A BUCETA DO VERÃO PARTE IV
- Temas: Amor, traição, casamento, marido, familia
- Publicado em: 18/03/25
- Leituras: 805
- Autoria: Noddoz
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CAPITULO IV – Na hora do almoço "Essa xana é realmente dele"
Eu sou aquele tipo de mulher que detesta segunda-feira, muito mais quando passo o final de semana a foder. Há um tipo de foda que me deixa com ressaca como se tivesse passado a noite a beber em uma festa. Consegue imaginar né? É assim que estava naquela segunda-feira no trabalho, mal conseguia me concentrar, acho que devia ter sentado naquele pau antes de gozar. Oh! O meu escritório é minha segunda casa, luxuoso e equipado, gosto dele porque meus colegas dizem que é uma sala com cara de vilã, lol. Tudo no lugar, arrumado, sem nenhuma poeira e quando alguém move até uma caneta para o lado eu endireito ou devolvo a posição inicial, coisas de psicopatas mesmo. Mas como nem tudo é mar de rosa, há sempre um colega que enche o saco e acha que a sua sala é uma sanita para entrar e dizer merdas. Então, lembram do tonto que mal conseguiu me foder no hotel cheio de flores e chocolate? Pois é, ele bateu a minha porta e entrou antes que eu o autoriza-se - Olá, posso entrar? - Disse Seba, nome dele é sebastião, mas lhe chamamos de Seba. - Já entraste - Ele entrou e fechou a porta. - Estás muito linda e com pele adorável, alguém passou a evitar raios solares. - Disse se aproximando - Eu com um tom de voz firme - Estás a tentar ser engraçado comigo porque não tens nada a fazer ou...? - Seba se sentou e foi logo tagarelando – Não quero que pareça acedio mas não paro de pensar em ti desde a vergonha que passei no hotel - Eu apenas ri sem conseguir me segurar - Afinal sabes que foi vergonhoso! - Ele entusiasmado - Nunca aconteceu comigo - Eu ri mais alto - Típico de um homem quando floppa! Diz que é a primeira vez, mas sabe que é floppe número 120 - Ri ainda mais - Podes me dar mais uma chance? - Levantei, fui abrir a porta enquanto dizia que não era um dia oportuno para aquela conversa, - Isso quer dizer que podemos continuar num outro dia no café? Pago a conta - Ficamos ali parados a nos olhar e pude perceber na cara dele que o meu cheiro de mulher havia o consumido por inteiro, o sabor do meu corpo era tudo que ele desejava ter de novo e a oportunidade de poder me comer sem falhar era a meta dele - Certo, vamos conversar, darei sinal - Seba sorriu de alivio e foi-se embora, pelo menos não estraguei o dia dele, mas cá entre nós eu não vou lhe procurar, se quiser vai ter que ralar. Eu acho que ele deve estar a pensar que sou uma puta que cede facilmente e que pode me ver nua quando bem entender. Assim que fechei a porta, o meu celular tocou e pelo toque personalizado era o meu marido, Ruben. - Alô moço que me embala - Ele riu de forma sex - Você acabou comigo pela manhã. Estou tão preguiçoso e cansado, até parece que tomei umas cervejas durante a noite - O meu tom de voz baixou e ficou ofegante e disse mordendo o indicador - Não me diga! Posso compensar - Ele todo puto da vida disse - Como? - Dei um sorriso de puta no cio - Já ouviu que pico tira-se com pico? - Ruben não acreditou no que ouviu - Então venha tirar esse pico que estou cheio de trabalho - Acredita, ele falou num tom de gozo, mas eu encontrei uma bela oportunidade para apimentar a nossa relação. - Okay! Até já, prepare esse pau para mim que vai gozar direitinho - Ele simplesmente riu e desligou. Fechei o meu laptop, apliquei um perfume, peguei a minha bolsa e saí da sala. Na entrada acionei o motorista para que me levasse até a empresa onde ele trabalha e disse para a minha assistente que ia almoçar com meu marido e voltava em duas horas - Ela simplesmente abanou a cabeça e garantiu-me que cuidava de tudo.
Pelo caminho quase a chegar, Ruben voltou a ligar para mim - Amor - ele com voz sonolenta - Sabe que eu te liguei para falar do acampamento e tu desviaste a conversa! - Eu pus-me a rir - E o que querias dizer? – Perguntei, Ruben disse que eu tinha sido encarregue pelo grupo para cuidar de tudo. Não sei por que me escolheram. - Mas amor! Isso não faz sentido, vocês fazem vossos programas e lançam tudo para mim, tenho cara de gestora de eventos? - O meu motorista riu e Ruben estranhou - Onde estás? - Justo naquele momento que me fez a pergunta o motorista estava a parar o carro - Estou aqui em baixo, desça - Ruben não acreditou e olhou pela janela para certificar se era verdade, dei um oi para ele e desci do carro - Vim tirar pico com pico, esqueceu? – Ruben sem acreditar na loucura que eu estava a cometer riu dizendo - Sua doida - Desligou o celular. Eu disse para o motorista que podia ir embora pois o Ruben me levava de volta. Os guardas do banco trataram de me receber com carinho e abriram a porta para mim. – Muito obrigada, hoje não vou entrar, Ruben já está a descer - Poucos minutos depois lá estava o meu marido com o carro fora. Entrei e ele fez uma pergunta estúpida - Para aonde vamos? - Eu lhe olhei com cara de quem não gostou da pergunta e ele percebendo desviou os olhares com mais uma pergunta tola - Vais querer comer o quê? - Abanei a cabeça de tanta decepção dizendo, - Ruben sendo homem – Ele riu, abri o zip da calça dele e apertei o pau na cueca. Ruben deu um suspiro e pisou no acelerador sabendo para onde tínhamos que ir. Ainda bem que o carro dele AMGS 63 tem vidros fumados, foi fácil para mim tirar a delicia que me pertence e chupar enquanto dirigia ao hotel sem que a nossa privacidade fosse violada. Sabe, chupar enquanto o seu homem conduz é uma sensação bem gostosa, muito mais a ouvir o motor a rosnar. Eu sou tão esfomeada que chupava como se tivesse chupado há uns meses, mas só se passavam seis horas que aquele pau gozou na minha boca. E lá estava ele de novo, durinho e disposto para me dar outro leite.
Chegado ao Hotel, ele mal conseguia devolver o pau na calça para descermos. Tivemos que esperar uns minutos, pusemos-nos a falar sobre o acampamento. Ruben esclareceu porque tinha que ser eu a gerir os fundos da contribuição e o que estava a se pensar em fazer. Fiquei um pouco triste por saber que eu tinha que ligar para as vadias das esposas dos amigos do Ruben e liderá-las. Mas enfim, nada que não dou conta. Aquela conversa teve um clima meio desagradável que o pau dele murchou e facilmente entrou na cueca. Antes que o nosso clima fica-se murcho e perdessemos o tesão, descemos e fomos fazer check in. Quem nos viu a entrar na hora do almoço naquele lugar podia até pensar que somos amantes traindo os nossos parceiros, muito mais pela forma que eu visto. Eu sou exagerada quando o assunto é vaidade. Então as pessoas mal podiam imaginar que sim, há casais que fogem do trabalho na hora do almoço para foderem. Fizemos o check in e fomos andando ao quarto enquanto conversávamos sobre o acampamento, era a única coisa que passava na cabeça de Ruben, embora eu nem quisesse falar daquilo, mas o meu homem quando cisma com algo, ninguém lhe segura. Eu só podia aguentar. Chegamos, o quarto era confortável e aconchegante, Ruben ainda a falar, se sentou na cama, eu deixei a minha bolsa por cima da cabeceira e parti para cima dos lábios dele para lhe calar. Beijei-lhe intensamente e ele voltou ao clima, apertou a minha bunda e colou o meu corpo no dele com uma pegada bem forte, gemi intensamente e ficamos naqueles beijos gostosos sem parar enquanto as nossas mãos tratavam de tirar as nossas roupas. Ele desabotoou a minha camisa e eu desatoei o nó da gravata, Ele tirou-me a camisa, e eu tirei-lhe o casaco, ele abriu a minha saia, eu desabotoei a camisa de mangas cumpridas, ele tirou-me a saia enquanto eu empinava a bunda para ficar sex ao descer. Os nossos beijos ficaram mais intensos. Eu já semi nua, apenas de calcinha e sutiã, empurrei o Ruben para se deitar, tirei-lhe os sapatos e as meias. Abri de novo o zip e o botão da calça, tirei-lhe a calça e a cueca junto e abocanhei o pau já bem duro novamente dizendo. - Acho que não preciso segurar os meus gemidos por aqui - Ruben riu enquanto sentia a minha boca escovando aquele pau, as suas mãos puseram-se a brincar com os meus mamilos e por vezes a dar uns tapas na minha bunda. Parei de chupar, lavantei, virei deixando ele apreciar me apreciar, tirei a calcinha de forma sex e sedutora, aproximei-me caminhando de trás até ele, e ele lendo os meus sinais sentou e tirou o engate do sutiã me deixando completamente nua. apertou os meus seios e virei de novo para ele que já se deitava me convidando para ir por cima. Eu já estava toda molhada querendo ser fodida, peguei no pau e dei mais algumas mamada com os olhares fixos nos dele, tudo que via era um homem com os olhos virados e lambendo os lábios. Me posicionei para sentar naquele pau. Ruben de forma agressiva e com muita força me puxou até ele e me abriu as pernas, engatou o meu clitor com os lábios, não aguentei e gemi alto ao sentir a boca dele engolindo o clitor, sentei por cima do rosto dele. Tapando toda boca dele com a minha xana - Está com um cheiro delicioso - disse ele e continuou a chupar, eu puta de prazer a sentir ele a sugar o meu mel me deixava mais molhada e com vontade de ter o pau dentro de mim. Saí por cima dele e posicionei a minha xana no pau dele e comecei a esfregar, Ruben não ficou de fora ajudou-me rebolando o quadril igual um stripper. Como eu sei onde ele aprendeu essas malandrices, não estranho quando ele faz essas coisas, pelo contrário, eu adoro. Já pronta para ser penetrada, não perdi mais tempo e introduzi devagar até sumir dentro de mim. Os dois gememos de alivio, ele querendo xoxota e eu querendo pau. Tivemos um gemido harmónico de satisfação por ter o que queriamos. Ficamos uns 30 segundos sem mexer, apenas nos beijando e aos poucos foi surgindo um movimento leve. Sim, Ruben sabe como me pôr no meu lugar. Eu acho que amo foder com ele por causa dessa paciência, ele não corre com nada, é bem calmo quando fode, sabe criar suspense e sabe fazer uma xana implorar pelo pau dele. E é isso que ele fez comigo, explorou o meu o corpo enquanto os meus músculos vaginais contorciam de prazer e pediam para que ele fizesse o movimento de entra e saia. Quando eu quis fazer ele segurou com palmadas as minhas bundas com as duas mãos abrindo elas e deixando meu cu a vista e não permitiu que eu fizesse o movimento, continuou a me beijar, eu gemi de desespero, meu clitor começou a piscar, os lábios vaginais faziam um movimento estranho no pau como se estivessem a dizer – Esfrega isso por favor – o que intensificou a lubrificação. Ruben beliscou um dos meus seios, deu um tapa na minha bunda novamente e começou a fazer movimentos lentos e leves. - Hummmm, Sssssss - Eu me contorcia de prazer. Aquele pau a entrar e a sair, sem pressa - Ahhhhhhhh, sssssss, assssss - Disse bem baixinho e com o folego preso – Almoça tua esposa seu safado, ahhhhhh, come mais - Ruben chupando os meus seios e a rebolar devagar era um mundo - Eu tentava acelerar os movimentos, mas o controle dele sobre mim era tanto que, o poder dele sobre a minha vagina superava tudo. Penso que ficamos naquela lentidão por 5 a 8 minutos, sei lá, naquele momento o tempo passa desapercebido. De seguida Ruben engrenou outra mudança e lá foi ele rebolando devagar e deixando a foda mais apetitosa. Meteu um dedo no meu cú - Ahhhhhh - Gemi com a pele arrepiando e ele continuou com um pouco mais de velocidade. Bem calmo e com ar de quem sabe o que está a fazer. Eu claro! Depois de chupar o pau dele até gozar pela manhã sem ser penetrada, só podia vibrar de prazer. Ruben deixou de controlar os meus movimentos e eu entrei no ritmo dele, começamos a fazer movimentos sincronizados. Como explico? Enquanto eu fazia movimentos para cima ele fazia para baixo, enquanto eu descia para engolir aquele pau com a estocada ele ia para cima para penetrar gostoso. Aquela sincronia me enlouquecia e me punha a gemer sem parar - Ah ah ah ah ah, sssssssss, ah ah ah ah ah, vai amor, almoça a sua puta - Justo no momento que eu queria mais sentir aquele pau. Ruben tirou e me fez descer. Me pós deitada na posição missionaria e penetrou devagar abrindo a minha perna esquerda e levando a minha perna direita para o seu ombro, a sua mão direita segurou o meu seio e a esquerda pousou na minha coxa garantindo que estivesse bem aberta. Lá estava Ruben a meter devagar e com classe naquele mexer de um stripper enquanto lambia os lábios e suspirava de tesão. Me apoiei com os braços e levantei a cabeça para ver aquele pau a entrar. Muito delicioso ver minha xana a ser preenchida e estocada devagarzinho, o pau cheio de mel - Ahhhh, ahhh, ohhhhh, huuuuu ssssss - gemia eu de tanto adorar ser devorada por aquele tarado, safado e delicioso - Ahhhh, huuuuuu - Ruben abriu-me mais as pernas para chegar aos meus lábios, deu um beijo molhado. A sua saliva estava quente e gostosa. Não a nada melhor que ser fodida e beijada ao mesmo tempo. Faz o mundo desabar e me perder no climax do tesão. Ruben aumentou a dose da fode e começou a estocar com precisão e forte - Agora sim, fode isso - meu corpo ficou eletrico e lançava pequenas quantidades de faisca por todas as veias, os pêlos ficaram em pé. O meu pé ficou rigido e esticado. Ruben sem dó penetrava tudo e tocava o útero, era uma mistura de dor e prazer, dificil de explicar, mas lá estava ele no - Pimba pimba pimba - os meus lábios váginais a roçarem o pénis e a lançarem faiscas para o meu cérebro, eu já não aguentava nem ficar naquele beijo e nem me apoiar para ver o pau a entrar, a gravidade puxou-me para os lençois com uma força. Ruben tirou o meu pé direito da ombro e abriu ficando ele todo entre as minhas pernas e a foder gostoso - Aaaahhhhh, aaaaahhhhhh, aaaahhhhhh - Eu gemia alto e sem controle, suava tanto e implorava por mais foda - Abre isso sua puta - Disse Ruben enquanto fodia com força e me abria cada vez mais as pernas. Não sei de onde veio aquela raiva nele e porque ficou tão tesudo ao ponto de me apertar o pescoço e pegar-me a cabeça com um toque genuino, dar-me um estalão assim do nada e estocar gostoso. Eu sentindo o pau dentro segurei o braço dele que me apertava o pescoço e mal conseguia tirar. Aquela sensação de sentir o pau tocando o útero, a dor das minhas pernas abertas até ao limite e a dor do pescoço preso e quase sem folego me deixavam mais doida ainda e querendo morrer naquela foda, é algo inesplicável. Até que o inesperado aconteceu, o pénis escorregou e saiu, quando Ruben tentou devolver, no lugar de acertar o burraco certo, o pau entrou no meu cu até ao fundo sem dificuldade. Ele gemeu como nunca antes e eu senti um aperto e antes que pudesse pensar, Ruben estocou duas vezes e parece piada se você estivesse ali, ia rir sem parar. Pulei de susto e dor de verdade quando ele estocou. Estavamos tão por dentro da foda que nem eu e nem ele percebemos que o penis estava no cu. Nos demos conta quando a friçção ardeu tanto que percebi que não estava preparada para o anal naquele momento. Ambos pusemos nos a rir, ele a dizer - Desculpa, nem me dei conta que estava no cu - Eu segurando o cu fui ao banheiro a correr para ver se não tinha sujado. Sentei na pia e me lavei. Graças adeus não tinha sujado. Ruben entrou no banheiro e se lavou também. Não que fosse necessário, mas diz a lenda que se você é penetrada no cu não seja burra de aceitar que o pénis volte a vagina, a secreção pode infeccionar o canal vaginal. Quem é mulher sabe o quanto o nosso jardim do edem é sensivil. Nunca vi uma mulher com vagina infeccionda por causa disso, mas já ouvi, então, não vou ser a primeira a estar numa situação mesmo com conhecimento, então não quis nem experimentar. Ruben lavou com sabão, se limpou e voltou a cama. Eu terminei de me lavar e voltei. Me deitei no seu peito - Estás bem? - Disse ele beijando a minha testa – Estou, não doeu tanto, o pénis estava lubrificado. Peguei no meu celular para ver horas, faltavam apenas 20 min para a hora do almoço terminar - O tempo já se foi - Ruben exalou - Queria parar o tempo e ficarmos só nós os dois aqui, para sempre. Os dois rimos e paulatinamente o riso foi sendo substituído por olhares e de seguida beijos. segurei no pau dele e comecei a masturbar, em pouco tempo estava ele reto de novo. Continuamos por mais uns 5 minutos aos beijos e caricias, nem sei se foram 5, naquela hora o tempo é relativo de verdade. De seguida por iniciativa própria fiquei de quatro, bem empinada. Ruben deu um beijo carinhoso na xana, deslizou a língua da xana até ao meu cu e ficou ali num beijo grego de arrepiar – Não me diga que estás a pensar em comer o meu cu? – Ele com um riso safado respondeu com outra pergunta – Posso? – antes que terminasse de falar – Não – Os dois rimos mais uma vez enquanto ele penetrava na xana, e paramos de rir ao mesmo tempo ccom som de gemido – Ahhhhh - No começo os movimentos eram suaves e aos poucos, ou melhor a medida que a lubrificação estendia, a velocidadade e intensidade aumentava, em poucos minutos, eu estava ali a ser comida com muita força. A minha bunda de tão grande que abanava a cada estocada. Tudo que eu podia fazer era empinar mais e mais e sentir o pau dele bem duro. Gemia alto e sem parar. Depois de muita estocada e com muita força, eu disse para Ruben gozar, embora eu ainda não estivesse satisfeita, mas ele me estava a cansar de tanto tomar pau – Está bem amor! – Sem mais delongas Ruben estocou como uma maquina de foder e gozou dentro de mim com gemidos altos, eu fiquei sem força na hora recebendo aquela gozada. Terminado, não tirou o pau e continuou a estocar. Virei, olhei para ele com a maior cara de puta, dei um sorriso safado e ele deu-me um tapa leve no rosto e continuou a foder – Meu Deus, que porra de homem fui eu ter que não se satisfaz? – Pensei em enquanto tomava pau. Percebi que não adiantava escapar, eu seria fodida sem parar até gozar de novo, então me posicionei novamente empinando o bum bum de uma forma e contraí o musculo para apertar o pau. Ruben gemeu alto ao sentir o seu pau sendo segurado firme. Aumentou a velocidade e sem me aperceber minha Xana tirou o squirt, molhando a cama e aquela sensação me fez gozar do nada, meus pés puseram-se a tremer e ele não se deu o luxo de me apreciar a gozar ou relaxar um pouco enquanto eu degustava daquela sensação, simplesmente estocava sem parar e me segurava para não escapar dele, tal como fez naquele sábado. Pouco tempo depois voltou a gozar dentro de mim e o pau arreiou na hora. Ruben caiu mei falecido na cama. Eu continuei naquela posição por um tempo me recompondo. Levantamos, fomos ao banheiro, aquela duche suave sem beijos e nem nada. Vestimos. Eu nem pus calcinha porque estava com o mel. E saímos para o carro de volta ao trabalho – Nem sei se vou vonseguir trabalhar – disse Ruben. – Toma um energetico, vai passar isso. Entramos no carro e saímos do hotel Ruben a falar do acampamento.
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CONTINUA
*Publicado por Noddoz no site climaxcontoseroticos.com em 18/03/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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