Pecados - Só uma Chupadinha
- Temas: Anal, Erótico, Escrita, Ilustração, Juventude, Masturbação, Menage, Oral, Sexo
- Publicado em: 10/02/25
- Leituras: 4308
- Autoria: Bayoux
- ver comentários
Vou continuar narrando a minha versão dos fatos.
Peço a todos e todas que me escutem com atenção: Apesar de ser um seminarista, depois de muito insistir, reclamar, choramingar, ameaçar e me chantagear, eu terminei deixando uma senhorita do rebanho bater uma punhetinha no meu bilau.
Apesar de ser uma jovem crente, ela parecia fascinada com aquilo, era a primeira vez que via um pênis e, apesar de eu ser bem mais velho, era notável a sua ideia fixa de que tinha que lamber para saber que gosto tinha.
Ora, eu não sou trouxa e sabia muito bem onde aquilo iria parar se eu não pusesse um fim aos seus desejos intermináveis. Contudo, quanto mais eu negava, mais a senhorita aferrava as mãozinhas em torno do trem e insistia para eu concordar em que a deixasse dar apenas uma lambidinha para saber que gosto tinha.
O fato é que quanto mais eu tentava resistir àquele suplício tentando preservar à igreja, já abalada devido aos boatos de que o padre Anselmo metia ferro na mulher de sei lá quem, mais o destino me colocava à prova usando aquela jovem senhorita de ar tao inocente como ferramenta diabólica. Quando eu percebi, já estava concordando.
No início, ela só encostou a ponta da linguinha no bichão - e eu quase perdi a razão. Daí, ao sentir o sabor das primeiras gotinhas de baba brotando, deu uns risinhos, desta vez um pouco menos tímidos. Passou a lamber tudo, das bolas até a ponta, fazendo movimentos de vai e vem com a língua.
Pensando bem, ninguém diria que ela nunca havia mamado um bilau na vida. Em poucos minutos de lambeção, colocou a cabeçorra na boquinha e continuou mexendo a língua em sua volta. Uma gota do suor frio da tentação começou a escorrer pela minha têmpora enquanto eu me esforçava para lembrar de todas as orações que eu sabia na busca por me salvar do fogo ardente do inferno.
Pouco a pouco, ela foi engolindo o trem, um tiquinho mais a cada vez, sugando e lambendo, até enfiar tudo na boca, engasgar e soltar tudo, deixando um monte de gosma com saliva escorrer de sua boca. E fez de novo e de novo, até ter a cara lambuzada, meu bilau lambuzado, sua blusa lambuzada, minha calça lambuzada, o carpete lambuzado.
Eu respirava fundo e controladamente para não gozar de uma só vez na cara da garota, enquanto a senhorita afirmava que era “uma delicia mamar num coiso, não podia ser pecado não, algo assim tão simples, tão divertido…”
Neste momento, ela interrompeu o boquete por conta própria.
- E como é bolinar uma mulher? Homem também chupa xerequinha?
- Não começa não…
- Mas eu estou toda molhadinha lá embaixo… Lá entre as coxas, entende?
- Por favor, vamos parar por aqui, a gente já foi muito além da conta!
- Eu preciso saber. Agora! O senhor prometeu me ajudar!
- Não, por favor, chega.
- O senhor vai chupar minha xerequinha agorinha mesmo. O senhor prometeu ajudar!
Ao dizer estas últimas palavras, ela já se postava sentadinha no sofá, as calcinhas abaixadas e a saia levantada. Vi suas perninhas afastadas, exibindo sua coisinha rosada emoldurada por um tufo de pelinhos salientes.
Isso já havia ido longe demais, eu sabia, havíamos atingido um ponto que, caso ultrapassado, não teria mais retorno!
Onde já se viu, isso não tinha cabimento, todo mundo fofocava do padre Anselmo com a mulher de sei lá quem e era eu que estava ali, de pé, com o bilau pra fora, olhando para a florzinha entre as pernas de uma senhorita jovenzinha da congregação!
Se não tomasse alguma atitude, eu fatalmente iria terminar comendo a crentinha e arrancando sua virgindade, ou seja, algo totalmente proibido para mim, um homem que estudava para tornar-se padre e guiar um rebanho de fiéis.
Sim, eu devia tentar fugir dali imediatamente, mas a senhorita ficou na minha frente, tentadora, oferecendo a coisinha para eu chupar… Ora, isso seria totalmente inapropriado, ia contra toda a doutrina da igreja - mas, por isso mesmo, era muito tesudo!
Sinceramente, eu nem gosto de lamber peludinha, e muito menos o faria para uma jovenzinha inexperiente e meio doida, mas aquela coisinha já estava toda molhadinha, com o grelinho atiçado, em riste, me desafiando.
Para piorar, eu lembrei do padre Anselmo comendo a mulher de sei lá quem e fiquei meio confuso, sem conseguir pensar direito, afinal, se ele que era o meu chefe podia passar o ferro numa mulher casada, porque eu, um jovem seminarista, não poderia só dar uma chupadinha numa das fiéis para ela saber como era?
Eu não consegui resistir e terminei cedendo ao pecado.
Comecei bem devagar, passando a língua pelo grelinho suavemente. A senhorita se mexia lentamente e dava novas risadinhas, desta vez meio safadas, gostando da tortura.
Dei umas chupadinhas no grelinho, passei a língua algumas vezes na coisinha, voltei a sugar, enfiei dois dedos na sua boca, trouxe a mão de volta e enfiei dentro dela aos poucos, sempre lambendo e chupando.
A senhorita perdeu o controle.
Arqueou a cintura, puxou-me pela nuca e enfiou seu sexo na minha boca. Eu passei a lamber tudo enquanto continuava a meter os dedos lá dentro - e isso a deixou mais atiçada ainda. Daí, ela deu um gemido alto e começou a ter espasmos enquanto gozava.
Eu me assustei como se houvesse voltado à realidade do que estava acontecendo, retirei os dedos e afastei a boca, mas já era meio tarde para isso e terminei recebendo na cara os jorros ácidos lançados desde seu sexo.
Mas aonde é que eu estava com a cabeça? Céus, eu havia acabado de fazer sexo oral com uma crentezinha, justamente uma das garotas da igreja para quem eu tinha dado uma palestra falando para evitarem o sexo antes do casamento!
Antes de ter que saciar mais alguma curiosidade dela, eu corri para o minúsculo banheiro da sua quitinete. Ali me controlei e me limpei de toda aquela lambança. Isso me permitiu ficar quase recomposto.
Contudo, por mais que atirasse água fria no bilau, o danado não baixava. Respirei fundo. Eram poucos passos até a porta de saída, eu seguramente conseguiria fugir dali antes de cometer um desatino.
Puro erro de cálculo de minha parte. Quando eu saí do banheiro e fui até a saída, dei somente dois passos e a vi, nua em pêlo, postada diante da porta…
Eu não esperava por aquela visão: uma falsa magra, de seios avantajados e mamilos rosados quase transparentes, de biquinhos bem pequenos. Sua pele muito clara descia por suas costelas até a cintura fina, ótima para agarrar e dar uns amassos, e depois espalhava-se num quadril de porte médio enfeitado pelo tufo de pelinhos pubianos muito escuros entre as pernas.
Céus, aquela senhorita na verdade resultava irresistivelmente gostosa!
O que fazer? Pegar um crucifixo e tentar exorcisar o demônio que a estava possuindo? Cair de joelhos pedindo perdão à virgem por ter ido longe demais? Pular pela janela do segundo andar e nunca mais voltar?
Essa não, a tal senhorita estava me levando à loucura…
Eu sei, eu sei, os senhores e as senhoras não acreditam em nada do que eu estou contando, é mesmo difícil de crer, mas essa é a minha versão dos fatos tal qual vivi.
Estou falando de quando eu era um inocente seminarista e aquele corpinho demoníaco veio me atentar o juízo. Mas onde eu estava mesmo? Ah, sim, aquela senhorita dos infernos já tinha me convencido a mostrar o bilau, já tinha dado uma punhetada nele e abocanhado como se fosse uma profissional.
Eu já tinha até sido obrigado a chupar sua coisinha de virgem e recebido gozada na cara, quando finalmente eu consegui escapar para o banheiro. Daí eu saí de lá e fui correndo para tentar fugir daquela quitinete, mas dei somente dois passos e então a encontrei em frente à porta, nua em pêlo, bloqueando a única saída.
Como a senhorita sempre andou vestida dos pés à cabeça com roupas muito sisudas, eu não esperava por aquela visão: seu corpo antes coberto por roupas sérias e convencionais, agora desnudo, era curvilíneo e voluptuoso. No rosto, ela permanecia levando os óculos grandes de armação preta, mas agora estampava um sorrisão sacana, emoldurado pelos cabelos negros e compridos caido sobre seus ombros.
Bem, eu não sei como seria Eva no paraíso, mas certamente deveria parecer-se à imagem daquela senhorita nua, ali, diante de mim. Ela era a imagem do pecado, uma tentaçao das piores à qual d¡eu deveria resistir bravamente se quisesse salvar minha alma - e evitar ainda mais fofoca na congregação, pois o povo de lá já estava cabreiro com a história do pasto comendo a mulher de sei lá quem.
Naquele momento eu entendi tudo, entendi a tortura pela qual Adão deve ter passado - e porque não conseguiu resistir à tentação e caiu no pecado original pelo qual pagamos até hoje. Pobre Adão, feito eu, ele não tinha a menor chance de sair ileso da confusão com a tal da Eva.
Me concentrei, dei mais alguns passos e tentei ao máximo resistir, puxando Eva, digo, a garota, para o lado e tentando girar a maçaneta. A porta estava trancada - e eu estava completamente fodido.
Fazendo uma voz estranhamente segura e sensual, ela sussurrou em meus ouvidos.
- Sexo oral não é sexo, bobinho. Todo mundo diz isso…
- Senhorita, tecnicamente não é sexo, mas ainda é pecado.
- Tá bem. Mas e anal? É sexo, é pecado, ou é as duas coisas?
- O quê?
- Analzinho. Queimar a rosca. Torar o tobinha…
- Pela virgem, senhorita, nem vem…
- Ora bolas, todo mundo diz que não conta como sexo…
- Senhorita, sexo anal, seguramente, é sexo! Está no nome: SEXO ANAL!
- Mas é diferente, porque não se relaciona à reprodução, nem ao casamento…
- Olha, se eu meter qualquer coisa minha em qualquer parte do seu corpo, é sexo, e também é pecado, está bem?
- Não parece… Eu meti o seu coiso na minha boca, e o senhor meteu sua língua na minha xerequinha. Ai … Só de lembrar fico toda arrepiada…
- Já chega, me dá a chave, eu vou embora. Isso tudo nunca aconteceu!
- Aconteceu sim - e eu adorei! Mas o senhor está fugindo do assunto.
- Assunto? Qual assunto? Eu não tenho mais assunto com a senhorita!
- Sexo anal.
- Já disse, não rola.
- E eu já disse para o senhor, não é sexo, logo, nem é um pecado tão grande assim…
- Minha filha, pelo pai eterno, para de me provocar…
- O senhor é um safado sem palavra. Prometeu me ajudar e agora está aí, cheio de merdinha. Pois saiba bem, o senhor não vai sair daqui enquanto não comer o meu coisinho.
- Nem pensar, me dá a chave…
- Eu quero o seu coisão todinho, entrando e saindo no meu rabinho, ele é tão apertadinho… Eu vou dar ele para o senhor meter gostosinho e vai ser agora…
Ao dizer estas palavras, a senhorita já havia virado de costas, apoiando os ombros na porta e afastando suas nádegas pequenas. Ficou falando mil provocações, rebolava o traseiro para mim, fazendo ele piscar chamativamente.
Na minha cabeça, eu imaginava o padre Anselmo enrabando a mulher de sei lá quem atrás da igreja e agora eu podia entender completamente o que o levara a cometer esse desatino, se é que a tal da fofoca que corria entre os fiéis era mesmo verdade.
Afinal, não tem quem resista, não é?
Meu primeiro ato foi laber o dito cujo da senhorita que estava piscando para mim para lubrificar o alvo. Tirei o bruto já babando, coloquei na portinha e fiquei forçando de leve.
Parecia muito apertado e não dava o menor sinal de ceder. Aí foi quando pude ouvi-la dizer repleta de raiva - e eu me lembro bem disso: “Mete logo, seu filho de uma porca, mete de uma vez esse trem na minha bunda!”
Instintivamente, eu dei um tranco para frente e o bichão se espremeu todo no seu buraquinho. Foi terrível, o bilau entrou todo de uma vez e arregaçou tudo pelo caminho.
A senhorita deu um grito estridente, ficou ofegando ao tentar controlar a respiração e sentindo o bilau pulsando dentro de si.
- Ai, ai! Dar o coisinho dói demais! Meu pai do céu! Tira isso de mim, por favor, tira!
- Ah, então está doendo? Mas a senhorita não queria isso?
- Eu não sabia da possibilidade de ser tão doído assim! Está me arrombando!
- Mas bilau no traseiro é assim mesmo, dói, mas logo a senhorita se acostuma!
- Não! Não! Está doendo! Tira esse troço do meu bumbumzinho agora!
Ante o seu sofrimento, uma pontinha de arrependimento surgiu no meu peito. Eu havia ido longe demais, fui só dar uns conselhos à virgenzinha da congregação e agora estava enfiado a jeba no seu bumbumzinho branquelo.
O que fazer? Tirar o trem e pedir desculpas? Ir até a farmácia e trazer um gelzinho para doer menos? Desistir de tudo e ficar soprando o seu rabinho para passar o ardor?
Droga, sem querer, eu estava agindo como um pecador, feito o padre Anselmo lá da igreja, quer dizer, se é que ele comia mesmo a mulher de sei lá quem…
*Publicado por Bayoux no site climaxcontoseroticos.com em 10/02/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.