Relato de uma sogra: O que você faria no meu lugar?

  • Temas: incesto, voyeur, sogra e genro, filha, tesão intenso, menage
  • Publicado em: 09/02/25
  • Leituras: 10046
  • Autoria: mestrenacama
  • ver comentários

Me chamo Eliane, tenho 46 anos e sou mãe da Julia, que tem 28 anos. Temos o mesmo corpo, praticamente. 1, 70 de altura. O que nos difere é que ela é um pouco mais magra que eu e tem seios médios e um bumbum mais discreto que o meu. Eu faço o tipo mulherão mesmo, sabe? Quadris largos, bunda empinada e seios médios para grande. Sou mais de academia que a Julia. Também com 46 anos, preciso me cuidar duas vezes mais que ela, que tem muito mais facilidade para manter aquele corpo lindo dela.


Sou mãe solo. O pai de Julia, nunca quis saber de responsabilidade. Então, sempre fomos só nós duas. Cuidei dela. Eduquei. Entrei com ela na igreja quando se casou com o Daniel, há quatro anos.

O Daniel, era dois anos mais velho que a Ju, como a chamávamos. Um rapaz bem-sucedido, bonito, com seus 1, 80 e porte atlético, chamava muita atenção não só por isso, mas por sua educação também. Eles se davam muito bem e por isso estranhei aquela ligação da Ju.


- Mãe, eu preciso falar contigo. Você consegue me encontrar naquele café que sempre vamos? – me disse ela, numa voz apreensiva.


- Claro filha. Pode ser, hoje às 19? – respondi prontamente e ela concordou.


Às 19 horas estávamos as duas no café que sempre íamos e ela começa:


- Mãe, desculpe ter tirado você da sua rotina, mas eu preciso me abrir com você. Vou ser bem direta, para não perder a coragem. É o seguinte, preciso que seduza o Daniel, por mim. Eu só penso nisso. Tenho esta tara, desde que nos casamos. De vê-la com outra mulher. Mas eu não queria que fosse com uma mulher estranha. Queria que fosse com você. Porque sei que guardará segredo e ficará entre nós. Ele sabe do meu desejo, mas não sabe que vou convidá-la. – Ela disse de uma vez só, enquanto eu processava aquela informação, impactada pelo pedido ousado de minha filha.


- Mas filha! Você ficou maluca. Ou melhor vocês dois. Já que ele concorda com este pedido seu. E logo eu, filha. Como eu vou seduzir o meu genro? O Daniel é bonitão. Sim! Mas eu o vejo como um filho. Realmente, foi bom você ter sido direta. Porque se parar pra pensar, não proporia algo assim. A mãe é mais velha. Você está nova, com um corpo lindo e tudo mais. Você acha mesmo que ele se interessaria por mim? Eu não creio – Falei e encerrei com convicção.


- Ah! Mãe! Quer confete, né? Você é linda, com um corpão. Sempre se cuida e sim, o Dani repara em você. Ele comenta comigo toda vez que vê você de biquini ou maiô lá na nossa piscina. “Nossa amor, como sua mãe está com tudo em cima. Ela não é fraca não”, diz ele e no fim rimos, porque sempre é a mesma frase. – Ela me rebate.


- Nossa! Sabia disso não! Quer dizer que meu genro acha que estou com tudo em cima? – Perguntei, fingindo desinteresse.


- Mãe, faz isso por mim. Eu já bolei o plano e tudo e o Dani iria adorar saber que tem você na cama. – Ela me conta o seu plano sedutor e eu não vou me mentir, me interesso por ter um jovem me possuindo.


- Só preciso contar uma coisa! – Ela fala e interrompe a frase, fazendo suspense


- Fala, menina! Tá me deixando aflita – Respondi curiosa.


- O Dani tem um pauzão. 21 centímetros e um tanto grosso. Será que você daria conta? – Ela me pergunta com uma voz maliciosa.


- Sério! Menina! Tá passando bem, hein? – eu disse rindo e continuei – Não me lembro de ter saído com um homem com estes dotes todos não. Seu pai, coitado. Tive um namorado que tinha um pau de uns 17 ou 18 centímetros, acho. Porque não medi. Mas era bem normal. – Rimos as duas com aquela conversa doida.


- E aí tá dentro de realizar a fantasia da sua filha querida? Vou contar o meu plano. Dará tudo certo, se você topar e eu serei a filha mais feliz deste mundo e o Dani será o homem mais sortudo do universo, pois já tem a filha e agora poderá ter a sogrinha que não é fraca não. – Ela finalizou rindo e contou o plano dela.


- Tá filha. Aceito. Pela curiosidade que você me deixou e por ser algo que quer. Seu plano é bom. Quer dizer, que eu decido se quero ou não me revelar para o Daniel, correto? O acordo é esse? – Perguntei pra ela, já pensando em como isso seria.


- Isso. Você decide tudo. Tudo bem, pra você se eu assistir? Afinal, já nos vemos nuas tantas vezes! Quero muito assistir tudo. Me excita só de falar! – Ela falou empolgada e concordei com ela e brindamos com nossos capuchinos!


- À minha fantasia! – Ela disse e repeti a frase, falando tintim com ela e a chamando de maluca.


Tudo aconteceria no sábado seguinte, segundo o plano dela. Eu passei a semana pensando naquilo e me pegava com tesão a toda hora. Aquela história de pau de 21 centímetros havia mesmo mexido comigo. Eu nem tinha ideia como seria dar para um homem com aquela ferramenta. O fato dele ser o Daniel, meu genro me deixava mais fora de órbita. Será que eu não estava fazendo uma loucura sem volta? Será que eu não me arrependeria? O que você faria no meu lugar, se recebesse esta proposta da filha que tanto amava, que compartilhava tudo com você? Eu tinha que realizar esta fantasia dela. Não tinha outra forma de demonstrar o meu amor por ela. E no fundo, eu começava a gostar cada vez mais, à medida que o final de semana se aproximava.


Finalmente chegou o sábado. Nosso encontro seria na casa deles. Chego e como combinado não toco a campainha, apenas chamo-a no celular. Ela abre a porta e me recebe no hall, toda linda, cheirosa. Me abraça e sussurra:


- Nossa mãe! Veio vestida para matar! E que perfume mais inebriante.


- Claro filha. Por você eu preciso caprichar. – Respondi também sussurrando ao seu ouvido e confesso, bem excitada com aquela situação.


- O Dani está no nosso quarto, vendado. E deixei, para criar um clima, o quarto numa penumbra suave. Eu você, veremos tudo. Ele só poderá te tocar e ser conduzido por você. Mais nada. Ele será todinho seu. Pode fazer o que quiser com ele, viu mãe. Aproveite bem do meu homem. Porque estou louca pra assistir algo bem excitante! – Ela continuou no meu ouvido.


- Pode deixar filha. Você ficará bem excitada, porque estou muito pronta pra isso. Vamos entrar de cabeça no seu plano. – Falei, enquanto ela me conduzia para o quarto dos dois.


Chego lá, o Dani está mais lindo. Mais másculo. De cueca boxer, sem camisa, com os olhos vendados e deitado, com um mastro já bem-marcado na cueca. Com certeza, ele estava excitado com a situação. Ju cochicha no ouvido dele:


- Amore, o nosso presente chegou e agora vocês dois vão realizar minha fantasia. Ela pediu para que você seguisse apenas aos movimentos dela e que você poderia falar e propor, mas ela não falaria. Tudo bem, para você, meu lindo? – ela falou baixinho pra ele.


- Sim amor. O que você quiser. Estou quase sem fôlego com tanto mistério. Quando eu saberei o que fazer? – Ele respondeu, com voz embargada de tesão e silenciou, quanto meus dedos macios tocaram o tecido de sua cueca.



- Ai, amor, que mãos gostosas, nele. – Ele respondeu.


Despi aquele mastro e confesso que arregalei os olhos com o tamanho da ferramenta do meu genro. Era grande e grosso, como minha filha havia dito, só que mais lindo que eu havia imaginado. Cheio de veias e uma cabeçorra avermelhada, brilhante por causa das gotas de tesão dele.


Uau! Que caralho! Pensei comigo, enquanto começava a lamber aquela cabeça convidativa. Sorvi seu gozo inicial, e fui lambendo aquele caralho com dedicação. Dani gemia e uma de suas mãos brincava com os meus cabelos e ele dizia “isso! Chupa gostoso, chupa. Ai, amor, que presente delicioso esse que você nos deu”. Eu continuava e agora mais dominante da situação e acostumada com aquele belo caralho, me empolgava chupando e fazendo barulhos de saliva.


Babava bem aquele caralho e lambia toda a glande, quase sem fim, na minha cabeça. Tentei engolir ele todo, mas conseguia só até certo ponto e me engasgava. Meu tesão estava enorme. Paro um pouco. Ele ofegante.


Tiro minha roupa. Minha filha me olha excitada e fala baixinho, “Faz um 69 com ele. Ele é o mestre nesta arte do oral”.


Perco totalmente o pudor e me posiciono sobre ele e encaixo minha boceta em sua boca. Ele me pega pelo quadril e encontra uma posição melhor para me chupar. Eu vou a loucura, com a língua dele me invadindo fundo e começo a lamber com mais tesão o caralho dele. Minha filha pergunta:


- Esta bocetinha tá gostosa, meu amor? Tá mais cheirosa que a minha tá? Que faminto este maridinho. – Ela fala com tesão pra ele, no final.


Ele para e só diz: “Está uma delícia, amor”. Dani continua explorando cada pedacinho da minha boceta e eu gozo na hora quando ele suga o meu botãozinho do prazer. Minhas pernas trêmulas apertam a cabeça dele e ele não para. Vai mais fundo e toma todo o meu mel. Lambuzo a boca dele com os meus líquidos e fico mais excitada quando sinto um dos seus dedos no meu cuzinho.


Eu estou louca de tesão e sinto quando ele começa a inchar aquele caralho e então ele despeja o primeiro jato de porra na minha boca, o segundo e o terceiro. Eu vou engolindo tudo que dou conta. Uma parte escorre por sua glande. Sua porra era abundante e quente. Um gosto bom. Diferente do que eu já tinha provado. Eu já fora de mim, começo a lamber toda a porra que escorreu no seu caralho e limpo meus dedos com a boca, olhando a cara da minha filha voyeur e safada. Nunca imaginei que eu gostaria daquela situação.


Eu só paro de chupá-lo quando aquele mastro está de novo pronto para a ação e depois de eu ter gozado a segunda vez na boca gostosa do meu genro tarado.


Saio daquela posição e deixo ele em suspense por uns segundos. A respiração dele era pura excitação. Ele me pergunta: “Cadê você, mulher gostosa?”. Eu não respondo.


Minha filha segura o caralho dele em riste e eu encaixo a minha boceta depilada e cheia de tesão naquela cabeçorra. Eu me sinto sendo rasgada. Com as mãos em seu peito eu vou descendo. Minha filha tira a mão da base da glande dele e eu deliciosamente vou me encaixando naquele manche, até o talo. Eu descia naquele caralho e não acreditava que estava dando conta do meu genro inteiro. Olho para a minha filha, ela está nua, se tocando, excitada, com aquela situação.


Daniel, coloca as duas mãos no meu rabo e eu me reclino para ele e encaixo um dos meus seios em sua boca. Ele começa a mamar na sogrinha, enquanto eu rebolo deliciosamente naquele caralho atolado na minha boceta. Eu judio bem dele. Ergo os quadris até que o caralho dele quase saia da minha boceta e desço de uma vez só, engolindo aquilo tudo. Ele geme de tanto tesão, me chamando de mulher gostosa e dizendo para a Ju: “Amor, me perdoa, mas esta mulher é muito deliciosa. Eu nunca comi uma mulher tão tarada. Juro.”


Eu vou a loucura mais uma vez. Gozo de novo. Agora ele me pede:


- Quero você de quatro. Quer tocar neste rabo, que deve ser delicioso.


Eu o trago pela mão e o coloco de joelhos na cama. Eu me posiciono de quatro e vou chegando perto daquela vara potente. Suas mãos encontram a minha cintura e ele me conduz para perto dele. Com uma mão ele pincela a minha bocetinha e com a outra na minha cintura ele procura o melhor encaixe.


Logo estamos engatados num gostoso vai e vem. Estou de olhos fechados de tanto tesão, quando sinto os lábios da minha filha beijando a minha boca. Sua língua passeia nos meus lábios e eu, com a boca entreaberta recebo sua língua macia, cheia de tesão.

Trocamos um beijo apaixonado, delicado e cheio de tesão, enquanto Daniel me invade sem pudor. Eu estou cada vez mais, a flor da pele.


Ele me come com gosto e com maestria. Sinto uma de suas mãos no meu ombro e outra na minha cintura. Gozo mais uma vez, naquela foda e beijo da minha filha.


Ele para e tira a rola de dentro de mim. Ele tateia e se posiciona, lambendo o meu cuzinho. Enchendo de saliva e me comendo com a língua. Meu buraquinho pisca de tesão. Quando eu estou bem molhada, ele se posiciona com aquela cabeçorra na entrada da minha raba, que nunca tinha dado para um caralho tão grande. Minha filha faz um gesto na sua boceta, dizendo para eu me tocar e a safadinha vem pra cama e se coloca na minha frente com a boceta ofertada pra eu chupar.

Eu não me faço de rogada e caio de boca naquela bocetinha cheirosa e delicada de minha filha. Eu precisava retribuir aquilo tudo que eu estava sentindo.


Daniel vai brincando com o meu anelzinho e logo eu sinto uma ardência gostosa da cabeça da sua rola rompendo a primeira fase. Eu brinco com mais tesão ainda com a bocetinha da minha filha, que geme de tesão com minha língua a comendo com prazer.


Meu genro vai carinhosamente colocando pouco a pouco, aquele mastro. E ele diz, com tesão: “Está tudo dentro, minha delícia. Minha tarada. Que cavala de mulher, você é!”


Ele agora começa a bombar e eu acelero as linguadas na boceta da minha filha que goza gostoso pra mim. Daniel está alucinado me comendo com tesão e bomba deliciosamente no meu rabo, tirando e colocando aquela vara, até o talo.


Ju volta a me beijar e quando paramos, eu gemo de tanto tesão. Em seguida, depois desta foda incrível, Dani despeja um volume enorme de porra no meu rabo. Ele suado. Eu suada. Deitamo-nos, desabamos os dois na cama. Ele ainda encaixado em mim, amolecendo aos poucos.


Peço para a minha filha mantê-lo vendado. Minha boca encontra a dele, enquanto ele me acaricia as costas. Beijo-o bem demorado e quando nossas bocas se desgrudam, ele fala:


- Amor, deixe-me ver quem é essa deusa na cama, por favor. Eu preciso saber quem me deu com tanto tesão e deu conta de todo o meu caralho, sem reclamar. Por favor, amor – ele todo excitado e dengoso.


- Hoje não, meu querido. Quem sabe na próxima. Por enquanto, vamos manter o mistério, tudo bem?


Eu e ela rimos. Sai de fininho, realizada com aquela foda. Ele ficou no quarto e vendado. Ela tranca-o, por segurança e me leva até a porta e sussurra ao meu ouvido:


- Aproveitou bem hoje, heim mamãe? Vamos repetir a dose outro dia? Adorei tudo!


- Amei também filha. Você também é uma delícia. E meu genro! Uau! Que homem delicioso! Quero mais sim, se você quiser, claro. – Falei, sorrindo pra ela.


No domingo, nos encontramos na piscina da casa deles. Fiquei atenta em como o Dani me olhava de biquini. Coloquei um mais provocante desta vez. Na minha cabeça passava mil coisas, agora que eu sabia o que ele guardava naquela sunga.


Chego perto dele e dou um abraço mais ousado e digo:


- Como este meu genro é lindo, não é mesmo minha filha? É u gostoso


- Eu que sei! Ela responde maliciosamente


Ele, sem entender nada, fica nos observando pular na piscina.

*Publicado por mestrenacama no site climaxcontoseroticos.com em 09/02/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


Comentários: