela disse que iria ficar assim, pois passaria o dia no quarto e de fato passou mesmo, só que deixou a porta aberta e sempre que possível ia no escritório me perguntar alguma coisa e sempre chegando muito perto e até encostando em mim.
A noite quando a minha esposa chegou Aline estava no banho e para a minha surpresa quando saiu, estava usando uma roupa comportada.
Naquela noite as duas foram para a piscina de novo e eu preferi ficar no meu quarto lendo o meu livro. Mas na minha cabeça só vinha a imagem de Aline de camisola e aquele rabo perfeito. Quando a minha esposa saiu do banho, me aproximei dela e a beijei, ela retribuiu e quando eu achei que finalmente iriamos transar ela disse que estava cansada, com dores e precisava dormir. Nesse momento meu pau estava doendo de tão duro, o saco estava pesado e só me restou ir dormir mais uma vez sem gozar.
Na manhã seguinte acordei com uma dor de cabeça fora do normal, não desci, fiquei no quarto escuro olhando para o teto até que a porta se abriu e a luz do corredor invadiu o ambiente. Era Aline e a endiabrada estava usando um Baby Doll rosa, tecido fininho e nem precisei me esforçar para perceber que ela estava sem calcinha, pois o tecido estava sendo engolido pela sua racha.
- Bom dia tio, tá tudo bem?
- Está sim Aline, apenas dor de cabeça, mas daqui a pouco eu desço.
- Precisa de alguma coisa?
Nessa hora quase que eu pedi para ela sentar na minha rola. Mas o juízo falou mais alto e eu disse que já tinha tomado um remédio e em minutos eu desceria para tomar café. Ela me deu um beijo no rosto, pude sentir seu cheiro e a suavidade da sua pele. Em seguida ela desceu e eu quase gozei só de vê-la saindo do meu quarto.
Resolvi então tirar o dia para trabalhar em casa. Desci usando uma camiseta branca e um short azul claro. Tomei uma xícara de café e fui para sala ver algum filme. Não demorou para Aline se aproximar de mim, perguntar o que eu estava vendo e em seguida sentar-se ao meu lado.
Na mesma hora meu pau deu sinal de vida. A serie nem era tão boa assim, mas eu estava adorando a companhia dela que ainda estava de Baby Doll.
Perguntei de ela queria pipoca ela se animou e quando voltei com o balde da cozinha ela se aproximou ainda mais de mim. Foi quando uma cena mais picante invadiu a tela, onde um cara transava com uma mulher em cima do capô do carro. fez-se um silêncio na sala, meu pau estava duro que nem pedra. Para piorar ainda mais a situação Aline simplesmente deitou-se no sofá e colocou a cabeça no meu colo.
Só uma pessoa muito desligada da vida não perceberia a minha ereção naquele momento. Aline estava com uma das mãos em cima da minha perna fazendo carinho, meu pau latejava atrás da sua nuca quando de repente ela se vira e fica frente a frente com ele. Ela me olha fixamente nos olhos, dá uma risada e puxa o meu short e em seguida cai de boca.
Meu Deus, que sensação era aquela? Meu cacete vibrava dentro da sua boca, ela chupava com tanta vontade que parecia que iria sugar até a minha alma. Eu gemia de olhos fechados, minhas mãos deslizavam pelo seu corpo, ela abriu as pernas de ladinho e meus dedos alcançaram a sua buceta lisinha. Estava ensopada, foi fácil introduzir dois dedos na sua grutinha. Enquanto ela me chupava eu fodia a sua buceta com os dedos e nós dois acabamos gozando juntos, eu na boca dela, e ela nos meus dedos.
Num impulso ela se levantou, sentou-se no meu colo e começamos a nos beijar. Realmente eu precisava daquilo, precisava sentir meu cacete invadindo uma buceta, mas uma faísca reacendeu o meu juízo e eu apenas me levantei e disse que não poderíamos seguir cm aquilo.
- Mas você estava gostando, o que houve?
- Sou casado, esqueceu?
- Não. Sei também que vocês não transam há seis meses.
- Quem te disse isso?
- A minha madrinha!
Pedi a Aline que esquecesse aquilo, eu não poderia fazer isso com a minha esposa apesar de todo tesão reprimido que havia em mim. entrei no meu escritório e durante o dia não vi mais a cara dela.
A noite, quando a minha esposa chegou, Aline estava correndo na praia, eu estava na piscina refrescando o corpo e a mente. A minha esposa entrou e começamos a nos beijar, minhas mãos corriam pelo seu corpo, coloquei a sua calcinha de lado e ela recuou.
Pedi desculpas, sai da piscina com a cabeça pensando em um milhão de besteiras e mal podia esperar pelo dia seguinte.
Continua....
*Publicado por Mineirocasado54 no site climaxcontoseroticos.com em 05/02/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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