A chuva aqueceu o fim de semana
- Temas: Fatasia, grupo, travesti, aventura, anal
- Publicado em: 18/03/25
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- Autoria: AllisonB
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Eu sou uma putinha, mas ninguém precisa saber.
Meu nome é Anne. Trabalho em uma loja de presentes, sou viúva, gosto de ler, tenho poucas amigas e adoro namorar. Mas é tão difícil...
Às vezes fico com alguém, mas eles não me satisfazem, não sinto o tesão dos meus sonhos. Os homens só pensam em futebol e em sair com os amigos. Eles não gostam de falar de sexo, preferem uma foda rápida e nada mais. Eu sou intensa. Gosto de um bom sexo.
Eu tive um ficante diferente. Era virtual. Ele era bom!
O Lu morava longe, a mais de mil quilômetros de distância. Quando nos conhecemos eu ainda era casada. A gente se falava por telefone, ou trocava mensagens pelo WhatsApp.
Tudo que se pode imaginar de sexo a gente fazia pelo celular, através de fotos, vídeos e de mensagens. Eu sentia um tesão da porra. Ele também. Eita, homem tarado.
Quando eu telefonava, a gente fazia uma rapidinha por ele ser casado. A nossa imaginação não tinha limites e ele tinha tesão em me escutar. Quando ele me ligava, eu tirava a calcinha para não a umedecer. Era certo que eu iria ficar com tesão.
Ele era atleta, tinha coxas grossas, e duras. Era um homem bonito, e mais velho do que eu. O seu pau, era maravilhoso. Um pouco grande, com a cabecinha rosada. Ai, que pau da porra. Fiquei apaixonada. Quando tínhamos chance fazíamos um sexo virtual. Eu me molhava inteira.
A nossa imaginação fluía à vontade. Valia tudo. Eu pensava naquele macho em cima de mim, bem molhado de suor, socando aquela rola deliciosa. Depois, enchendo a minha boca de leite. Hum, era tão bom! Ele era tarado para me enrabar.
A gente nunca tinha se visto pessoalmente, até que marcamos de nos encontrar em uma praia. Começou aí uma história interessante, de muito sexo.
A nossa ideia era de passar um fim de semana só fazendo sexo, sem sair do quarto. Eu estava maluca de desejo, assim como ele. Reservamos um hotel na beira da praia. Eu tinha o sonho de dar uma trepada a noite, rolando pelas areias da praia.
Bom, mas as coisas nem sempre acontecem como a gente quer. Sonhamos de um jeito, e a realidade foi diferente.
Eu estava com os hormônios a flor da pele, e super ansiosa. Me depilei inteirinha. Fiquei toda lisinha do jeito que ele me pediu. Fiz as unhas e peguei a minha bolsa. Dentro dela eu coloquei um biquini, uma calcinha e uma camiseta. Nada mais. Afinal, para quem não iria sair do quarto já seria muita roupa. Eu estava pronta para o crime, e cheia de tesão.
Saí de casa no meu carro, em direção ao aeroporto. Eu estava com um vestidinho vermelho, bem curto, sem sutiã, sem calcinha, e de óculos escuros. Meus peitos estavam soltos, preparados para receber um bom tratamento. É assim que uma putinha experiente deve fazer. Quem sabe, no caminho, a gente pudesse comemorar o nosso primeiro encontro. Minha buceta estava latejando.
Chegando ao aeroporto, o Lu estava me aguardando na calçada. Ele era um homem lindo. Um tesão. Caiu do céu, bem nas minhas garras.
Fazia calor, ele estava com uma camisa branca, um pouco molhada. Os seus mamilos estavam durinhos. A calça jeans agarrada já mostrava uma saliência que me interessava. Fui chegando devagar para apreciar o material que eu iria aproveitar por dois dias. Até o meu cuzinho estava piscando.
Quando parei o carro perguntei a ele: — quer uma carona?
Ele se assustou. Logo ele reconheceu a minha voz, e respondeu: — estou esperando uma putinha linda e gostosa, que viria me pegar. Como ela ainda não chegou, eu topo a carona.
Mal ele fechou a porta do carro, fui para cima dele experimentar a sua boca, e apalpar o seu pau. Eu estava desesperada e louquinha de tesão. Depois, após escutar a buzina de um outro carro, nos ajeitamos, seguindo em direção à estrada.
O tempo estava ruim, ameaçando um temporal. Passei o carro para ele dirigir. Não sou boba! Em seguida abri o zíper da sua calça, pegando o que mais me interessava. Beijei e chupei o seu lindo pau. Ele babava. Que tesão!
Após meia hora de viagem, uma chuva forte nos pegou. Resolvemos parar em um posto de gasolina. Antes de descer do carro, pedi para ele me beijar e chupar os meus seios. Eu continuava com muito tesão. Era uma vontade incontrolável e contida por anos de espera.
Descemos do carro e corremos para a lanchonete. Era um lugar simples e pequeno, onde tinha apenas uma única mesa ocupada por duas mulheres sentadas, tomando cerveja.
Pedimos um café e uma água. Quando olhamos para a mesa, as duas mulheres sorriram, nos convidando para nos sentarmos com elas. Estranhei, ambas nos olhavam como se fossemos caças indefesas.
Uma delas, era ruiva, se chamava Kelly, bem novinha, pele clara, seios grandes, lábios carnudos, e olhos castanhos. A outra mulher, se chamava Luna. Ela era mais alta, do tamanho do Lu, pele morena, cabelos castanhos, ombros mais largos do que o normal, e uma voz anasalada. Elas vestiam biquinis pequenos, quase imperceptíveis, deixando visíveis seus corpos queimados pelo sol.
A simpatia das duas aparentava uma armadilha. Mas, o local era pequeno e, a chuva continuava forte. Teríamos que nos juntarmos a elas. Nos apresentamos. Elas queriam saber se éramos casados etc. Falei que estávamos namorando, indo para praia passar um final de semana.
Elas, eram amigas que estavam voltando da praia, e como nós, pararam lá devido à chuva. Por ter um dos pneus do carro furado, não queriam arriscar seguir a viagem nesse tempo. Iriam passar a noite em um quarto de hóspedes que existia no posto de gasolina.
O Lu ficou sentado de frente para a Luna, enquanto eu fiquei sentada de frente para a Kelly. Conversamos sobre várias coisas. Elas foram percebendo que os nossos olhos brilhavam por tesão de sexo.
Elas perguntaram se eu não estava sentindo frio. Perceberam que eu estava somente com um vestidinho, e mais nada por baixo dele. Os mamilos dos meus seios estavam durinhos. Elas sacaram que eu estava com tesão. A chuva não parava, e os olhos delas começaram a ficar em cima do Lu.
A Kelly elogiou o meu esmalte, e pegou na minha mão, delicadamente, como se quisesse fazer um carinho. A Luna começou a elogiar a boca do Lu e, de repente, ele se mexe um pouco. Era a Luna encostando o seu pé na perna dele.
Ele foi ficando diferente. Ela subiu o seu pé até o seu pau, percebendo que ele estava duro. Ele estava excitado com o harém que estava sendo formado. Ele realmente era um tarado. Pus a minha mão por debaixo da mesa, no seu pau, e dei um beijo em sua boca.
A conversa foi ficando mais quente sobre sexo, quando a Kelly nos convidou para irmos até o quarto reservado, porque tinha um banheiro melhor, e poderia empresar um agasalho para mim.
Olhei para o Lu, ele concordou e disse que seria melhor. Já estava escuro. Teríamos que aguardar a chuva passar. Dentro do quarto a gente ficaria mais à vontade.
Quando nos levantamos, pude ver que elas tinham um corpo atraente, mas a Luna era grande. Falei para o Lu: — a Luna é uma travesti, você percebeu? Ele respondeu que já tinha sacado.
Aquilo mexeu comigo. Nunca tinha visto, ou tocado em uma travesti. Fiquei curiosa, e ansiosa. O Lu passou a mão na minha bunda, e me deu um beijo no pescoço. Notei que o seu olho estava vidrado de tesão.
Assim que entramos no quarto, eu tropecei, caindo em cima da única cama de casal, onde ficaríamos sentados. Adivinha o que aconteceu? O meu vestido subiu até a minha cintura. Elas viram que eu estava sem calcinha.
Uma olhou para a outra, e sorriram. A Luna perguntou: — quer usar a minha calcinha? Em seguida ela tirou a calcinha do seu biquini. Ela não poderia mais esconder o seu tesão, aquela calcinha era pequena para o tamanho do seu cacete. Apareceu o seu pau, grosso e grande. Estava bem duro. Seu rosto se modificou. Ela fixou o seu o olhar no Lu, demonstrando que estava com fome de sexo.
Eu fiquei de boca aberta olhando para aquele seu pau duro. Fiquei admirando o seu tamanho. Nunca tinha visto um exemplar tão volumoso. Ela então, perguntou afirmando: — quer mamar um pouquinho, o Lu não vai achar ruim, você mama os dois. Minha dúvida durou pouco tempo. Olhei para o Lu, e ele disse para ir em frente. Cai de boca.
A Kelly disse: — aqui vai ficar quente. Vou tirar a roupa do Lu. Quero te pegar. A partir daí, começou uma pegação louca. Eu puxei o Lu, e fiquei fazendo o que mais eu gosto, que é chupar um pau. De repente ganhei dois. Foi bom demais.
A Kelly se despiu, e veio abraçar o Lu por traz, passando a mão na bunda dele. Começou a beijar a sua boca, se esfregando em seu corpo.
Eu disse para ela, passar a sua língua no cuzinho dele. Queria sentir o pau dele bem duro. Depois, a Luna agarrou o pau do Lu, começando a fazer um boquete como uma louca. O Lu não estava mais se aguentando, quando o chamei para foder bem forte a minha buceta. Ela estava latejando, e toda molhada. Subi em cima dele, sentando-me no seu pau duro.
A Kelly, me vendo de costas, veio chupar o meu cuzinho. Depois que ele ficou molhadinho, e mais largo, ela chamou a Luna para enfiar o seu caralho no meu cuzinho. Vi estrelas, mas estava bom demais. Quando eu descia o meu corpo, eu levava pica do Lu, quando eu subia, levava rola da Luna. Fiquei no céu por uns cinco minutos.
Depois, a Kelly roubou o Lu, pedindo para ser chupada. Ela tinha um bucetão, e estava com muito tesão. Enquanto ele degustava o sexo dela, enfiando sua língua naquela caverna molhada, fui passar a língua no cuzinho do dele. Ele respondeu, mexendo sua bunda. Ele, gostou.
Em seguida, a Luna me puxou pelos cabelos, enfiou a sua rola na minha boca dizendo que ia gozar, falando para que não deixasse cair uma gota na cama. Todos estavam em pleno tesão, agitando uma suruba maravilhosa.
Depois de o Lu foder a Kelly, a Luna falou no ouvido dele para ele não gozar. Ela também queria ser enrabada por ele. Ela ficou de frango assado e pediu para o Lu ir fodê-la. Ela continuou — Quero que as duas segurem na minha rola para a gente gozar juntos.
Comecei a beijar a Kelly, esfregando os meus peitos na boca da Luna. O Lu avisou que ia gozar, então nós duas pusemos a boca perto da rola da Luna, que também começou a gozar. Foi leite para todo lado, principalmente em nossos rostos. Que delícia!
Quando demos por conta, estava no meio da madrugada. Deitamo-nos um ao lado do outro. Eu não conseguia ficar sem pegar na rola do Lu. Dormi com ela na minha mão. Ele ficou fazendo carinho no meu peito. Quase que eu não durmo.
Quando acordamos, a Kelly, e a Luna não estavam mais. O frentista do posto de gasolina nos disse que elas saíram horas atrás. Aí, sabe o que fizemos? Voltamos para o quarto, e demos mais uma bela trepada.
Desta vez, somente nos dois, fizemos um sexo carinhoso. O Lu chupou os meios peitos, com sua língua curiosa, brincando com os meus mamilos, beijando cada centímetro deles. Depois, foi a vês do seu pau passear por todo o meu corpo. Que delícia, sentir o calor do seu tesão. Ele, chorava de tesão, avisando que o leite estava a caminho.
Então, eu comecei a chupá-lo, esfregar o meu rosto nele, lamber sua cabeça, depois descer até as suas bolas. Ele dizia que ia gozar, e parava para segurar. Até que ele não aguentou mais e soltou o todo seu leite na minha boca. Foi maravilhoso. Pena que o tempo passou rápido.
Com o sol sorrindo para nós, seguimos viagem, e fizemos muito sexo durante o final de semana. Fiquei com a minha buceta assada, e o meu cuzinho ardendo.
Não tivemos mais notícias das duas vadias. Elas deixaram saudades.
*Publicado por AllisonB no site climaxcontoseroticos.com em 18/03/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.