A endiabrada afilhada da minha esposa – Final
- Temas: Sexo, anal, oral, traição, putinha, casada, ninfeta, safada
- Publicado em: 05/02/25
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- Autoria: Mineirocasado54
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Quem mora em Vila Velha sabe que a cidade fica debaixo d´agua quando chove muito e naquela manhã o mundo parecia que iria se acabar de tanta água que caía do céu, fora os raios e trovões que cortavam o silêncio daquela manhã chuvosa.
Aline invadiu meu quarto usando apenas uma calcinha e sutiã. Eu mal conseguia disfarçar, não tirei os olhos de seu corpo até que ela se enfiou debaixo do edredom dizendo estar com medo da chuva. Imediatamente seu corpo colou no meu, estava quente.
Sua pele suave, roçava na minha me causando arrepios e é claro fazendo meu pau latejar. Ela percebeu, olhou pra mim e sorriu.
Sim! Não resisti e a beijei novamente, já me posicionei de uma forma que ela sentou em cima de mim. ela mesmo tomou a iniciativa de se librar do sutiã e me ofereceu seus seios para que eu me deliciasse.
Eu chupava forte, mordia os bicos enquanto com as mãos ia colocando a sua calcinha de lado.
Aline gemia, beijava a minha boca, meu pescoço, meu peito e foi descendo até abocanhar meu pau. Nesse momento eu delirei e chutei o balde para bem longe e pedi que ela sentasse na minha boca.
Começamos um sessenta e nove que parecia que não terminaria nunca, pois ela gozava com tanta facilidade que a minha cara foi ficando lambuzada.
- Agora que eu quero pica tio!
Ela se encavalou em mim, pincelou a cabeça do pau bem na porta da buceta e depois arriou o corpo deixando meu cacete invadir sua grutinha quente e melada. Depois de alojar a rola, Aline começou o seu show. Ela quicava, subia descia, rebolava, esfregava em mim e gozava, gozava muito.
A gente ia mudando de posição a cada orgasmo dela. De quatro na beirada da cama, ela se abriu toda e pediu que eu a fodesse com força segurando aquela ninfeta pelas ancas. Aline era safada, novinha, mas sabia bem o que lhe dava prazer. Apanhar na bunda e na cara era lhe deixava louca e os tapas no rabo e na cara foram acontecendo normalmente.
- Quero o cuzinho!
- Come, é seu.
Antes de rasgar as suas pregas eu me ajoelhei entre as suas pernas e chupei muito seu rabinho, ela rebolava na minha cara, esfregava o cu na minha boca e pedia para eu meter a língua até onde desse.
Quando comecei a empurrar a rola ela passou a rebolar, me olhava por cima dos ombros e sorria que nem uma vagabundinha. Ela sabia que estava me enlouquecendo, que dificilmente aquela seria a nossa única trepada.
Com o pau espetado em seu rabo eu comecei a foder com força, ela gemia, eu metia cada vez mais forte e batia em seu rabo deixando cada vez mais marcado.
Aline gemia muito, gozava de pingar na cama, eu socando e o suor escorrendo por todo meu corpo quando senti que estava prestes a gozar e com movimentos fundo e intensos explodi em jatos de porra lhe enchendo o cuzinho de leite.
Naquele dia a gente trepou até meu pau doer, a cabeça ficou esfolada na última vez que eu gozei quase não saiu mais porra. nos trepamos na minha cama, na cama dela, no sofá, no banheiro e na piscina. A menina não cansava nunca, sempre querendo mais.
Durante trinta dias a gente viveu uma história louca recheada de sexo, traição e muitos fetiches.
Fim
*Publicado por Mineirocasado54 no site climaxcontoseroticos.com em 05/02/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.