No Forró do Geraldo Caolho
- Temas: amor, traição, cuckold, pés, vestido
- Publicado em: 17/03/25
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- Autoria: taiane
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E São João que foi bom viu!
Depois de ter dado pro meu cunhado com meu marido vendo tudinho, já no dia seguinte fomos a um forró. apenas eu e meu marido. Rodrigo estava ansioso, seus olhos brilhavam como nunca. Olha, eu admito que até hoje estou tentando me acostumar com o fato de ter um marido manso. Para aqueles que já conhecem meus contos, sabem que amo trepar com outros machos, mas a aventura da traição é o que me excita. Mas como é muito bom viver com Rodrigo, vou me adaptando.
Não fomos a um forró qualquer, era o forró do Geraldo Caolho. Quase não vão turistas lá. Ficava escondido dos palcos principais, talvez fosse pelo bairro que não era assim muito amigável, ao menos num primeiro olhar.
Eu estava com um vestido curtinho, leve, subia com qualquer movimento, escolhido por meu marido.
Quando chegamos, entramos pelo bar, e já ali uns sujeitos pareciam que iam me comer viva. O remelexo estava acontecendo nos fundos, num salão fechado, e nossa como estava quente ali dentro.
Arrumamos um cantinho com uma mesa alta, Rodrigo comprou um balde de cerveja, eu pedi minha uma caipirinha de caju, mas lá era feito com Pitu! humm… uma delicia!
Volta e meia um sujeito mais corajoso se aproximava e pedia pra dançar comigo. E ficávamos ali, dançando sob o olhar do meu marido.
O tecido fino do vestido me fazia sentir as mãos grossas no meu corpo, me fazendo me sentir nua.
Logo estávamos ambientados. Conversávamos com outras pessoas próximas, casais ou não. E fico curiosa em saber o que Rodrigo pensava ao ver aqueles olhares famintos, a nos rodear, embora eu soubesse que ele gostava daquilo.
Quando eu estava na minha terceira caipirinha, perdi a classe. Abandonei as sandálias debaixo da mesa e dançava de pés no chão. E meio a risadas, e uma dança ou outra, sentia toques mais ousados. Me apertavam com maldade, mesmo diante de Rodrigo.
Tinha um sujeito, atrás da gente, que eu vi claramente que assim que ele saiu do banheiro e me viu, ficou por ali perto me olhando. Ele magrelo, calça social surrada, camisa meio aberta, peito e braços cabeludos, careca e quando sorriu pra mim, minha nossa.
Meio banguela.
Me desculpem, nunca liguei para este negócio de feio bonito, mas este era bem feinho.
Acabamos nos dando tão bem com o pessoal, que nossa roda de amigos estava bem animada. Rodrigo até se distraiu, conversava de forma exaltada sobre futebol. Fiquei ao lado dele, de costas para o sujeito, dei um selinho em Rodrigo como que mostrando que estava acompanhada. Continuei ali acariciando sua nuca, mas foi então que do nada sinto aquela mão na minha cintura.
Era aquele homem.
Ele se aproximou de forma até bem gentil. Olhou para todos cumprimentando, notei que alguns já o conheciam, o chamaram de Bigode. E realmente ele tinha um bigode grosso, que o deixava ainda mais exótico rs…
Então ele olhou para Rodrigo, apertou a mão dele e disse:
— Posso dançar com sua esposa, amigo?
— Tudo bem. Quer dançar amor?
— Sim, pode ser. Mas não sou muito boa.
Respondi sorrindo.
— Não se importe com isso. Vamos ali para o meio do salão. — Ele segurou minha mão, saímos dali de mãos dadas, e começamos a dançar. E sentia o safado me cheirando, e aquele bigode roçando no meu pescoço, e logo sua mão desceu na minha bunda, apertando-a com vontade.
Olhei para Rodrigo. Ele estava tenso, dividido entre a conversa com o pessoal e me espiar. Segurei a mão daquele homem e subi para minha cintura.
— Meu marido moço.
— Você é muito gostosa.
As bocas estavam pertinho uma da outra quando abri um riso travesso. O sinal que ele precisava. Ele colou sua boca na minha e me arrancou um beijo safado. O danado beijava bem viu, minha. Sua mão desceu na minha coxa, depois subindo, foi erguendo meu vestido. Sua mão voltou a apertar minha bunda com vontade, agora debaixo do vestido.
Ele olhou para meu marido. Não sei o que ele viu, acredito que Rodrigo deveria não estar me olhando, pois ele segurou minha mão e foi me levando entre as pessoas. Entramos num corredor do outro lado do salão, atrás do palco. Saímos no que era o quintal, nos fundos daquele lugar. Mato alto, cheiro de esgoto e baratas, credo, havia baratas!
Meus pezinhos afundaram na lama, a terra estava meio úmida, ele me levou para um canto, atrás de uma coluna, escondidos parcialmente pelo mato.
E quando eu vi Rodrigo aparecer no final do corredor, eu estava abaixada abrindo o zíper da calça do Bigode. E minha nossa, que rola! Eu juro que talvez esse pau tenha sido o maior que eu já tive em minha mão. O peso dele era delicioso! Fiz questão de mostrar ela pra Rodrigo, alisando o pau dele antes de abocanhar.
Bigode encostado na parede, escondido pela coluna, não via Rodrigo. Comecei a passar a língua na cabeça do seu pau, e fui chupando. Masturbava ele na minha boca, e às vezes Bigode batia ele na minha cara me xingando de putinha safada.
— Não posso demorar — disse, e me levantei. Encostada nele, o masturbando, nos beijamos com volúpia.
Me virei de costas, encostei meu corpo no dele. Bigode ergueu meu vestido, eu abaixei a calcinha antes que ele rasgasse. Fiz o tecido correr pelas minhas pernas porque na minha cabeça seria mais excitante para Rodrigo me ver tirando a calcinha para aquele brucutu. Mas a calcinha ficou no chão, na terra e logo ele me penetrou com vontade.
— Uhmm…
O safado foi empurrando até o fundo e em seguida começou a meter. Enfiava uns tapas fortes na minha bunda. Suas mãos desceram a alcinha do meu vestido e logo estavam a tomar meus seios com aptidão. E meus pezinhos ali, se contorcendo na terra úmida, e ele metendo mais forte, e mais forte. Agarrando meu pescoço, apertando, ele me fez gozar.
Em seguida o safado me encheu de porra. Sentia aquele semem escorrendo por minhas coxas até meus pezinhos. Fechei os olhos apreciando o momento com um riso de satisfação. Amo encontrar este tipo de homem. Mal sabe Rodrigo o quanto eu já aprontei.
Quando saímos dali do cantinho, Rodrigo já não estava mais no corredor. Bigode pegou uma mangueira velha que estava jogada atrás de umas madeiras, ligou numa torneira que havia ali e eu pude lavar meus pezinhos, coxas e bocetinha. Só depois me lembrei que minha calcinha ficou lá no chão, meio a lama kkk. Voltei para Rodrigo, acompanhada de Bigode que com a maior cara de pau agradeceu Rodrigo dizendo que ele tinha uma esposa muito bonita e que eu dançava muito bem.
Ficamos por ali um ainda por tempinho. E no momento que íamos embora, Rodrigo foi ao banheiro. Um safado aproveitou o momento e chegou por trás de mim, me pegando pela cintura, me encoxando. Quando virei o rosto num movimento natural para ver quem era, ele grudou a boca na minha e me beijou. Pior que na frente dos amigos que estavam com a gente. E pior, eu deixei, o safado também beijava muito gostoso.
Mas fiquei com tanta vergonha que depois de apreciar um pouco aquela boca, me livrei dele, abaixei, peguei minhas sandálias, e sai sem olhar pra trás. Me sentei num banco alto, junto do balcão lá na parte do bar, esperando Rodrigo. E quando ele passou pela porta, tinha um sujeito me xavecando ao pé do ouvido, as mãos do safado percorriam minhas coxas quase chegando na minha menina. Mas o cara atrás do balcão, assustado, chamou a atenção do cara falando:
— Oh Beto, respeita ai. Oh marido dela.
Rodrigo encarou os dois, mas não disse nada.
Segurou minha mão e então saímos.
Lá fora, antes de entrar no carro eu brinquei:
— Aposto que você queria mais né seu safado.
Rodrigo me olhou sorrindo.
— Pior que queria, você estava linda sentada ali.
E assim foi nossa aventura no forró do Geraldo Caolho em Campina Grande.
Espero que tenham gostado, deixem seus comentários. Beijos Taiane. taianefantasia@gmail.com
*Publicado por taiane no site climaxcontoseroticos.com em 17/03/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.